
Aerofotografia do Pátio da Matriz – ano não registrado !!!


Aerofotografia do Pátio da Matriz – ano não registrado !!!




Com sua sequência interrompida pelos impedimentos sanitários provenientes da COVID-19, aconteceu, na noite do último sábado (03) a 2ª Edição do Forró do ETSÃO. O evento dançante contou com três atrações musicais: Trio Pé de Serra, Jorge Neto e Aninha e a Banda Brucelose.
Assim como na primeira edição, a versão forrozeira promovida pela Agremiação Carnavalesca ETSÃO ocorreu na Casa de Eventos “Espaço de Ouro”. Juntamente com a sua diretoria, na qualidade de presidente da agremiação, o sempre animado Elminho comandou a festa. O próximo encontro do ETSÃO com os seus fãs, agora, será nas ruas da Vitória, no sábado do Carnaval 2024…


Em evento realizado nas dependências do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, ocorrido na noite da sexta (02), o Monsenhor Maurício Diniz foi condecorado com duas honrarias: Título de Sócio Benemérito do IHGVSA e Título de Cidadão Vitoriense.
Bem prestigiado pela comunidade católica local, políticos de várias cidades e também diversas representações culturais, o evento apenas ratificou que a passagem do padre Maurício pela nossa cidade (2015/2021), em particular pela Paróquia Matriz de Santo Antão, foi frutífera e agradou a “gregos e troianos”.
Visivelmente satisfeito, o Monsenhor Maurício foi bastante solicitado para fotos e abraços. Desde a sua chegada ao Teatro Silogeu até à saída dos últimos convidados seu semblante era de alegria e a certeza do dever cumprido, em terras antonenses.

A proposta da condecoração pela Câmara de Vereadores foi uma indicação do parlamentar Saulo Albuquerque, popularmente conhecido por Doutor Saulo. Doravante, brindemos! O paraibano Maurício Diniz também é pernambucano de Santo Antão….


Aos 71 anos de idade, tocando em seu estado natal, Flávio José, um dos maiores forrozeiros do país, passou por um constrangimento diante do público presente no Parque do Povo, em Campina Grande/PB, no último dia 02.06.2023.
Durante o evento, o sanfoneiro afirmou que a culpa não era sua por ter que diminuir o seu repertório e reclamou da desvalorização dos artistas nordestinos.
Isso mesmo.
O show do caboclo sonhador foi encurtado em meia hora, para que o sertanejo Gusttavo Lima tivesse a sua apresentação adiantada e começasse antes da previsão inicial, suprimindo tempo do show de Flávio.
É difícil não dar razão ao desabafo do sanfoneiro de Monteiro.
O sol nasce para todos e não se trata, aqui, de restrição a qualquer tipo de estilo musical.
Porém, algumas perguntas ficam no ar:
– não fossem Flávio José e a sua geração, bem como todos aqueles que os precederam, haveria São João de Campina Grande?
– é justo e respeitoso cercear-se o microfone de um artista de 71 anos cuja carreira é marcada por sucessos que difundiram a Paraíba para o Brasil e para o mundo?
– o que irão pensar as novas gerações de sanfoneiros ao verem o grande Flávio José, inspiração de muitos, ser preterido, em sua terra natal, por Gusttavo Lima?
Para a nossa reflexão.
Um bom final de domingo a todos.
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Para quem saiu de casa hoje, 02 de junho, debaixo de sol forte, céu azul e tempo firme, certamente não se recordou da tragédia ocorrida justamente no dia 02 de junho 2005 em nossa cidade, exatamente há 18 anos. A enchente de junho de 2005 ficou catalogada na história do nosso município como um dos piores acontecimentos coletivo já registrado.
Apenas para termos uma ideia do caos, por assim dizer, outro fato similar, antes anotado como o pior das últimas décadas, conhecido como “a cheia de 75”, na qual Vitória foi terrivelmente atingida, registrou-se no mês de julho daquele ano (1975) precipitações pluviométricas de 436mm. Em junho de 2005 o índice foi de 621,7mm. Apenas nos dias 02 e 03 de junho a nossa cidade foi “castigada” com 250mm, segundo dados oficiais.
Devido ao grande volume d’água alguns bairros da cidade ficaram inundados de maneira rápida. Parte da periferia, sobretudo às áreas ribeirinhas, tiveram casas destruída, causando o maior número de desalojados e desabrigados da sua história.
O setor produtivo também foi duramente atingido. O comércio do centro da cidade ficou totalmente paralisado com a fúria das águas. Lavouras destruídas e as agências bancárias com muitos equipamentos submersos. Serviço de fornecimentos de água potável também foi danificado e etc, além de pontes destruídas, tal qual à cabeceira da Ponte do Galucho.

Além da ocupação de vários espaços públicos (escolas) pelos desabrigados, uma rede de solidariedade foi criada em vários segmentos da sociedade – Igrejas, clubes de serviço, órgãos governamentais, entidades classistas e etc, na tentativa de atenuar os efeitos da tragédia. Registremos, porém, que a cidade demorou para entrar “nos trilhos” e voltar à “vida normal”.
Essas escassas linhas, evidentemente, não tem a pretensão de narrar fielmente o cotidiano da tragédia. Tem, sim, o sentido pedagógico de “disparar o gatilho” da memória, fazendo com que as pessoas que vivenciaram os fatos citados relembrem os acontecimentos assim como informar, mesmo que superficialmente, aos mais jovens.

Para concluir deixo algumas perguntas no ar: o que aprendemos com os relembrados acontecimentos? Quais medidas que foram tomadas, no sentido da prevenção de novas tragédias? Será que estamos trabalhando para evitar ou atenuar danos por chuvas fortes em nossa cidade?






Importado da França, o novo sistema de pesos e medidas que começou a vigorar no Brasil no início da sétima década do século XIX substituiu os trazidos pelos portugueses, por ocasião do nosso “descobrimento”.
Entre outras referências a arroba, a libra e a oitava deram lugar ao quilo, para os produtos medidos e negociados por peso. Para os produtos líquidos: a canada, a pipa e o quartilho foram substituídos pelo litro. Já para as unidades de cumprimentos, o metro sepultou a braça, a vara, o palmo, o pé, e o côvado.
Pois bem, foram com essas novas medidas que o comércio e a população antonense tiveram que conviver e aderir a partir do dia 1º de junho de 1873, ou seja: há exatos 150 anos. Evidentemente que essas mudanças não foram fáceis, muito menos absorvidas rapidamente.
Os novos padrões – balanças, pesos e etc – haveriam de ser compradas ou alugadas as autoridades que ainda cobravam por aferições periódicas. Nem os comerciantes gostaram, muito menos a clientela. Aliás, essas mudanças deflagraram um movimento no Nordeste brasileiro – iniciado no interior do estado da Paraíba – que ficou conhecido como “ A Revolta dos Quebra-Quilos”.
Portanto, hoje, 1º de junho de 2023, marca os 150 anos do inicio oficial dessa grande transformação na nossa, então recém-criada, “Cidade da Vitória” – Corrida Com História.
Veja o vídeo aqui:
https://youtube.com/shorts/lCL56RBUiUQ?feature=share


Mercado da Farinha – Praça Duque de Caxias – ano não registrado


Após longo pastoreio do sempre lembrado Padre Renato da Cunha Cavalcanti, encerrado com o seu falecimento, chegou à Vitória, para substitui-lo, após período exitoso na vizinha cidade de Moreno, o Monsenhor Maurício Diniz.
A Matriz de Santo Antão da cidade da Vitória de Santo Antão, vale sublinhar, é um espaço de poder religioso por muitos desejado. Ao longo das décadas em que esteve como timoneiro Padre Renato formatou gerações de religiosos e fiéis sintonizados com o seu jeito de ser, mas a vida é dinâmica e, convenhamos, o tempo se encarrega de transformar quase tudo, inclusive ideias e conceitos.

Em um processo de continuidade e ruptura, simultaneamente estabelecidos, em momento singular da histórica do catolicismo em nosso torrão, a chegada do Monsenhor Maurício à Paróquia de Santo Antão, por assim dizer, “animou” a vida religiosa da cidade.

Portador de um carisma singular, com seu jeito matuto e detentor de uma cultura geral invejável o Monsenhor Maurício agradou a “gregos e troianos”. Ao passo que avançou nas questões administrativas da paróquia interagiu em 360 graus com a comunidade antonense.
Nesse contexto , por tudo isso e muito mais, o paraibano que serviu ao exército brasileiro e queria ser arqueólogo, mas que entregou seu destino ao sacerdócio, na próxima sexta-feira (02), por indicação do vereador Doutor Saulo, será condecorado com o Título de Cidadão Vitoriense. Parabéns para o Monsenhor Maurício Diniz.
Serviço:
Sessão Solene – Título de Cidadão Vitoriense.
Local : Teatro Silogeu – Matriz.
Dia: sexta-feira – 02 de junho.
Horário: 19:30h


Com criatividade e muito esforço, o amigo Domingos – “Rei do Múnguza” – continua chamando a atenção da clientela para o seu produto, através das músicas de sua autoria. Além de compositor e comerciante, também é cantor e produtor musical.

Registro – 2014
Sua simpatia e animação chamou minha atenção há mais ou menos uma década quando, naquela ocasião, produzimos uma matéria, aqui, no Blog do Pilako.
Recentemente, no Pátio da Matriz, reencontrei-o. Disse-me que passou uma temporada “no Goiás” e que o vídeo que fizemos, lá atrás, o projetou bastante, fazendo com que ele ficasse mais conhecido e, consequentemente, incrementasse suas vendas. Segue, portanto, o mais novo CD com mais músicas do Domingos do Teclado – o famoso Rei do Munguzá.
Veja o vídeo aqui:


DR. JOÃO CLEOFAS EM COMPANHIA ELEITORAL PARA O SENADO – 1975 – OTONI RODRIGUES, BARRETO E “SEU” DOCA.



Em mais uma “missão cultural” o grupo intitulado por “Corriola da Matriz”, no último sábado (27), aterrissou na Capital do Agreste, ou seja: “no País de Caruaru”. Por lá o São João e o forró já estão na ordem do dia.

Por sugestão, conhecemos a chamada “Casa Rosa”. Um prédio antigo, localizado dentro da famosa “Feira de Caruaru” que antigamente, entre outras utilidades, também foi matadouro público, mas que foi, há dois anos, totalmente requalificado para servir de polo gastronômico. Eis aí, portando, um bom exemplo – prático – para ser aplicado em alguns dos nos nossos prédios históricos, hoje desfocados das melhores serventias.


O que significa essa expressão utilizada para indagar à mulher se ela está menstruada?
Na verdade, a frase não se refere a nenhum Francisco.
Em Portugal, “Chico” é sinônimo de “porco” (motivo pelo qual temos em nosso vocabulário a palavra “chiqueiro”).
Ou seja, trata-se de uma forma infeliz e pejorativa de associar a menstruação à sujeira.
Em pleno século 21, ainda são muitas as crenças e ideias equivocadas sobre o assunto, que é cercado por preconceito e desconhecimento.
Na Índia, por exemplo, algumas pessoas acreditam que as mulheres menstruadas ficam amaldiçoadas durante esse período, o que as impede de entrar na cozinha (sob o risco de contaminar os alimentos), dormir na própria cama, sentar-se à mesa com a família e sair de casa.
Em nosso país, o triste preconceito é agravado por um fenômeno social terrível: a pobreza menstrual.
Jornal, pedaços de pano ou papel, folhas de árvores, plástico, miolo de pão, etc. são usados de forma improvisada no lugar de um absorvente para conter o fluxo menstrual.
Dados da ONU apontam que, no mundo, uma em cada dez meninas falta às aulas durante o período menstrual.
No Brasil, esse número é ainda maior: uma entre quatro estudantes já deixou de ir à escola por não ter absorventes.
Com isso, perdem, em média, até 45 dias de aula, por ano letivo, como revela o levantamento “Impacto da Pobreza Menstrual no Brasil” (Fonte: Agência Senado).
Combater o flagelo da pobreza menstrual está na ordem do dia.
Do contrário, é como consentirmos que o ato natural de menstruar torne-se mais um fator de exclusão e desigualdade entre os gêneros.
28 de maio é o Dia Internacional da Dignidade Menstrual.
Um domingo de paz a todos.
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Vitoriense, nascido no dia 27 de maio de 1923, grande patriota, jornalista, radialista e desportista maior do seu tempo. Como jornalista, retratou, amou e exaltou a sua terra natal, através de uma coluna por ele assinada durante muitos anos no jornal O Lidador que, à época, circulava semanalmente.Para o vitoriense ficar a par dos acontecimentos de sua cidade, era necessário apenas ler “Nossa Terra, Nossa Vida, Nossa Gente”, de Ovídio Verçosa.
Como radialista, atuou nas Rádios locais Jurema e Tabocas, nas quais apresentava, aos domingos, o Programa “A Música Comanda o Espetáculo” e repetia o sucesso de audiência através da “resenha esportiva”, às 12h, que atraia milhares de ouvintes, durante toda a semana. Convidado para trabalhar numa grande emissora de Rádio da capital com penetração em todo o Estado, declinou do convite para não se afastar “de Vitória”, tamanho era o apego às suas raízes.

Rua Jornalista Ovídio de Melo Verçosa Filho – bairro da Bela Vista.
Como desportista, incentivou os nossos atletas, entusiasmou e valorizou a nossa torcida, promoveu o nosso futebol e divulgou a nossa cidade. Torcedor fervoroso do Santa Cruz, Fluminense do Rio de Janeiro, São Paulo Futebol Clube e Camelo Futebol Clube. Editava, sempre que o Santa Cruz era Campeão Pernambucano, um jornal especial, intitulado O Tricolor.
Vale destacar, ainda, que foi ele quem primeiro sugeriu em suas crônicas que o clube O Camelo fosse conhecido como “O Aristocrático”. No dia 13 de outubro de 1977, portanto, há quatro décadas, falecia esse grande vitoriense, deixando para as gerações vindouras um legado admirável e exemplar de quem demonstrou o seu amor a nossa terra, descreveu com emoção a nossa gente, promoveu com devoção nossa cultura e defendeu com fervor as nossas tradições. Por tudo isso, embora tenha partido para outro plano espiritual, Ovídio permanece vivo na História da nossa querida Vitória de Santo Antão.
Texto copiado para o quadro Corrida Com História, em 27 de maio de 2023.
Veja o vídeo aqui: https://youtube.com/shorts/8zVGFE72NJU?feature=share


Na noite do dia 26 de maio de 1969, era sequestrado no bairro do Parnamirim, no Recife, o padre Antônio Henrique Pereira da Silva Neto, assessor direto do arcebispo de Olinda e Recife Dom Hélder Câmara.
Na manhã do dia seguinte, 27, o corpo do religioso foi encontrado na Cidade Universitária, com marcas de espancamento, queimaduras, cortes profundos e três ferimentos produzidos por arma de fogo.
Era clara a motivação do crime: calar Dom Hélder Câmara.
O país vivia o pior período da repressão, conhecido como “anos de chumbo”, intervalo compreendido entre a assinatura do AI-5 (13.12.1968) e o início do Governo Geisel (15.03.1974).
Dom Hélder era uma personalidade internacionalmente reverenciada, integrando a linha da Igreja Católica que se opunha à ditadura militar, ao lado de outros clérigos, como Dom Paulo Evaristo Arns, Frei Beto e Frei Tito.
Um eventual atentado contra a vida do próprio arcebispo provocaria o clamor da comunidade internacional, desnudando, para o mundo, o regime autoritário brasileiro.
Era preciso evitar essa exposição, buscando-se um meio indireto.
A vida do jovem padre Henrique, então, aos 28 anos, foi escolhida para esse fim.
Após o reconhecimento do corpo, o velório foi realizado na matriz do Espinheiro.
A censura impediu a imprensa de divulgar o fato.
Nos arredores, um numeroso aparato policial intimidava quem desejasse aproximar-se.
Mesmo assim, dezenas de sacerdotes e uma multidão de pessoas seguiram a pé até o cemitério da Várzea, enfrentando a presença ostensiva das forças policiais.
À porta do cemitério, Dom Hélder pediu à multidão que deixasse que apenas a família adentrasse, conclamando os presentes a promoverem um silêncio profundo.
Anos depois, declarou o Dom da Paz: “era um silêncio que gritava”.
O hino da Campanha da Fraternidade “Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão” virou um símbolo daquele trágico acontecimento, marcando a resistência à ditadura no Recife.
Passados 54 anos, a memória do padre Henrique permanece viva, inspirando todos aqueles que lutam pela causa dos direitos humanos neste país.
#ditaduranuncamais
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Em recente postagem do tarimbado e experiente jornalista e blogueiro Magno Martins, na qualidade de antonense, observei uma pitada e injustiça. Antes, porém, devemos realçar os predicados do sertanejo da pequena cidade de Afogados da Ingazeira que com o seu talento, sua ousadia e coragem rompeu as barreiras de uma das regiões mais pobres do estado de Pernambuco para brilhar na imprensa estadual e nacional, além da várias obras literárias com relevantes conteúdos. Magno Martins, indiscutivelmente, é uma referência na imprensa, sobretudo na digital.

Pois bem, quando o referido jornalista – Magno Martins – produziu no seu blog conteúdo em que cita o ilustre político vitoriense João Cleofas de Oliveira de maneira “menor”, como uma espécie de “pé-frio”, apenas reproduziu um informação sem o devido cuidado de ressignifica-la. No embate político quase tudo é dito, mas aos olhos do tempo, sobretudo àqueles que escreve para as próximas gerações que certamente será fonte de pesquisa, “penerar” algumas informações antes de apenas reproduzi-las, seria de bom tom.

Por exemplo: se somar o currículo político de todos os políticos citados na referida postagem do Magno, mesmo assim ainda será menor do que a trajetória do velho João Cleofas de Oliveira. Da Vitória de Santo Antão, terra que cedeu dois governadores a Pernambuco – José Rufino Bezerra e Gustavo Krause – o João Cleofas foi e ainda é o maior de todos os políticos. Aliás, se somar todas as obras dos políticos vitorienses que ainda estão vivos, mesmo assim ainda serão aquém das produzidas por Cleofas que aliás ainda hoje estão servindo à população.

Para não me alongar muito transcrevo a introdutória do Livro “Perfil Parlamentar”, evidenciando a vida política do João Cleofas, escrita pelo jornalista Carlos Sinésio: “A trajetória política do ex-ministro da Agricultura e ex-presidente do Senador e do Congresso Nacional, João Cleophas de Oliveira, que perdurou por mais de 50 anos, é, certamente, uma das mais ricas da história de Pernambuco no século XX”.
Portanto, caro Magno Martins, concluo esse “pitaco” no seu conteúdo esperando haver contribuído para uma melhor apreciação e esclarecimento sobre a carreira política do antonense João Cleofas. Aliás, não é só você que tem essa “visão desfocada” do ilustre politico. Muitos conterrâneos, infelizmente, não atentaram ainda para esse singular patrimônio imaterial da nossa terra. Sem sombra de dúvida, no contexto político, o Cleofas foi o maior de todos do nosso torrão – uma espécie de Pelé e o Gonzaga, num só tempo….
