Trabalho da produtora cultural Herika Araujo é reconhecido nacionalmente!

De  maneira eufórica, a produtora cultural antonense, Herika Araujo, nos enviou e-mail realçando às conquistas por ela articulada. De antemão, segue nossos parabéns. Herika é uma pessoa que respira cultura/arte e escolheu esse “mundo” para viver de corpo e alma. Segue o conteúdo do e-mail.

Pilako, vou resumir nossas conquistas culturais:

Edital de Seleção Pública Culturas Populares: Edição Leandro Gomes de Barros(Esse edital foi uma seleção nacional e contemplou Mestres e Grupos que fortalecem a cultura popular.Nesse premio apresentei 8 propostas, dessas, 5 foram contempladas. são eles:

De vitória – Fernandes Rodrigue categoria Mestre com nota 97

Literatos de Rafael Oliveira com nota 9,0 categoria Grupo.

Foram classificados ainda Caluas de Pirituba (7,0)e Raphael Gustavo (81,5), mas não conseguiram nota suficiente para serem premiados. mas foram classificados o que é um reconhecimento importante a nível  nacional eles tambem sairam no listão.

(Tb aprovei na cidade de Gloria – José Lopes nota 97, Cirleide nota 100 mamulengueira – detalhe Pernambuco teve 8 notas 100 uma foi a dela. Mestre Zé de Bibi do Cavalo Marinho nota 97,  esse é o único patrimônio histórico do cavalo marinho do Brasil.

Bem! Cada um desses ganhou um premio de “R$ 10 mil contos”.

Mais um prêmio para o consagrado artista vitoriense Fernandes Rodrigues!

Nem só de aplausos vivem os artistas. Pois bem, o consagrado mestre  vitoriense, Fernandes Rodrigues, acaba de ser agraciado com o reconhecimento e um “bônus”  no valor de R$ 10,000,00 (dez mil reais),  pela 5ª edição do Prêmio Culturas, realizado pelo Ministério da Cultura.

Fernandes é sujeito que merece todo nosso respeito e admiração. É um artista “militante”, por assim dizer. Pelo seu reconhecido talento, sua entrega à causa e sua disposição para trabalhar não fica difícil imaginar que muitos outros prêmios estão pó vir. Parabéns Fernandes!!!

Apelidos Vitorienses: Keke

Dando continuidade à construção do terceiro livro do nosso projeto cultural,  “Apelidos Vitorienses”, hoje, contaremos a história da “mudança” do nome do senhor Nivaldo Gonçalves de Lima para o popular Keke.

Contou-nos Keke, que sempre foi um craque de bola, que antes dos onze anos de idade seus familiares e vizinhos lhe chamavam pelo carinhoso apelido de “Guigo”. Em 1974, morando na comunidade de Jardim Betânia, ele, na categoria de  atleta “mirim”,  foi impedido de participar do campeonato de futebol escolar, por não possuir um sapato conga para treinar.

Na verdade,  o amigo Nivaldo não soube precisar exatamente o fato em  que fez seu apelido mudar, ou seja: deixar de ser “Guigo” e passar a ser “Keke”,  muito menos quem foi a pessoa que lhe rebatizou com o seu novo nome social.

O fato é que,  atualmente, o nosso amigo Nivaldo Gonçalves de Lima, já  com mais de meio século de vida, só lembra apenas de uma pessoa que lhe chama pelo nome de batismo (seu cunhado). No mais,  familiares,  vizinhos, clientes, amigos e toda cidade aprendeu a lhe chamar pela alcunha, ou seja: Keke.

Vitória de Santo Antão: o cruel sistema vigente!

Passados os primeiros onze meses da nova gestão municipal, comandada pelo prefeito Aglailson Junior, nota-se que não houve novidades substancias no ritmo administrativo. Passado o ápice do velho “mantra” da crise financeira e do desmonte administrativo, imputado à gestão anterior, a maioria das pessoas não consegue enxergar algo novo, algum “sinal de fumaça”,  que as coisas possam verdadeiramente ganhar outro contorno. Como diz a frase: “tudo como dantes no quartel de Abrantes”.

Apenas para ficar na questão da rotina da limpeza nas galerias pluviais do nosso centro comercial constatamos, na tarde de ontem (28), na Praça Leão Coroado, que as mesmas permanecem totalmente entupidas.

É impossível imaginar que,  até o presente momento,  o prefeito, juntamente com todo seu secretariado, ainda estejam “arrumando a casa”. Varrer ruas, trocar lâmpadas, podar árvores, limpar galerias e coletores pluviais, por exemplo, devem estar catalogados em “rotina administrativas”, algo elementar, na chamada governança……simples assim!

Nesse primeiro ano de gestão o prefeito Aglailson Junior, aos olhos da maioria,  mais decepcionou que surpreendeu. Aliás, as pesquisas para consumo interno devem lhe dizer exatamente isso. Mas, como na cabeça dos políticos o ano de 2017 foi apenas “uma travessia”,  o leme administrativo já deve está sintonizado com as eleições de 2018, quando, através dos seus candidatos,  deverão ser novamente avaliados pelos eleitores. Mesmo não sendo nada racional, a população já se acostumou com isso e, mais uma vez, deverá chancelar o modelo,  indo às urnas para hipotecar sua solidariedade ao cruel sistema vigente.

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão:

Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade, somar despesas postais.

Momento Cultural: Lágrimas Fenomenais – por ALBERTINA MACIEL DE LAGOS

Profª Albertina Maciel de Lagos

No ofegante caminhar de minha vida,
nesta luta constante
de cair e levantar,
mas… sempre sonhando
ou, mais forte, e meditar…
eis, que, um dia,
de chofre, deparei;
junto a uma cruz carcomida
da deserta estrada,
ao solo exposta, abandonada
coberta de poeira
a sorrir para mim,
macabramente,
– uma caveira!

Como se fora por um raio, então ferida,
fiquei, assaz apavorada,
e, contra o medo reagindo,
resolvi apanhar
aquela carcassa inerte, fria,
assim, exclamando:
– Caveira, és bem um espelho
onde se vê, em cinzas refletida,
a humana vaidade, vã e fementida!
E, elevando o crânio à altura dos meus olhos,
mais estarrecida fiquei
quando notei
algo fenomenal:
– das óbritas enormes, vazias,
corriam a cintilar,
dua lágrimas fugidias
como que irisadas,
a zombar da morte,
da escura
e triste sepultura!

Entre a coragem e o medo, perguntei:
– Que!… uma caveira inda a chorar?!…
E, no recesso do meu peito,
uma voz intensa, aguda
como o trovão, logo ecoou:
– É que ela (coitada)! ainda chora
um Amor sublime, puro,
que o mundo ignora
e que, na terra lhe ficou!

(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS).

Paulo Nascimento e a Banda Real

Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]

Aldenisio Tavares

Como Surgiu a Casa do Pobres?: Livro do doutor Salatiel Barbosa de Araujo.

Na tarde/noite de ontem (27) bati um alongado papo com o doutor Salatiel Barbosa de Araujo. Nosso reencontro se deu em um dos bancos da Praça Leão Coroado, após marcarmos por telefone. Na ocasião ofertou-me um dos seus livros que fala exatamente do surgimento da nossa  “Casa dos Pobres”.

Natural da cidade de Paudalho e morando em Bonança há mais de quarenta anos o doutor Salatiel tem fortes ligações com Vitória de Santo Antão. Entre outras coisas, foi administrador do hospital João Murilo durante boa parte da década de 60 (1960).

Recebendo a “missão” do Monsenhor Maurício Diniz de  registrar os primeiros passos de um dos mais consistentes empreendimentos filantrópicos da nossa cidade – Casa dos Pobres – o doutor Salatiel recebeu total apoio da diretoria da instituição assim como do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, na pessoa do presidente,  professor Pedro Ferrer.

De maneira pública agradeço sua atenção,  em ofertar-me um volume da sua obra que conta a história  da “Casa dos Pobres”. Aliás, tudo que diz respeito à história da nossa Vitória de Santo Antão,  “de partida”,  me interessa. Abaixo, contudo, posto o vídeo gravado com o doutor Salatiel e o professor Pedro Ferrer, no Pátio da Matriz, no início do ano de 2016, quando o referido opúsculo ainda se configurava apenas num projeto.