
Tiro de Guerra – desfile cívico de 07 de Setembro. Ao fundo, o Prédio da Prefeitura. Ano não registrado.


Tiro de Guerra – desfile cívico de 07 de Setembro. Ao fundo, o Prédio da Prefeitura. Ano não registrado.

Difícil escolher a pituzinha preferida, né não? Conta aqui de qual tu gosta mais..


Na Sexta-Feira Santa fui rever a Igreja de Nossa Senhora do Terço, no secular bairro recifense de São José, onde houve um acontecimento histórico: em 13 de janeiro de 1825, o frade carmelita, de 46 anos, frei Joaquim do Amor Divino Caneca, o Frei Caneca, foi levado da calçada dessa igreja para o Forte de São Tiago das Cinco Pontas, para ser executado por um pelotão militar por sua participação na Confederação do Equador, revolução republicana ocorrida em Pernambuco, em 1824. Lembro que é do dramaturgo, escritor, ficcionista e historiador Cláudio Aguiar, da Academia Pernambucana de Letras e ex-presidente do Pen Clube do Brasil, o que melhor foi escrito até hoje sobre o drama que envolveu esse herói e mártir pernambucano: O Suplício de Frei Caneca, uma peça de teatro que honra a dramaturgia brasileira.
Interessava-me saber como estava sendo preservado esse patrimônio histórico e como ainda existia o seu relógio grande de parede. Um relógio de igreja humilde e de poucos paroquianos que me conduz, pelo olhar, a outros relógios de templos católicos, que conheci. Ao da Catedral de Notre Dame, de Paris, ao da Catedral de Praga; ao relógio astronômico, uma peculiaridade da catedral de Strasbourg, na Alsácia. Não entro num templo católico sem antes olhar para seu relógio litúrgico, neste artigo procuro dizer sobre a importância muito além de subjetiva desse símbolo e seu valor incontrastável.
Henry Bergson, um daqueles que põe fim à era cartesiana, quis demonstrar que a autêntica vida está nos símbolos. Os relógios das nossas igrejas, ao lado dos sinos, carregam uma forte carga de simbolismo. Os relógios das igrejas do Cristianismo, nas suas edificações, tenho para mim, assemelham-se a uma escritura cifrada. O tempo: nos textos de interpretação bíblica estão o seu deciframento, a sua substância: o tempo. De mais a mais, na filosofia, de maneira magistral, fonte inspiradora de Aristóteles, Spinoza, Husserl e Heidegger, o tempo e a eternidade em Tomás de Aquino, sem os quais estaríamos ainda na fase primária de conhecimento do tempo, a apreensão do seu eterno fluir, a sua essencialidade mais profunda, apreensível apenas por intuição inefável mais alta, como diria Bergson.
Juntos com o tempo se esvai a nossa vida, a dos outros e a do mundo, as nossas alegrias e tristezas, as nossas perdas e ganhos. O relógio e o contágio dos seus braços na busca incessante de cada um dos nossos instantes, até o nosso inevitável perecimento.
A grande beleza dos relógios das nossas igrejas não reside nos detalhes, quando vistos – o que deles sugere, avassaladoramente provocador – sob o ângulo da durabilidade infinita, até quando as suas lâminas estão imóveis, mas não inertes. (Immotus nec iners). Vejo os relógios litúrgicos como o tempo com o ritmo de Deus, o relógio infalível do tempo, a imagem móvel do infinito e do eterno, no dizer de Platão, para se compreender a teoria clássica aristotélico-tomista do movimento, que já entre os Gregos homéricos – kairós – simbolizava a ideia de suas qualidades divinas e subjetivas. O eterno devir dialético dos seres do mundo, que resulta, para muitos, numa tremenda e desconcertante perplexidade bem conhecida no pensamento contemporâneo. O tempo, inspirador de uma das poucas obras filosóficas indispensáveis para a cultura de um país: Ser e Tempo, de Martin Heidegger, ele que teve como assistente e tradutora no Brasil a pernambucana Maria do Carmo Tavares de Miranda,
E o que dizer dos primitivos relógios de sol e pedra? Em nada se diferem no seu conteúdo e essência de simbolismo. Volto sempre ao relógio de sol e pedra da igreja do convento olindense dos franciscanos, como se nunca o tivesse visto. Está ali, no mesmo lugar, desde 1855, a nos mostrar o passar do tempo, como se este fosse uma substância que pudéssemos apalpar, com duração em eterno devir. Do século 18, um dos mais antigos do país, o relógio de sol e pedra parece desafiar as nossas imperfeições, qual esfinge grega, no terraço descoberto de frente para o mar, perto do bloco conventual,
Os relógios das igrejas e catedrais como sendo partes da liturgia do sagrado, o tempo no seu movimento contínuo, em cujo seio heterogêneo e móvel se integra à consciência, na incomensurabilidade do infinito, à cristalização da ideia de um motor movido antes dele: Deus.
Marcus Prado – jornalista


O dia foi estabelecido, no Brasil, pelo Decreto-Lei n.° 5.540, assinado por Getúlio Vargas, em 1943.
E qual a razão da data?
Isso porque, em 19 de abril de 1940, várias etnias e lideranças indígenas reuniram-se no Primeiro Congresso Indigenísta Interamericano, realizado no México, para lutar pelo reconhecimento de seus direitos.
Ser um indígena no Brasil, em pleno século 21, ainda é um ato de muita resistência.
Na foto, registro das entidades dos “praiás”, do povo indígena Pankararu, originário do município de Tacaratu/PE, sertão de Pernambuco.
Tive a oportunidade de passar o dia 19 de abril do ano de 2017 junto ao povo Pankararu, em sua aldeia.
Experiência cultural inesquecível.
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A MORTE DO DONO DA FUNERÁRIA
(O PAPA DEFUNTO)
Lá na minha pequena cidade natal, no interior de Pernambuco, o povo sofria muito com as dificuldades da vida, pois não havia grandes empresas comerciais nem industriais, a população vivia da dependência da produção agrícola dos pequenos sitiantes. Como conseqüência da falta de empregos para a mão de obra jovem, àqueles rapazes e moças mudavam para outras cidades maiores em busca de trabalho e de melhora nas condições de vida. Isso era fato corriqueiro em quase todas as famílias da cidade.
Com a família do seu José, esposo de dona Maria e pai de quatro filhos- José, João, Antonio e Maria- não era diferente. Ao chegar à idade de buscar emprego, os irmãos se mudaram para São Paulo levando em suas bagagens pouca experiência e muita esperança.
Seu José era dono de uma pequena bodega, onde negociava vendendo poucas coisas, tais como, querosene, sal, farinha, sabão em barra, óleo, carne de charque, bolachas e outras coisinhas, negócio sem muita lucratividade não lhe permitindo ter condições de criar e manter aqueles filhos dentro de casa. Assim, apesar do choro e da saudade dos meninos permitiu que fossem procurar uma melhora de vida noutro lugar mais desenvolvido, por isso foram parar em São Paulo.
Os irmãos mais velhos, José e João, já acostumados com a lide do trabalho na roça, eram fortões e musculosos e logo que chegaram a São Paulo foram trabalhar como serventes de pedreiros na construção civil e nas folgas e feriados começaram a treinar lutas marciais numa academia próxima de casa, tornando-se, após um tempo, grandes e famosos lutadores do MMA. A irmã Maria arranjou um emprego de vendedora de loja, logo se casou com o gerente da loja. Já o irmão Antonio também se arrumou e trabalha como cobrador de ônibus.
O tempo passou e seu José ficou muito doente. Cidade sem médico e doença difícil de curar. Dona Maria providenciava todos os tipos de chás, garrafadas e todas as mezinhas que lhes ensinavam e nada de seu José melhorar. Foi parar na cama, já não andava e nem queria comer. A enfermeira do posto de saúde, que tinha a fama de muito fofoqueira, diariamente ia à casa do doente e lhe aplicava injeção e nada do seu José melhorar. A notícia caiu nos ouvidos do povo da cidade dizendo que seu José estava morrendo. A enfermeira jurava que não tinha sido ela a divulgadora de tão triste notícia, apesar do Sr. Jorge Martírio, mais conhecido como PAPA, dono da única funerária da cidade ser primo legítimo da enfermeira.
Após a divulgação daquela notícia o seu PAPA passou a ir, diariamente, duas vezes na casa do seu José, saber notícias do estado de saúde do doente:
Primeiro dia:
– Papa: bom dia dona Maria, com está seu marido?
– Esposa: bom dia seu Papa, ele está na mesma situação
– Papa: boa tarde dona Maria, seu José como está?
– Esposa: boa tarde seu Papa, tudo igual, nenhuma melhora.
Segundo dia:
– Papa: bom dia dona Maria e aí como está o doente?
– Esposa: só a graça de Deus sabe.
– Papa: boa tarde dona Maria tem notícia boa para mim?
– Esposa: sim, ele deu uma melhorada hoje.
– Papa murmurando: notícia boa nada. Horrível, estou precisando vender um caixão.
Terceiro dia:
– Papa: Bom dia dona Maria o homem ainda está vivo?
– Esposa: claro que está vivo, graças s Deus.
– Papa: dona Maria a senhora me permite que eu entre até o quarto do defunto, digo do meu cliente para tirar as medidas dele para ir adiantando a confecção do caixão?
– Esposa: o Senhor é doido? Claro que não, meu marido está vivo.
– Papa: está vivo por pouco tempo, logo vai precisar do caixão e eu vou ter que fazer as pressas, isso fica mais caro para a família do defunto e a senhora já podia ganhar esse desconto.
– Esposa: credo em cruz seu Papa, vá embora pelo amor de Deus. Entrou em casa chorando.
Quarto dia:
– Papa: bom dia dona Maria, o homem ainda está vivo? Ele é muito forte, heim?
– Esposa: graças a Deus está vivo e melhorando.
– Papa: dona Maria a senhora sabe por que eu sou conhecido por PAPA?
– Esposa: claro que não! Não conheço a sua vida.
– Papa falando: pois é, sendo eu o dono da funerária da cidade, tenho muita experiência com doentes e sei quando a pessoa vai morrer ou vai escapar. Por isso que o povo me chama de PAPA DEFUNTO. Eu tenho certeza que seu José vai morrer logo e sem demora.
– Esposa: homem vá embora pelo amor de Deus, entrou chorando.
Passou mais uma semana e aquela situação não mudava. O PAPA defunto continuava indo à casa de seu José diariamente, para perguntar a velha senhora se o marido já havia morrido: gritava lá do portão: dona Maria o homem já morreu? …..Ainda não!!!?….. Puxa vida, este véio é duro na queda,……. Nada ainda? …..
Certo dia, o PAPA defunto gritou lá do portão: dona Maria aqui é o PAPA, me dê uma boa notícia, hoje.
– dona Maria apareceu chorando ao portão, seguida pelos dois filhos, José e João, LUTADORES DE MMA, que se dirigindo ao PAPA DEFUNTO lhe disseram: nós vamos arranjar um defunto para tua funerária e em seguida deram uma boa surra no PAPA DEFUNTO.
Em seguida os irmãos providenciaram a mudança dos pais para São Paulo e o PAPA DEFUNTO ficou no morre/não/morre no posto de saúde e não tinha nem um caixão de defunto pronto para ele.
Adelson Cardoso Escritor bissexto abril/2022.



Outrora uma localidade “distante” do centro da cidade, os bairros do Cajá e Água Branca foram os escolhidos para sediar, por assim dizer, um dos sonhos mais ousados dos antonenses, isto é: no inicio da década de 1940 – quando o automóvel ainda era uma realidade para pouquíssimos moradores – efetivar um aeroclube na cidade.

Em livro produzido pelo eminente presidente do nosso Instituto Histórico – que em breve será lançado -, professor Pedro Ferrer, o leitor, através de fotografias e um roteiro bem planejado, cronologicamente falando, terá a oportunidade de entender um dos momentos mais ricos da nossa história, sob o ponto de vista da chegada do progresso em nossa cidade. Entusiasmos e união das classes produtivas e políticas, vale salientar.
Pois bem, foi a partir do jornalista José Miranda, através das páginas de um dos mais consagrados jornais do interior do Nordeste – O Lidador – que, em 1941, jogou a semente em “terreno fértil”. Logo, o aeroclube passou a ser sonhado por todos.

Depois de tantas ações e conquistas – algumas com tragédias, inclusive – finalmente, em 18 de abril de 1949, o Ministério da Aeronáutica autorizava, de maneira regular, o funcionamento do Aeroclube da Vitória de Santo Antão – Doutor Theodomiro Valois Côrreia. Hoje, 18 de abril de 2022, há exatos 73 anos, o fato foi destaque do nosso projeto cultural/esportivo Corrida Com História.Veja o vídeo.
https://youtube.com/shorts/mJtPxa8CHw4?feature=share


Pernambuco perdeu, na madrugada desde sábado (16), o ex-deputado e constituinte Egídio Ferreira Lima.
Natural de Timbaúba, Egídio Ferreira Lima foi um dos mais destacados políticos brasileiros na luta pela redemocratização do país, tornando-se uma referência na política nacional, também, por sua luta em favor dos direitos dos trabalhadores.
Ex-juiz de direito e ex-professor da FDR/UFPE, foi eleito deputado estadual, em 1966, pelo MDB, partido de oposição ao regime militar.
O mandato foi assumido em 1967 e Egídio permaneceu no cargo até 1969, quando teve os direitos políticos cassados pelo Ato Institucional n.º 5.
Em 1970, participou da criação do grupo dos “autênticos” do MDB, considerado a ala mais à esquerda da agremiação e no qual estavam presentes Marcos Freire, Fernando Lyra e Jarbas Vasconcelos (foto 1).
No pleito de 1986, elegeu-se deputado federal constituinte por Pernambuco, novamente pelo PMDB.
Foi relator da Comissão da Organização dos Poderes e Sistema de Governo, titular da Comissão de Sistematização e suplente da Subcomissão de Defesa do Estado, da Sociedade e de sua Segurança, da Comissão da Organização Eleitoral Partidária e Garantia das Instituições.
Nas principais votações da Constituinte, manifestou-se a favor do rompimento de relações diplomáticas com países que adotavam política de discriminação racial, do mandado de segurança coletivo, da proibição do comércio de sangue, da limitação dos encargos da dívida externa, da criação de um fundo de apoio à reforma agrária, da anistia aos micro e pequenos empresários e do aborto.
Votou contra a pena de morte, a legalização do jogo do bicho e o limite de 12% ao ano para os juros reais.
Nas questões de interesse dos trabalhadores, votou a favor da proteção ao emprego contra a despedida sem justa causa, do turno ininterrupto de seis horas, do aviso prévio proporcional e da unicidade sindical.
No ano de 2008, em sua homenagem, foi criado o Instituto Egídio Ferreira Lima, com o objetivo de realizar debates, cursos e pesquisas.
Perde Pernambuco. Perde o Brasil.
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Na noite do feriado da “Sexta-Feira da Paixão” – 15 de abril – nossas lentes registraram a passagem da “Procissão do Senhor Morto”, pelo Pátio da Matriz. A celebração católica é um chamamento à reflexão dos últimos momentos de vida e também da morte do Senhor Jesus Cristo. Veja os vídeos.


(Vitória de Santo Antão, 13 de abril de 2020 – 21:50h) Dos quatro cantos do mundo saltam notícias dos impactos da pandemia do coronavírus. Da China, realçam que a vida começou voltar ao curso normal. Dos EUA, novo epicentro do vírus, a mortandade dá sinais de “estabilidade”. Na Europa – Itália e Espanha – seguem mergulhados no caos. No nosso País continental chamado Brasil afirmam as autoridades sanitárias que o pior ainda vai chegar.
Nas mais diferentes plataformas de comunicação, notícias desse feriado de Páscoa foram sublinhadas pela seguinte expressão: “pela primeira vez na história….” Nesse contexto, contudo, nossa aldeia – Vitória de Santo Antão – também celebrou o Domingo da Ressurreição de Jesus Cristo de maneira atípica.

Com as igrejas fechadas a peregrinação do Santíssimo Sacramento percorreu de carro aos bairros que congregam as cinco paróquias do nosso município – Matriz de Santo Antão, Nossa Senhora do Livramento, São Vicente de Paulo, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima (Vicariato Vitória). Das calçadas e das janelas os católicos festejaram o encontro e renovaram a fé – “Uma páscoa diferente”.

E se já são lindas naturais, imagina bem geladinhas? Não tem calor que resista a um banho de cachoeira e uma Pitú Limão.


Registro de Reinaldo de Oliveira ao lado de seu pai, o teatrólogo Valdemar de Oliveira, fundador do Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP), um dos grupos teatrais mais antigos em atividade no Brasil.
Reinaldo faleceu no último sábado, dia 09.04.2022, deixando uma vasta e importante contribuição artística.
Médico por formação, tinha como paixões o teatro e a medicina.
Fez parte da Sociedade dos Médicos Escritores de Pernambuco, além de ter ocupado a cadeira de número 24 da Academia Pernambucana de Letras (APL).
Entusiasta da cultura pernambucana, escreveu vários livros, compôs frevos, maracatus e ganhou diversos prêmios em festivais.
Perde a nossa cultura. 🙏🏼
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Política não é coisa para amadores...Em função das novas regras eleitorais/partidárias alguns partidos estão se “juntando” a outros – pelos próximos 4 anos – para poder continuar no carrossel do sistema, após o próximo pleito. Estão se abraçando nas chamadas “federações partidárias”.
Por motivos que desconhecemos o PSD pernambucano, comandado pelo deputado federal André de Paula e até então pelo o deputado estadual antonense Joaquim Lira, esqueceu em organizar o partido para o pleito de 2022. Não montaram chapa para federal, nem para estadual.Com efeito, os deputados estaduais vinculados à sigla foram, aos poucos, pulando fora do barco para salvar seus mandatos, respectivamente.
O jovem deputado de segundo mandato, Joaquim Lira, acabou sendo acolhido pelo Partido Verde que compõe, junto com o PT (Partido dos Trabalhadores) e o PCdoB (Partido Comunista do Brasil) uma federação.
Isto é: pelo menos pelos próximos 4 anos, caso eleito, Joaquim Lira deverá levantar a bandeira das causas do campo político das esquerdas. Em outras palavras: Joaquim, agora é companheiro de Lula.

Pois bem, filiada histórica do PCdoB a vice-governadora Luciana Santos já marcou data para lança-se candidata a senadora pela Frente Popular, ou seja: o mesmo espaço politico que vem sendo pleiteado pelo deputado federal André de Paula. Eis a pergunta:
Joaquim, agora, fará força pelo seu antigo companheiro de partido e “discípulo de Marco Maciel”, André de Paula, ou pela nova companheira comunista, Luciana Santos?
Como falei, inicialmente: Política não é coisa para amadores…….


Contando com a participação de um time de primeira linha e apresentação do Klebão, hoje, 13 de abril, às 20h, o “Fórum Corrida”, em live, receberá o vitoriense maratonista/ultramaratonista Nelson Silva – o Stevie Wonder das Corridas de Pernambuco.
Na ocasião, o amigo Nelson irá contar um pouco da sua vida. Atualmente, com quase 70 anos (69) ele se configura, sobretudo aos praticantes da corrida de rua, numa verdadeira referência viva de Pernambuco e um exemplo para o Brasil.
Recentemente, Nelson recebeu um expressivo testemunho na sua terra natal – Vitória de Santo Antão -, ao ser escolhido o atleta homenageado na Primeira edição da Corrida e Caminhada da Vitória.
Aos que desejarem acompanhar a live, segue o link:
https://www.youtube.com/watch?v=4ItLUtRrwdg


Monumento “O Anjo da Vitória” – alusivo à épica vitória na Batalha das Tabocas, ocorrida em 1645 – hoje: Praça 3 de Agosto – ano não registrado.


Na Malhação do Judas, o povo causa mais espanto que o espantalho de molambo.
Sosígenes Bittencourt

Registramos o convite, enviado pelo vereador André Carvalho, para a Audiência Pública que tem por finalidade debater sobre “Segurança Pública: Políticas de enfrentamento à violência mo município de Vitória de Santo Antão”. O evento irá acontecer no dia 20 de abril, `às 9h, na Câmara de Vereadores.



Não sei por onde anda o precioso livro de registro de hóspedes do mais tradicional e histórico hotel recifense, o Grande Hotel, hoje repartição pública. Foram seus hóspedes, intelectuais famosos como Jean Paul Sartre e a mulher dele Simone de Beauvoir, Aldous Huxley, Jorge e Zélia Amado, Albert Camus, Camilo José Serra, Eduardo Galeano, entre outros.
Ali, houve troca de amores do casal Sartre , filósofo existencialista, com uma namorada recifense, e Simone, por correspondência, com o seu amante americano. Tudo numa boa, viviam, os ilustres visitantes, um casamento aberto. Tema de uma crônica que estou escrevendo para o DP, A foto é de minha autoria.
Marcus Prado – jornalista.


Em 11 de julho de 1988, Maria da Graça Xuxa Meneghel lançava o álbum “Xou da Xuxa 3”, o disco infantil mais vendido da história.
Com mais de três milhões e duzentas mil cópias vendidas, o álbum consagrou hits como “Ilariê”, “Arco-Íris”, “Abecedário da Xuxa”, “Brincar de índio” e “Dança da Xuxa”, sendo, também, o disco mais vendido da história do Brasil por uma artista feminina.
A canção “Ilariê” (Cid Guerreiro) permaneceu em primeiro lugar nas paradas durante 20 semanas, como a mais executada em rádios, ao lado de “Faz Parte do Meu Show”, de Cazuza.
Incompreendida por muitos e constantemente atacada por setores conservadores, como se a ela não fosse concedido o direito de errar, a Rainha dos Baixinhos é, até hoje, indiscutivelmente, um fenômeno de sucesso infantojuvenil jamais alcançado no Brasil.
No início da década de 1990, chegou a apresentar programas de televisão no Brasil, Argentina, Espanha e EUA, simultaneamente, alcançando 100 milhões de telespectadores.
Aos 59 anos, a gaúcha de Santa Rosa segue ativista e militante de causas nobres, como a violência contra as crianças e o direito dos animais.
Xuxa, eterna rainha.
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Vista panorâmica da Vitória – parte central – DO ALTO DO RESERVATÓRIO – ao fundo, no canto esquerdo, Igreja da Matriz de Santo Antão . Ano não registrado.
