Do tempo do trem

Há décadas,  onde o desenvolvimento chegava através das linhas férreas, as estações de trem eram lugares “mágicos”, emoções nas partidas e felicidade nos reencontros, praticamente o vai e vem da cidade passavam por ali. Grandes empreendimentos para a época surgiram entorno das estações de trem.

Muito bem, em nossa cidade o Hotel Fortunato (onde hoje, funciona a loja Ponto Promoção) era um sucesso, a Praça Leão Coroado era o ponto de encontro de muita gente importante. O tempo passou e as coisas mudaram, mais nem por isso se deve desprezar o passado; falo isso por conta do descaso e abandono que vem sofrendo, e não é de hoje, a referida praça. Os nossos políticos, que são do tempo do trem, deveria ter mais respeito com a  história da cidade e seus monumentos, como também com as pessoas. Entra prefeito, sai prefeito e a população padece de um gestor sério, que tenha compromisso com a história da cidade.

Serviço mal feito

No dia 22 de setembro postamos uma matéria cobrando uma atitude do Prefeito com relação aos buracos na via por baixo do Viaduto Cajá. Já no dia 23 nossas lentes flagraram serviços sendo realizados pela Secretaria de Obras na localidade só que, com matéria improprio, ou seja, mais uma gambiarra. Conforme havíamos previsto os buracos voltaram, seria bom que a Prefeitura respeitasse a população e fizesse um serviço decente naquela localidade, afinal independente de qualquer coisa todos os bairros tem sua importância para o desenvolvimento da cidade.

Se perdeu no ralo…

Conforme a manchete auto explicativa do Jornal Vitória Hoje do amigo Castanha no ano de 2002, o folclórico ex-prefeito José Aglailson diz que na época em que governava a cidade ganhou água e esgoto para o município. Muito bem, não seria nenhuma ofensa então perguntar, onde foi que ele botou essa água e esse esgoto?

O vitoriense não precisa se esforçar muito, para encontrar na cidade, no quesito saneamento básico, o caos. Sendo, inclusive, pautas de matérias diárias da TV Vitória – canal 58, que aliás, é de propriedade do ex-prefeito e que atua de forma sistemática em sua defesa.

 

Paima do tipo "Vermelha"

É oportuno lembrar também, que um dos grandes problemas da cidade é água potável, que até pouco tempo atrás o ex-prefeito mantinha caminhões pipas abastecendo a população carente, mantendo o assistencialismo na cidade, ou seja, mais uma Paima colocada no povo da Vitória. Seria bom saber para onde foi essa água e esse esgoto, pois na reportagem o ex-prefeito mandou dizer que ganhou.

Serviços com barro

Ao deixar a Av. Henrique de Holanda, pegando a subida da Bela Vista próximo ao restaurante Gamela de Ouro, o motorista tem que praticamente parar o veículo  por conta dos buracos. Não é de hoje que isso vem  acontecendo, isso porque a Prefeitura nas últimas vezes que fez serviços na via usou material inadequado, ou seja, mais serviços  meia-sola, desta  vez com barro.


Leia a matéria:
Imobilidade Urbana

Paisagem começa a mudar…

Após postagens em nosso blog cobrando providências a Prefeitura com relação a falta de respeito e descasos com os moradores do beco da Primitivo de Miranda, no centro comercial da Vitória, nossas lentes registraram, finalmente, o início dos serviços. Um morador disse que aquela situação nojenta já fazia parte da paisagem da rua há muito tempo. Estaremos acompanhando os serviços para não ficarem no meio do caminho.


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Esgoto a céu aberto

A bagunça continua nas construções irregulares

No último domingo (09) nossas lentes flagraram no terreno em frente à Compesa uma cena que há muito se esperava. Por ocasião dos “empreendimentos imobiliários” o muro junto com a barreira começou a cair.

Não é de hoje que alertamos as autoridades da Prefeitura: prefeito, vice-prefeito, o secretário de planejamento Barbosa (que é lá de cidade de Belo Jardim e atua como uma espécie de geretão na gestão do Governo de Todos), o secretário de obras e até fiscais, mas até agora, segundo informações de pessoas da localidade, ninguém recebeu sequer uma notificação, mostrando assim, que a gestão do Governo de Todos vem dando continuidade a bagunça implantada na era do Governo que Faz não sendo exclusiva na área “imobiliária”.

Serviço feito às pressas compromete abastecimento

Nossas lentes flagraram, na rua Silvino Lopes, um vazamento de água em um cano da Compesa durante todo fim de semana (de 08 à 10). É oportuno lembrar que foi nesse terreno particular que no sábado (01) registramos a máquina e caminhão caçamba, ambos da Prefeitura fazendo serviços. Certamente serviços feitos às pressas, sem nenhum acompanhamento, danificando  a encanação deixando os moradores daquela área com o seu abastecimento comprometido.

Leia também:
Máquinas da Prefeitura são flagradas realizando serviços em terreno particular.

Internauta reclama do descaso com a população

Recebemos um e-mail de um internauta, que pediu para não ser identificado, fotos (atualizadas) do entulho localizado na rua Major Lins, rua conhecida como a principal do Dique. Hoje (10) fazem 20 dias que postamos aqui no blog, a reclamação do referido internauta, mas pelo visto a Prefeitura não deu nem o ar de sua graça, no local. O que falta para o Prefeito resolver o problema?


Veja a reclamação do internauta, postada no dia 20 de Setembro:

Internauta reclama de entulhos

Por pouco motorista consegue evitar colisão com cavalo na Av. Henrique de Holanda

Recebemos do internauta Sthainer Felipe, uma foto que registra o momento em que um cavalo corre em disparada em plena Av. Henrique de Holanda, próximo ao posto Petrobras. Segundo Felipe, por pouco esse carro não sofreu uma colisão com o bicho.

Se houvesse um acidente, quem seria o responsável? O dono do cavalo, a Prefeitura ou o Motorista?

GAMBIARRA tipo “xeco-xeco”

Em plena Avenida Mariana Amália, no semáforo em frente à Caixa Econômica, tem um equipamento que está protegido por algumas bolsas “xeco-xeco”. Ora, economizar é uma tarefa que cabe a todos nós, quer seja no orçamento familiar, no trabalho ou em qualquer lugar; agora se realmente o equipamento não pode ficar exposto, a Prefeitura é obrigada a  providenciar com urgência uma proteção adequada. O que pode ter ocorrido, e ai deve se averiguar, é que quem era para fiscalizar pode ter “esquecido de lembrar”.

Braga drink´s. – Eu também quero!

Hoje não vou ao Reino Fungi. Ficarei na República da Cachaça.

Tarde de sábado. Tarde pachorrenta. Ideal para uma boa leitura. É o que estou fazendo, lendo o “Jornal da Vitória” do nosso amigo Edalvo. De frente, leio na primeira página: doutores locais se unem e abrem um serviço de Tomografia Computadorizada.  Fantástico! Vitória cresce também na área da saúde. Outra boa nova, professor  Edmo Neves, homem de postura, assume a presidência do conceituado clube de serviço, Rotary. Parabéns. Quantas notícias boas. Com euforia e avidez vou folheando as páginas e digerindo velozmente as notícias. Eis que, na quarta página, deparo-me com uma ingrata reportagem: inauguração do Recanto Universitário. Não era para mim, nenhuma novidade, a reforma do bar do Gena. Circulo sempre por lá. Todavia nunca pensei que tamanha agressão a um logradouro público tivesse o apoio de tantos e de todos. Senti enjôo e vontade de vomitar as letrinhas. O jornal faz um clamor exagerado e dedica página inteira a um investimento socialmente capenga e que devia merecer a repulsa da imprensa. O caro Edalvo esqueceu qual a função e o destino de uma praça?

Falo de teimoso. A maioria o deseja. Alguns parentes do ilustre professor, que dá nome à praça, querem-no,  autoridades religiosas, civis e da segurança também o querem e o  apoiam.

Fazer o quê!

Não desejava, mas aguardava um dia o bar do Gena  fechar. Tudo tem um  fim e o tal bar marchava para isto. Com seu desaparecimento, ressurgiria, aí eu desejava, a praça Luís Boaventura. Praça  florida, charmosa, com bancos, fonte e tudo  mais que caracteriza uma praça, como ele sempre desejou. Tenho certeza que Lula Andrade ficaria muito mais contente com uma praça, do que com o “palácio de cristal” que invade e agride uma área que é do povo.

Cansado e revoltado tirei um cochilo. Eis que senti puxarem-me a borda da camisa. Virei-me e não vi ninguém, porém uma voz suave me segredou  ao ouvido:

­ Cala a boca Pedro Ferrer, tu não te emendas? Quem tu pensas que és? Cala-te, estás pregando em um deserto habitado por surdos. Estás com inveja? Vai lá, filho da mãe e abre tu um bar semelhante,  na praça Diogo de Braga.

­ Gostei da ideia. Acho que posso, tenho os mesmos direitos daqueles que já estão estabelecidos, pois sou cidadão brasileiro, tenho CPF, pago meus impostos e contribuo para a prosperidade da cidade. Vou procurar nossos zelosos gestores. Quero meu espaço para abrir um bar porreta.  Braga drink´s.

Pedro Ferrer

Fotos: Jornal da Vitória

Internauta flagra acidente

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Um internauta, morador da Avenida Silva Jardim, que não quis se identificar, nos enviou fotos, onde mostra mais um motorista vítima de um buraco naquela via, que há muito tempo está aberto. Seria bom então, a Prefeitura tapar, entre tantos, mais este buraco.

Lixos e entulhos esquecidos

No inicio de Setembro, recebemos a denúncia de um morador do Cajá, próximo à FAINTVISA, onde reclamava de lixos e entulhos que já estavam “esquecidos” a mais de um mês pela LOCAR, empresa contratada pela Prefeitura para fazer os serviços de remoção e limpeza na cidade, e que até hoje (07/10) não tomou nenhuma providência.

É oportuno lembrar que sábado passado, dia 01 de outubro, nossas lentes flagraram bem próximo do lugar onde se encontra os lixos e entulhos, na rua Silvino Lopes, máquinas e um caminhão da Prefeitura fazendo serviço em terreno particular. Clique aqui e leia a matéria.

Comerciantes cobram atitude do Prefeito

Comerciantes da Praça Treze de Maio estão cobrando do Prefeito Elias Lira uma posição quanto a bagunça no ordenamento do tráfego daquela localidade. É oportuno lembra que não é de hoje que o local é marcado pelo abandono das autoridades municipais, entra prefeito, sai prefeito e nada muda. Um comerciante da localidade, que pediu para não ser identificado, nos enviou uma foto que retrata a inoperância da atual gestão.

Mais entulhos

Em praticamente todos os bairros da cidade é possível encontrar entulhos e metralhas nas ruas, praças e calçadas, em alguns casos, passando de 60 dias. É oportuno lembrar que a empresa que presta os serviços de remoção de entulhos e metralhas (LOCAR) ainda não retirou os da sua própria calçada, complicando há muito tempo a vida dos pedestres. Seria bom então o Prefeito tomar uma atitude.