Depois da primeira dose, nada de inventar de subir no pé de coco, pra saber se o coco é oco, meu povo. E, é claro, também não dirija.
Eu te amei tanto…
foste meu tudo:
– um lírio da Judéia
que teceu de perfume um manto
e, bem de leve, de mansinho, mudo,
vendou-me os olhos e envolveu-me a idéia…
E como um passarinho esvoaçante
sobre a minha existência outrora calma,
a mais linda canção tu me ensinaste
porque entraste, cantando, na minh’alma.
Resolveste fugir do meu destino.
Desviaste do meu, o teu caminho
e deixaste, num louco desatino,
meu triste coração sofrer sozinho…
Hoje és somente uma ave sem guarida;
o amargurado sonho que sonhei;
uma folha seca na haste da minha vida,
a cantiga mais triste que cantei…
Henrique de Holanda Cavalcanti, último filho do casal Joaquim-Olindina de Holanda Cavalcanti, nasceu na Vitória (de Santo Antão) aos 7 de março de 1909. Muitíssimo inteligente, desde criança demonstrava seus pendores intelectuais e escrevia pequenas crônicas e poesias para jornais locais. Poeta nato, escreveu muitos poemas, tendo publicado, em 1946 o livro NO BRASIL QUANDO ANOITECE. Faleceu aos 25 de novembro de 1947. Foi publicado, posteriormente, MUITAS ROSAS SOBRE O CHÃO dado o interesse do Prof. José Aragão.
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Mas, para tanto, é preciso saber fazer bom uso da VONTADE PERMISSIVA de Deus. Ou seja, Deus nos permite fazer escolhas e arcar com consequências. Por isso, não nos abandonou, dando-nos DISCERNIMENTO para avaliar o BEM e o MAL. Não há controle remoto monitorando nosso destino, o que você é faz a sua história.
Sosígenes Bittencourt
Ouça a música “Receita“, composta por Aldenisio Tavares e Wendell Nogueira, na interpretação de Serginho Farineli . A canção é integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”, lançado pelo compositor, uma homenagem dos compositores para o ECC (Encontro de Casais com Cristo).
Aldenisio Tavares
Com a primeira parcial dos votos, emitida pelo TSE, apontando vantagem segura para o candidato a presidente Jair Messias Bolsonaro, assim como em todo Brasil, os antonenses simpáticos ao seu projeto também ganharam as ruas para comemorar.
O Pátio da Matriz, tal qual como ocorre em vitórias eleitorais locais e conquista de campeonatos de futebol, foi o mais movimentado. Por lá, a partir da decretação oficial do resultado, muitos fogos e muita zoada!! Eleitores vestidos nas cores da bandeira nacional “ desfilaram” para exibir a alegria da conquista. Veja o vídeo.
Carros com o som ligado, camionetes com pessoas na caçamba e até um paredão de som “puxando” um sem números de motoqueiros serviram de mais animação e para os grupos que lá se fixaram para beber e comemorar.
Esses, portanto, foram alguns lances e imagens que marcaram o “carnaval improvisado” dos eleitores do agora Presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Doravante, independente de qualquer coisa, devemos baixar a guarda, pacificarmos-nos enquanto Nação e seguir a em frente até porque o novo mandatário precisará do apoio e da paciência de todos nós para tentar fazer o melhor!!!
A eleição do domingo (28) foi tranquila em todo País, segundo noticiário da grande imprensa. Na Vitória de Santo Antão, idem. Durante todo dia observamos uma movimentação bem acima de um domingo normal, mas sem nenhum transtorno ou problemas de trânsito ou “algazarra eleitoral”.
Ao prédio da FAINTVISA, local que passei a votar após o recadastramento da biometria, comparecei praticamente no mesmo horário. Por lá, nada de filas ou aglomeração, tal qual no primeiro turno. A rapidez na efetivação do sufrágio na urna – apenas em um candidato – verdadeiramente foi o motivo número um da fluidez.
Apesar da proibição da velha prática dos “santinhos” jogados nos cantos da rua, no caso, próximos ao principal acesso da FAINTVISA, apenas demonstra que a mudança do Brasil,- que precisa mudar de verdade – não deve ser apenas uma obrigação dos políticos, mas, de maneira geral, também dos seus apoiadores e da população em geral. Tenho absoluta certeza que não foi o Capitão Jair Messias Bolsonaro – muito menos seus filhos – que jogou esses “santinhos” no chão, cometendo, então, “crime eleitoral”. Foi sim, quem votou nele, inclusive, por querer um País sem corrupção e com novas práticas na política. Ou seja: UM PAÍS HONESTO!!!!
Nas últimas 48 horas que antecederam o pleito do domingo, do histórico dia 28 de outubro de 2018, fizemos alguns registros realçando a movimentação espontânea dos antenenses que abraçaram as ideias e vestiram, literalmente, a camisa dos seus respectivos candidatos.
Na noite da sexta (26) aconteceu uma grande movimentação – no formato carreata – nas ruas centrais da cidade, promovido pelos apoiadores da candidatura do presidenciável Fernando Haddad. Registramos a passagem do grupo pelo Pátio da Matriz. Veja o vídeo.
Já no sábado (27) pela manhã, apoiadores das duas candidaturas – Bolsonaro e Haddad –munidos de bandeiras, camisas e panfletos, se posicionaram em dois pontos estratégicos da movimentada Avenida Mariana Amália para “fazer barulho” na tentativa do convencimento dos indecisos que por transitavam pelo local.
Na ocasião, gravamos um vídeo com os dois grupos. Ambos se mostravam animados. Veja o Vídeo.
28 DE OUTUBRO – DIA MUNICIPAL DO TURISMO E ANIVERSÁRIO DA ORQUESTRA ARCOVERDENSE DE RITMOS AMERICANOS, A SUPER OARA!!!!
PARABÉNS!!!!!
Num dia como o de hoje, há 60 anos atrás, surgia em Arcoverde uma pequena orquestra fruto da iniciativa de um músico filho da cidade pajeuzeira de Carnaíba das Flores que, ao lado de alguns abnegados arcoverdenses, fundaram a que hoje conhecemos, admiramos e que é aclamada Brasil afora – Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos, a SUPER OARA.
O tempo passou, a orquestra cresceu, ficou famosa e o Maestro Egerton Verçosa do Amaral – o filho de Carnaíba das Flores e, posteriormente, filho adotivo de Arcoverde e por diversas vezes homenageado, inclusive com o título de Comendador – viu a data de aniversário de sua orquestra ser imortalizada a partir do momento em que, através da Lei Municipal nº 2.543/2018, o 28 de outubro passa também a ser considerado o DIA MUNICIPAL DO TURISMO – importante efeméride a ser comemorada em todo o território municipal, doravante, sempre nesta data.
Porém, como hoje, domingo 28 de outubro, coincidiu com o segundo turno da eleição presidencial, infelizmente não se pode realizar alguns eventos previamente planejados para lembrar a tão significativa data. Fica, pois, o registro e a certeza de que no próximo 28 de outubro, em 2019, possamos celebrar o DIA MUNICIPAL DO TURISMO com tudo que a data merece, não apenas pelo seu simbolismo, mas, sobretudo, para homenagear o aniversário da trajetória de sucesso da Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos (SUPER OARA), a Rainha das Orquestras Brasileiras, juntamente com o legado do seu fundador – o emblemático Maestro Egerton Verçosa do Amaral, o popular e querido Beto da Oara.
Portanto, VIVA O DIA 28 DE OUTUBRO – DIA MUNICIPAL DO TURISMO E ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DA ORQUESTRA SUPER OARA, ícone histórica da cultura musical arcoverdense, nordestina e brasileira!!!!!
– Albérico Pacheco.
Misturar cores sóbrias e vibrantes, com peças mais despojadas, é a cara da estação. Na #MisterVictor você encontra as novidades da coleção primavera/verão. Vem dar uma olhadinha!
Os estudantes da Turma de Enfermagem realizaram visita pedagógica a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Getúlio Vargas. A visita foi orientada pelo instrutor Anderson Lacerda e teve o objetivo principal de levar os estudantes a vivenciar as práticas profissionais aplicadas nos setores que atendem pacientes em situação crítica ou de risco. As visitas pedagógicas oportunizam os estudantes a vivenciar na prática os conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas em sala de aula.
A quentura que está fazendo não está no termômetro. No meu tempo, dir-se-ia que era a canícula abrasadora; que, no sertão, galinha estava botando ovo cozido, e vaca dando leite em pó. E seria só. Hoje, tem explicação. É o Buraco da Camada de Ozônio, que estão afolozando. Até as crianças já ouviram falar em Gás Carbônico e Efeito Estufa. Rendilharam a peneira do sol. Os raios vêm diretinho na pele, no calçamento, no juízo dos moradores da terra. Isso porque ninguém quer saber de conselho de ecologista, ambientalista, e outros tenebrosos profetas do final dos tempos. Nem querem saber das gerações futuras, embora venham a ser os próprios filhos, seus netos, pessoas que dizem amar. Parecem comungar a frase “Depois de mim, o dilúvio”. Desprezam a natureza em nome de riquezas passageiras, pois o tempo corre célere, e a morte é desprovida de matéria. Sequer se amam, pois poluir o meio ambiente é uma forma de lambuzar-se.
Outro dia, deu uma ventania aqui na cidade tão forte que quase altera a posição do município. Um matuto me contou que suas galinhas foram parar no terreiro do vizinho.
Já deu enchente por aqui de geladeira boiar e aventureiro abrir latinha de cerveja no roldão das águas, entre cobras e lagartos.
O falecido barbeiro Moisés recitava uma quadrinha mesmo assim:
O sertanejo, ao nascer,
Tem seu destino traçado,
Se de sede não morrer,
Por certo morre afogado.
Só relembrando Drummond: Êta vida besta, meu Deus!
Sosígenes Bittencourt
O canto e a música de EDMILSON BANDA SHOW.
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Aldenisio Tavares
Mergulhando nos arquivos que contam a história dos nossos antepassados, dos vitorienses filhos do eremita Santo Antão, continuo encontrando muitos fatos intrigantes. Acontecimentos, ocorridos há cera de um século e meio, que 99,99% da população atual desconhecem completamente. Se narrados, muita gente vai dizer que é coisa de filme de terror!
Já imaginou famílias inteiras morrendo dentro de casa, de maneira rápida e sem qualquer medicamento ou assistência médica para socorrê-las? Pensar, então, que quando uma criança negra conseguia sobreviver desse verdadeiro holocausto, algumas eram recolhidas por mercadores e vendidas no sertão como escravos?
Com efeito, espiar centenas de fogueiras ardendo em fogo alto, dia e noite, para debelar o mal invasor, causador do maior pavor já vivenciado pelos nossos irmãos antonenses, fossem eles ricos ou pobres, brancos ou pretos, instruídos ou analfabetos?
Como mensurar, então, o que se passava na cabeça de uma pessoa que nas suas horas derradeiras se deslocavam para as proximidades das suas covas para não dar trabalho aos seus familiares, no transporte dos seus corpos?
Nesse período, por assim dizer, POR conta dos corpos insepultos, apenas os urubus viveram na fartura……Tudo isso, num só tempo, aconteceu na nossa Vitória de Santo Antão………..