Com a presença do pré-candidato a governador, Miguel Coelho, o conterrâneo Doutor Gil lança pré-candidatura a deputado estadual.

Filiado ao Partido União Brasil, o advogado antonense e pré-candidato a deputado estadual Doutor Gil, juntamente com a equipe do também pré-candidato ao governo do Estado de Pernambuco, Miguel Coelho, estão promovendo um evento político na nossa cidade.

Programado para o próximo domingo, dia 03 de julho, o encontro ocorrerá no espaço “Maçã Verde”, localizado na Praça Padre Felix Barreto, 209, no bairro do Livramento. O inicio das atividades dar-se-á às 15h.

Na ocasião, será ratificada a pré-candidatura a deputado estadual do conterrâneo Doutor Gil, assim como apresentação do também pré-candidato a deputado federal Marcos Amaral, com quem  o “doutor” pretende “dobrar” na nossa cidade. Em ato contínuo, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, na qualidade de aposta do partido para ocupar a cadeira mais importante do Palácio do Campo das Princesas, explanará sobre o seu plano de governo.

Serviço:

Evento: lançamento da pré-candidatura a deputado estadual do Doutor Gil.

Local: Espaço Maçã Verde – bairro do Livramento.

Dia: 03 de julho (domingo)

Horário: 15h.

Quem será o sucessor de dom Fernando Saburido? – por Marcus Prado.

Dom Fernando Saburido anunciou pedido de renúncia ao cargo de arcebispo de Olinda e Recife, ao papa Francisco, por limite de idade, 75 anos, segundo o cânon 401 do Código de Direito Canônico. A Arquidiocese de Olinda e Recife deve celebrar o tempo pernambucano e recifense do nosso pastor pelo legado que deu certo, rendendo graças a Deus por todos os anos dedicados à evangelização, um trabalho coroado de ações repletas de frutos espirituais. Aonde dom Saburido for será sempre identificado como o bispo do sorriso e dos abraços. Levará consigo o dom da cordialidade, da simpatia, do acolhimento, do diálogo, o jeito todo seu de colocar em prática, com simplicidade, a necessidade de um apostolado, compreendendo que todo homem tem sede de Deus, segundo o Salmista, e que, na voz de Spinoza, só há uma substância, que é Deus.

Quem será o substituto do nosso querido dom Saburido na missão, complexa e multiforme, da Igreja numa diocese como a nossa? Creio que o papa Francisco será inspirado por seus anjos iluminados, de longas asas brancas, na escolha daquele que será o nosso pastor, nesse tempo de perdas de fé, de abandono e troca de crença por certas “agremiações”, com fachadas religiosas, acusadas de crimes financeiros, como lavagem de dinheiro ou fraude. Todas historicamente impunes.

Inspiro-me no ideário do cardeal português José Tolentino de Mendonça, autor de um livro de grande valor Elogio da Sede, ele que é teólogo, ensaísta e poeta (considerado uma das vozes mais originais da literatura portuguesa contemporânea), que nos mostra a identidade da Igreja nos tempos modernos. A Igreja, segundo ele, não deve estar alheia ao cenário de dor e desamparo, bem como aos riscos ideológicos. À despersonalização, ao pluralismo relativista e de grande instabilidade e insegurança, que deram origem a um individualismo egoísta. A Igreja deve estar atenta a este cenário e como tal deve advertir e aconselhar. Ao papa Francisco não faltará, na escolha, a recomendação da Regula ad Servos, de Santo Agostinho, endereçada à comunidade monástica do convento de Hipona, para crença nas virtudes do cristianismo primitivo: caridade, unidade, apostolado. Sem esquecer as Regras de São Basílio destinadas aos bispos de sua época: caridade e o carisma, um dom gratuito do Espírito Santo.

Como será o bispo de um novo tempo na Arquidiocese de Olinda e Recife? Torço para que, em comunhão de todos, não só católicos, o Vigário “grande pastor das ovelhas” (Hb 13,20) tenha por horizonte o trabalho de enfrentamento às dificuldades.

Que traga um olhar novo, na continuidade inspiradora do seu antecessor, de evangelização e conforto nesta hora em que milhares de pessoas estão passando fome, não só nesta diocese.  A fome no Brasil avança e atinge, em dois anos, mais nove milhões de pessoas. Em Pernambuco o sofrimento é de tremenda preocupação.  “A maioria dos homens vive uma vida de desespero, espanto e dor”, escreveu Henry Thoreau, nas memórias de seu exílio às margens do Lago Walden, por volta de 1845. É preciso que o encantamento da palavra consoladora bata na porta de cada um, dizia Thoreau. Cumprindo a alegria missionária, digo eu.

Pelo novo arcebispo, que não deve deixar de ter o seu perfil no Instagram, no Facebook, no Twitter e até no Spotify, que deve escolher o seu time pernambucano de futebol e vestir a camisa da Seleção, já estou torcendo. Toda comunidade católica estará por certo aberta para recebê-lo. O seu perfil, segundo a Sagrada Ordem dos Bispos, como pastor da Igreja, pastor de um inumerável rebanho, junto com os presbíteros e diáconos – os seus colaboradores – será anunciar com todo o empenho o Evangelho de Deus.  Será um arauto da fé. Contudo, nos diz Lucas Antônio Pinatti, um estudioso do clero, a simples presença de um sucessor dos apóstolos deve também ser um reflexo vivo da palavra divina que anuncia, pois só desta forma fará brotar as sementes da palavra. A esse propósito exortava São Paulo: “Prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. Sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério” (2 Tim 4,2.5).

 

 

 

Marcus Prado – jornalista. 

 

Por que a data 28 de junho foi definida como o Dia do Orgulho LGBTQIA+? – por historia_em_retalhos.

A motivação tem razões históricas.

Em verdade, a escolha deve-se à chamada “Rebelião de Stonewall”, que aconteceu em Nova York, no dia 28 de junho de 1969, que se tornou um símbolo da luta contra a opressão sofrida pela comunidade LGBTQIA+.

O bar Stonewall Inn fazia parte da cena gay de Nova York, que era conhecida, porém velada.

Em fins dos anos 60, relacionar-se com alguém do mesmo sexo ou vestir-se de forma “inadequada” poderia resultar até em prisão.

Vários bares haviam perdido as licenças de comercialização de bebidas apenas por servirem pessoas com este perfil, sendo comum clubes noturnos funcionarem ilegalmente.

Atos repressivos eram frequentes.

Some-se a isso o clima de irresignação que permeava a sociedade americana.

Muitos movimentos sociais encontravam-se em plena efervescência, só para citar: o movimento dos afro-americanos, o movimento feminista, a contracultura dos anos 60 e as manifestações contra a Guerra do Vietnã.

Naquela noite, o público de Stonewall simplesmente resolveu reagir aos abusos praticados pela polícia.

Os frequentadores do bar começaram a atirar moedas, latas de cerveja e garrafas contra o efetivo policial, que respondeu com violência.

Com o tempo, a multidão foi ficando cada vez maior e a polícia mostrou-se incrédula com o fato de os homossexuais, normalmente passivos e aquiescentes, estarem gritando “poder gay”.

Pelo ineditismo, Stonewall foi um divisor de águas.

Em uma época em que a homossexualidade era definida como uma doença mental e que podia levar à cadeia, uma multidão diversificada resolveu não baixar a cabeça, mudando, aos poucos, a perspectiva do ativismo LGBT pelo mundo.

De Stonewall até os dias de hoje, amar livremente continua sendo um ato de resistência.

Diga NÃO à homofobia.
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UM INESQUECÍVEL PRESENTE – por Sosígenes Bittencourt.

A vida é dureza e fantasia, remédio para tristeza é alegria. Se possível fosse extrair ultrassonografia de minh’alma, ver-se-ia a felicidade, ao receber este mimoso presente, de sabor, tom e gosto lusitano, confeccionado por Almeida Garret, o seu Romanceiro, de 1843, já arquivado no relicário do meu coração. A dádiva me foi concedida pela gentileza do casal Paulinho Lima e Dra. Ana Regina, esses amorosíssimos meninos do meu tempo. Permitam-me, portanto, praticar a Virtude da Gratidão: palmas, ovação e muito obrigado!

Sosígenes Bittencourt

 

Corrida do Milho da Vitória aconteceu no domingo….

Sob a coordenação da equipe do  amigo Davi Corredor, aconteceu na manhã do domingo (26) mais uma edição da “Corrida do Milho”. Em décadas passadas, o sempre atuante e baluarte nessa modalidade  em Vitória, Jucival Amorim, foi quem criou o evento, alusivo ao “milho”, sempre realizada nos festejos juninos.

Pois bem, com corredores da Vitória e de cidades da região a concentração do evento teve inicio às 6h e  largada por voltas das 7h. A saída/chegada,  com percurso de 6km pelas principais vias, ocorreram na Praça Leão Coroado.

Com premiação para os primeiros colocados, tanto no masculino e feminino, o evento também condecorou com troféu os ganhadores por faixa etária. Todos os corredores, receberem medalha de participação.

A corrida de rua vem avançando  no Brasil e se transformou no esporte mais democrático. Até mesmos nas cidades longes dos grandes centros urbanos. Pessoas das mais diferentes classes sociais e com idades diferentes – de 8 a 80 anos – conjugam os prazeres e os benefícios que a atividade proporciona, de maneira contínua e crescente.

Parabéns aos organizadores do referido evento.

Corrida Com História – Hecatombe do Rosário – 142 anos.

Dentro do nosso Projeto “Corrida Com História” que, entre outros objetivos,   nos propomos a

compartilhar informações históricas sobre o nosso torrão, hoje, 27 de junho de 2022, alardeamos a passagem dos 142 anos do trágico acontecimento que ficou catalogado na história politica nacional como a “Hecatombe do Rosário”.

Por ocasião  da consolidada rivalidade nacional e alguns “fatos novos” entre as duas agremiações partidárias – Conservador  e Liberal  -,  na terra de Santo Antão,   o processo eleitoral fez a  “temperatura” política subir por aqui. Naquele tempo, a votação ocorria dentro das igrejas – vivíamos, ainda, no Brasil Império.

Funcionando como “Matriz”, por conta da construção da terceira igreja dedicada a Santo Antão (o prédio atual), a Igreja do Rosário, um dia antes da eleição,  testemunhou umas das cenas mais tristes da nossa história. Um embate político que deixou um saldo de 16 mortes e inúmeros feridos. Dentre os quais, quadros de alta patentes, socialmente e politicamente falando.

O tempo passou e a nossa cidade, no campo politico,  continua tendo disputas eleitorais acaloradas. Quais e quantas lições deveremos aprender,  com episódio como esse? Vale a pena refletir…..

Veja o Vídeo Aqui.

https://youtube.com/shorts/z55va64wBug?feature=share

 

Gilberto Gil e a sua Drão – por historia_em_retalhos.

Esta é Sandra Gadelha, carinhosamente chamada de “Drão”, a terceira esposa de Gil e musa inspiradora de uma de suas canções mais belas, “Drão” (1982).

Gil e Sandra começaram o namoro em 1968, em pleno movimento Tropicalista.

Em dezembro, Gil e Caetano foram presos devido à decretação do AI-5, auge da ditadura militar.

Então, pouco tempo depois, os dois decidem se casar e fogem em exílio para Londres.

Com Sandra, teve três filhos: Pedro, Preta e Maria Gil.

Em 1979, porém, o casal começou o doloroso processo de separação.

Escrita em um momento de profunda tristeza, esta música traduz uma forma linda de encarar o fim traumático de um relacionamento.

Coisa que só um gênio da MPB como Gil teria a sensibilidade de exprimir.

“Drão!
O amor da gente é como um grão
Uma semente de ilusão
(…)
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer
Se o amor é como um grão
Morre, nasce trigo
Vive, morre pão (…)”

Salve Gil! 80 anos!
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As bodas de prata da saudade – por José Aragão – há exatos 75 anos.

Com o pseudônimo de Justino d Ávila, escreveu o mestre Aragão, para a edição do jornal “O Vitoriense”, em 23 de junho de 1947. há exatos 75 anos. 

1922. Quase que se pode dizer: ontem. Entretanto, que diferença tão grande para este tempo junino?

Reporto-me aos meus catorze anos, para recordar as encantadoras noites consagradas aos três santos juninos, com as quais os vitorienses desse tempo enfeitavam a vida da mais delicada e enternecedora poesia.

À frente de quase todas as casas da cidade, ardiam as fogueiras, simetricamente erguidas, fazendo ressaltar entre as chamas crepitantes as palmas de dendê e as bandeiras de papel.

Raríssima a residência em cuja sala principal não estava imponentemente confeccionado o altar de São João! Altar cheio de flores, onde a tarlatana e o prateado da armação lhe davam uma imponência especial. Velas acesas, incenso e cânticos religiosos em louvor ao maior dos precursores. Depois do exercício religioso, os fogos de salão: o craveiro, o diabinho, o mosquito, o busca-pé, com a sua “faixa’ clássica e impressionante, os balões…

À noite, todas as mesas confraternizavam na mesma disposição e no mesmo aspecto. Pobres ou ricas, ninguém lhes distinguia o sabor, pois o tempo não lhes permitia distinções nos cardápios  e nem sequer nos paladares: canjica, pamonha, pé-de-moleque, tudo de milho, tudo ao coco, tudo em manteiga…

Nas casas da cidade, entretanto, os festejos se diferenciavam nas danças e “cantigas”. Tanto naquelas entre si, como nas modestas vivendas dos arrabaldes. De uma dessas residências urbanas, saía o vozeiro alegre da criançada:

 

“Capelinha de melão

É de São João,

É de cravo, é de rosa,

É de manjericão.”

E de outra casa contígua:

“No altar de São João

Nasceu uma rosa encarnada.

São João subiu ao céu

Foi pedir pela casada.”

E o estribilho, uníssono:

“São João!

Nosso pai, nosso doce, nosso bem

Quem não venera São João

Não venera mais ninguém.”

Já na residência fronteiriça, as moças e os rapazes, formando uma enorme roda, de mãos dadas, cantavam alvoroçadamente, estridente e animadamente:

“Lesou, lesou!

Ora vamos vadiar

Cavalheiro deixe a dama

Ora vamos vadiar

Que esta dama não é sua

Ora vamos vadiar!”

E nos subúrbios, nas casinhas humildes, eram o bomboleio  rítmico do “coco” na “cantiga” dolente da gente simples “do mato”:

“Vamos pegá e só cá mão

Qui hoje é dia de São João”

O resfolegar das sanfonas, as quadrilhas e os xotes…

25 anos de recordações ameníssimas. 25 anos de bondade e inocência, que passaram e que os asfaltos, a eletricidade, o “jazz”, os coquetéis e os “shows” não deixam mais voltar. 25 anos dos nossos avós, dos nossos pais, da nossa meninice!

25 anos atrás, quando São João era o santo do Brasil e o Brasil a terra de São João. 25 anos …25 anos!… Bodas de prata de saudade!”

Jornal “O Vitoriense”, em 23 de junho de 1947. há exatos 75 anos. 

O mercado do milho na Praça Leão Coroado…

Na tradicional “feira do milho”, que há anos vem acontecendo, aqui, na Praça Leão Coroado, Centro Comercial, agora a pouco, dei uma circulada para saber como anda o preço da mão de milho. Apesar do processo  inflacionário dos últimos 12 meses, em alta,  os preços estão entre R$20,00 e R$40,00. Vai depender da qualidade e do tamanho da espiga.

Para os que reclamam dos preços do milho, na época junina, relembro a frase do meu pai, Zito Mariano, em defesa do agricultor: “tá achando caro? Vá preparar a terra, plantar, limpar, colher e trazer para feira para ver o trabalho que é….. Na mesma hora você vai achar barato….”

Eleições 2022: candidatos locais – apoios e alinhamentos políticos……

Ainda fora da agenda de expressiva parcela da população brasileira  as eleições gerais 2022, aos poucos, começam a ganhar forma.

É bem verdade que no mundo particular dos políticos e das lideranças partidárias o processo já vem na ordem do dia desde à última virada do ano. As novas regras eleitorais e o “saco” de dinheiro do chamado “fundão”, que serão manipulados por esses senhores e essas senhoras,  é algo que apimenta a disputa, tanto em nível nacional como na nossa província e, por tabela, em nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão.

Com efeito, possivelmente, bateremos recorde em quantidade  de candidaturas  confirmadas  com domicílio eleitoral antonense,  numa mesma eleição geral.  Já com pré-candidatura na rua, por assim dizer, até o momento,  já temos pelo menos uma dezena.

Os três detentores de mantados, com  assento na ALEPE ( Aglailson Victor, Henrique Filho e Joaquim Lira),  são candidatos naturais à reeleição se juntando  às postulações (para deputado estadual) dos  vereadores André Carvalho e Doutor Saulo. O Advogado Doutor Gil também já está posicionado na pré-campanha.

Para a Câmara Federal, além do vereador Carlos Henrique, pelo menos uma trinca de mulher vem se colocando com suas respectivas pré-candidaturas já anunciadas: Hérika Araújo, Iza Arruda e Socorrinho da Apami. É possível que tanto para estadual e federal, até as convenções partidárias  – que ocorrerão obrigatoriamente entre os dias 20 de julho e 05 de agosto – outros nomes entrem no páreo ou mesmo algumas desistências sejam anunciadas – faz parte do jogo.

Por conta da proibição das chamadas coligações proporcionais,  os partidos estarão mais rigorosos quanto ao apoio das bases às  candidaturas  majoritários – senador, governador e presidente. Aliás, nessa questão,  já temos em Pernambucos vários filiados sendo expulsos das suas respectivas agremiações partidárias por conta da chamada  infidelidade – algo que sempre existiu nos estatutos, mas nunca foi levado ao pé da letra,

Por conta da polarização e até da rejeição de aliados “naturais” alguns dos pré-postulantes locais não estão “se preocupando” em divulgar seus respectivos alinhamentos políticos. Assim sendo, dentro do espectro da lógica partidária, abaixo, segue um pequeno quadro demonstrativo. Diga-se passagem:  até o momento.

Para deputado estadual:

como devem  votar os pré-candidatos Aglaílson Victor, Joaquim Lira, Henrique Filho, André Carvalho, Doutor Gil e Doutor Saulo. 

Aglaílson Victor (PSB)  e Joaquim Lira (PV)  – Danilo Cabral (governador – PSB ) – Tereza Leitão (senadora – PT ) – Lula (presidente – PT).

Henrique Filho (PP) – Danilo Cabral (governador  – PSB) – André de Paula (senador – PSD) –  Bolsonaro (PL).

André Carvalho  (PDT) – Marília Arraes ( governadora SD) – não definido  (senador ) – Ciro Gomes (presidente  – PDT).

Doutor Gil (UB) – Miguel Coelho (governador – União Brasil) – não definido (senador ) – Luciano Bivar (presidente UB).

 

Doutro Saulo (Patriotas) – não definido (governador) – não definido (senador) – Ciro Gomes (presidente – PDT).

Para deputado federal :

como deve votar os pré-candidatos(as) Carlos Henrique, Hérika Araújo, Iza Arruda e Socorrinho da Apami. 

Carlos Henrique (PP)  – Danilo Cabral (governador  – PSB) – André de Paula (senador – PSD) –  Bolsonaro (PL).

Hérika Araújo (PDT) – Marília Arraes ( governadora SD) – não definido  (senador ) – Ciro Gomes (presidente  – PDT).

Iza Arruda – (MDB)  – Danilo Cabral (governador – PSB ) – Tereza Leitão (senadora – PT ) – Simone Tebet  (presidente – MDB).

Socorrinho da Apami (UB) – não definido (governador) – não definido – Luciano Bivar (presidente UB).

Não devemos deixar de sublinhar que,  tal qual uma velho cacique político gostava de afirmar,  política é feito uma nuvem, ou seja: sempre em está em movimento. Assim sendo, esperemos os próximos capítulos dessa “nova novela eleitoral 2022” pois, a trama, até agora anunciada,  promete boas e inesquecíveis  emoções….

Obs: qualquer pré-candidato(a), aqui citado, que queira se pronunciar quantos aos seus respectivos apoios,  fique bastante a vontade.

 

Mumtaz Mahal – por historia_em_retalhos.

Em 17 de junho de 1631, morria Mumtaz Mahal, princesa persa muçulmana, casada com o quinto imperador mongol Shah Jahan.

A princesa morreu durante o parto do 14.° filho do casal.

Desolado, como uma homenagem póstuma, o imperador mandou construir o famoso Taj Mahal, um palácio sobre o túmulo dela, com a força de cerca de 20 mil homens.

A construção é considerada uma das maiores demonstrações de amor já feitas pelo homem, sendo eleita uma das Sete Maravilhas do mundo moderno.

Inspirado no fato, em 1972, Jorge Ben Jor lançou a canção “Taj Mahal”, contando “a mais linda história de amor”.

Tê tê tê, têtêretê tê tê, têtêretê tê tê, têtêretêtê tê
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Vereador Davi Frutas: “eu estou com os agricultores”…..

De maneira casual, ontem (20), por volta do meio-dia, ao transitar pelo centro comercial da nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – encontrei com o vereador e amigo “Davi Frutas”. Matuto falante, ele desses sujeitos que não nega às origens, ou seja: tem o cheiro de terra.

Pois bem, no nosso rápido bate-papo, quando questionado  sobre essa “polêmica” da ampliação do “auxilio da chuva” para os atingidos da zona rural, foi taxativo: “eu estou com os agricultores porque conheço de perto da realidade desse pessoal”. Complementando: “eu fui eleito pelos agricultores. Já mais eu poderia ser contra”. Além das dificuldades provocadas pelas chuvas nas lavouras, Davi também lembrou que em muitos lugares  as estradas estão complicando os negócios de quem vive no campo.

Fora dessa polêmica, dialogamos um pouco sobre a política de maneira geral. Nesse contexto, pude inferir das suas palavras que o mesmo  não tá  muito satisfeito com o tratamento que vem recebendo por parte da prefeitura, no que se refere aos seus pleitos –  mesmo sem me dizer textualmente, ficou-me essa  impressão.

Faltando poucos meses para o pleito estadual, onde o prefeito tem interesse direto em algumas candidaturas, as vezes as coisas precisam  piorar para  depois “melhorar”, na medida que o pleito vai se aproximando… Nesse jogo, essa moeda está sempre em voga…….Segue o jogo……

O sequestro de Abílio Diniz – por historia_em_retalhos

Poucos crimes reverberaram tanto nos noticiários nacionais, como o sequestro do empresário Abílio Diniz.

O ano era 1989.

Após 21 anos de ditadura, a experiência de uma eleição direta para presidente da República voltava à vida do brasileiro.

Na esfera policial, aquele período foi marcado pela expansão da prática de crimes de sequestro de empresários e pessoas influentes no Brasil.

Abílio Diniz era um empresário de sucesso e responsável pelo crescimento de empresas importantes, como Pão de Açúcar, Extra e Ponto Frio.

Esportista, lutador e havendo recebido treinamento de tiro com especialistas israelenses, recusava-se a andar com seguranças profissionais.

Em 11 de dezembro daquele ano, uma Chevrolet Caravan, disfarçada de ambulância, bloqueia o seu caminho, no Jardim Europa, São Paulo.

Abílio sacou o seu revólver e abriu parcialmente a porta, mirando contra a ambulância.

De repente, porém, sentiu um baque.

O seu carro foi atingido atrás por um Opala.

Ele tentou resistir, mas os sequestradores estavam em grande número e conseguiram rendê-lo, levando-o para o cativeiro, no bairro Jabaquara.

Dentro do cativeiro, um cubículo, havia um colchonete, um vaso sanitário, uma porta, um alto falante e um tubo por onde circulava o ar.

Abílio passou 6 dias como refém.

Pelo resgate, pedia-se US$ 30 milhões.

No dia 17 de dezembro, depois de 36 horas do cerco do cativeiro, os sequestradores decidiram que iriam se entregar e libertar Abílio Diniz.

O fim do sequestro foi exibido ao vivo pela TV.

Um ponto, porém, intriga quem vivenciou aquele período.

O sequestro de Diniz ocorreu no intervalo entre o 1.° e o 2.° turno da eleição presidencial de 1989, entre Fernando Collor e Luiz Inácio Lula da Silva.

O líder do grupo de sequestradores, Humberto Paz, revelou, perante o juiz, que foi obrigado a vestir a camiseta do Partido dos Trabalhadores, com o objetivo de prejudicar o candidato daquele partido.

Até hoje, não se sabe da veracidade dessa afirmação.

Porém, é certo que a mídia deu ampla visibilidade às tais camisas e este sequestro influenciou o resultado daquele pleito.
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Ao que parece, o carnaval 2023 tá garantido!!!

Coube ao Bloco “O fera” o privilégio de colocar o primeiro  trio elétrico na rua, nesse processo de retomada pós-pandemia. É bem verdade que ainda não estamos com a vida  “socialmente normal”, mas é possível dizer,  com toda certeza,  que o pior já passou. E nesse contexto os eventos populares começam engrenar novamente.

Na tarde de ontem (19 –  domingo ) – após dois anos quatro meses –  assistir o  Trio Asas da América desfilar pelas ruas da Vitória de Santo Antão, acompanhado por porção considerável de  brincantes, é algo que nos deixa bastante animados, no sentido do carnaval antonense 2023.

O carnaval da Vitória, indiscutivelmente, é o nosso maior patrimônio imaterial. Ostentamos números e fatos concretos que nos permite tal afirmativa. Assim sendo, sob o olhar atento da historiografia local, o desfile da fortaleza sonora dos irmãos “Valença” pelas ruas centrais da nossa “aldeia”, na tarde de ontem,  que tem como patrocinador oficial a internacional  Pitú,  nos inclina  dizer que a vida dos foliões  antonenses, em 2023, voltará ao seu estado original, ou seja: brincar carnaval na rua!!!