Uma boa mensagem. Um bom exemplo de história de vidas compartilhadas……

Republicado por um jornal da capital, recentemente, tomei conhecimento de uma matéria do famoso e respeitado “The New York Times” na qual realçou um fato curioso que ocorreu no interior da Alemanha, lá do outro lado do Atlântico.

Não irei dar-me ao trabalho de escrever as palavras em alemão – dá um trabalho danado. Irei, contudo, apenas narrar o fato:

Em um vilarejo agrícola do interior da Alemanha, com cerca de 1.500 habitantes existia, há 60 anos,  uma cervejaria que serviu e atuou como ponto de convergência da comunidade. Foi lá, por exemplo, nas festas e datas comemorativas, que muitas crianças e jovens se conheceram, depois namoraram e se casaram. Muito deles, atualmente, refazem com os netos o mesmo que fizeram com os filhos, ou seja: continuam frequentando o mesmo ambiente.

Eis que o dono do estabelecimento, um senhor com quase 90 anos e fundador  da cervejaria que foi seu ponto laboral a vida inteira, dormindo, fez a viagem sem volta. Sem sucessor natural para o negócio, o mesmo foi fechado. Economicamente inviável, na visão das grandes redes do gênero, o negócio acabou ficando sem serventia para a comunidade.

Tocados pela ideia do pertencimento, os moradores da localidade,  numa espécie de cooperativa,  assumiram o negócio abrindo o capital da empresa para investidores externos sem perder o controle administrativo, muito menos as características e  o formato da atividade de fim da cervejaria que,  majoritariamente, era ser voltada e direcionada  aos eventos e necessidade da convivência dos moradores locais.

Moral da história: todos os dias o “mundo real” nos inclina a pensar  que o que  é meu,  é apenas meu! O que pertence aos outros é problema  deles……Mas, afinal, como poderemos construir o tão sonhado nosso?

Dividir o que nos pertence sem que, necessariamente, eu leve o meu pedaço para casa é, imagino, ser um dos  grande desafios  da humanidade  nesse  alvorecer do século XXI.  O drama humanitário das migrações está na ordem do dia, sobretudo  nas cabeças pensantes do capitalismo,  tendo em vista à  nova revolução industrial em curso, diga-se de passagem:  em estado  avançado………..

CONVITE: Instituto Histórico da Vitória.

No mês de novembro próximo realizaremos diversas atividades enfatizando a importância da Educação das Relações Étnico-Raciais. Entre elas realizaremos uma Conferência sobre: As Conquistas e os retrocessos dos Direitos da População Negra, com enfase na Lei 10.639/03.  Convidamos para o debate a ilustre dra Lívia Sant Anna Vaz, Promotora de Justiça e Coordenadora dos Grupos de Atuação Especial de Defesa da Mulher e da População LGBT (GEDEM) e de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (GEDHDIS). Contamos com sua presença, evento gratuito e que disponibilizará certificado valendo hora/aula.

Momento Cultural: SORRISO DE CRIANÇA – por ADJANE COSTA DUTRA.

Tão pequenino Netinho…
Teu sorriso terno de criança…
Alegremente acalentas doces travessuras,
de lá pra cá,
de cá pra lá.
Netinho tão pequenininho…
E de lá pra cá,
de cá pra lá.
A correr alegremente,
bateu cá na mesa.
Tão pequenininho Netinho,
com teu sorriso de criança.

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – 1995 – pág. 21).

HORA DE PENSAR – por Sosígenes Bittencourt.

Eu sempre tenho a impressão de que alegria é bênção e tristeza é padecimento. Por isso, quando estou alegre, penso em Deus, e, quando estou triste, penso em mim. Acho que tudo é resultado da ação do homem, o bem à bondade, e o mal à maldade. Ninguém quer acreditar que tem uma parcela de culpa e, como consequência, um saldo de padecimento. O pecado humano é VONTADE PERMISSIVA DE DEUS. No entanto, Deus não nos abandona, concedendo-nos o DISCERNIMENTO, a perfeita noção do BEM e doMAL.

Sosígenes Bittencourt

Nesse segundo turno exitem cinco opções para seguir e não apenas duas, como se fala…….

Outro dia estava numa roda íntima de conversa. Na mesma, uma eleitora convicta do presidenciável Jair Messias Bolsonaro tentava convencer uma das jovens presentes pelo sufrágio, no próximo dia 28 de outubro, à direita. Com boa capacidade de argumento a jovem disse não encontrar nenhum entusiasmo para hipotecar voto na figura de um sujeito que em nada representava o que ela pensa. Não obstante, em ato contínuo, reconhecer que o projeto apresentado à esquerda, em função das muitas revelações de corrupção,  havia lhe decepcionado por demais. Confidenciou, a jovem, encontra-se bastante confusa.

Solicitado a opinar nessa bola dividida disse que ela não era obrigada a ficar entre a “cruz e a espada” ou mesmo “morrer queimada ou afogada”. Na verdade, nesse segundo turno presidencial, haviam cinco possibilidades postas, todas previstas no jogo democrático do nosso País. A primeira opção  seria tomar a decisão de não comparecer ao local de votação. Posteriormente ela pagaria a multa e tudo resolvido. Abstenção também é um recado ao sistema, mesmo que  seja um tanto difuso.

Votar “nulo”, em tese, representa um protesto. Votar pelo “branco” seria um recado claro que as duas opções postas não lhes representa. isto [e fiquei sem ter em quem votar,  por não acreditar em nenhum dos dois. Até porque votar é um direito e como senhor do meu direito posso abrir mão de não usa-lo. Isso também democrático.

Ainda me reportando ao bate-papo eleitoral,  acima mencionado, exemplifiquei, na ocasião,  que na disputa do segundo turno de 1989 –  entre o Lula e o Collor – ocasião em  optei pelo “Caçador de Marajás” o tempo passou e ele me mostrou que eu erraria também se tivesse feito a opção pelo “sapo barbudo”. Se lá atrás eu tivesse a visão que tenho hoje, sem nenhuma dúvida iria de “branco”.

Sem essa de que “não deixe os outros decidirem por você”, até porque é o volume de votos para deputado federal que serve de calculo para o pomposo fundo eleitoral, motivo pelo qual o sistema alimenta certas “verdades” mentirosas.

Em um exemplo mais recente, chegamos em 2014. Dilma X Aécio. Outras duas “malas sem alças” (quadrilha do PT ou quadrilha do PSDB). Para quem vota sem ser, majoritariamente tocado pelo viés emocional ou mesmo comportamental,  escolher entre o ruim e o pior não é uma tarefa das mais fáceis. Aliás, apenas quatro anos mais tarde, a Dilma foi rejeitada pelas urnas e o Aécio  virou uma espécie de “lepra política”.

Resumo da ópera: a dita cuja eleitora continua rejeitando as duas  principais possibilidades mais debatidas. Depois que disse a ela que o meu voto em Collor, para mim, é uma espécie de nódoa eleitoral,  acredito que ela irá votar com uma camiseta na cor branca, para ficar em paz consigo mesma.

O projeto “Quarta as Quatro” promoveu momento cultural na Vitória de Santo Antão.

Dentro do programa “Quarta as Quatro”, promovido pela UBE – União Brasileira dos Escritores (Recife) – aconteceu na tarde de ontem (24) a edição de número 698. O local escolhido para o encontro foi o Auditório José Aragão (Faintvisa), aqui, nas terras antonenses.

A AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência, representada por um grupo de acadêmicos, marcou presença no evento de cunho eminentemente cultural. No palco, além de homenagens e  reconhecimentos, poetas e escritores tiveram a oportunidade de expressar suas respectivas habilidades literárias.

O fechamento do evento, por assim dizer, se fez de maneira descontraída e interativa no qual os escritores das mais variadas tendências tiveram possibilidade de “trocar algumas figurinhas”.

Momento Cultural: JÁ QUE TE FIZ SOFRER – por Heitor Luis Carneiro Acioli.

Que crueldade fiz a ti! É imperdoável o que te fiz. Mas “minha fada”, não me deixe! Prometo os sete mares velejar para pôr um fim naquilo que te faz sofrer. Se te fiz algo errado, perdão e volta pra mim! Vou até o fim do mundo pra me redimir contigo.

Se quiseres que eu extinga minha vida, farei sem problemas, afinal é o mínimo que posso fazer, já que te fiz sofrer.

(Meu jeito em versos e prosas – Heitor Luis Carneiro Acioli – pág. 03).

ESTUDANDO PORTUGUÊS – por Sosígenes Bittencourt.

Pérfuro-cortante ou Perfurocortante?

Eu preferiria estar falando de faca peixeira para os vendedores de peixe, mas, infelizmente, estou falando para os estudantes de Direito e os profissionais da área médico-legista.

Quando forem escrever a palavra “perfurocortante”, lembrem-se de que deverão se reger pelo Vocabulário da Língua Portuguesa em vigor a partir de 2009.

Segundo o VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), a palavra “perfurocortante” é um adjetivo que serve aos dois gêneros, masculino e feminino, ou seja: a lâmina perfurocortante e o instrumento perfurocortante. Depois, a sílaba tônica é “tan”, fazendo com que, por JUSTAPOSIÇÃO das palavras, o acento da palavra “pérfuro” obviamente desapareça.

Escreva-se, portanto, PERFUROCORTANTE e, pela mesma explicação, PERFUROINCISO e PERFUROCONTUSO.

Por exemplo: A vítima foi abatida por instrumento PERFUROCORTANTE.

Já no caso de usar PERFUROINCISO e PERFUROCONTUSO, você terá de flexioná-las quanto ao gênero.

Por exemplo: A vítima foi abatida por arma PERFUROINCISA ou PERFUROCONTUSA.

Ortográfico abraço!

Sosígenes Bittencourt

Banda de Colégio 3 de Agosto conquistou mais uma taça para Vitória de Santo Antão.

Recebemos com alegria e o devido reconhecimento a notícia de que a Banda Marcial do Colégio Municipal 3 subiu no lugar mais alto do podium mais uma vez. No último dia 21 de outubro sagrou-se  campeão da  ” X Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras”. O evento ocorreu na Secretaria de Educação do nosso Estado, em Recife.

Para comemorar mais essa conquista a direção do educandário ( como gostava de dizer o Doutor Mário Bezerra), sob a coordenação do atual gestor, Max Bleey, juntamente com maestros componentes da banda,  corpo docente, funcionários e alunos promoveu um verdadeiro dia de festa na quadro do referido colégio.

Indiscutivelmente a Banda do Colégio Municipal 3 de Agosto é uma referência para nossa cidade no que diz respeito à formação musical de jovens. Um extrato positivo daquilo que podemos chamar de foco, trabalho e seriedade. Parabéns para todos que de forma direta e indireta contribuíram para essa e tantas outras vitórias……..

Governador Calos Valle visita o Rotary Clube da Vitória de Santo Antão.

Em visita oficial a nossa cidade, ontem (23), mais precisamente às atividades desempenhas pelo Rotary Clube da Vitória de Santo Antão que promove  com o devido afinco e a protocolar seriedade exigira  às boas práticas da solidariedade universal, o governador do distrito, Carlos Valle, apenas endossou todas as atividades. Disse ele: “o trabalho desenvolvido aqui é um exemplo”.

Em ato de conclusão, por assim dizer, sob o coordenação do atual presidente, Paulo Lima, aconteceu no horário noturno, em sua sede, localizado no bairro do Livramento, uma reunião da entidade (Rotary) para o fechamento das atividades. O rotariano Manoel Camilo,  expressou, em números, um roteiro das atividades desempenhada ao longo do ano. Aos presentes um jantar foi servido.