Nota de Falecimento.

É com muita tristeza que noticiamos o falecimento de Camila de Lemos Vasconcelos Soares. O corpo será velado no Velório Rosa Master, ao lado do Cemitério local. O sepultamento ocorrerá amanhã (segunda-feira),  às 10h,  no Cemitério São Sebastião. A falecida era filha do casal amigo Jurandir e Neide.

A invasão está parada, agora a prefeitura tem que derrubar….

Bem, passados quinze dias da postagem aqui no blog, cujo título foi: Os espaços públicos da Vitória continuam sendo SAQUEADOS, gostaria de dizer que a “grande obra arquitetônica urbanística”,  ocorrida no teto da Antiga Parada de ônibus, no Centro Comercial, TÁ PARADA.

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É bom que se diga que mesmo com o registro fotográfico aparentando  a obra num estado mais avançado, a mesma,  realmente parou. Aliás, como manda o “ritual” das invasões é normal que quando as pessoas “gritem”, sobretudo de forma pública – como foi o caso aqui no blog – eles recuem, para deixar “esfriar” o assunto, para  só depois terminar a construção “num fôlego só”.

Também é importante registrar que o morador vizinho, Douglas França, formalizou a denuncia na própria prefeitura. Segundo ele, os protocolos foram enviados para à Secretaria de Planejamento e Orçamento (Protocolo nº 3601), e o outro  direcionada à Secretaria de Obras (Protocolo nº 3602).

O curioso desse caso foram as respostas dos  respectivos secretários  da municipalidade. Relatou Douglas França: “a Arquiteta afirmou que a obra era pública, contradizendo informações que tive no local da obra, onde foi informado que o responsável pela construção, era um Pré-candidato a vereador do grupo político do atual prefeito e a proprietária da obra era funcionária da prefeitura e amiga pessoal de Elias Lira”. Ainda segundo ele: “ a “proprietária” da obra, estaria construindo no local com recursos próprios e fins privado”

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Depois de inúmeros “desencontros”,  de ordem administrativa, a Arquiteta (que não sei o nome), e os secretários  Manoel Jorge e Barbosa chegaram a dizer que desconheciam  a obra. Depois, o  Barbosa, uma espécie de  “bam-bam-bam” da prefeitura ainda disse: “que a obra era pública, mas que não tinha conhecimento da obra (parece piada, mas não é)”, complementou Douglas França.

Nenhum  funcionário público  pode conduzir as coisas dessa maneira. Aliás, deveria ter oura postura, outra atitude. Mas, não adianta colocar a culpa no Barbosa, ele apenas serve de “escudo” para o chefe.

Para encerrar, gostaria de dizer que a obra está parada e estamos “atucalhando” ela, como se diz lá na cidade de Belo Jardim.

Espaço para eventos e lazer: “Piscina BORA BORA”

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Para quem deseja alugar um espaço na cidade da Vitória, para promoção de eventos festivos, encontro corporativos e até o churrasco do fim de semana com a família, uma boa opção é o espaço de lazer: Piscina BORA BORA.

Localizada no bairro de Água Branca o spaço de Lazer: “Piscina BORA BORA” dispõe de hum mil e quatrocentos metros  de área, toda murada. Com estacionamento interno, casa, vários espaços de  acomodação para convidados, duas piscinas, palco fixo, quadra de esporte, churrasqueira, muito verde,  privacidade e  segurança.

Portanto, para os interessados na locação do espaço de eventos e lazer, para ocasiões de apenas um dia, fins de semana e até encontros  semanais corporativos, deve entrar em contato com senhor Carlos Farias pelos fones: 9-99665068 e o 984228096. Faça um  orçamento sem compromisso e agende seu evento.
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Internauta Hélio Boaventura comenta no blog.

Com relação à matéria postada no dia  quatro de setembro  – uma semana atrás-  no nosso blog cujo  título: Eleições 2016: eleger o deputado Aglailson Junior para prefeito, é ter a certeza que nada vai mudar, recebemos  um comentário, na noite de ontem (10),  que posto abaixo:

Pilako,

Sobre a publicação na qual você citou o saudoso Professor Luis Boaventura gostaria de sugerir a você uma melhor apuração, para que não haja ambiguidade no texto. O professor Luis Boaventura foi, bem lembrado por você, um nome de consenso pelo respeito e admiração que muitos vitorienses contemporâneos dele, e até de gerações após a dele, tinham e expressavam ter por ele.

O que você não mencionou e deixou para seus leitores a dúvida é sobre o caráter do Professor Luis Boaventura, que ao perceber as regras do jogo que foram impostas, abandonou o projeto político.

Gostaria de aproveitar o momento para citar o nobre Procurador Rodrigo Janot ao questioná-lo o porquê desta extemporânea “exumação pública” do Professor Luis Boaventura.

Foi infeliz da sua parte ao citar o nome do Professor Luis Boaventura em uma frase com duplo sentido, dando a entender que ele foi um dos que enganaram o povo. Um absurdo dizer isto de um homem que tanto contribuiu com o município.

Mesmo tendo sido vítima e que se a ele houvesse alguma culpa “a morte é causa de extinção da punibilidade e não cabe a você fazer a inútil exumação pública de um cadáver”.

Então permita-me sugerir: não queria você mesmo reescrever aquele parágrafo?

Helio B. de Andrade

Muito bem, só hoje (11), pela manhã,  tive acesso ao referido comentário. Gostaria, em primeiro lugar, de cumprimentar o amigo e primo, Hélio Andrade,  antes, que alguém possa imaginar que exista algum problema de ordem pessoal entre ele e eu.

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Com relação ao comentário do Doutor Hélio, sobre a citação do nome do seu saudoso  pai,  na matéria mencionada , gostaria de fazer o seguinte: explicar, concordar, discordar e até propor uma ideia.

Primeiro – explicar:

Se bem observado, em nenhum momento a matéria tem como foco o professor Luis Boaventura, muito menos,  falar da sua biografia. Aliás, a matéria aludida possui dezessete parágrafos  e contem  apenas três linhas relacionando o fato político envolvendo o nome de Luis Boaventura. De maneira clara, apenas citei-o como contribuição histórica à matéria, sem nenhuma intenção de execrar ou exaltar o nome de quem quer que seja, logo, não caberia maiores explicações e delongas com os dois  nomes citados, no exemplo. (Nô Ferrer e Luis Boaventura).

A matéria diz claramente: “Houve um tempo, aqui na Vitória, há mais de meio século, que os políticos mais experientes, para enganar os bem intencionados, inventavam uma “Tal Candidatura de Consenso”

No parágrafo abaixo, faço o seguinte  complemento:  “A última vez que se falou por aqui nessa “Tal Candidatura de Consenso”, salve engano, foi na década de 70 para lançar o nome de Luis Boaventura a prefeito, ocasião, aliás, tal como as outras, que não prosperou, até porque, não foi criada para prosperar apenas, como já falei, para enganar”.

Pois bem,  fica bem claro, no contexto da matéria, que o professor  Luis Boaventura – jogando no time dos bem intencionados –  foi mais uma “VÍTIMA” dos políticos mais experientes e mal intencionados. Tanto é verdade o que falei que, no seu comentário,  você mesmo confirma a manobra “não republicana”  dos políticos mais experientes quando escreveu:  “que ao perceber as regras do jogo que foram impostas, abandonou o projeto político”

Concordância:

Outro dia, papeando com o professor, pensador e poeta vitoriense, Sosígenes Bittencourt, ele usou de uma metáfora para elogiar o meu trabalho de resgate da história da cidade e dos seus respectivos filhos, dizendo: “Pilako, você é o maior “exumador de cadáver” dessa cidade, você nos faz lembrar, todos os dias,  de vitorienses  que já foram esquecidos até  pelos familiares”.

Portanto, ser lembrado, por você, como “exumador de cadáver” não me foi ofensivo, muito pelo contrário, para uma pessoa que tem, entre outros objetivos, ser um estudioso da história da sua cidade e que vem se especializando para ser um historiador de ofício, confesso, fiquei muito satisfeito com a sua ilação.

Discordância:

Já com relação à citação, por você realizada,  que diz: “a morte é causa de extinção da punibilidade e não cabe a você fazer a inútil exumação pública de um cadáver”. Permita-me discordar do seu pensamento. A nossa obra (vida terrena) deve sim  ser observada, estudada e até exemplificada, quando for o caso. Por exemplo: Mesmo depois da morte do líder  africano, Nelson Mandela, devemos usar e lembrar seus ensinamentos. Entre outras coisas, ele deve se eternizar pela  personificação da humildade. Já o líder alemão, Adoufh Hitler, deve sim ser “exumado”, sempre que possível, entre outras coisas,   como  um clássico exemplo de intolerância, algo que devemos combater sempre.

Proposta:

Para encerrar essas linhas, exemplo da verdadeira liberdade de expressão e diálogo de alto nível, faço uma provocação a você, no bom sentido da palavra, claro. Para que o primo e amigo, Doutor Helio Boaventura de Andrade,  mergulhe  a fundo na rica obra do seu saudoso pai, Luis Boaventura para que, em uma data oportuna, lance um livro contendo sua biografia, suas poesias, suas histórias e artigos publicados  e até,  quem sabe,  linhas inéditas que certamente devem permanecer guardadas nas mais protegidas gavetas do nobre primo. De resto, agradeço pela participação, admiração e respeito que nutrimos um pelo o outro.

Lavoura ou Sosígenes: quem vai casar primeiro?

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Para quem é da cidade da Vitória, não é nenhuma novidade saber que o  professor, pensador e poeta vitoriense,  Sosígenes Bittencourt é portador de uma das mentes mais brilhante da nossa Polís. Em ato continuo, também não é novidade para ninguém que na “arte da vida mundana”, o amigo Lavoura é professor em tudo, condecorado com  mestrado e doutorado internacional.

Pois bem, se não bastasse à amizade de infância dos dois, das inúmeras  noitadas bebericando juntos e outras coisas mais “e mais e mais”, os dois amigos – Lavoura e Sosígenes –  também corrobora de uma outra particularidade.

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Os amigos Lavoura (58)  e Sosígenes (60),  ambos com  seis décadas de vida, continuam irmanados na “solteirice convicta”. Desde que me entendo por gente, sou amigo dos dois. Sabendo das suas respectivas posições quanto ao matrimonio, já havia comunicado aos dois que no dia que houvesse a oportunidade de dividir o mesmo espaço com eles faria um registro em vídeo. Esse dia, então,  chegou. E foi no domingo (06) passado, no Pátio da Matriz.

Lavoura, apesar das muitas primaveras disse que ainda não está “pronto pra casar”. Já o professor Sosígenes disse o seguinte: “nenhum ser humano está imune ao casamento. O sujeito pode casar dos 15 aos 80 anos”. Perguntamos ao amigo Lavoura se houvesse uma  oportunidade de fazer uma aposta: QUEM CASARIA PRIMEIRO, Lavoura ou Sosígenes ?  Veja a resposta no  vídeo:

A gestao do Governo de todos ainda não aprendeu fixar placas de sinalização de trânsito.

Com relação ao critério técnico adotado pela prefeitura, através da AGTRAN, comandada pelo amigo Hildebrando Lima, no que diz respeito à fixação de placas de sinalização de trânsito, nas vias públicas da cidade, podemos dizer que continua uma “gracinha”.

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Dias atrás nossas lentes registraram que  uma das placas fixada, pelos “técnicos” da AGTRAN, na Praça Duque de Caxias, no que diz respeito à altura exigida por lei, ESTÁ ERRADA.

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Aliás, fixar placas da maneira correta na cidade, nunca foi o forte da gestão do Governo de Todos. Em várias ocasiões e  em anos diferentes, já registramos  que as placas de sinalização, que servem para orientar motoristas e pedestres, são fixadas de todo jeito, como se fosse uma placa colocada por  algum vendedor ambulante para anunciar a promoção do dia.

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No ano de 2012, quando a AGTRAN ainda nem existia, em uma das calçadas mais movimentada da cidade, uma placa foi colocada em uma altura que os transeuntes “metiam a cabeça” nela,  constantemente.

Já em 2013, com AGTRAN e tudo, em uma das calçadas do principal corredor comercial e financeiro da cidade, a prefeito manteve-se no erro , mostrando assim  que mesmo depois da criação da AGTRAN – órgão que deveria ser extremamente técnico – as coisas continuaram sendo realizada sem o menor critério.

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Portanto, já estamos em 2015 e,  já já, a gestão do Governo de Todos deixará o comando da administração pública. Vamos torcer para que os técnicos da AGTRAN se qualifiquem melhor para poder colocar as placas de sinalização na altura correta, em conformidade com o que manda as leis.

Internauta Zito da Galileia comenta no blog

Comentário postado na matéria “Recreio do Rojão canta “A Coceira do Papai””.

conheci recreio do rojão na radio jurema em vitoria não devemos despresar de resgatar a nossa historia. o pai de recreio se chamava que, era chefe de maracatu em galileia,mudou para vitoria e recreio passou carregar água no jumento para entregar pela cidade depois formou um grupo que usava chapéu de couro e roupas de chita como o mesmo padrão por muito tempo cantou na radio jurema depois radio independência.

Zito da Galileia

Arsenal, Estrelinha e Meiota na 1ª divisão do Vitoriense

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Por Marcio Souza, Futebol no Domingo

O futebol de Vitória de Santo Antão terá três novos representantes na primeira divisão local o ano que vem. Arsenal, Estrelinha e Meiota foram os clubes que mais pontuaram na segunda divisão do Campeonato Vitoriense e consequentemente conseguiram o acesso à elite.  Quatro times passaram pra segunda fase. Além do trio, Canha foi o único que não chegou às ‘’vias de fato’’, porque na rodada decisiva empatou com os estrelianos e foi superado pela Meiota com o mesmo número de pontos. O time do Dique levava vantagem no saldo de gols.

Neste domingo (06), Arsenal e Estrelinha fizeram a grande final no Estádio José da Costa, em Dr. Alvinho.  O jogo ficou empatado em 3×3 e a taça foi mesmo para Cidade de Deus, já que o time da ‘via láctea’ tinha o melhor saldo de gols como critério de desempate. O Arsenal, que representa o bairro do Cajá, terminou o certame como segundo melhor colocado. “Tivemos chances de matar o jogo várias vezes, mas não fomos superiores para isso”, lamentou ao término da partida o goleiro Tony.  A primeira divisão do Vitoriense começa em março, segundo o calendário da Liga Vitoriense de Desportos.

Apenas Mané Capão e eu, tem foto com Zé Luis Ferrer no Enchimento.

Por ocasião de um compromisso de ordem pessoal, trafeguei da forma mais primitiva pela Rua Eurico Valois – “Estrada Nova” – na tarde de ontem (08). Já voltando para o Centro, escutei uma voz falando o meu nome.

Quando “dei fé”, vi que estava passando em frente ao enchimento do amigo Zé Luis Ferrer e era o próprio,  que chamava pelo meu nome. Disse-me Zé Luis Ferrer: “não sei de onde você vem, nem sei para onde você vai, nem quero saber, mas você caminhando por aqui não é uma coisa que a gente vê todo dia. Deixe de pressa,  e sente-se aí.”.

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De fato, não caminho costumeiramente pela referida via. Aliás, diga-se de passagem, caminhar ao longo da “Estrada Nova”, seja por qualquer calçada da via, chega a ser um prova olímpica de resistência que contém, inclusive,  risco de morte compatível a uma “roleta-russa”.

Mas, deixando à precária situação urbanística da via para lá, posso afirmar  que Zé Luis é um sujeito bom de papo. Conhece, como poucos, as histórias curiosas sobre Vitória de Santo Antão. Além de já ter assumido por mais de uma vez um assento na Casa Diogo de Braga Zé também conviveu muito tempo com Zé Augusto (prefeito) e escutou e aprendeu  muita coisa do tempo em que ele ainda não havia nascido.

Depois de algum tempo papeando, pedi para uma pessoa fazer um registro fotográfico no meu aparelho celular. Curiosamente, disse Zé Luis: “rapaz, eu só tenho uma fotografia minha aqui no enchimento. Foi há muito tempo atrás, tá na foto eu e Mané Capão”.

Pois bem, depois de algumas histórias antigas e boas risadas, Zé Luis prometeu emprestar-me um livro em que conta a história do seu pai.  Marcamos, então, um novo encontro no mesmo local, para a próxima semana quando ele  já estiver com o livro em mãos. Portanto, doravante,sou agora, além de Mané Capão, o único a ter um registro fotográfico com Zé Luis Ferrer nas dependências do seu estabelecimento comercial.

Falta vergonha na cara mesmo…

Para o motorista que é obrigado a trafegar pela via lateral do Viaduto do Cajá, no sentido subúrbio/centro, a situação continua complicada.

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O prefeito Elias Lira parece que perdeu de vez a vergonha na cara. A cidade está um caos. Lixo por toda parte. Buraco é “boia”, porcos circulando pelas vias públicas, falta de remédio e profissionais nos postos de saúde, obras inacabadas e etc…. O curioso de tudo isso, é que o dinheiro não deixa de entrar nos cofres da prefeitura. Segundo informações que circulam na internet, ao final dos seus oito anos de mandato, pelo menos HUM BILHÃO E MEIO passou pelas suas mãos. É..Na próxima campanha, o candidato que Elias “apoia” terá muita coisa para explicar…

Foto: Alepe

Foto: Alepe

Gestão do Governo de Todos na “lama”.

Os porcos continuam comandando na cidade. Na tarde do último sábado (05), por exemplo, nossas lentes flagraram na Rua Primitivo de Miranda, dois enormes porcos circulando livremente pela via.

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A gestão do Governo de todos, que já vai no seu sétimo ano consecutivo no poder, na questão dos bichos nas ruas, ainda continua na lama, ou seja: continua misturada com os porcos. Portanto, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar o contador dos bichos do blog.

Com oitenta e dois anos, Seu Orlando está em forma.

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No último domingo, dia 06 de setembro, o amigo Orlando de Souza Leão completou oitenta e dois anos de vida. Após comemorar com a família, Seu Orlando  compareceu no “encontro dominical”, na Matriz, para também brindar com os amigos, ocasião, aliás que fiz um pequeno vídeo com ele.  Entre outras coisas, disse ele: “depois dos anos 70 eu voltei a viver”. Veja o vídeo:

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Maçonaria: Setenta e Três Primaveras

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Na noite do último sábado 05/09/2015, a loja maçônica segredo e verdade VI nº53, realizou uma sessão magma em comemoração ao seu aniversário de setenta e três anos de fundação. A referida sessão que ocorreu em seu prédio “histórico” situado na rua Henrique Dias nº 184, contou com a honrosa presença de autoridades maçônicas das lojas coirmãs, “José Vilanova”, “Monte dos Guararapes” e “Djalma Paes” (Vitória), “Trabalho e Firmeza” e “Alpha Centauri”, ambas de (Gravatá), além do quadro da loja e seus familiares, também se fizeram presente os jovens do capítulo demolay “Cavaleiros do Monte das Tabocas nº 345” e demais convidados. A sessão que se deu em caráter aberto, teve início as vinte horas com a entrada do venerável mestre José Marques de Santana que se dirigiu ao oriente, onde já se encontravam as dignidades maçônicas em seus respectivos lugares, e tomando assento , o venerável iniciou a sessão com a abertura do livro da lei (A Bíblia Sagrada), lendo o salmo 133 e então pediu que desse entrada o pavilhão nacional, que conduzido pelo mestre conselheiro da ordem demolay Michel Tiano Lopes, foi saudado com o hino da bandeira e todos de pé cantaram o hino nacional brasileiro sendo o pavilhão nacional acomodado no oriente, onde já estava a bandeira de Pernambuco, após as exortações cívicas, veio o momento ritualístico em que o venerável mestre inquire os oficiais, e os mesmos respondem porquê e para quê ali se encontram, em seguida o mestre instalado e secretário da loja Jorge Guedes Filho ministrou uma breve palestra, na qual explicou as origens da maçonaria, reafirmou o compromisso da instituição para com a dignidade humana através do ideal maçônico “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” e abordou o tema independência do Brasil, esclarecendo o papel fundamental da maçonaria, para que o fato ocorresse, ao final da palestra o aprendiz maçom João Nicodemos, recitou um poema de sua autoria com o título de Setenta e Três Primaveras (veja abaixo), em homenagem ao aniversário da loja, na sequência o mestre de cerimônia circulou “entre os maçons recolhendo doações, as quais sem ter seu conteúdo revelado, foi entregue aleatoriamente, a uma das senhoras convidadas, para quê fizesse uma obra de caridade em nome da maçonaria. Ao final da sessão magma o mestre instalado Prof. Amílcar fez o agradecimento à bandeira nacional, símbolo máximo de nossa pátria e passou a palavra ao venerável mestre que encerrou os trabalhos e pediu que o mestre de cerimônias conduzisse os convidados ao salão de banquetes onde ocorreu a recepção aos convidados.

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Agradecimento à bandeira

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Palestrante Jorge Guedes

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Nas extremidades os veneráveis Arnaldo e Sérgio das lojas de Gravatá no centre o venerável José Marques de Santana ladeado do Deputado da Assembleia Maçônica José Augusto Amâncio Lopes.

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Ubiratan, Krause, Prof. José Augusto, José Marques, Prof. Amílcar, Jorge Guedes, João Nicodemos e Daniel Urbano

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Setenta e três Primaveras

 

Parabéns pra minha loja

Que tem segredo e verdade

Pois trabalham nesse templo

Homens de capacidade

 

Já cruzaram estas colunas

Mestres de grande valor

Conduzidos na verdade

No trabalho e no amor

 

Ela é justa e é perfeita

Mais que uma confraria

Nesta loja aqui se faz

A real maçonaria

 

Posso então a vós dizer

Do orgulho que eu sinto

Fazer parte da história

Que acompanha esse recinto

 

Aqui se erguem as virtudes

E enterram-se os vícios

Nesta luta que é diária

Assumida como ofício

 

Setenta e três as Primaveras

Com segredo e com verdade

Acolhendo a juventude

E lhe ensinando a caridade

 

 

 

 

 

No capítulo demolay

Se aprende a retidão

Educamos nossos jovens

Para o futuro da nação

 

A família e a pátria

Nós juramos defender

O sagrado e o divino

Sabe o maçom reconhecer

 

Quando nós nos reunimos

Exclamamos com vigor

Glória ao grande arquiteto

Do universo o criador.

João Nicodemos.

Internauta Juliana Dutra comenta no blog

Comentário postado na matéria “Vitória não é “assim mesmo”, nossos políticos é que não querem trabalhar pela cidade.“.

A entrada de Vitória me incomoda – e muito! Muitos pensam que a instalação do Shopping mudou a cara da cidade – puro engano. Um centro comercial não deve e nem pode caracterizar a “primeira impressão” de uma cidade. O que se vê é muita sucata, muita sujeira e, ao se “distrair” vendo isso você cai em um dos vários buracos das vias. Mas não acaba por aí; os poucos prédios históricos que ainda estão erguidos são descuidados ou estão em desuso. As pessoas são mal-educadas (como são em boa parte do nosso país), jogam lixo no chão. Diversas ruas são mal iluminadas. Calçadas irregulares e sem acessibilidade. Esgotamento sanitário nem se fala… Falta amor à cidade em que se vive, dos governantes e de boa parte da população.

Juliana Dutra

A atividade blogueira no centro da conversa.

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No feriado da independência, na Praça Duque de Caxias, bati um papo com alguns amigos blogueiros da cidade. Como já disse anteriormente, Vitória de Santo Antão contabiliza um déficit no ativismo digital profissional. Quando traçamos um paralelo entre o número de habitantes com a quantidade de blogs profissionais no município e contrastado com as outras 183 cidades de Pernambuco, logo entenderemos que aqui a tal “liberdade de expressão” é apenas uma gota da água no oceano.

Não é a toa que digo que na Vitória ainda  vigora, nos dias de hoje,  a famosa  “cartilha do atraso”. Aqui,  a imprensa já foi forte e pujante. Gomes Silvério, no “O Liberal Victoriense” de 1869 já dizia: “QUANDO A LIBERDADE PERIGA, TODO CIDADÃO DEVE SER UM REVOLUCIONÁRIO”.