CORRIDA COM HISTÓRIA – 76 anos do Colégio 3 de Agosto.

Hoje, 13 de outubro de 2021, o Colégio 3 de Agosto completa 76 anos de relevantes serviços prestados ao nosso povo, em especial à educação antonense. Foi o então prefeito Coronel José Joaquim da Silva que em 1945 efetivou o ensino secundário na nossa cidade criando o então “Ginásio 3 de Agosto”.

Por dever de justiça, devemos lembrar que ainda na década de 1930, dois grandes baluartes da educação antonense, com ousadia e empreendedorismo, Padre Felix Barreto e Mestre Aragão, desbravaram no ensino secundário na nossa cidade, criando o “Ginásio da Vitória”, nesse mesmo prédio, que antes já havia funcionado um hotel – Hotel dos Viajantes.

Já na década de 1960 o então prefeito José Augusto Ferrer de Moraes lhe equipa com o curso do “cientifico”, passando a se chamar “Colégio Municipal 3 de Agosto”. Em fevereiro de 1971, com ampliação, as dependências do referido educandário serve de embrião para a primeira faculdade da Vitória, hoje – FAINTVISA.

Efetivamente, após os chamados testes de admissão,  a unidade de ensino começou operar em março de 1946, logo sendo motivo de muito desejo das famílias locais. Ao longo das décadas, diretores professores e sem números de alunos emolduraram com o maior brilhantismo o nosso mais importante núcleo educacional. Essa é mais uma contribuição à memória local, do nosso projeto que atende pelo simpático nome de: CORRIDA COM HISTÓRIA. 

 

CANTINHO DO BAR BRASIL 189 – por Jones Pinheiro.

A nossa convidada de honra é a escritora Rosângela Martins, formada em Jornalismo e tem pós-graduação em Teologia. Autora do romance CORRENTES DE PAPEL. Além de dezenas de textos selecionados e publicados em antologias e coletâneas poéticas e de contos, também publicou o livro de sua autoria: Pedacinhos de Amor — vencedor do I Concurso Trapiche de Poesia — atualmente disponível nos principais sites de vendas, com mais de 1.700 leitores.

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Jones Pinheiro – 081 9 9967 7513

Espaço Parlamentar: a caneta na cor verde para assinar – por Carlos Henrique.

Muitos me perguntam porque uso a caneta na cor verde para assinar projetos, requerimentos e ofícios. A cor é usada por nossa família e foi primeiramente utilizada pelo meu tio, o médico Ivo Queiroz Costa, que enquanto político foi Prefeito de Vitória por 3 vezes e Deputado por 4 vezes.
No dia de hoje, dia 11 de outubro de 2021, completam 24 anos de seu falecimento. Dr. Ivo ficou conhecido por utilizar caneta na cor verde para receitar medicamentos, exames e tratamentos médicos. Sua especialidade era pediatria. Atendia diariamente centenas de crianças na cidade de forma gratuita. Não havia hora, nem lugar. Seus atendimentos ocorriam em garagens, na rua, nas casas…
Naquele tempo, o acesso à saúde por parte da população carente era praticamente inexistente. A ideia do SUS sequer havia sido concebida e grande parte da população era desassistida, pois não tinha condições de arcar com os altos custos com médicos e hospitais. Não é incomum hoje em dia encontrar alguém que diz que foi curado e que deve sua vida graças aos atendimentos realizados por Dr. Ivo.
O verde, na verdade, tinha como referência a bananeira, que era o símbolo das campanhas de Dr. Ivo. Para se ter ideia, as bananeiras eram carregadas pelo povo nas passeatas e adornavam os veículos que seguiam em carreata. Era inspiração até mesmo para os jingles tocados nos eventos políticos da época como, por exemplo, o “Chora Bananeira”.

View of bananas growing at plantation, Tiko, Cameroon

Mas de onde surgiu a simbologia da bananeira?
A bananeira por sua vez, tinha um significado ainda maior para Dr. Ivo, pois foi através dela que seu pai, com muita dificuldade, custeou seus estudos no Recife por meio do fornecimento de banana, que ele mesmo plantava, aos colégios. Em troca, Ivo recebeu educação de qualidade que mais tarde o fez ingressar em concorrida faculdade de medicina.
O verde transcende a própria cor da caneta e se tornou uma referência em Vitória de Santo Antão por representar uma sociedade mais justa, mais igual, e simbolizar a esperança de uma parcela da população menos favorecida, que não tem acesso a políticas públicas.
Após anos de uma vida de doação aos mais humildes, quis o destino que seu sepultamento ocorresse no dia 12 de outubro, Dia das Crianças. Foi justamente às crianças que ele dedicou boa parte de sua atuação como médico pediatra, sempre com muito zelo e competência. Para elas Dr. Ivo era vocacionado a cuidar e atender.
O cortejo fúnebre do Clube Abanadores o Leão onde seu corpo foi velado para o Cemitério São Sebastião foi o maior da história do nosso Município. Muitos queriam prestar uma última homenagem para o homem que ficou conhecido como o “Pai dos Pobres”. Afinal, Dr. Ivo ajudou milhares de pessoas a terem acesso à saude com respeito e dignidade.
Dr. Ivo até hoje é considerado uma das maiores figuras humanas da história de Vitória de Santo Antão e viverá eternamente em nossos corações.
Carlos Henrique – vereador da Vitória de Santo Antão. 

Apelidos Vitorienses: Aninho já foi catalogado para o 4º volume.

Com planejamento definido para o lançamento só no segundo semestre do ano de 2022, recentemente, com o “Pereba”, demos partida à construção do 4º volume do Livro Apelidos Vitorienses. Nesse contexto, ontem, domingo (10), anotamos a história  que motivou à origem do nome social do  amigo Aninho. Ele, como tantos outros antonenses, se materializa em  mais um que é mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome.  Assim sendo, o mesmo, também já está catalogado e devidamente registrado no nosso projeto – APELIDOS VITORIENSES. 

APAMI – Novo Centro Cirúrgico de Ortopedia já em operação!!

Estabelecimento voltado à saúde em nosso município, a “Associação de Proteção à Maternidade e à Infância” – APAMI -, inaugurado em 25 de abril de 1954, com uma verdadeira  folha de relevantes serviços prestados à população local e das cidades circunvizinhas, na última sexta-feira, dia 08 de outubro de 2021, através da equipe liderada pelo renomado professor e médico, Romeu Krause, com procedimentos efetivos, inaugurou o Novo Centro Cirúrgico de Ortopedia da referida unidade hospitalar.

Assim sendo, doravante, a nossa cidade, Vitória de Santo Antão, passa a contar com mais esse serviço na APAMI, dotado de equipamentos e infraestrutura dentro dos mais modernos  padrões exigidos. Uma nova história começando…..

Pedro Ferrer na Pedra do Ingá.

Aproveitando o feriadão, o professor Pedro Ferrer, presidente do nosso Instituto Histórico e Geográfico, segui na direção do chamado “turismo interno”. Portando de extraordinária  bagagem histórica, seguiu viagem até a cidade de Ingá, localizada no vizinho estado da Paraíba.

Imerso no Parque e Museu Arqueológico – A Pedra do Ingá – o professor foi espiar as inscrições rupestres, talhadas nos terrenos rochosos de lá. Enviou-me alguns registros fotográficos, dizendo: “ Pilako, vale a pena um passei por aqui”.

Instituto Histórico: uma “linha direta” com a Holanda.

Entidade com mais de sete décadas de atuação ininterrupta, o nosso Instituto Histórico e Geográfico, entre outras atribuições, lhe cabe pesquisar, proteger e promover os patrimônios  da nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão. Nesse contexto, recentemente, a diretoria da “Casa do Imperador” estabeleceu uma “linha direta” com a Cônsul Honorária do Reino dos Países Baixos, a holandesa, Annelijn W. van den Hoek.

Falando em um bom português nordestino a mesma, quando provocada por nós sobre o Monte das Tabocas e sua relação com o “mundo holandês” , demonstrou total  interesse em estreitar relações com o nosso Instituto Histórico  e, em ato contínuo, deixamos pré-agendado uma vista ao nosso Museu, evidentemente, que o nosso Sitio Histórico estará contido no roteiro, além de uma dose de Pitú, lá no espaço da fábrica dedicado aos visitantes.   A nossa Vitória de Santo Antão, em se tratando de cultura e história, ainda é um diamante a ser lapidado.

O gargalo continua……

O registro fotográfico acima ocorreu na manhã de hoje, 08, sexta-feira, às 8:31h, justamente na Rua Doutor José Rufino Bezerra Cavalcanti, no trecho próximo à Igreja Assembleia de Deus e da “Casa do Pobres”. Lembremos a referida via “despeja” veículos numa outra via ao mesmo tempo – rua defronte à Casa dos Pobres.

Muito bem. Não é admissível que os técnicos da AGTRAN ainda não tenham atentado para esse descompasso, no que se refere ao melhoramento da nossa mobilidade urbana. Todos os dias os condutores de veículos que trafegam no local aludido são obrigados a se “espremer” –  para seguir por aí –  enquanto um estacionamento é mantido no local, ao meu ver, sem muita lógica.  Aliás, até um cavalete, “guardando a vaga” de alguém faz parte do cenário. Uma verdadeira aberração! Já pensou de todo motorista, agora,  resolvesse colocar um cavalete na rua, para quando ele chegar sua vaga de estacionamento já esteja separada?  Não custa nada lembrar: segundo o regramento do trânsito isso é ilegal.

Já falei diversas vezes que  não sou técnico na matéria (trânsito) –  apenas um curioso -,   mas não consigo entender essa inação dos que cuidam para que o nosso trânsito tenha uma melhor fluidez. Aliás, já dei até uma sugestão, aqui pelo blog:  experimentem retirar, por 30 dias, essa permissão de estacionamento ( ao lado da Igreja) para ver se melhora ou piora o fluxo de veiculo nesse trecho?

Em trânsito, matéria complexa e dinâmica, não existe verdade absoluta. Continuaremos observando esse espaço.

Jornal da Vitória registra mais fato histórico da nossa terra.

Num só tempo registro e agradeço ao amigo jornalista José Edalvo, pela  generosa nota publicada no  seu importante veiculo de comunicação que se configura em  verdadeiro e importante ativo  da nossa Vitória de Santo Antão – Jornal da Vitória.

Dobrando as quatro décadas de atuação (42 anos), o referido jornal é fonte viva e vibrante dos mais variadas acontecimentos  da nossa “aldeia” – Obrigado, José Edalvo. Abaixo, segue a nora na íntegra.

Espaço Parlamentar: “o que falta para resolver problema de água e esgoto em Vitória?” – por André Carvalho.

O que falta para resolver problema de água e esgoto em Vitória? Eu digo: liderança política para cobrar investimentos para nossa cidade.

Tivemos uma Audiência Pública para procurar soluções aos recorrentes problemas de abastecimento de água e tratamento de esgoto em Vitória. Não adianta jogar pedra na gerência da COMPESA, que tem que lidar com tubulações que têm mais de 100 anos na cidade, cheia de conexões clandestinas, uma vez que quem determina para onde vão as prioridades nos investimentos é o governo do estado.

Quando falo investimento não é uma emenda ou uma obra específica. Mas um investimento de quase meio bilhão para restaurar a rede de água e esgoto, conforme estudo da Compesa.

Sendo assim, o que falta é liderança política, pois temos 3 deputados estaduais, os últimos 4 gestores são da base de governo, e Vitória há décadas não recebe investimentos substanciais.

Por que Petrolina e Ribeirão conseguiram mais investimento que Vitória, por exemplo? Porque lá os prefeitos se articularam bem politicamente para conseguir recursos estruturadores.

Destaco que o único deputado estadual que participou foi Henrique Filho, ainda que todos tenham sido convidados. Uma reunião será marcada por ele com a direção da Compesa e os vereadores da casa.

André Carvalho – vereador da Vitória de Santo Antão. 

“Pereba” foi o primeiro escolhido para o 4º volume do Livro Apelidos Vitorienses.

O Projeto Apelidos Vitorienses, no qual catalogamos os conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que o próprio nome, sem sombra de dúvida, é uma obra  “inacabada”. Vez por outra, estou  sendo “apresentado” a um apelidado novo. “Matéria prima” para o nosso  projeto seguir andando, em nossa cidade, é farta e abundante.

Pois bem,  ontem (06), na prática, demos partida à construção do  4º volume do Livro Apelidos Vitorienses. O escolhido –  que todo satisfeito diz que todo mundo só lhe conhece pelo apelido -,  todo contente, enverga o curioso nome social de “Pereba”.

Diferente dos volumes anteriores, em que postamos o conteúdo do livro antecipadamente aqui no blog, doravante, apenas anunciaremos o nome do apelidado,  sem maiores revelações e detalhes da sua “apelibiografia”, no sentido de causar mais curiosidade ao livro a ser lançado no próximo ano (2022). Assim sendo, “Pereba”  já foi o primeiro dos próximos 25 escolhidos.

Representação da Vitória prestigiou a inauguração do Instituto Histórico da Ilha de Itamaracá.

Detentora de  uma rica história na construção do Brasil, membros da sociedade da Ilha de Itamaracá, ontem, 06 de outubro de 2021, fundou, oficialmente, o seu Instituto Histórico e Geográfico – IHGII. Em comitiva, liderada pelo presidente professor Pedro Ferrer, partiu da Vitória de Santo Antão membros da diretoria do Instituto Histórico local. O evento inaugural aconteceu no Hotel Forte Orange e contou com a  representação de várias cidades pernambucanas.

Ciente dos desafios, após ser empossado, o  presidente do Instituto de Itamaracá, Edvaldo Júnior, na sua fala, visivelmente emocionado,  elencou o patrimônio histórico da Ilha   fazendo  uma “convocação”  a todas as autoridades locais e membros de todas as instituições culturais presentes ao ato, para  juntos  trabalhar na edificação e materialização do importante projeto.

Entre outras figuras  da cultura local, a renomada  artista “Lia de Itamaracá”  também marcou presença ao ato para reforçar a importância da efetivação da entidade,  no sentido da preservação da história pernambucana, até porque a referida ilha se configura num importante roteiro turístico do nosso estado. Na ocasião, em sua intervenção oral, o professor Pedro se colocou a disposição para ajudar e ofertou à instituição congênere um catálogo do IHGVSA.

Apelidos Vitorienses: motivações espontâneas que servem de incentivo.

O ato de escrever é uma ação solitária. Dialogar consigo mesmo e eternizar esse momento,  através da arte, da música e de  tantas outras formas  de expressão é compartilhar com o mundo um pouco de nós mesmo. Nos últimos dias três acontecimentos,  distintos entre si, mas interligados  na sua gênesis, alertou-me ainda mais para a relevância do Projeto Apelidos Vitorienses.

Um amigo comerciante que adquiriu apenas o último volume, por telefone, confidenciou-me:  “Pilako, deixei o livro em cima do balcão. Todo mundo que chega dá uma olhadinha e comenta alguma coisa. Muito legal esse livro”. Nos próximos dias,  pessoalmente, irei  oferta-lo os outros dois volumes para se juntar ao opúsculo  que “vive” circulando de mão em mão,  no seu estabelecimento comercial.

Ao terminar mais uma atividade física de corrida, no último sábado (02), caminhando, passei por um bar. Tomando umas e outras, uma turma – que pelo nome conhecia apenas um – foi logo gritando: “Pilako, tá bom de tu dá uma chegadinha  por aqui, para pegar  os “Pé de Cana” com apelido. Aqui tem cada um…….”. E foi aquela cachorrada geral….rsrs

Do amigo Jair Quirino, residindo no Recife há um bom tempo, que  tomou conhecimento do projeto (Apelidos Vitorienses) através do Blog do Pilako e comprou os três volumes usando as redes sociais, em vídeo, recebi um depoimento marcante. No leito do hospital disse haver se “divertido” bastante com a história das figuras que nós catalogamos e, em ato contínuo, “apelibiografamos”. Provocado se podia usar o seu vídeo como matéria no blog, o mesmo disse que sim, sem o menor o problema.

Portanto, concluo essas linhas,  dizendo:

produzir conteúdo genuíno e vender livros não é uma tarefa das mais simples, muito menos rendosa, lucrativa e vantajosa,  mas, devo confessar, que são esse acontecimentos espontâneos e extremamente gratificantes que se transforma  em  combustível motivadores. Assim sendo, esperemos, para o ano que vem, o 4º volume do Livro Apelidos Vitorienses.

Serviço:

Os livros continuam disponíveis à venda:

3º volume – $50,00 – Os 3 volumes juntos  – $120

Whatsapp – 081 – 9.9192.5094 – Instagram – @pilakooficial.

PRIMEIRO ATO – por Sosígenes Bittencourt.

Manhã cedinho, ponho-me a lidar com as palavras. Leio desde quando não sabia ler e escrevo desde quando não sabia escrever. Ver é natural, ler é intelectual. Penso, logo escrevo. Escrevo, logo sou lido. Sou lido, logo existo. Ensinar, para mim, é uma forma de conviver, minha escola é o mundo. Eu não faço poesia de propósito, faço poesia quando a beleza passa. Eu não sou egoísta, por isso conto a poesia pra todo mundo.

Sosígenes Bittencourt

Corrida Com História – 91 anos do clássico que marcou a inauguração do “Campo do Sport”.

Dentro do Projeto “Corrida Com História”, hoje, 05 de outubro de 2021,  registramos a passagem dos 91 anos do clássico futebolístico interiorano: Sport Club de Vitória X Colombo, da cidade de Limoeiro. Essa partida marcou a inauguração do “Campo do Sport”, antes conhecido por “Dique”, por ser próximo ao antigo reservatório, local onde as famílias menos abastarda da cidade se abasteciam  de água para os afazeres da vida comum.

O Sport Club Vitória, fundado em 21 de fevereiro de 1929, merece destaque na nossa história por haver atuado em diversas frentes. Além do esportivo – com destaque para o futebol – promoveu importantes eventos sociais, festivos e até literário. Ao longo do tempo, como tantas outras instituições, experimentou períodos de muita e pouca efervescência. Dentre alguns dos seus presidentes, citamos: Renato Uchoa Campelo  (1937), Severino Dionísio das Neves Junior (1942), Severino Cabral (1943), Severino Francisco da Silva (1956), João de Albuquerque Álvares (1957) e José Paulino (1958).

Na qualidade de figura emblemática do famoso Sport Club de Vitória, rubro-negro da nossa terra, o grande destaque foi José Manoel da Costa – mais conhecido por José da Costa. Não a toa, o não menos importante desportista local,  Ovídio Verçosa, em 1959, propôs o seu nome para emoldurar o maior palco do futebol amador local – Estádio José da Costa.

Aos mais atentos com os fatos históricos, esse empreendimento social/esportivo,  ao seu tempo,  por assim dizer, teve uma importância na nossa formatação como lugar  autônomo que vai muito além de um time de futebol – Corrida Com História.