Momento Grau Técnico Vitória

Hoje é o dia Internacional contra a Discriminação Racial e dia Internacional da Síndrome de Down: um momento importantíssimo para que possamos refletir sobre nossas diferenças e o respeito à elas. Todas as pessoas merecem nosso respeito, independentemente da cor, orientação sexual, condição social ou necessidade especial. Levante esta bandeira! #GrauTécnico

Atenção Autoridades: risco iminente de acidente fatal na Avenida Henrique de Holanda!!!

Certamente para os condutores de veículos que transitam na movimentada Avenida Henrique de Holanda, aos sábados pela manhã, o que vou abordar nessa postagem é algo que já deve haver lhes passado pela cabeça. Gostaria de dizer, , antecipadamente, que não estou aqui julgando ninguém, muito menos descriminando quem quer que seja. Muito pelo contrário: estou chamando a atenção das pessoas,  e principalmente das autoridades,  para um risco iminente de tragédia com vitima fatal.

A bronca é a seguinte:

No semáforo que regula a passagem dos veículos,  no cruzamento da Antiga BR 232 com a via conhecida como “Subida da Morepe”, um cidadão, portador de uma deficiência física que não lhe permite usar as penas da maneira convencional, toda vez que o sinal fecha – no sentido Vitória/Gravatá – circula por entre os veículos para pedir ajuda financeira.

A questão não está em ajudar ou não ajudar. Cada qual age de acordo com seu desejo e suas posses. O maior problema, contudo,  está na dificuldade técnica do condutor do veiculo – moto ou carro – sobretudo dos mais altos – caminhonetes, caminhão e ônibus – conseguir enxerga-lo na via, uma vez que ele – como pouco mais meio metro – se desloca, por entre os veículos,  de um lado para o outro na faixa de rolamento. Aliás, não sei dizer se o cidadão é daqui da Vitória ou é de fora da cidade. Isso é o que menos importa. O direito de ir e vir do cidadão, consagrado na nossa Constituição, deve ser preservado a toda as pessoas. Isso é Lei e deve ser  compreendido.

Portanto, fica o nosso alerta às autoridades locais: prefeito, vereadores, promotores de justiça e juízes, polícia militar, corpo de bombeiro, guarda municipal e entidades de classe voltada às pessoas com alguma dificuldade de locomoção. Se a pessoa citada na matéria estiver  precisando de ajuda material e/ou psicológica e/ou acolhimento, deverá a mesma ser atendida, naquilo que determina a legislação em vigor.

Para qualquer pessoa que conduz um veiculo e tem um mínimo de noção, essa situação é perigosíssima e complicada. Veja o vídeo:

Prêmio Pedro Ferrer de Cultura: VIDA LONGA AO MESTRE PEDOCA!!

Assim como tantos outros nomes que participaram ativamente da vida cultural da nossa cidade, desde os tempos da “Atenas Pernambucana”,  mas que já fizeram a viagem sem volta, o professor Pedro Ferrer, com o seu trabalho, talento e dedicação, também já construiu o seu  lugar ao sol,  naquilo que poderíamos chamar de seleto grupos dos grandes vitorienses – antonenses, como ele prefere nominar  ou santonense, como imagino ficar mais bonito.

Sem exaltar aqui os seus predicados como intelectual e pessoa viajada pelos quatro cantos do mundo e até de já haver residido no velho continente, para se aprofunda nos estudos,  “Pedoca” é detentor das mais sublimes ferramentas do saber, inerentes aos grandes mestres: a curiosidade e a humildade.

Desprendido de vaidades bobas e do patrimônio material, Pedro é reconhecidamente um homem de fé. Sua formação familiar e religiosa lhe permite olhar a vida por outro prisma. De sorte que podemos contar com a experiência das mais de sete décadas vividas do nosso presidente do Instituto Histórico, para que o mesmo continue  irradiando seu alto astral e desejo de promover cultural na nossa aldeia – Vitória de Santo Antão. Vida longa ao Pedoca!!!

Na nossa Vitória a fogueira também continua queimando por São José…

Ontem, 19 de março, foi o dia de São José. Na cultura nordestina a data tem muita simbologia. É o dia de plantar o milho para, três meses depois, se colher nas festas juninas, dedicadas aos três santos: Santo Antonio, São João e São Pedro.

A nossa tradição em acender fogueira foi trazida pelos nossos colonizadores europeus. Há explicações atinentes às comemorações das colheitas, mas, pelo fato de sermos um País eminentemente religioso, prevalece a questão ligada à fé católica.

Mesmo em tempos “bicudos” há quem mantenha as tradições. Na noite de ontem, por exemplo, registrei, apenas na Rua Silvino Lopes, no bairro do Cajá, duas figueiras em chamas. É bem verdade que atualmente há, também, quem reclame dos efeitos dessa tradição evocando os novos conceitos ecológicos e saudáveis.

Momento Cultural: Magistério – por João do Livramento

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Verdadeira é a nação

Que educa suas crianças

Pois nas mãos do professor

É renovada essa esperança

Pra formar um engenheiro

Ou até mesmo aviador

Se quiseres ser dentista

Tens que ter um professor

Só se faz qualquer doutor

Ensinando desde o início

Não importa a profissão

É dependente deste ofício

Das profissões é a maior

Um sacerdócio sem batina

Dedicado a muitas vidas

Sendo a luz que ilumina

Todo dia um ensinamento

A cada aula uma lição

Deus proteja todos eles

Que abraçaram esta missão

O magistério é divino

Se exercido com amor

Obrigado a todos mestres

Obrigado professor!

João do Livramento.

Marielle Franco: mais um caso urgente para ser desvendado na “Cidade Maravilhosa”.

Olhando pelo retrovisor do tempo pouco mais de uma década nos separa do estrondoso lançamento da película cinematográfica nacional “Tropa de Elite”. Para os cariocas dos morros,  uma espécie de documentário real. Já para os brasileiros mais afastados dos grandes centros e pertencentes às classes mais bem situadas socialmente, uma ficção! Algo, por assim dizer, surreal. Hoje, a grande mídia e as redes sociais nos retratam com fidelidade tudo aquilo que foi visto,  em tempo real. Já “familiarizados” com o roteiro,  assistimos a tudo isso sem nos sobressaltarmos.

O recente e trágico evento ocorrido na “Cidade Maravilhosa”, que ganhou proporções internacionais por envolver uma vereadora, é mais um! Igual a tantos outros… o problema não é saber quem matou ou quais foram os mandantes da morte da ativista social Marielle Franco. Com efeito, proponho outra pergunta: à quem interessa um “estado de poder” paralelo, dentro de uma “Estado Legal”, amparado por uma Carta Constitucional?

No Rio de Janeiro, todos os dias, muito antes da morte da parlamentar, filada ao Psol, se assassina o “Estado Brasileiro”, mutila-se a Nação e subtrai do patrimônio do povo a esperança da tão a sonhada Justiça Social. Quando se executa uma juíza de direito em via pública – Patrícia Acioli – quem sangra e agoniza nos asfalto é o estado de direito. Quando uma criança é vítima de bala perdida ainda dentro do ventre da mãe, nascer, algo natural, não seria mais o desejo de ninguém.

Matar a sangue frio uma parlamentar eleita com o voto do povo de cuja proposta eleitoral encontrou eco em mais de 46 mil vozes é dizer, de maneira clara e sem meias palavras, que nossa democracia é obra para inglês ver. A grande igualdade é respeitar e conviver com os diferentes.

Também não podemos achar que a extinção da polícia militar seja algo minimamente razoável. Esse é um discurso que depõe contra os ativistas, afinal, isso coisa de “gang”, ou seja: executar companheiro e colocar a culpa nos outros.

Para o povo do Rio e toda Nação brasileira continuar apoiando a intervenção militar no referido  Estado, como bem demonstram as pesquisas de opinião publicas, recentemente divulgadas,  não obstante tantas outras providencias urgentes, faz-se imperativo apresentar os assassinos e todo “mapa” dessa macabra operação, com roteiro ainda imprevisível, afinal, um bom discurso surgiu, sobretudo  para aqueles que já não conseguiam encontrar sentido e coerência naquilo que bradavam.

A grande pergunta é: a quantos segmentos interessa o Rio de Janeiro ser dominado pelo “estado paralelo”? Ao que parece, lá, na Guanabara, os principais atores de um (comando) dialogam muito bem com os chefes  do outro, motivo pelo qual –  imagino –  os dois serem irmãos siameses. VALE RELEMBRAR O DEPOIMENTO DO ENTÃO (FICÇÃO) CAPITÃO NASCIMENTO.

Premio Pedro Ferrer de Cultural homenageou personalidades vitorienses.

Conforme anunciado aconteceu na noite da sexta (16) no Teatro Silogeu José Aragão a primeira edição do Premio Pedro Ferrer de Cultura. A iniciativa buscou homenagear pessoas e/ou instituições que contribuem para o engajamento cultural do município.

O nome do professor Pedro – atual presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – é hoje uma espécie de unanimidade no que se refere ao incentivo, apoio e participação na mais variadas/diversas manifestações populares no nosso torrão – isso é fato!! Na abertura do evento uma projeção em forma de  documentário realçou um pouco da vida do professor Pedro.

De maneira plural o evento buscou homenagear destaques nas seguintes categorias:

Agremiação Carnavalesca – Clube de Fado Taboquinhas,
Ator – Bad Léo,
Escritor – Valdenite Moura,
Carnavalesco – Guilherme Pajé,
Companhia de Teatro – Máquina Teatral,
Educadora – professora Salete,
Instituição Filantrópica – AMA,
Mestre da Cultura Popular – Nestor Pedro,
Personalidade – Dona Nininha,
Instituição de Ensino – Escola Municipal Mariana Amália,
Músico – Beto do VR-7
Artista Plástico – Almir Brito.

Com a casa lotada, ao final do evento, o professor desceu do palco e se pronunciou próximo aos convidados e homenageados. Segundo ele, o que menos importa é o nome – Pedro Ferrer – que foi dado ao premio. Disse ele: “eu não sou nada nesse premio”. Com o fim da premiação um coquetel foi serviço nas dependências da “Casa di Imperador”. Veja o vídeo.

8 Razões para fazer o curso de Iniciação ao Teatro. (Nº 06 é show!)

*Durval Cristóvão – professor, ator e diretor de Teatro pela UFPE. Foto: arquivo pessoal

O teatro é uma atividade que envolve o aluno em todos os sentidos: trabalha a postura corporal, a respiração, a fala, desenvolve a leitura e, principalmente, é uma ferramenta para a vida profissional em qualquer área de atuação. Ótimo para o corpo e para a mente. Elencamos alguns motivos pra você vir fazer o curso com o professor Durval Cristóvão:

  1. Desenvolve processos mentais como concentração, memorização e imaginação: Nas aulas de teatro o aluno precisará de muita concentração para poder lidar com texto/personagem e ao mesmo tempo ter o domínio de suas percepções como ator. A memorização também será um dos exercícios da aula, pois não só os textos, mas também as ações serão alvo deste exercício tão importante para a mente.
  2. Desenvolve competências e habilidades sociais como empatia, tolerância e trabalho em equipe: Durante as aulas de teatro os jogos e atividades serão a ponte para os relacionamentos. A interação entre personagens em um texto, ou mesmo os momentos de criação e performance em conjunto fazem parte disso. Tudo viabiliza o aprimoramento das relações sociais, a partir do conhecimento de si e do outro.
  3.  Desenvolve seu potencial de criatividade, espontaneidade e de improvisação: Através de exercícios de improvisação a criatividade é despontada e estimulada, desenvolvendo o raciocínio rápido.
  4.  Aumenta a autoestima: Os jogos teatrais estimulam as relações interpessoais e a iniciativa, descobrindo gradativamente seu potencial humano e artístico.
  5. Desenvolve sua expressividade corporal e vocal: Nesse aspecto o teatro é ótimo para auxiliar no desenvolvimento estudantil e profissional. A capacidade de se relacionar com uma plateia é um aprendizado que certamente será útil em todas as áreas de trabalho
  6. Melhora a capacidade de compreender e de lidar com conflitos em relacionamentos interpessoais em diversas situações: O teatro coloca o ator em situações completamente diferentes e inusitadas, as cenas, os jogos e os processos que envolvem a aula dão ao aluno a oportunidade de experimentar e desenvolver suas capacidades.
  7. Melhora a capacidade respiratória, a resistência física, a flexibilidade, coordenação e mobilidade corporal: Através do treinamento físico, o teatro auxilia na manutenção de um corpo sadio, flexível e pronto para o jogo teatral.
  8. Envolvimento com a arte e a cultura de modo geral: Contato com todas as formas de arte: interpretação, dança, literatura e artes visuais através da cenografia. O teatro é uma arte completa! O curso tem duração de três meses com direito a certificado. Os alunos de Escola Pública têm descontos especiais e as inscrições podem ser feitas na CENH (Centro Educacional Novo Horizonte), por trás do Bradesco. Corre! Qualquer dúvida liga para o 9 8716-4418 (zap). *Durval Cristóvão é ator e diretor de teatro, professor de teatro e de filosofia formado pela UFPE. Entre outros inúmeros trabalhos, Durval participou de Rei Lear no meu quintal, direção de Mariane Consentino. WOYZECK, direção de Roberto Lúcio. Como diretor: Uma Antígona para Lúcia, direção Durval Cristóvão e Luís Reis. Dirigiu o Romance dos dois Soldados de Herodes, peça escrita pelo Vitoriense Osman Lins.

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).