Foto registrada durante a restauração do encanamento da Água de
Natuba, para os plantadores de verduras.
Momento Grau Técnico
Aonde você vai querer estar em 10 anos? Quem pensa no Futuro faz Grau Técnico.http://buff.ly/2lUiFfy #GrauTecnico
Fragmentos
Paulo Nascimento e a Banda Real
Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.
[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]
Aldenisio Tavares
O “camarote” do Cornélio tem uma das melhores vistas do percurso oficial do carnaval vitoriense.
Devido as minhas atividades carnavalescas, referente ao desfile da SAUDADE, não pude honrar o convite recebido pelo amigo Cornélio, de comparecer ao seu especial camarote no sábado de Zé Pereira (25), no domingo (26) e na segunda (27), mas, na terça (28), livre das minhas obrigações carnavalescas, lá estive e pude constatar o quanto perdi.
Cornélio, juntamente com seus familiares, configura-se no tipo de pessoa que sente prazer em receber amigos em sua residência. Cobra a presença, não deixa faltar nada, agrada pra lá, agrada pra cá, serve comida e bebida para todos os gostos e ainda tem a localização do seu “camarote” com uma das vistas mais privilegiada de todo percurso oficial do carnaval vitoriense.
Não poderia, portanto, deixar de fazer esse registro, pela gentileza do amigo Cornélio que, além de ser um folião animado, é um sujeito amigo dos amigos e que também contribui com as boas causas da cidade. Em nome de todos os seus amigos, que usufruíram das delícias do seu particular “camarote”, muito obrigado!!!
Agtran no carnaval 2017: boa vontade, mas com estrutura deficitária.
Apesar do numero reduzidos de pessoal, para desempenhar a função com eficiência, algo tolerável para uma gestão municipal que foi empossada há dois meses, devemos destacar a atuação dos agentes da AGTRAN, no esquema do trânsito para carnaval 2017.
Acredito que a boa vontade de todos suplantou, em parte, as dificuldades, sobretudo para as atuações pessoais dos amigos Evaristo e Barros. Ambos contribuíram de forma acentuada para o bom andamento do carnaval. Aliás, mesmo com as dificuldades inerentes ao inicio de qualquer administração pública, esse ano (2017), realizou-se uma operação que neutralizou uma dificuldade recorrente. Ou seja: viabilizar a chegada, ao bairro do Livramento, na tarde do sábado de Zé Pereira, do trio Asas da América, para saída do Bloco Papaleguas.
Para isso, se fazia necessária uma operação pontual, na horário da manhã, no mesmo sábado (25), na Avenida Silva Jardim, com a não permissão do estacionamento dos carros, em uma das vias. Nesse caso apontado, por exemplo, relatei pessoalmente as dificuldades ao agente Barros, em reunião na sede da ABTV e, na mesma ocasião, expliquei quais medidas deveriam ser tomadas. Com boa vontade e eficiência, as medidas foram tomadas e conseguimos nos antecipar ao “velho problema de sempre”. Isso demonstra COMPROMETIMENTO, algo raro no serviço público.
O fechamento das ruas, nos dias que antecederam a folia e nos quatro dias principais, funcionou razoavelmente bem. Houve uma diminuição considerável de motos no percurso oficial e os desfiles fluíram, relativamente sem problema.
No desfile da SAUDADE, por exemplo, fomos obrigados a ser socorrido pela habilidade do motorista do trio Asas da América – Jardel – para atenuar os efeitos de um carro que ficou estacionado justamente no cruzamento da Avenida Mariana Amália com a Rua Melo Verçosa, em pleno percurso oficial da folia.
Se faz necessário, desde já, que a nova gestão municipal, sob o comando do prefeito Aglailson Junior, procure realizar reuniões, pós carnaval, para que se faça avaliações , dos acertos e dos erros, para que na próxima edição (2018), não sejamos obrigados começar do “zero” novamente e continuar elencando as mesmas falhas.
Esse tipo de trabalho, é importante salientar, que é quase impossível de ser realizado com sucesso se não houver contratação de gente qualificada para o serviço. Faltou também campanhas educativas para orientar os foliões a deixar seus veículos em casa. Precisa-se, naturalmente, montar uma força tarefa antes do carnaval, para que as coisas funcionem sem um acentuado número de improvisos. Nesses casos, o planejamento é a melhor ferramenta de trabalho.
Com a volta do percurso dos trios pela Matriz e com o palco na Duque de Caxias o carnaval ficou mais animado.

Hoje (08) pela manhã registrei em foto a Praça Dom Luiz Brito, popularmente conhecida por “Praça da Matriz”. Como se vê, após o carnaval 2017, nada dela foi destruído ou arrancado, como apregoavam os comandantes da gestão municipal anterior. Lá, continuam: a pirâmide, os coretos, os bancos, os jardins, o “V”, os banheiros, o palco….Nada!! Nada foi destruído. Das duas, uma: ou na gestão anterior não haviam pessoas capacitadas para fazer essa avaliação, ou mentiram para a população, apenas por capricho. A comunidade carnavalesca, lá na frente, cobrará essa fatura.
Um diretor de agremiação carnavalesca – que não direi seu nome para não expô-lo – disse-me: “viu como ficou melhor, passando pela Matriz”. Eu – claro, sempre falei isso, mas só eu reclama e “gritava” publicamente. Ele – “ quem era doido falar… se tava todo mundo mamando no sistema”…
Pois bem, desde o primeiro dia em que nos reunimos com Marcos Rocha – ainda em dezembro – lá na sede da ABTV – disse-lhe que a volta do percurso pelo Pátio da Matriz seria algo natural. Com essa medida e a ativação da folia na Praça Duque de Caxias, garantia-se uma melhoraria no clima do carnaval em pelo menos 50%.
A nossa sugestão – ABTV – em promover uma das vias da Avenida Silva Jardim, como ponto de partida para os blocos que desfilam com trio elétrico, assim como passagem obrigatória para os que tem como ponto de partida o bairro do Livramento, demonstrou , nitidamente, que quando as coisas são pensadas com seriedade, por pessoas que “entende do traçado”, tudo funciona.
Deve-se também, aqui, destacar, para o êxito dessa operação, as atuações dos secretários municipais Bio da Morepe e Darlan. Ambos, realizaram com total boa vontade e presteza as intervenções necessárias, para que as coisas fluíssem com sucesso. As árvores do trecho aludido, por exemplo, foram várias vezes podadas, para que as coisas fossem “se encaixando”.
Com relação aos fios que cruzam o percurso oficial do carnaval, esse ano, ABTV, CELPE e PREFEITURA trabalharam em conjunto e as coisas, se não ficaram 100%, avançaram muito, todos contribuíram para o melhoramento dessa demanda, há muito necessária. Em parceria tudo fica mais fácil.
Com relação à volta do foco carnavalesco e o palco para Duque de Caxias – “Eterno Quartel General do Frevo” – não observamos maiores dificuldades, em função da passagem das agremiações. O palco funcionou, cumpriu seu papel, os artistas se apresentaram sem que fosse necessário “sacrificar” quem quer que seja. Mais uma vez, ficou provado que quando se tem coordenação, ninguém atrapalha ninguém, e o carnaval cresce, e o folião é que sai ganhando.
Como já falei anteriormente, com a chegada da nova gestão municipal, a comunicação e o dialogo, entre as associações representativas do carnaval, dirigentes de agremiações e demais atores envolvidos, funcionou, sem ranço, sem travamento. O atual secretário de Cultura, Turismo e Esporte, Marcos Rocha, é uma pessoa fácil, leve e com vontade de acertar. Se lhe falta experiência na área carnavalesca, lhe sobra, contudo, serenidade e educação para ouvir e dialogar. Mas, não devemos esquecer, porém, que alguns pontos do carnaval não funcionou como deveria e da maneira que ficou acertada. O comercio ambulante e os carros de mão, por exemplo, serão frutos dos nossos temas, nas postagens de amanhã.
Dia Internacional da Mulher

A direção do Instituto Histórico e Geográfico deseja a todas as mulheres, especialmente as antonenses um feliz dia pleno de paz e saúde. Que não se restringia apenas aos apertos de mãos, abraços, beijos e tapinhas nas costas. Seja, sim, um dia de reflexão da condição feminina no Brasil.
Diretoria
SOS PRAÇA DUQUE DE CAXIAS – RESGATE

Há 925 dias (18/08/2014 – 28/02/2017) – 132 segundas-feiras, 132 terças-feiras, 132 quartas-feiras, 132 quintas-feiras, 133 sextas-feiras, 134 sábados, 133 domingos, 135 semanas, 02 anos e 06 meses, 925 alvoradas, 925 crepúsculos vespertinos, 925 noites, 30 luas cheias, 30 luas minguantes, 30 luas novas, 30 luas crescentes e 26 feriados, oficial, nacionais – 22.200 horas , estamos em vigília ejetando sinalizadores, à Prefeitura, de PROTESTO E REIVINDICAÇÃO, para restituir um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos residentes e nativos .
Sr. José Aglailson Filho, PERMITIDO, AUTORIZADO, através da cidadania de seus “proprietários” -o povo-; como gestor-zelador público, para um mandato transitório; não olvides ou desprezes que, estás numa administração pública -diretor maior o povo -, a prefeitura não é bureaux ou office sede de seus negócios, não se iluda ou delire com a varanda -sacada- do paço municipal porque não é o balcão do palácio de buckingham, e, esse município não é quinhão ou extensão de suas propriedades e muito menos da sua família.
Os nativos desta terra clamam pela restituição da NOSSA PRAÇA “DUQUE DE CAXIAS”, arborizada e ajardinada, conforme a mesma configuração e medidas desde sua inauguração.
Vós já ciente do apocalipse, continuo a mascar as ações de destruições – desfiguração, devastação, extirpação, desolação e naufrágio -, daquele espaço patrimonial; sendo os autores krakens, empedernidos, originado, respectivamente, pelos governos populistas, como toda a dinastia sempre foi, de seu pai sr. José Aglailson e complementadas pelo governo do sr. Elias Lyra -a cria.
Os habitantes -nativos e residentes- foram apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.
Aquele jardim público – memorial, foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.
Código Penal – CP – DL-002.848-1940 Dos Crimes Contra o Patrimônio Capítulo IV
Dano Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:
Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
Dano Qualificado
Parágrafo único – Se o crime é cometido:
Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)
Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades e aplicação das punições aos condenados.
SE INTERESSAR POR TUDO O QUE É DE TODOS (Carlos Augusto Ayres de F. Britto, é membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas, foi Pres.do STF, também foi Pres. do TSE, é Pres. da Comissão Especial de Defesa da Liberdade de Expressão da OAB e membro da Academia Sergipana de Letras).
*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa e acionamento do poder judiciário.
JORDANIA
Momento Vitória Park Shopping
Marque sua amiga, esposa, mãe, filha… não importa. A missão aqui é arrancar aquele sorrisinho lindo por saber que você lembrou dela!
😍
Uma Homenagem para todas as mulheres!
❤️
Momento Cultural: Negro – por Henrique de Holanda
Homem negro: se o sol – nessa ansiedade bruta
de quem quer e não pode, – o teu corpo procura,
com o instinto cruel de te vender na luta,
a queimar, ainda mais, a tua pele escura…
Se resistes ao sol, nessa heroica disputa,
fertilizando a terra estéril, seca e dura,
esta cor a tingir a tua carne impoluta
é a rija encrustação de tua rude bravura.
Nem o branco encoraja e nem o negro assombra.
Tanto nos vale a luz, quanto nos vale a sombra.
Desta cor morrerás e morrerás exangue
na luta, que nos dá, pelo teu maior gosto,
a flor que floresceu do suor do teu rosto,
e o fruto que nasceu do vigor do teu sangue!…
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 23).
Momento Cartório Mais
Momento PITÚ
Quebrando a rotina da quarta-feira.
😀
Uma mini-caipirinha preparada pelo pituzeiro Gideone Mastheson, e degustando com uns tira-gosto de primeira. Eita, vida boa da mulesta.
O Tempo Voa : Boneco do Judas
Momento Grau Técnico Vitória
Todos estes itens referem-se a direitos que historicamente foram negados às mulheres (e alguns ainda o são). Hoje, Dia Internacional da Mulher, reforçamos a importância desta luta para garantir uma sociedade mais igualitária e justa para todos. #GrauTecnico#DiaInternacionalDaMulher
PARA O DIA INTERNACIONAL DA MULHER
I
Um dia, eu vi a insuportavelmente linda Linda Blair.
Cinematográfica, Linda era negócio pra cinema.
Quiseram torná-la feia, possuída pelo demônio,
para alguém exorcizar.
Mas, Linda teimava em ser linda,
e a plateia teimava em amar.
Foi Linda que me inspirou a oração:
Para quem aprecia e quer,
todo dia é Dia Internacional da Mulher.
II
Se desaparecessem todas as mulheres do mundo, eu mandaria dar baixa na minha Carteira Profissional. Não iria trabalhar para sustentar um solitário como eu.
III
A mulher é uma faculdade que eu não consigo terminar.
Quanto mais estudo, mais mistério a desvendar.
IV
A minha vida é suspender o véu do preconceito para enxergar o íntimo da mulher.
Sosígenes Bittencourt
Vanildo de Pombos
A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka Voice, Benedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.
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Aldenisio Tavares
Apesar dos pesares, em 2017, Vitória vivenciou um bom carnaval.

Acabamos de concluir mais um ciclo carnavalesco na nossa cidade, Vitória de Santo Antão. Foi mais uma edição do nosso secular carnaval. Aqui e acolá, repito a seguinte frase: ninguém é dono do carnaval da Vitória, todos irão passar e o carnaval continuará!!!
Para analisarmos e opinarmos sobre nossa festa maior – Carnaval da Vitória – com mais equilíbrio e dimensão, deveremos inseri-la em vários contextos. Nossa polis não é um ilha. O carnaval de Pernambuco, em 2017, sofreu um forte golpe com uma onda de violência nunca vista, alardeada pelos que tinham interesse particular no fracasso do evento, como um todo. Sem esquecer, da cruel crise financeira – que é real – que afetou diretamente o povão, em função do “Monstro” do desemprego.
Até parece que o carnaval é a “locomotiva da violência”. Na verdade, quem alimenta e produz assassinatos em série é o chamado tráfico de droga. Mas, sobre esse assunto, os governantes não querem se aprofundar. Buscar soluções na raiz dos problemas é mexer com as “estruturas de poder”, já montadas, e , se confrontar, definitivamente, não faz parte do “cardápio” de interesse dos políticos, de maneira geral.
Pois bem, apesar dos pesares e de todo clima de terror, tivemos um bom carnaval. Com exceção do evento trágico, ocorrido no final da tarde do sábado de Zé Pereira e de alguns arruaceiros, na noite do mesmo dia, no Pátio da Matriz, nos quatro dias de folia a cidade respirou clima de carnaval.
Na qualidade de pessoa que acompanha carnaval há muito tempo posso afirmar, categoricamente, que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, nunca se promoveu tantas prévias carnavalesca, chegando ao ponto, curiosamente, de faltar espaço público para serem realizadas, simultaneamente em um mesmo bairro.

Em 2017, com a mudança na gestão municipal, inaugurou-se uma relação nova entre o secretário de cultura, turismo e esporte – Marcos Rocha – com as entidades representativas do carnaval local – ABTV e ACTV. Houve trocas de ideias, intercâmbios e entendimentos que promoveram ganhos para todos, não obstante o prefeito Aglailson Junior, no quesito investimento aos reais promotores da festa, haver se nivelado, já no seu primeiro ano da gestão, ao ex-prefeito Elias Lira, quando o mesmo negou e suprimiu, pela primeira vez na história carnavalesca da cidade, o repasse financeiro, por parte da prefeitura, às agremiações locais. Elias Lira inaugurou esse ciclo e o Aglailson Junior acompanhou sua trágica ideia.

É bem verdade que o “crime” cometido pelo gestor anterior sempre será maior, em função de estar pilotando o governo continuamente há mais tempo, diferentemente do atual gestor que recebeu, há poucos meses, a prefeitura, publicamente, deficitária. Mas, se realmente o novo prefeito quisesse fazer um gesto com os diretores das agremiações, sobretudo com as que tem orçamento mais apertado, e marcar um “gol de placa”, deveria ele, chamar todos, e parcelar a contribuição. Seria uma atitude que o aproximaria dos promotores do carnaval vitoriense.
Ninguém iria lhe censurar por isso, muito pelo contrário, ele iria “ganhar pontos”. Faltou-lhe, no meu modesto entendimento, boa vontade, visão administrativa e reconhecimento aos verdadeiros promotores do carnaval local. Faltou também, no seu governo, alguém para orienta-lo, nessa questão. Se no ano que vem ele chegar com o “dobro” da ajuda, a referida medida será boa, mas já será encarada como um “ato político”, em função do calendário eleitoral e dos seus interesses particulares na disputa e questão.
De resto, devemos agradecer a Deus pela vida que segue, ao Glorioso Santo Antão pela proteção e partir, animadamente, para a confecção do próximo carnaval (2018). Na medida do possível estaremos, até a próxima sexta (10), postado nossas impressões sobre a recente edição do carnaval vitoriense. Falaremos sobre a volta do percurso pelo Pátio da Matriz, o palco montado na Praça Duque de Caxias, o bagunçado mercado ambulante e o problema “insolúvel “ dos carros de mãos, ornamentação e demais pontos vinculados aos nosso tríduo momesco.
Nova administração: Lavagem das ruas do percurso carnavalesco.

Foto Ilustrativa
Dentro do contexto da limpeza pública, no que diz respeito ao percurso oficial do carnaval 2017, a prefeitura, sob a nova administração, inaugurou uma boa iniciativa. Logo cedo, antes dos desfiles, promoveu a lavagem das vias públicas. Uma boa ação e digna de elogios.
Para ficar justo e perfeito, para os próximos anos, deveria o prefeito Aglailson Junior acrescentar – no contexto limpeza pública no carnaval – outra ação que foi realizada pela gestão anterior e que foi, por nós, destacada. Trata-se da pontual varrição das ruas do percurso oficial, no intervalo entre os desfiles das agremiações. Não ter acúmulo de lixo exagerado no percurso, durante os desfiles e começar o “dia carnavalesco” com as ruas limpas e cheirosas é o que poderíamos chamar de ações condizentes com a estatura do nosso carnaval.
















