Hoje é dia de estreias e de 5ª Maluca
aproveite. Válido toda quinta-feira exceto feriados. Garanta já o seu ingresso e vem assistir aquele filmão com os amigos, família ou um amor!
#GrupoCine
#VitóriaParkShopping
Momento PITÚ
A minha #NaçãoPituzeira sabe que uma resenha massa tem que ser com responsabilidade. Por isso, na hora de dividir uma pituzinha com a galera nada de pegar na direção, viu? Quero ver os pituzeiros e as pituzeiras dando exemplo.
#vivaaresenha
Momento Cultural: Negro – por Henrique de Holanda
Homem negro: se o sol – nessa ansiedade bruta
de quem quer e não pode, – o teu corpo procura,
com o instinto cruel de te vender na luta,
a queimar, ainda mais, a tua pele escura…
Se resistes ao sol, nessa heroica disputa,
fertilizando a terra estéril, seca e dura,
esta cor a tingir a tua carne impoluta
é a rija encrustação de tua rude bravura.
Nem o branco encoraja e nem o negro assombra.
Tanto nos vale a luz, quanto nos vale a sombra.
Desta cor morrerás e morrerás exangue
na luta, que nos dá, pelo teu maior gosto,
a flor que floresceu do suor do teu rosto,
e o fruto que nasceu do vigor do teu sangue!…
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 23).
O Tempo Voa: IV Festival do Vinho (31/07/1983)
Momento Grau Técnico Vitória
Para o Grau Técnico, cada aluno tem seu potencial único. O estimulo dessas habilidades são feitos no dia a dia, na sala de aula, nas aulas práticas e nas visitas técnicas. #GrauTécnico #PenseNoFuturo
COITO DE GATO

De madrugada, a lamúria de gatos em reprodução
parecia um pranto de enlutados sobre um caixão.
Seres humanos caem no choro quando perdem o objeto amado, ou partem para perpetrar crime, quando são vítimas de violenta paixão. Não há veterinário que me explique tanta choradeira num coito, como fazem os gatos, do Alasca à Terra do fogo.
Sosígenes Bittencourt
Circulando
Ouça a música “CIRCULANDO” composta por Aldenisio Tavares, na voz de Nildo Ventura.
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Aldenisio Tavares
Capiba: governador precisou tomar um “chá de bússola para se orientar”

Foi com alegria e sentimento de dever cumprido, por ter “combatido o bom combate”, segundo São Paulo, que tomei conhecimento da desapropriação da casa que CAPIBA “viveu a vida inteira”, pelo Governo do Estado. O decreto foi publicado ontem (03) no Diário Oficial.
Evidentemente que se não tivesse ocorrido um “levante” midiático, em favor da preservação da memória de um dos maiores compositores de frevo do Brasil, fatalmente o referido prédio seria tragado pelo mercado imobiliário.
As vezes os políticos precisam tomar umas “porradas” para cair na real. Ou seja: TOMAR UM CHÁ DE BÚSSULA PARA SE ORIENTAR. VIVA O ETERNO CAPIBA E O FREVO PERNAMBUCANO!!!!

E se 1808 não tivesse existido? – Por Wedson Garcia.
Os primeiros anos do século XIX foram um terror para vários países europeus. Napoleão Bonaparte, temido e ambicioso, pretendia invadir a Inglaterra, e não queria que países aliados fizessem trocas comerciais com os ingleses. Em busca de glória, ele e as suas tropas percorreram quase sempre com êxito vários territórios, cometendo verdadeiras atrocidades contra as populações locais. Portugal também não escapou e a solução foi abandonar o país de origem, junto de sua família em direção às terras tupiniquins.
Quando a corte portuguesa se transferiu para o Brasil, em 1808, a cidade do Rio de Janeiro era pobre e nada urbanizada. O rei D. João VI ordenou que se procurassem as melhores construções da cidade, que seriam desocupadas para residência dos nobres. Em cada casa, ordenou que pintassem as letras P.R, que significavam “Príncipe Regente”. Mas, para o espírito gaiato do povo brasileiro, as iniciais passaram a significar “Ponha-se na Rua”. A verdade é que não só o Rio de Janeiro, mas o Brasil sofreu transformação sem igual com a chegada da corte.
Esse governo efetuou transformações importantes para a vida econômica e cultural da colônia, como a abertura dos portos, a implantação do livre comércio e a criação de instituições públicas e culturais. A cidade do Rio de Janeiro também conheceu um surto de urbanização e assistiu à introdução de hábitos e costumes cosmopolitas. Em 1816, com a morte de D. Maria I, dom João subiu ao trono português sendo aclamado, em 1818, rei de Portugal, do Brasil e Algarves. A revolução liberal de 1820, que eclodiu na cidade do Porto, obrigou a família real a regressar a Portugal. Em 1821, deixou o Brasil, seguindo para Portugal.
- Pedro I assumiu o trono brasileiro como príncipe regente. Já em Portugal, D. João VI foi obrigado a assinar a constituição, que vigorou apenas alguns meses. Seu filho Miguel organizou um movimento absolutista e Dom João foi reposto como rei. Ele governou Portugal até seu falecimento, em 1826, aos 58 anos.
Nascido em Lisboa a 13 de maio de 1767, onde também faleceu em março de 1826. Era o segundo filho da rainha D. Maria I, e de seu marido e tio D. Pedro III. Em 8 de maio de 1785, casou-se com a princesa espanhola, D. Carlota Joaquina de Bourbon, filha de Carlos IV e da rainha D. Maria Luísa Teresa de Bourbon. Em 1788 foi declarado herdeiro do trono, em virtude do falecimento de seu irmão. Quando sua mãe ficou doente, passou a governar em 1792, porém só se tornou príncipe regente a partir de 1799. Dom João só foi coroado em 1818, dois anos após a morte da sua mãe. A partir da coroação, seu título ficou sendo Dom João VI, Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
Estava habituado a entregar-se à caça, despreocupado com os deveres públicos, que lhe tornavam indiferentes, bem longe de pensar que seria nomeado regente do reino, e mais tarde aclamado rei. Além disso, o país encontrava-se numa situação deplorável. Em 1789 explodiu a Revolução Francesa que espalhou pela Europa seu ideal liberal, e alguns anos mais tarde, o terror da ocupação pelos exércitos napoleônicos.
E se 1808 não tivesse existido?
É possível supor que enveredaríamos pelo mesmo caminho da América Espanhola: com o fim das guerras Napoleônicas, Portugal tentaria reaver o controle da colônia; as elites locais, todavia, orientar-se-iam no sentido da independência, porém de forma mais difusa e não centralizada. É provável que constituíssemos diversas pequenas repúblicas, em Pernambuco, Minas Gerais, no antigo Grão-Pará e Maranhão. “É sempre arriscado fazer história hipotética. No entanto, podemos imaginar que se D. João tivesse cedido à pressão francesa, o Brasil teria perdido mais cedo seus vínculos com Portugal, e o Rio de Janeiro não teria se constituído tão fortemente como centro cultural e de poder”, Sintetiza Caetano Sordi.
Wedson Garcia é ator e diretor de teatro com bacharel em Administração pela Faculdade Metropolitana do Recife. Estudante do curso de licenciatura plena em história da Universidade Estácio. Contribui para o desenvolvimento teatral da cidade de Vitória de Santo Antão, estando a frente do Núcleo de Pesquisa Cênica de Pernambuco.
Contato: wedsongarcia@hotmail.com
5º Encontro das Amigas da Vitória: Marise
Radicada do Rio de Janeiro, há quarenta e cinco anos, a conterrânea Marise foi das participantes do 5º Encontro das Amigas da Vitória que viajou exclusivamente para participar da festa, ocorrida no último sábado (30), no Restaurante Gamela de Ouro. Com relação as suas lembranças do tempo de juventude, disse ela: “a Praça da Matriz era o nosso ponto de Encontro”. Veja o vídeo:
Salada de Fruta Geladinha: UM EXEMPLO DE SUCESSO!!

Quase que diariamente – nos chamados dias úteis – escuto o nosso amigo do “caminhão da fruta”. De maneira alegre e animada, como manda as práticas básicas do marketing, o nosso amigo da Salada de Frutas – que não estou lembrando o seu nome agora – trafega pelo nosso Centro Comercial, negociando seu produto, manipulado por ele mesmo. Bom no verbo e na criação, ele dialoga com sua clientela de maneira original. Aliás, ele acaba servindo, também, de propagandistas das empresas cujos funcionários são seus clientes. Eis aí, portanto, uma boa aula de empreendedorismo que não se aprende nas faculdades ou nas palestras proferidas pelas “autoridades no assunto”. Aqui, nesse caso em tela, as coisas acontecem de verdade, sem máscaras ou subterfúgios….
3ª Missa do Vaqueiro – Engenho
Momento Cultural: ABANDONO – por ADJANE COSTA DUTRA
Buscam-me em cada encruzilhada.
É meu abandono na carnificina humana.
A lei do uso desuso tornou-me um intruso.
Sou gente, não carnificina humana.
Nesse açougue da espera os instintos animalescos
são atendidos, mas eu gente, NÃO.
Porque o abandono é como aquele bêbado que cai em cada
esquina, a criança órfã que chora no abandono de todas
as coisas.
(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – pág. 53).
Momento Vitória Park Shopping
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Momento PITÚ
Não tem companhia melhor pra levar pra praia do que a pituzeira Brila. Além de ir na maior instiga ela ainda leva os suprimentos. Aí sim, Brila!
#vivaaresenha
O Tempo Voa: Boeira entre Livramento e PingaFogo (1975)
Momento Grau Técnico Vitória
O Grau Técnico também se preocupa com as comunidades carentes. Para isso, realizamos parcerias, ações sociais, projetos e eventos nas comunidades próximas. Inovação e Tecnologia a serviço de uma sociedade melhor. #GrauTécnico#PenseNoFuturo
FRAGMENTOS
Forró de Severina – Nordestinos do Forró
Ouça a música FORRÓ DE SEVERINA, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz de “Nordestinos do Forró”.
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Aldenisio Tavares
Colégio Santo Inácio: “O Reino Encantado de Pernambuco”.
Dias atrás participei de uma promoção pedagógica/festiva, promovida pelo Colégio Santo Inácio. O evento ocorreu no Clube Pitú Em Folia, localizado no bairro do Maués. Com o título “O Reimo Encantado de Pernambuco” o 9º Sarau Poético evidenciou elementos da nossa cultura, seus costumes e suas representações.
Com uma boa estrutura de som de e iluminação – DJ Marcone – as apresentações, realizada pelos adolescentes, foram satisfatória, no que diz respeito ao conteúdo e à encenação. No palco foi lembrado: desde a Feira de Caruaru ao artista Chico Science, do forró ao frevo, do Cais ao Sertão…
Em tempos de músicas descartáveis, de importação de costumes, de modas globalizadas com fins capitalistas e etc fazer essa garotada “mergulhar” no universo cultural local é algo louvável e imprescindível. Na figura do casal, Neide e Roque, parabenizo toda equipe do Santo Inácio.




















