Vanildo de Pombos

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka VoiceBenedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

Disse o artista Junior Passira: “Hoje me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA”.

Certa vez, em uma entrevista no rádio, escutei o cantor e compositor Nando Cordel explicar os motivos pelos quais começou a cantar a música “Pague Meu Dinheiro”. Qualquer semelhança, como o que escrevi, abaixo, é mera coincidência.

Muito bem, desde ontem (03), circula nas redes sociais o desabafo e a cobrança pública do artista Junior Passira. Na nota, divulgada na sua página do facebook, ele afirma: Hoje, me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA”.

Até o presente o momento, o deputado absorveu a informação e mantém-se em silêncio.

Conforme relato do artista – Junior Passira – ele foi procurado pela senhora Cilene Lins, então assessora do deputado Joaquim Lira, para contrata-lo. Valendo salientar que esse fato ocorreu poucos dias antes da noite do São João do ano passado (2016).  Após combinar o cachê e o dia para o pagamento (30 dias após), a apresentação foi realizada, no evento promovido pela Prefeitura, cujo prefeito, à época, era o senhor Elias Lira, pai do referido deputado.

Pois bem, narra o artista – após a apresentação –  que no dia combinado não foi procurado pelos contratantes para quitação do show. Após vários contatos telefônicos com a senhora Cilene, para tratar do assunto a mesma passou a ignorar suas novas ligações (não atendendo).

Segue trecho da nota do Junior Passira:

“Daí então procurei a Prefeitura Municipal da Vitória e fui encaminhado à uma terceira pessoa, que após alguns dias me ligou e me pagou a METADE DO VALOR, lá na Secretaria de Saúde, com dinheiro em espécie.  E que na próxima semana iria liquidar a dívida. Isso faltando poucos dias para a eleição municipal. Entretanto ela não cumpriu com o combinado e passou a não atender mais, minhas ligações”.

Outro trecho:

”Daí em diante, passei a procurar o Deputado Joaquim Lira, que foi quem deu a ordem para que eu fosse contratado. Fui por diversas vezes ao Armazém dele, próximo ao shopping. Mas pelo que pude perceber, existe uma ordem para que os funcionários neguem sempre que ele está no local”

Mais adiante:

“Fui mais uma vez procurá-lo no dia 20 de junho desse ano de 2017 e dessa vez, para minha sorte, me deparei com ele na recepção de seu armazém. Conversei com ele e ele se comprometeu em me pagar na sexta-feira dia 23/06/2017. No dia marcado voltei ao armazém, como o deputado me orientou. Cheguei ao local às 8h da manhã e esperei até o meio dia. Pois o funcionário informou que ele não estava no local”.

Continua a nota:

“Dia 27/06/2017 fui mais uma vez procurar o DEPUTADO JOAQUIM LIRA e mais uma vez a frase padrão foi falada, que “o deputado não está aqui hoje”. Mesmo assim, esperei por toda a manhã, ouvi piadinha de funcionário, e fui mal tratado e ignorado por estar cobrando o que é meu por direito”.

Junior Passira conclui a nota dizendo:

“Hoje me sinto enganado e prejudicado pelo DEPUTADO JOAQUIM LIRA, pela falta de respeito não com a minha pessoa particular, mas como artista que sou e levo o nome de minha cidade onde quer que eu chegue. Fiz um show bonito para milhares de pessoas se divertirem, tive que pagar os músicos da banda com meu próprio dinheiro, mas não tive meu trabalho reconhecido e devidamente valorizado. Não respeitou nem o sobrenome que carrego, nem o meu trabalho nem a minha história”.

Pois bem, como falei, até o presente momento não tomei conhecimento de nenhuma manifestação pública do deputado Joaquim Lira sobre esse tema, até porque ele tem todo direito de se defender, assim como obrigação de se posicionar publicamente sobre os fatos, aqui narrados.

Tudo isso é lamentável. Além de deputado o senhor Joaquim Lira é um empresário e, nessa qualidade, fica sugiro algumas perguntas: como será o seu entendimento, para com as pessoas que lhe compra e não lhe paga? Será que fica satisfeito?
Outra coisa mais grave – que vai além do comprar e não pagar – é que agora o deputado e o ex-prefeito Elias Lira passam a ter obrigação de se explicar à população como foi que se deu essa contratação – informal –, para um evento oficial da prefeitura, assim como à origem do dinheiro VIVO (em espécie), pago na Secretaria de Saúde, em véspera de campanha política municipal. Esse dinheiro era do erário ou da campanha?

Tudo isso é muito estranho, sobretudo aos olhos das leis que regem a administração pública. Os fatos são graves e precisam ser esclarecidos. De resto, quero solidarizar-me com o artista e amigo Junior Passira, não somente pelo fato de haver levado um “calote” financeiro, mas, principalmente, pela indiferença e com a falta de respeito à sua alma de artista, herdada do seu pai, Duda da Passira. Aliás, é nessa hora que não devemos esquecer nunca do pensador alemão, Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece“.

Em relação ao prefeito Aglailson Junior: “Talvez uma luz no final do túnel?”

Olá, amigo Pilako.
Talvez uma luz no final do túnel?
O aspecto positivo dessa entrevista com o prefeito foi ele se dispor a conversar com você. Conversará com outros? Dará espaço às pessoas que realmente trabalham pelo engrandecimento da cidade? Escutará e analisará propostas? Vou aguardar.
Vou dar um tempo. Caso ele não se manifeste, voltarei a escrever neste blog. , para forçar uma melhora em sua série de coisas, especialmente na área da cultura e tradição.

Professor Pedro Ferrer – Presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

Momento Cultural: Perto do mar, anoitecia… por Célio Meira.

celio-meira1

Perto do mar, anoitecia…

Corria o mês de novembro,

– Era Dia da Bandeira,

fomos ver a lua cheia,

ao lado da ribanceira.

Depois, descemos. Na praia,

ficamos a reparar:

– Havia esteira de prata,

nas águas mansas do mar.

Ali, olhando o mar, a lua,

recebemos a lição:

– Jesus Cristo está presente,

na glória da criação.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 25).

IAPCA promoveu Conserto Musical no Teatro Silogeu.


Na noite da sexta (30) o Teatro Silogeu José Aragão foi o palco escolhido pelo IAPCA – Instituição de Assistência Profissional da Criança e Adolescente – para promoção do Primeiro Concerto Musical da Orquestra Popular Multicultural.  Fundado em 17 de dezembro de 1998, na nossa cidade, a entidade  tem como principais metas aconselhar, disciplinar e profissionalizar crianças e adolescentes de escolas públicas. Na qualidade de fundador e coordenador geral desse projeto, encontra-se o Mastro Freire.

O evento musical foi dividido em duas partes:

1ª parte – coletânea de músicas sertanejas.

2ª parte – coletânea de baião,  coletânea de xote, musicas do Clube de Fado Taboquinhas e o hino da nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

A orquestra é composta por alunos e ex-alunos do IAPCA, através do “Projeto Me dê a Mão” e modernizada em sua formação por misturar as opções naturais dos teclados com instrumentos ao vivo e sem uso de recursos digitais.

Em tempos difíceis, no que diz repeito aos nocivos impactos, promovido pelos meios de comunicação de massa, nas famílias, assim como o aumento no uso de drogas licitas e ilícitas, principalmente pelas crianças e adolescentes, entendemos que trabalhos sociais como este, que visem contemplar a educação clássica, é algo louvável e digno de aplausos.

Visivelmente emocionado e até em tom de desabafo, o Maestro Freire, ao final do espetáculo, realçou o descaso das gestões e dos políticos locais, na direção da sua pessoa e do seu trabalho. Disse ele: “nós temos reconhecimento internacional, nos estamos  reconhecidos  pelo  Ministério Público, nós estamos reconhecido em todo canto, menos na cidade de Vitória. A prova está nas cadeiras que vocês estão vendo aqui”.  E completou: “nenhum aluno desse eu fui buscar em casa nem na porta do colégio, foram eles que me procuram. esse movimento  vai fazer vinte anos.” Veja o vídeo:

Com relação às cadeiras que o Maestro Freire se referiu, na sua fala, é que o mesmo, além de convidar todos os políticos formalmente, fez questão de pregar o nome de todos eles, nas respectivas poltronas do teatro, marcando assim, simbolicamente, à invisibilidade do seu projeto social, aos olhos  da classe política local. O ponto fora da curva, nesse contexto, foi à presença do vereador de primeiro mandato, Marcos da Prestação.

Outra coisa curiosa, é que todos os gestores e diretoras das escolas públicas locais – municipais e estaduais – também foram convidados formalmente. Segundo informações, uma articulação foi feita, por parte dos políticos, para ninguém se fazer presente.

De sorte que o projeto conta, por força da lei, de um repasse de verba pública no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) e uma ajuda mensal do Engarrafamento Pitú, no valor de R$ 300,00 (trezentos reais). Com esforço, vez por outra, o Maestro Freire vem se utilizando de recursos próprio para tocar o projeto.

Na medida do possível, aqui pelo blog,  estamos divulgando e incentivando esse ação, que julgamos importante para nossa cidade que visa, entre outras coisas, transformar vidas.  Parabéns ao Maestro Freire pela perseverança, visão  e atividade efetiva no tecido social.

ACIAV – Associação Comercial da Vitória promoveu animada festa na Gamela de Ouro.

Aconteceu na noite do sábado (01) uma animada festa de forró, promovida pela Associação Comercial da Vitória. O evento ocorreu no Restaurante Gamela de Ouro e contou com as apresentações da banda Toque Nordestino e do “poeta do forró”, Petrúcio Amorim. Registramos, em vídeo, momentos dos respectivos shows.

Com mais de noventa anos de serviços prestados ao nosso município, a ACIAV configura-se numa das instituições locais mais antigas (em atividade). Formada por representantes dos mais diversos setores  produtivos sua história é rica e profícua.

Foi através da articulação da sua diretoria, à época, que Vitória inaugurou o primeiro estabelecimento bancário. Consta também, nos mais diversos títulos de jornais locais, publicados na primeira metade do século passado, que foi por iniciativa da referida entidade que nossa urbe vivenciou a primeira greve geral.

Além de atuar pelo melhoramento constante da energia local, após a inauguração do sistema, em 1922, pelo então prefeito João Cleofas, foi também pelas “mãos” da Associação Comercial que nossa cidade dispôs, totalmente equipado,  do primeiro carro de bombeiro. Curiosamente, té pela manutenção do nome da nossa identificação maior (Vitória), em 1943, a referida entidade irmanou-se,  às tantas outras instituições nessa mesma luta.

Portanto, por tudo que construiu e vem realizando, ao longo da sua trajetória, a ACIAVAssociação Comercial da Vitória – configura-se num patrimônio não só das classes produtoras do nosso município, mas sim de toda comunidade vitoriense. Contudo, também está de parabéns,  a atual diretoria pela atuação e manutenção dos princípios pelos quais a respeitada instituição foi criada.

Hildebrando Lima contesta algumas informações fornecidas pelo prefeito Aglailson Junior.

Vi o texto sobre o bate-papo de Pilako com o prefeito por ocasião do feirão da casa própria dia 28. Sobre os demais assuntos que o prefeito comentou até em tom de acusação, não tenho conhecimento. O que me interessou foi a fala sobre a AGTRAN em resposta a pergunta oportuna de Pilako.

A fala do prefeito sobre o monitoramento do trânsito, mostra que, ou ele está sendo enganado ou desconhece o assunto. Primeiro, a prefeitura não pagava nada da AGTRAN a exceção da folha de pessoal. Tudo mais sobre trânsito, sinalização, fiscalização, material de expediente, manutenção de veículos, conservação, licenciamentos, toda logística e investimentos, era tudo paga pela autarquia com sua arrecadação. Não deixamos um real de dividas no final do exercício e ficou saldo para o próximo como divulgamos. Com relação aos contratos, as licitações eram conduzidas pelo financeiro da prefeitura e a AGTRAN apenas pagava. Como os contratos foram suspensos e os serviços desativados, devemos aguardar os novos contratos se terão as mesmas proporções e comparar os valores para uma avaliação se são verdadeiras as acusações. O amigo Pilako vai receber todo esse material, e ai de posse das provas, podemos ver nas empresas o que ocorreu.

Hildebrando Lima.

Em outro comentário completou:

Complementando o relato acima. Todos os contratos sobre trânsito como: Operação de fotosensor, manutenção de sinalização, monitoramento do trânsito, locação de viaturas, e talonários eletrônicos, todos eram pagos pela AGTRAN.

Hildebrando Lima.

Momento Cultural: Meu pecado – Henrique de Holanda

Henrique-de-Holanda-Cavalcanti-3

Eu não posso saber qual o pecado
que, irrefletido, cometi; suponho
seja, talvez, porque te fosse dado
meu coração, – a essência do meu sonho..

Se amar é crime, eu vou ser condenado
e toda culpa, em tuas mãos, eu ponho.
– Quem já te pode ver sem ter amado?!…
Quanto é lindo o pecado a que me exponho!

Se tens alma e tens sangue, como eu tenho;
se acreditas em Deus, dizer-te venho,
– Que pecas, tens amor, és sonhadora…

Deus deu a todos coração igual.
Se eu amo, sofres desse mesmo mal.
– O teu pecado é o meu, – és pecadora!

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 22).

Momento Cartório Mais

Seu animal de estimação já tem a “identipet“? Para quem ainda não está por dentro da novidade, nós explicamos! “Identipet” é um registro de declaração de guarda de animais domésticos que tem o objetivo de comprovar a identidade do pet e de seu dono, podendo ajudar na busca de um animal em caso de roubo ou fuga, facilitar o transporte em viagens, auxiliar em casos de disputa de guarda e identificar o dono em caso de maus tratos. O documento serve para qualquer pet – cachorros, gatos, papagaios, por exemplo – e traz todas as informações sobre o animal, além dos dados do dono.

Quer registrar o seu bicho de estimação? O Cartório Mais, com suas parcerias, te ajuda!