
Aquele momento que todo mundo da sala fica nervoso! ;D #GrauTécnico

Aquele momento que todo mundo da sala fica nervoso! ;D #GrauTécnico
aOuça a música “SE” na voz do cantor Bruno Cesar.
[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/se.mp3″ text=”SE – Brunno Cesar” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/se.mp3″]
Aldenisio Tavares

Amanhã, dia 06 de março de 2018, por força da lei, seremos contemplados com o feriado estadual. A paralisação é justa e faz todo sentido. Afinal, A Revolução Republicana ou mesmo “A Revolução dos Padres” – como também ficou conhecida – foi um evento importante não só para os pernambucanos, como também para o Brasil e às Américas. Pernambuco tornou-se um País, mesmo que por um período curto (pouco mais de setenta dias).
Na comemoração do centenário desse histórico evento, ano de 1917, sob o comando do então prefeito Eurico do Nascimento Valois, inaugurou-se na nossa Vitória de Santo Antão a Praça Leão Coroado. O monumento, nela erguido e que dá nome à praça, é uma referência direta ao ato de bravura promovido pelo Capitão José de Barros Lima, contra o brigadeiro português, após haver recebido voz de prisão.

Muito bem, não obstante nossos antepassados serem referenciados nos livros que contam nossa história, com destaques de bravura e amor à causa, nas mais diversas ocasiões em que se foi preciso guerrear para avançar, tal que a “Batalha das Tabocas” e a”Guerra dos Mascates”, no episódio aludido – Revolução Republicana – nossos irmãos antonenses não tiveram participação decisiva. Muito pelo contrário.
Registros históricos nos permite dizer que os administradores da então Vila de Santo Antão preferiram permanecer em “cima do muro”: “Quanto à Vila de Santo Antão, contudo, podemos afirmar que os elementos que a dirigiam dele não participaram, alheando-se, prudentemente, dos acontecimentos até o momento em que, constatado o fracasso da revolução, tiveram oportunidade de manifestar os seus sentimentos de fidelidade a Portugal”.
Na qualidade de pessoa identificada com a história dos fatos realço, inicialmente, minha decepção com a posição dos vitorienses. Confesso, inicialmente, que essa pesquisa e estudo ainda carece de mais aprofundamento e subsídios, que justificasse a não adesão dos vitorienses nesse importante movimento, na então Capitania de Pernambuco.
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Segue, abaixo, na íntegra, mensagem enviada pelas autoridades locais (vitorienses) da época, ao Governo Interino de Pernambuco, no dia 31 de maior de 1817.
“Ilmos . e Exmos . Srs . do Governo Interino de Pernambuco .
“Banhados de Glória, os nossos corações cheios dos mais vivos sentimentos de amor e fidelidade ao nosso amabilíssimo Monarca e Senhor natural, não cessamos de entoar hinos de louvor ao Senhor Deus dos Exércitos que foi servido livrar-nos do tirano jugo do infame Governo Provisório do Recife, que com a mais negra traição e teimosia, valendo-se do Sagrado Nome do mesmo Soberano, souberam no dia 06 de março, apoderar-se da nossa amada Capital, e tirando a máscara no dia 7, nos subjugaram, usurpando vilmente e com a maior protérvia os sagrados Direitos Natural, Divino e das Gentes, que mandam a amar o Soberano, respeitar os seus decretos, e obedecer todas as suas leis.
“Graças ao Céu sejam dadas que felizmente nos livrou da infame Conspiração que nos oprimiu por dois meses e tantos dias, não prevalecendo os astuciosos enganos de que usaram de promessas de futura felicidade que auguravam e de fingidas e sofisticada liberdade para que os povos mais rústicos lhe dessem crédito e desterrassem dos seus corações o Sagrado nome do amabilíssimo Soberano, que sempre nele reinou, antes servindo aqueles embustes e estratagemas como de materiais combustíveis lançados em fogo ativo que sobem as chamas sem limites fez que o inumerável povo pernambucano, fiel ao seu Soberano, destemido e honrado (uma palavra ilegível) em seus deveres, desprezando os afagos que misturavam os insolentes com ameaças, correram às armas e dispondo-se antes de morrer do que a seguirem tão vil partido, negaram inteiramente obediência ao intruso governo e isto tanto ao Sul, como ao Norte e Centro desta Capitania, sendo esta Vila de Santo Antão uma das primeiras que, zombando dos malvados impostores, inflando o Régio Estandarte no dia 26 de abril próximo passado, quando ainda não havia aqui física certeza da valorosa Tropa de honrado baianos que vinham em nosso auxilio a que a Providencia tem metido nas mãos de VV.SS..
“Este Senado, beijando reverentemente as mãos de VV. SS.., por si e por todos os povos desta Vila e seu Termo, vai novamente ratificar os votos de amor e lealdade ao nosso Augustíssimo Soberano, asseverando-lhe que não há um indivíduo na mesma Vila e Termo que tivesse diferentes sentimentos e fosse capaz de anuir o temerário projeto dos vis assassinos que escandalosamente pretenderam macular o nome dos Pernambucanos. Deus guarde a VV. SS. Muitos anos. Santo Antão, em Veneração. 31 de maior de 1817”.

Com a mudança na administração do tradicional Restaurante Gamela de Ouro, doravante, comandada pelo experiente amigo “Ceará”, a boa música passa a fazer parte do cardápio da trade dos sábados. Além do novo cardápio e da acolhida de sempre, “A Gamela”, com novo visual, recebeu na tarde do último sábado (03) o já conhecido grupo musical da Capital – Made In Recife.
Também abrilhanto a tarde musical, entre outros, o amigo Beto do Cavaco soltou a voz, mostrando que tem talento de sobra. Veja o vídeo.
O amigo “Ceará”, com sua simplicidade e sua já reconhecida vocação para o ramo da gastronomia, agora está no Restaurante Gamela de Ouro, esperando os amigos. Eis aí, portanto, mais uma boa opção na nossa cidade…

O Prêmio Pedro Ferrer de Cultura está sendo proposto no intuito de reconhecer as ações promovidas pelos grupos, artistas e associações, em prol da preservação da História e da cultura da nossa cidade.
Este prêmio tem como objetivo reconhecer os trabalhos individuais ou coletivos, para assim valorizar pessoas e/ou grupos que se destacam na sua área de atuação. Sentimos que há uma necessidade em criar mecanismos como este para garantir e assegurar que os esforços em prol da cultura sejam devidamente reconhecidos. Disso poderá resultar a melhoria dos indicadores de qualidade e desenvolvimento na nossa cidade e consequentemente para o nosso Estado. Através da sensibilização e mobilização da sociedade ao reconhecer a nobre missão de trabalhar com arte.
Com informações da Assessoria de Imprensa
Não afirme o que é o amor
Nada diga e nada fale
Se você ainda vive
É melhor então que cale
Se está vivo não sentiu
O perfume da ilusão
Embebido no amor
Exalado na paixão
A quem indaga o que é o amor
Não preciso responder
Mostro apenas uma flor
Todas nascem pra morrer
Ah, essa morte é enganadora
E de amor tem apelido
Cabelos longos, corpo belo
Escondido num vestido
Me enganou o coração
Me enganou o pensamento
Quando achei que estava vivo
Já morrera há muito tempo
Mas se nascesse novamente
Ao início eu voltaria
Sem amor não sei viver
E assim amando morreria.
João do Livramento.

Olha que foto massa que a gente recebeu da pituzeira e viajante Traveled Fox só pra deixar todo mundo com inveja. Ela tava na Bahia aproveitando o sol, o calor e, é claro, uma caipirinha de Pitú bem geladinha porque ninguém é de ferro, né não? Aí sim, parceira! #vivaaresenha

Você deve tá sabendo que terça-feira, dia 6 de março, é dia de novo feriado em Pernambuco.
Por isso funcionamos em horário especial. Confere e vem pra cá! ![]()
#VPS #suavidamelhor

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Dando continuidade ao nosso projeto cultural – Apelidos Vitorienses – que tem como objetivo realçar os conterrâneos que são mais conhecidos pelos apelidos do que pelo próprio nome, hoje, destacamos a origem da alcunha do produtor cultural Leonardo Edardna de Andrade Lima.
Contou-nos o Leonardo que seu apelido foi colocado e até divulgado por ele mesmo, para “apagar” uma série de apelidos que lhe trazia desconforto, tais como: “Léo Macaco”, “Gereba”, “Carranca”, “Girafa Feia”, “Macarrão”, “Boca de Lôlo” e outros.
Aproveitando-se de um momento midiático, onde se “exaltava” a expressão inglesa do “Bad Boy” – menino mau – Leonardo resolveu, inteligentemente, criar uma identidade e também substituir todos os apelidos que de certa forma lhe incomodava pelo sugestivo “Bad Léo”. Não obstante, ele fez questão de sublinhar: “não sou uma pessoa má”.
Daí pra frente, contudo, ele passou a investir no seu apelido como uma marca pessoal, criando uma atmosfera positiva em torno da sua alcunha. Eis aí, portanto, mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido do que o próprio nome.

Com o título “Prêmio Pedro Ferrer de Cultura” acontecerá no anfiteatro Silogeu Professor José Aragão, no próximo dia 16 de março, às 20h, a solenidade de entrega das comendas aos agraciados distribuídos nas seguintes categorias: Agremiação Carnavalesca, Melhor Ator, Carnavalesco, Escritor, Educador, Companhia de Teatro, Instituição Filantrópica, Mestre Cultura Popular, Personalidade, Artista Plástico, Músico e Instituição de Ensino.

Ao final da Sessão Solene será servido um coquetel aos homenageados e convidado nas dependências do Instituo Histórico e Geográfico da Vitória.

Pilotando o Jornal da Vitória, há décadas, o amigo jornalista José Edalvo, atualmente, configura-se na maior autoridade para falar sobre a história da imprensa escrita local. Desde o primeiro exemplar publicado – 05 de novembro de 1866 – até os dias atuais tivemos inúmeros títulos. Alguns com vida longa, outros com passagens efêmeras.
Dias atrás, aos consultar os livros que contam a história dos nossos antepassados, encontrei dois títulos de jornais – que circularam entre 1954 e 1955 – que, hoje, de partida já seriam considerados “agressivos”.
“O Tarado” e “O Crack” (com essa grafia) estariam em descompasso daquilo que as pessoas acostumaram a chamar de “politicamente correto”. Isso é uma prova inconteste que as “verdades” e os conceitos, em função do tempo, sofrem mutações. Aliás, vez por outra, não custa nada consultar o passado para melhor nos posicionarmos no presente, na perspectiva de errar menos no futuro.

Aproveite a Sexta do Trabalhador e curta as estreias da semana. #SextadoTrabalhador#GrupoCine #VitóriaParkShopping
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Vai me dar uma caneca? Só aceito se for com resenha! HAHAHAHA #vivaaresenha
(Jogralizado para o “Dia da Criança” por uma comissão de professores da Secretaria de Educação e Cultura)
– Olá, meu petiz, peralta vadio
esculte uma cousa, chegue-se a mim…
– Por que está a enumerar
e, cuidadoso a guardar
tanta bugiganga
no seu bolso de “menino levado”,
que só faz diabruras
de ninguém poder mais suportar?
esvazie o seu bolso.
Quero ver
o que, com tanto egoísmo
colecionou
e nele guardou!
– O gente!…
o senhor é fiscal
para me “correr”?
não fiz nenhum mal
para assim proceder.
– Não, meu petiz,
apenas quis
que você mostrasse os brinquedos
que o seu bolso contém,
porque fazendo,
recordo, agora,
o tempo de outrora
quando, como você
era eu menino, também.
– Não se zangue, por isso, amiguinho,
é, com ansiedade
que, movido pela Saudade,
quer ver, se os brinquedos seus
são iguaizinhos aos que foram meus.
– pois bem, velho amigo do papai,
ser feita, agorinha, vai
a sua vontade…
e, aqui, em suas mãos,
o meu bolso de menino
tão traquino,
recheiado de brinquedos
que, só pra você, vou contar
e enumerar
1º) Repare bem: um bonito pinhão
que jogo, sem canseira,
com afiada ponteira, (joga o pinhão)…
e que, de tanto rodar e zunir (apara-o),
fazendo: zum… um… um… um!
parece até dormir,
e, como gente, sonhar, sonhar!
2º) A atiradeira!…
Chi!… com um seixinho
marco o alvo tão certinho
que na escapa
num tremendo: “bateu, morreu! (atira)
3º brinquedo, meu velho
bolinhas de gude!…
ah! nem é bom falar
nas frequentes jogadas
nas calçadas! (joga um instante)
4º) Agora vem o realejo!…
outro brinquedo não vejo,
mais divertido,
que faça sambar
e até rebolar
a meninada
desenfreiada! (toca e samba)
5º) tampinhas de garrafas!…
Com elas faço rodas de carrinhos
que se põem a locomover
em disparada a correr (mostra e movimenta um)
6º) brinquedo: – caixa de fósforos para acender
(acende depressa um fósforo)
– Um perigo!… (grita a mamãe
Com fogo, menino, não se deve brincar
porque um incêndio pode lavrar!
7º) Agora é a vez do apito!…
Lá, em casa, fica tudo taciturno
quando, imitando o Guarda Noturno,
resolvo, então,
sem a devida licença esperar,
apitar, apitar, apitar, assim: (apita forte)
(Continuando a esvaziar o bolso):
– “O restinho nada vale”
filme quebrado
ponta de lápis,
caixa vazia…
– Pronto! Eis, meu amigo,
um bolso recheiadinho
de menino levadinho!
– Então, ficou satisfeito?…
– Mas… que vejo?!… Que é isto?!…
Por que, meu amigo está chorando…
e as lágrimas, assim, enxugando?!…
– E que, também, fui criança,
e, não me sai da lembrança
o tempo que,
como você,
meu petiz,
fui puro, bom,
alegre e feliz!
(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS – pág. 45 a 47).