André Carvalho: um conjunto de forças políticas apostam no seu nome…..

Em ato com viés político, ocorrido na tarde do sábado (03), nas dependências do Teatro Silogeu, foi lançada a pré-candidatura do atual vereador, André Carvalho, a prefeito da Vitória de Santo Antão. O referido movimento contou com lideranças  nacionais, estaduais e locais, além do público em geral.

Eleito no último pleito (2020) para ocupar um assento na Casa Diogo de Braga,   com votação eloquente, o jovem André Carvalho “inaugurou” no nosso município um novo jeito de fazer política. Qualificado na área da comunicação de massa e sintonizado com as novas ferramentas tecnológicas, o mesmo conseguiu, entre outros,  representar o desejo daqueles eleitores que não  enxergam o assistencialismo  e à captação de sufrágio como moeda  política/eleitoral.

No Poder Legislativo, procurou desenvolver um mandato coerente com aquilo que pautou seu ingresso na política, ou seja: fiscalizar os atos do executivo, propor ações vinculadas às políticas públicas, transparência na atividade parlamentar e etc. Com efeito, no último pleito estadual (2022),  na qualidade de candidato para ocupar um assento na ALEPE, saiu das urnas fortalecido, mesmo sem lograr êxito eleitoral.

Nesse contexto, ampliou o raio de atuação política dialogando com outros atores locais,  não menos importantes: Socorrinho da Apami, o grupo dos Queiroz, representado pelo vereador Carlos Henrique, e com conceituado médico, vereador e ex vice-prefeito da Vitória, Doutor Saulo Albuquerque.

Lastreada por uma forte relação de confiança e respeito mútuo,  com o deputado federal Túlio Gadelha, André conseguiu suplantar o tão pantanoso terreno partidário, proporcionando-lhe, assim,  a tão desejada “segurança eleitoral”. Prova concreta dessa operação, construída ao longo do tempo,  materializou-se  na presença,  no já citado ato, ocorrido no último sábado, da emblemática Marina Silva, figura internacional que, atualmente,  despacha na capital federal,  na pasta do Meio Ambiente.

Serenada a empolgação do lançamento da pré-candidatura ao cargo máximo do Poder Executivo antonense, esse conjunto de forças, liderado pelo André Carvalho, deverá  enfrentar, nas urnas,  o  atual prefeito, Paulo Roberto, que irá buscar sua reeleição que, segundo recente pesquisa que circulou na imprensa, segue com boa avaliação. Lembremos, também, o grupo liderado pelo ex-prefeito Aglailson Junior,   que segue  se movimentando, visando  o pleito que se avizinha.

Portanto, o ato do último sábado –  por assim dizer –  seria um primeiro movimento público, concreto, que ocorre na nossa cidade, visando o próximo pleito municipal (2024),  protagonizado pelo campo oposicionista.

Nos próximos meses de 2024, até o dia “D” da democracia, muitas águas irão passar por debaixo da ponte, no sentido de desenhar o destino,   dos próximos 4 anos (2025/2028),   da terra de Santo Antão.

Roberto Moreira e Eduardo Garrido – por @historia_em_retalhos.

Esquecidos pela grande mídia, os pernambucanos Roberto Moreira e Eduardo Garrido fizeram história no vôlei de praia nacional.

Sim!

Essa dupla precursora foi fundamental para a consolidação da modalidade esportiva no Brasil.

Poucos lembram, mas Moreira e Garrido formaram uma dupla clássica do vôlei de praia na década de 1990, quando o esporte ainda dava os primeiros passos no país.

Foi por causa de atletas como eles que uma atividade tida apenas como diversão transformou-se em uma modalidade olímpica e com praticantes no mundo inteiro.

Nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992, o vôlei de praia fez parte como um esporte de exibição.

Pois naquela ocasião Moreira e Garrido sagraram-se vice-campeões, o equivalente à medalha de prata, sendo derrotados pela lendária dupla norte-americana Smith e Stoklos.

No ano seguinte, em 1993, a dupla conquistou a medalha de bronze nos Jogos Mundiais, disputado na Holanda.

Alô, @prefeiturarecife, que tal uma homenagem a esses dois grandes precursores do vôlei de praia, durante os circuitos brasileiro e mundial que acontecerão na cidade agora em março?

#ficaadica 😉
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Corrida da Vitória: inscrições do 2º lote iniciadas…..

3ª Corrida da Vitória – 28 de abril de 2024. Corrida 7km – Caminhada 4km – Concentração às 6h – Largada às 7h. Troféu – Premiação Geral do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino. Troféu – Premiação Faixa Etária – 1º ao 5º colocado Primeira faixa etária: até 39 anos. Segunda faixa: dos 40 anos aos 49 anos. Terceira faixa: dos 50 anos aos 59 anos. Quarta faixa etária: dos 60 anos aos 69 anos. Quinta faixa etária: dos 70 a mais. OBS: NÃO HAVERÁ PREMIAÇÃO EM DINHEIRO! Inscrições on-line: www.uptempo.com.br Inscrições grupos: 81-9.9.9420.9773 Inscrição presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia – 96 – Matriz – Vitória. Valor Inscrição: Kit completo – corrida ou caminhada – R$ 95,00 Kit  – sem a camisa – corrida ou caminhada – R$ 80,00  – 2º LOTE ATÉ O DIA 01 DE ABRIL OU ATÉ ESGOTAR AS INSCRIÇÕES.

Para mais informações: 9.9420.9773

Instituto histórico – por Lucivânio Jatobá.

Impossível sair imune de emoções após uma visita ao Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão (PE). Como bem o disse, há anos, o poeta e publicitário inesquecível Dilson Lira: Aquele Instituto “É uma igreja cívica e o altar é a Pátria”! O acervo histórico ali existente é riquíssimo. Encontra-se muito bem dividido e com peças raríssimas. Merece uma visitação por todos os que têm interesse pelo passado, pela História, não apenas do município histórico da Vitória de Santo Antão.
Atualmente, o Instituto Histórico e Geográfico referido, um dos mais importantes do Nordeste brasileiro, tem como Presidente o dr. Pedro Ferrer, meu querido amigo vitoriense de longas datas e de profissão. Este fez daquela Casa sua segunda casa. Vive lá, recebendo visitantes de todos os cantos da Região e do Brasil.
Estive mais uma vez naquele Instituto, e saí , como sempre , emocionado, no mês de abril deste ano ( 2023). A primeira vez que ali estive, ainda um menino aluno do Ateneu Santo Antão, na década de 1950, levado pela professora Maria Aragão, o IHGVSA tinha poucos anos de fundação ; agora já é um setentão. Está mais lindo e fascinante nos dias atuais. Cativa-nos! Emociona-nos! Torna-nos mais ricos em conhecimentos históricos.
Visitem esse Templo de História!
Lucivânio Jatobá – professor 

O ano era 2014 – por @historia_em_retalhos.

Santa Cruz e Paraná disputavam partida válida pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Apesar da distância entre os dois estados, a rixa entre as torcidas das duas equipes existia.

A Fúria Independente, do Paraná, era aliada da Torcida Jovem, do Sport.

A Inferno Coral, do Santa Cruz, tinha aliança com a Império Alviverde, do Coritiba.

Nesse meio das torcidas organizadas, há um costume: torcedores do time da cidade recepcionam os integrantes da torcida aliada de fora, realizando confraternização e acompanhando até o estádio rival.

Neste dia 02.05.2014, depois do encontro com os rubro-negros, com bebida e churrasco, os torcedores do Paraná seguiram para o Arruda para assistir ao confronto com o Santa Cruz.

Mal sabia o jovem Paulo Ricardo da Silva, de 26 anos, o que o aguardava naquela noite.

Paulo era fotógrafo, torcedor do Sport e mantinha vínculo com a torcida organizada do clube.

Pois bem.

Com o fim da partida, deu-se início a uma confusão.

De uma altura de 24 metros, em um ato de profunda covardia, dois vasos sanitários foram arremessados, chegando ao solo com o peso de aproximadamente 350 quilos, cada um.

Paulo foi atingido e morreu imediatamente.

Luiz Cabral, Waldir Pessoa e Everton Filipe foram os responsáveis pelo ato de barbárie.

Em depoimento, Everton afirmou que não queria acertar ninguém, mas Luiz admitiu que jogou a privada para se vingar de uma briga travada com a torcida Jovem, do Sport.

Levados a júri popular, os três acusados foram condenados, em 02.09.2015, por homicídio consumado e por três tentativas de homicídio das pessoas que foram atingidas pelos estilhaços das privadas.

Everton pegou 28 anos e 9 meses, Luiz 25 anos, 7 meses e 15 dias e Waldir, 22 anos e 6 meses de prisão.

Em 2022, o Santa Cruz e a CBF foram condenados, solidariamente, a pagar uma indenização de R$ 1.2 milhão, além de uma pensão, aos pais de Paulo Ricardo.

Em 18.02.2020, há 4 anos, decisão judicial decretou a extinção das organizadas em Pernambuco.

As torcidas Jovem, Inferno Coral e Fanáutico tiveram os seus CNPJ’s cancelados.

O problema, porém, segue mais atual do que nunca.

Qual será a solução❓
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3ª Corrida e Caminhada da Vitória – virada do 1º lote na quinta-feira (29)!!!

3ª Corrida e Caminhada da Vitória – 28 de abril de 2024.
Corrida 7km – Caminhada 4km – Concentração às 6h – Largada às 7h.
Troféu – Premiação Geral do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino.
Troféu – Premiação Faixa Etária – 1º ao 5º colocado
Primeira faixa etária: até 39 anos.
Segunda faixa: dos 40 anos aos 49 anos.
Terceira faixa: dos 50 anos aos 59 anos.
Quarta faixa etária: dos 60 anos aos 69 anos.
Quinta faixa etária: dos 70 a mais.
OBS: NÃO HAVERÁ PREMIAÇÃO EM DINHEIRO!
Inscrições on-line: www.uptempo.com.br
Inscrições grupos: 81-9.9.9420.9773
Inscrição presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia – 96 – Matriz – Vitória.
Valor Inscrição:
Kit completo – corrida ou caminhada – R$ 85,00
Kit sem a camisa – corrida ou caminhada – R$ 70,00
1º LOTE ATÉ O DIA 29 DE FEVEREIRO

Vida Passada… – Felix Peixoto – por Célio Meira

Aos quinze anos de idade, Felix Peixoto de Brito e Melo, recifense, era alferes, sob o comando do valoroso José de Barros Falcão de Lacerda, nos campos de Pirajá. Regressando ao torrão nativo, ouvindo a palavra inflamada e apostólica de Frei Caneca, e sentido, no espirito, o desabrochar da rebeldia republicana,  informa Pereira da Costa, “o mestre de nós todos”, alistou-se, patrioticamente, nas fileiras dos sonhadores da Confederação do Equador. Derrotado e Anistiado, abandonou a carreira das armas. Ingressou no comercio, e dedicou, aos livros, as horas de suas noites.  Concluiu os preparatórios, matriculou-se no Curso Jurídico de Olinda, e em 1834, obteve a carta de bacharel, na mesma turma de Ângelo Ferraz, o futuro barão de Uruguaiana, de Basílio Torreão, de Pereira da Graça Junior, que seria, mais tarde, o barão de Aracati, de França e Leite, “deportado, em 1842, narra Clovis Bevilaqua, em consequência dos movimentos revolucionários de Minas e São Paulo”,  e de Urbano Sabino Pessoa de Melo, um dos raros historiadores da Revolução Praieira.

Diplomado, seguiu a magistratura, exercendo a judicatura no Brejo da Madre de Deus e no Recife. Deputado pela sua província, de 1836 a 1842, governou, anos depois, a província das Alagoas, revelando-se administrador inteligente e honesto. Quando subiu, ao poder, o gabinete conservador de 29 de setembro de 1848 sob a chefia dos pernambucanos Marquês de Olinda, Felix Peixoto representava Pernambuco, na deputação geral sob a bandeira das hostes liberais. Desencadeada a revolução praieira, o antigo soldado dos combates, na Baia, o integro e sereno magistrado, conta Pereira da Costa, assumiu o comando geral das forças rebeldes, e atacou o Recife. Não obtendo Vitória, refugiou-se nas Alagoas, voltando, depois, a Água Preta, onde se organizou o Diretório da Revolução. Coube a esse intimorato recifense a presidência do Diretório, tendo ao lado,  nos postos de confianças,  informa Rocha Pombo, os praieiros Antônio Afonso Pereira de Morais e Borges da Fonseca . Triunfante o governo da coroa , exilou-se, em Lisboa, esse liberal pernambucano. Foi mais tarde anistiado. E mereceu a nomeação de Cônsul do Brasil, na terra espanhola. Anos decorridos, regressou a pátria para rever amigos e matar saudades.

E estava no Recife, feliz, e na esperança de voltar ao consulado,  quando, na manhã do dia 13 de janeiro de 1878 sentiu doente. Tinha febre. À tarde, sobreveio uma congestão pulmonar, e à noite,  morreu. Desapareceu, aos 71 anos, no dia em que passava o 53º aniversário do arcabuzamento de Frei Caneca, o desditoso companheiro na Confederação do Equador. Adormeceu o ardoroso praieiro, no seio da terra onde nasceu.

Esperava-o, já, na eternidade, Joaquim Nunes Machado, o bravo de Goiana.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reuno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica. Setembro de 1939 – Célio Meira.

 

VITÓRIA DE HISTÓRIA – por Ronaldo Sotero.


Em um 25 de fevereiro como hoje, há 64 anos, o avião DC3 da Real Transportes, voo 751, decolava do aeroporto de Campo de Goitacases, a 275 km do Rio de Janeiro, com 4 tripulantes e 22 passageiros, rumo ao aeroporto Santos Dumont.

A bordo estava o jovem João Murilo de Oliveira, filho do vitoriense João Cleofas, ex-ministro de Getúlio Vargas, ex-prefeito de sua cidade natal na década de 1920, Vitória de Santo Antão, ex-senador, ex-deputado federal.

Naquele dia, uma aeronave quadrimotor da Marinha dos Estados Unidos também decolava do aeroporto de Ezeiza, Buenos Aires, Argentina, ao Rio de Janeiro, com 7 tripulantes e 31 passageiros a bordo, entre esses, 19 membros da banda da Marinha dos EUA que viajava a capital do Brasil, ( Brasília só seria inaugurada em abril daquele ano), para participar da recepção do presidente Dwight Eisenhower, que chegara dois dias antes a Cidade Maravilhosa, onde iria assinar com o presidente brasileiro, Juscelino Kubitscheck,( 1902 -1976)a “Declaração de Brasília”, documento que reafirmava a amizade entre os dois países.

Nas manobras de aproximação para pouso, às 13h07, episódio até hoje com versões distintas , as aeronaves colidiram no ar caindo na baía de Guanabara.
Do avião brasileiro morreram todos os ocupantes, incluindo João Murilo. Do americano, 35 pessoas não sobreviveram a queda. A tragédia tirou a vida de 61 pessoas, deixou cinco sobreviventes e repercussão mundial.

Para homenagear a memória do filho, João Cleofas construiu com recursos próprios, o hospital João Murilo de Oliveira, onde centenas de pessoas que ali transitam diariamente não conheçam as origens dessa importante unidade regional de saúde, inaugurada em 10 de janeiro de 1969, em misto de emoção e saudade.

Ronaldo Sotero 

 

As agremiações: o nosso maior ativo carnavalesco……

Sábado, 10/12, às 21:17h

Sem nenhum demérito aos carnavais promovidos pelas cidades pernambucanas, o nosso, o da cidade da Vitória de Santo Antão,  é diferente. Nós temos história, temos pioneirismo e singularidade. Por exemplo: ostentamos 4 clubes de fado. Três “repousando” no Instituto Histórico e um acordado (Taboquinhas), desfilando pelas ruas.

É bem verdade que o carnaval também precisa ser entendido e pensado no conjunto das inevitáveis  mudanças que ocorrem na sociedade, sobretudo pelas mãos e cabeças dos  jovens,  que carrega em si a força própria do dinamismo.

O nosso patrimônio imaterial que se chama “Carnaval da Vitória” precisa ser cuidado,  lapidado e preservado –  tudo  ao mesmo tempo –  para que o mesmo possa melhor se expressar. Só assim teremos a certeza da sua plenitude e singularidade.

Em todas as vezes que tenho a oportunidade de dialogar sobre o nosso carnaval realço que a sua principal força exala das suas mais diferentes agremiações. Foram elas, através dos seus respectivos diretores,  que o tempo cuidou de transforma-los em pó e que mais adiante também transformará os atuais (diretores), que formataram essa história que já dura mais de 140 anos.

 Ainda não consegui  assimilar que o maior investimento com dinheiro público no nosso carnaval seja  direcionado às superestrutura de palcos e atrações, muita vezes não identificadas com os festejos de momo.

Há quase duas décadas, de forma silenciosa e contínua, os então prefeitos de plantão resolveram  investir  nesse modelo de carnaval que em nada engrandece a nossa folia. Muito pelo contrario: a maioria dos diretores de agremiações segue desestimulados e desanimados no processo que,  diga-se de passagem,  é arriscado e trabalhoso. Será que daqui a algum tempo teremos um carnaval apenas com palco montados,  como é a maioria dos festejos  juninos, promovidos pelas prefeituras do nosso estado?

Continuo dizendo: para a manutenção do nosso secular carnaval a apoteose do mesmo tem que ser na rua, com as agremiações e não, artificialmente e onerosamente,  nos palcos como, aparentemente,  desejam os políticos…..

Sábado, 10/02, às 21:42h

Aliás, por falar em palco, ainda não consegui entender o motivo pelo qual a atual gestão, comandada pelo prefeito Paulo Roberto, tenta tirar de cena do carnaval o nosso tradicionalíssimo “Quartel General do Frevo”, ou seja: Praça Duque de Caxias, outrora, espaço mais disputado da nossa festa maior. O Polo Estação do Frevo,  perdoe-me os idealizadores, para o carnaval, sempre me parece um local improvisado. É pequeno e torto,  quando o quesito é visibilidade do palco.

Já o Polo Imperial, o mesmo  deveria  ser riscado do mapa do nosso carnaval. Assim como no ano passado, não teve serventia momesca alguma.

Sábado, 10/02, às 21:45h

Já no quesito “iluminação”, a tão propagada iluminação de “Led” ficou abaixo do esperado para um festejo da importância do nosso carnaval. Não fosse a velha e famosa “gambiarra” – àquelas tiras de lâmpadas – alguns trechos do nosso percurso teriam  ficado por demais comprometidos.

Outra coisa que há tempos os prefeitos  não conseguem ajustar,  condignamente com o tamanho da festa, é à ornamentação carnavalesca local.  Aquelas fitas coloridas não condizem  com o sentimento, muito menos com às  expectativa dos brincantes nativos. Apenas demonstram, eloquentemente, que “qualquer coisa” serve…..

Devemos respeitar a opinião dos que não gostam da referida festa e até mesmo do que  acham que os festejos de momo não deveriam nem existir, mas a verdade é que na historiografia local o carnaval tem espaço dilatado e bem sublinhado, aliás um dos temas mais registrados pelo Mestre José Aragão, face a  sua importância à sociedade local.

Portanto, para encerrar com o tem carnaval 2024, gostaria de dizer que me  sinto no direito de opinar sobre todos esses temas carnavalescos por ser, entre outras coisas, uma pessoa que colabora, participa e se preocupa  com à manutenção do nosso patrimônio imaterial. Com meus modestos entendimentos, espero, de alguma forma, haver contribuído para o melhoramento e engrandecimento do nosso secular carnaval. Até 2025….

Sobre Niemeyer & Burle Marx, Acácio & Janete – por Marcus Prado

AO FAZER minha leitura da revista Zelo (Goiás), deparei-me, há poucos dias, com o destaque nas páginas de Cultura dado ao prestígio internacional de Oscar Niemeyer e Roberto Burle Marx; às linhas curvas do arquiteto e às formas fluidas do paisagista e artista plástico. Burle Marx, conhecido como “o poeta dos jardins”, era de origem pernambucana. Sua mãe, Cecilia Burle, nasceu no Recife, deixou sua memória como pianista e concertista do Teatro de Santa Isabel. O arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, com os seus mais de 700 projetos ao redor do mundo, surpreende até hoje acadêmicos e leigos com as formas inesperadas, as curvas “infinitas” e um equilíbrio que parece impossível à primeira vista.
Há um diferencial na biografia de Burle Marx: além de ser reconhecido como o mais celebrado paisagista do seu século, no mundo inteiro, tornou-se pintor disputado por galerias de arte não só do Brasil.
A revista destaca em longa matéria sobre a influência dos dois ícones brasileiros na moderna arquitetura e no paisagismo de Miami, cidade que tem sido um lucrativo mercado de construções de vanguarda não só residenciais, a que mais cresce em empreendimentos nos EUA. Este prestigio arquitetônico de Miami, que alia cultura, arte e sustentabilidade, pode ser visto, segundo a revista, em um edifício residencial que está em construção no bairro Brickell e conquistou o primeiro certificado LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) nos Estados Unidos. Sabe-se que foi marcante nesse empreendimento milionário, de imponência arquitetônica, o ideário estético de Niemeyer de um lado e de preservação ambiental e paisagístico de Burle Marx. Em 1943, o paisagista que mais embelezou o Recife (um paisagismo simples e harmônico) participou de uma exposição de arquitetura em Nova York, a “Brazil Builds: Architecture New and Old, 1642-1942”, no prestigiado Museu de Arte Moderna (MoMA). Tornou-se conhecido no Institute of Contemporary Art, Miami – ICA Miami com amostra dos seus projetos de paisagismo, e nas Bienais de Arquitetura e paisagismo desse país.
Outra intenção desse meu breve artigo, é a memoria de dois amigos de Burle Marx: Acácio Gil Borsoi, que completaria em 2024 o seu centenário de nascimento (uma data que não deve passar em branco no Recife) e a divina Janete Costa, que se tornaram grandes colaboradores de Burle Marx, desde a temporada do paisagista no Recife, marco inicial da sua carreira, assinalada pela conquista de prêmios e grandes homenagens como a que lhe foi prestada, nos EUA, no Jewish Museum, (Nova York): “Roberto Burle Marx: Brazilian Modernist”, que reuniu 150 obras do paisagista – de pinturas e esculturas às peças de tapeçaria e joias.

Marcus Prado – jornalista 

Carro de mão no carnaval: a bagunça continua…..

Jogando um pouco de luz no contexto do nosso secular carnaval, ocorrido recentemente, assim como nos anos anteriores,  jogarei tintas em um assunto recorrente: carro de mão.

Sem medo de errar, se fizermos uma pesquisa com  diretores das associações carnavalescas locais – ABTV e ACTV -, com diretores de agremiações (verdadeiros produtores do carnaval) e foliões, no sentido de opinar sobre à utilização dos carros de mão e afins, usados  pelos vendedores ambulantes, circulando aleatoriamente no percurso oficial do nosso carnaval, possivelmente mais de 90% não irão  concordar  com (des) organização atual…..

Aliás, no regramento desse ano (2024) os respectivos carros de mão e afins fora proibidos de circularem  no trajeto  oficial do carnaval.

Evidentemente que não  somos contra os ambulantes no carnaval, até porque a categoria desempenha papel importante no conjunto do evento. Muito pelo contrário: defendemos que os mesmos sejam respeitados e  recebam, por parte da prefeitura,  um tratamento respeitoso e digno, até porque eles (ambulantes) são mais um elo dessa cadeia que se chama “economia criativa”, dentro da maior festa popular do nosso estado –  Pernambuco.

Muda prefeito, sai prefeito, entra prefeito e nada acontece   com a seriedade que o tema deveria ser tratado. Ou seja: a bagunça continua….

Em anos anteriores já elencamos aqui no blog sugestões para o disciplinamento dessa operação que acontece no nosso evento maior que se  chama Carnaval da Vitória.

Para finalizar essas linhas, no meu modesto entendimento, imagino que o “Bloco da Política” não quer abrir mão da sua ala alegorista, cujo tema, invariavelmente, descamba, lamentavelmente,  para o chamado proselitismo…..

Carnaval da Vitória: o “Bloco da Política” sempre aparece…..

Foto reprodução – vídeo

Em se tratando do evento maior da nossa “Republica das Tabocas”, o carnaval antonense configura-se num verdadeiro caldeirão de interesses, sobretudo em ano de eleições municipais.

Enquanto a expressiva maioria dos foliões “esquece tudo e cai no frevo”, como diz a música, políticos de todas as plumagens, “fantasiados de amantes do carnaval”, aproveitam para apimentar suas respectivas pré-campanhas.

No alardeado calor infernal, divulgado pela grande mídia nacional,   brincar o carnaval debaixo “desse sol causticante” até parecia algo insano. Mas  mais insano ainda – parecia ser – foi  à proibição dos tão tradicionais CARROS PIPA,  no percurso oficial do nosso carnaval.

Numa espécie de “jogada ensaiada”, com planejamento prévio (imagina-se), a municipalidade trouxe do bolso do colete duas soluções mágicas: produziu chuviscos artificias em pontos estratégicos do percurso oficial da folia  e ofertou garrafinhas de água mineral aos foliões.

Pronto:

combateu o que parecia ser uma insanidade e ainda  ganhou, de quebra,  a suposta simpatia dos brincantes, deixando de fora dos festejos,  pontualmente,  os carros pipas dos políticos opositores. O enredo perfeito…..

Foto reprodução – vídeo

Em Vitória, o bloco da política sempre aparece. Aliás, se brincar, é um dos mais antigos a desfilar, initerruptamente, no nosso reinado, diga-se de passagem,   com mais de 140 anos….

Mas nem tudo funcionou como mágica. O fechamento das ruas, assim como no carnaval 2023, funcionou com eficiência, graças ao trabalho duro e continuo do diretor da AGTRAN, Marcelo Torres, que esteve coordenado os trabalhos pessoalmente, tal qual na edição carnavalesca imediatamente anterior. Atuou positivamente nessa questão o referido servidor público,  juntamente com a sua equipe.

Foto reprodução – vídeo

No quesito limpeza pública o “Bloco da LOCAR” também pontuou acima da média, por assim dizer. Em alguns desfiles,  aos  quais estive presente – ETESÃO, por exemplo – acompanhei o pessoal da limpeza pública trabalhando com eficiência. Isso é uma questão que as pessoas só se dão conta se a sujeira se acumular demasiadamente.

Já em outras questões, que falarei mais adiante,  noutras postagens, podemos dizer que a prefeitura, mais uma vez,  errou feio……

Capitão Pedro da Silva Pedroso – @historia_em_retalhos.

Este é o capitão Pedro da Silva Pedroso, uma das figuras mais fascinantes e, ao mesmo tempo, controversas da galeria de personagens históricos pernambucanos.

Revolucionário de 1817, Pedroso estava ao lado do capitão José de Barros Lima, o Leão Coroado, quando este último aplicou o golpe de espada que atravessou o brigadeiro português Barbosa de Castro, em 6 de março de 1817, cabendo a Pedro o gesto libertário de empunhar a espada ensanguentada e assumir o comando do Regimento de Artilharia do Recife.

O “Pardo do Recife”, como ele gostava de ser chamado, era um sujeito sagaz, corajoso e muito envolvente, tornando-se amado e respeitado pelo povo, principalmente, por aqueles por quem mais lutava: a população preta.

Um traço, porém, lhe era muito próprio: o radicalismo.

Pedroso era conhecido por suas ações intempestivas, no mesmo espírito dos radicais da Revolução Francesa, o que o levou a ser também chamado de o “Robespierre Pernambucano”, pelos arbitrários fuzilamentos que ordenou contra opositores e pelas ameaças contra membros do próprio governo provisório que integrava.

Foi ele quem conseguiu que o governo provisório de 1817 praticasse o primeiro ato abolicionista no Brasil, concedendo alforria aos escravos que se alistassem no exército, sendo ele próprio quem, pessoalmente, treinou a primeira tropa de escravos libertos.

A Revolução Republicana de 1817 vigorou por 75 dias, defendendo liberdade de expressão, de imprensa e de credo, mas, embora aberta à igualdade racial, não era claramente contrária à escravidão.

Com a derrota do movimento, Pedro foi preso e enviado para a Bahia, sentindo a discriminação dentro da prisão por seus próprios companheiros revolucionários: os negros eram os primeiros a apanhar e os últimos a comer.

Isso fez nascer na maior liderança negra de 1817 uma revolta: para ele, certos estavam os negros do Haiti, que, em 1804, mataram ou expulsaram todos os brancos do país.

Em 1821, a Corôa anistiou os presos, mas, mais uma vez, a segregação: Pedro Pedroso foi o único a não ser solto.

Foi enviado para Portugal, recebendo perdão e voltando a Pernambuco em 1822.

Durante o governo da chamada Junta dos Matutos, não mais suportando o imenso desprezo aos negros e inspirado na Revolução do Haiti, Pedroso convocou a população preta e parda para reagir e tomou a cidade do Recife com atentados, prisões e ameaças de fuzilamentos.
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Tal insurreição aconteceu em 21 de fevereiro de 1823, há exatos 201 anos, sendo conhecida como a “Pedrosada”, um motim que desejava implantar um governo negro em Pernambuco.
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A multidão associava Pedro à figura de Cristovam, um ex-escravizado que comandou tropas revolucionárias, tornou-se general e chegou ao poder, em 1811, no Haiti.
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Novamente preso, desta vez, foi remetido à capital do Império, sendo libertado após submeter-se a D. Pedro I.
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Por sua liderança junto ao povo negro, o monarca o viu como uma peça útil para lutar contra a Confederação do Equador, recém eclodida em Pernambuco, oferecendo-lhe anistia.
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O Pardo do Recife, acreditando em dias melhores, decidiu virar de lado e lutar a favor da monarquia, ajudando a abafar a Confederação de 1824, comandada por seus antigos correligionários.
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Goste-se ou não do nosso Robespierre, uma coisa, porém, não há como negar-lhe: a sua Pedrosada levantou a ideia do republicanismo que integrava os negros à República, provando que o sistema escravocrata era uma perversa circunstância histórica.
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A Pedrosada durou oito dias (21 a 28 de fevereiro).
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Capitão Pedro Pedroso morreu de velhice no Rio de Janeiro.
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ABTV e ACTV – a prefeitura esqueceu de lembrar…..

Na qualidade de folião animado e participativo, assim como carnavalesco atento aos movimentos do nosso secular reinado de momo, constatei, com alegria, que a prefeitura da Vitória produziu material impresso realçando à programação dos desfiles das agremiações.

Num tempo não muito distante, quando o nosso carnaval ostentava  um número resumido de agremiações, cabia aos jornais – impressos –  publicar esse roteiro. Lembro, inclusive, o amigo José Edalvo – Jornal da Vitória – queimando as pestanas e se  desdobrando nessa árdua tarefa.

Mesmo em tempos que as informações do mundo inteiro encontram-se na palma da mão, através dos celulares, cada vez mais multiuso, o material impresso não deixar de ser, entre tantas outras vantagens, um documento à memória da história do carnaval  local.

O material, entre tantos pontos positivos, como já falei, ainda  estampou contatos (telefônicos)  úteis e fotografias das seis homenagens oficias do carnaval 2024,  quatro delas, inclusive,  já devidamente condecoradas  na última edição da Feijoada da ABTV.  Ainda sobre o referido material, mais duas observações:

Faltou a programação dos palcos, financiados pelo poder público. Certamente isso ocorreu, por falta de definição e informação  prévia, uma vez que isso depende de uma série de fatores. Até porque, em 2024, o carnaval ocorreu logo nos primeiros dias de fevereiro.

Em ato contínuo, isso não ocorreu com a programação das agremiações, coordenadas pelas duas entidades representativas do nosso carnaval: ABTV e ACTV. 

Portanto, imagino que a prefeitura esqueceu de lembrar de estampar  no referido material as marcas das nossas  associações – ABTV e ACTV -, que aliás, sem o apoio e o imprescindível trabalho colaborativo das mesmas a municipalidade  não teria a mínima condição  de catalogar e  divulgar, em tempo hábil, esse material impresso.

A ABTV – Associação dos Blocos e Trios da Vitória – e a ACTV – Associação do Carnaval Tradicional  da Vitória -, há mais de duas décadas, vem prestando relevantes serviços ao nosso secular carnaval.

A Avenida Caxangá – por @historia_em_retalhos.

Seria a Avenida Caxangá a maior avenida em linha reta do Brasil?

Resposta: depende!

Símbolo da já conhecida “mania de grandeza” pernambucana, essa importante artéria recifense começou a ser construída ainda na primeira metade do século 19, no ano de 1833, e era denominada “Estrada de Paudalho”, porque abria o caminho para o interior do estado.

Por ela, passam cerca de 100 mil passageiros e 58 mil veículos por dia.

Tem seu início na Praça João Alfredo, onde se encontra o Sobrado da Madalena, e termina na Ponte da Caxangá (Ponte Marechal Castello Branco), sobre o Rio Capibaribe.

São, ao todo, 6.18km de percurso totalmente reto.

Após a promulgação da Constituição Federal de 1988, porém, com a criação do estado do Tocantins, surgiu, em 1990, a Avenida Joaquim Teotônio Segurado, principal corredor da cidade de Palmas, capital do estado.

Esta via, cujo nome é uma homenagem ao pioneiro da luta regionalista do Tocantins, tem 26km de extensão, dos quais 10.2km são em linha reta.

Ou seja, é maior do que a nossa Caxangá, porém, com um detalhe: a avenida pernambucana tem toda a sua extensão (integralmente) em linha reta, o que não acontece na irmã tocantinense.

Assim, depende do ponto de vista: se considerarmos a extensão total de uma avenida, a Caxangá é a segunda mais longa avenida em linha reta do Brasil.

Contudo, se formos observar uma via cuja extensão seja integralmente retilínea, a Caxangá continua sendo, sim, a maior avenida do Brasil, para a alegria da nossa “megalomania favorita”. 😄

Hoje, não mais, mas, até os anos 1970, estando o observador no centro da Ponte da Caxangá, poderia ver o Sobrado da Madalena, pois o relevo da avenida também é totalmente reto.

Para finalizar, uma reflexão: que nós aprendamos a utilizar esse nosso tão conhecido bairrismo, também, para cuidar da cidade, dando a ela o tratamento que merece.
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3ª Corrida da Vitória – virada do primeiro lote – 29 de fevereiro.

3ª Corrida e Caminhada da Vitória – 28 de abril de 2024.
Corrida 7km – Caminhada 4km – Concentração às 6h – Largada às 7h.
Troféu – Premiação Geral do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino.
Troféu – Premiação Faixa Etária – 1º ao 5º colocado
Primeira faixa etária: até 39 anos.
Segunda faixa: dos 40 anos aos 49 anos.
Terceira faixa: dos 50 anos aos 59 anos.
Quarta faixa etária: dos 60 anos aos 69 anos.
Quinta faixa etária: dos 70 a mais.
OBS: NÃO HAVERÁ PREMIAÇÃO EM DINHEIRO!
Inscrições on-line: www.uptempo.com.br
Inscrições grupos: 81-9.9.9420.9773
Inscrição presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia – 96 – Matriz – Vitória.
Valor Inscrição:
Kit completo – corrida ou caminhada – R$ 85,00
Kit sem a camisa – corrida ou caminhada – R$ 70,00
1º LOTE ATÉ O DIA 29 DE FEVEREIRO

Galo gigante deste ano – por @historia_em_retalhos.

Um aspecto muito interessante do Galo gigante deste ano: em seu majestoso rabo, foi colocada a palavra “paz” em 16 idiomas!

O detalhe, porém, que poucos perceberam foi que a expressão shalon (paz no idioma judeu) e سلام (em árabe) foram colocadas lado a lado!

Que linda forma de transformar o símbolo maior do nosso carnaval em um mensageiro da esperança de paz para o nosso tempo!

Carnaval também é uma manifestação política!

Parabenizo a todos os artistas envolvidos, na pessoa do seu idealizador, o artista plástico @leopoldonobrega!
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Cobertura dos desfiles carnavalescos 2024 concluída com sucesso!!!

Mesmo desempenhando múltiplas funções, vinculadas aos festejos de momo em nossa cidade, através das lentes do Blog do Pilako me desdobro para conseguir realizar o maior número de registros carnavalescos possíveis.

Como todos são sabem, a equipe do Blog do Pilako é aquela do “eu sozinho”. Assim sendo, com essa postagem, concluo a cobertura carnavalesca 2024 atinente aos desfiles das agremiações e registros de foliões. No transcorrer da próxima semana, estaremos postando, de maneira geral,  nossas impressões sobre o carnaval 2024. Obrigado a todos!!!

Marias e Lampiões: muito forró na terça-feira de carnaval…

Com o seu já tradicional forró,  em plena terça-feira (13) de carnaval, o Bloco Marias e Lampiões se configura numa das agremiações mais diferenciada do carnaval antonense.

Com duas atrações  musicais – Irah Caldeira e Jorge & Aninha – os foliões seguiram atrás do trio durante todo percurso. Regado a muita Pitú e frutas tropicais a agremiação congrega, entre outras coisas, muita criatividade no carnaval. Veja os vídeos: