
Venha se divertir com a criançada ou amigos nesta quarta-feira, na #Hoverboard do Vitória Park Shopping! Aqui a diversão é garantida

Venha se divertir com a criançada ou amigos nesta quarta-feira, na #Hoverboard do Vitória Park Shopping! Aqui a diversão é garantida

Registro fotográfico do V Festival do Vinho, realizado em 1984, promovido pelo Lions Club da Vitória. Da esquerda para a direita: Laercio, Fernando Dantas, José Luis Freitas, Milton Bandeira, Vandir Lira, Membro da família do vinho Carreteiro (azul), Roberto Sotero, Zito Mariano, Carlos Breckenfeld, Jarbas Lemos, José Luiz Ferrer e Carlos Peres. Agachados: Rubens de Deus e Célio Meira.
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*Não há nada mais eterno do que o passado, pela impossibilidade de modificá-lo.
*Vejo poesia em tudo. Por isso, ando pela calçada.
*Somos excelência em ciência e tecnologia, mas pobres em sabedoria.
*Há amores acidentais e amizades essenciais.
*Ando à procura de um “talvez”, e talvez você seja o meu “onde”
*Não há maior distração do que ser humano.
*Ninguém pensa nem age para ter paixão, mas pensa e age porque tem paixão.
*Vivo estudando. Quando não tenho o que fazer, estudo.
*Leio desde quando não sabia ler e escrevo desde quando não sabia escrever.
*Todo homem crê no limite de sua fé e descrê no limite de sua descrença.
*Forte não é quem bate, mas quem defende.
*Rico não é quem tem, mas quem ajuda.
*Inteligente não é quem humilha, mas quem ensina.
Sosígenes Bittencourt

A COCEIRA DO PAPAI, música e interpretação de Recreio do Rojão e a sanfona de Duda da Passira.
Recreio do Rojão – Coceira do Papai
Aldenisio Tavares

Na Vitória de Santo Antão de antigamente, segundo os livros que contam nossa história, a então “Rua da Lagoa do Barro” – hoje Praça Duque de Caxias – tinha muita lama e camaleão. Os cavalos dos matutos, carregados com mercadorias, vindo das diversas partes da Zona Rural, não raro, trafegavam enfiando as patas (até o meio) nas vias lamacentas. Nessa época o comércio da Vitória funcionava aos domingos até às 9h.
Costumava-se nas folgas dominicais, homens de negócio e pessoas de posses financeiras, “matar” o tempo nas matas, se divertindo com suas espingardas. Carregadas nos ombros em busca dos alvos em movimentos, os “caçadores”, por assim dizer, se deslocavam para o lado poente da cidade no qual havia grande quantidade pombos bravos (asa branca).
Na segunda-feira, sem fregueses no comércio e com tempo de sobra, nas calçadas dos estabelecimentos, as aventuras e as peripécias eram contadas como vitorias aos amigos comerciantes, que não puderam comparecer na empreitada prazerosa. Ao serrem questionados, falavam com galhardia: “foi um verdadeiro são joão nos pombos”.
Eis ai, portanto, o motivo pelo qual a nossa cidade vizinha, que um dia foi distrito da Vitória de Santo Antão, ficou catalogada por POMBOS. Hoje, porém, certamente poucas pessoas de lá saibam exatamente o motivo pelo qual são pomboenses de nascimento.

Com a decisão de ontem (26), no TRF-4, o ex-presidente Lula torna-se, perante a o jogo eleitoral, um candidato ficha-suja, ou seja: INELEGÍVEL. Evidentemente que, diante de tantos “arrumadinhos” do Supremo Tribunal Federal e do Supremo Tribunal Eleitoral, o mesmo possa vir até ser eleito na próxima eleição e torna-se presidente do Brasil, mais uma vez.
Diante de toda essa balbúrdia jurídica/política, desencontros nocivos à democracia e desesperança da população nas instituições, encontra-se o STF – classificado pelo próprio condenado aludido, como uma corte “acovardada”. Paralelo a tudo isso – em compasso de espera – encontra-se o “mundo político”, isso porque daqui a seis meses teremos eleições gerais e todo processo encontra-se “embolado”, por conta das candidaturas e coligações.

Na concepção do estado moderno, proposto pelo francês iluminista Charle Montesquieu, que o dividiu em três – executivo, legislativo e judiciário –, na intenção do equilíbrio, na condução dos interesses soberano do povo, os mesmos deveriam ser “harmônicos e independentes” entre si.

O eminente Rui Barbosa, certa vez disse que a pior ditadura é a do Poder Judiciário, pois, contra ela não há a quem recorrer. Na minha modesta opinião, estamos vivenciando um momento histórico de esgotamento desse sistema de presidencialismo de coalizão. Existe harmonia de mais e independência de menos. Acho que passou da hora de ver quem é quem nessa grande festa…….

A Lucimara Oliveira mostrou que é uma pituzeira de verdade com esse bolo temático da Pitú. Ficou lindão, Luci!
#VivaAResenha
Na organização do 1ª Baile da Família, que será realizado no Clube dos Motoristas, no dia 12 de maio (22h), encontra-se o amigo Maestro Freire. Com repertório variado, desde o sertanejo dos anos 80 ao bolero, passado por clássicos de Luiz Gonzaga e da jovem guarda a Orquestra Popular Multicultural será a atração da festa. As “mesas” poderão ser adquiridas pelos fones 9.8852.2597 e 9.8471.9198.


Caminhei por estradas
de auroras e de ocasos.
Dissipei trevas e fiz
brilhar a luz.
Colhi o meu passado
gota a gota, sem travo de amargor.
E agora, se junto o hoje meu
com o meu outrora,
e, se há cantos de amor em meu viver
no acontecer de minha octogésima data,
pressinto,
nesse passar dos anos,
a vitória sorri nos dias meus.
Antonieta Varela
(dedicado ao Prof. José Aragão, na celebração dos seus 80 anos).
Extraído do livro JOSÉ ARAGÃO – PERFIL DE UM EDUCADOR

Terça é o dia de curtir com o mozão, no Grupo Cine do Vitória Park Shopping! Aproveite!

RUA AMARELA, DESCENDO PARA O DIQUE.
Ano não registrado.

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(Ser por não ser)
Eu sou um homem feliz:
não sou patrão nem sou empregado,
não sou rico nem sou pobre,
não sou casado nem solteiro,
não sou velho nem sou jovem.
Sosígenes Bittencourt

ALMIR BRITO no seu CD instrumental TODOS OS TONS, trazendo no violão POR CAUSA DE VOCÊ, composição de Dolores Duran e Tom Jobim.
[powerpress url=../mp3/almir_brito_2.mp3]
Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares

Não obstante ser um blogueiro, que por oficio deveria ser totalmente ligado e adaptado às novas ferramentas sociais disponíveis, confesso, que ainda não consegui abrir espaço para que as mesmas assumam o “controle da minha vida”, tal qual ocorre, hoje, com a maioria das pessoas, mesmo àquelas que possuem mais primaveras. É só uma questão de entendimento……nada contra!!!
Pois bem, eis que, de uns dias pra cá, venho observando os registros fotográficos do meu “amigo do face”, Josebias Bandeira de Oliveira. Simplesmente: extraordinários!!! Dentre tantas fotos postadas, na sua página, uma trás duas crianças (Dryton e Dayse Bandeira) brincando no Alto do Reservatório, no Parque Melo Verçosa – local que funcionou nosso zoológico.

Na referida postagem tem escrito:
“Vitória De Santo Antão!
Sua história, sua glória e seu passado!
No Túnel do Tempo. . .
Parque, no Jardim Zoológico
“Alto do Reservatório”.
Palco de muita alegria e diversão,de todas as crianças vitorienses! Quantos de nós não fomos embalados neste “burrica”? Os passeios com nossas escolas . . . Especialmente no Dia das Crianças!
Recordo cada recanto…
Os animais, os pipoqueiros, o vendedor de algodão doce de doce japonês.
“Saudades da infância de nossa terra tão querida”
Com efeito, várias pessoas que se identificaram “desenterraram” das suas memórias outras inúmeras situações vividas, naquele pedaço de chão santonense. Algo muito positivo, naquilo que chamamos de preservação da memória e do sentimento de pertencimento. Parabéns para Josebias Bandeira de Oliveira.

Os cães ladram e a caravana passa…
Passados dez dias da entrega do Prêmio Pedro Ferrer de Cultura na sua primeira edição. Gostaria de tecer algumas considerações.
Primeiro, que, o prêmio leva meu nome por sugestão de seu idealizador o professor Claudemir Coelho. Como falei no meu discurso de agradecimento, torno a repetir, sinto-me lisonjeado, bastante lisonjeado, ao ver o meu nome sendo utilizado em tão nobre causa. Existem pessoas que revestidas por uma falsa modesta, ou até mesmo por não reconhecer-se dentro de sua área de influência, questionaram a escolha do nome como se eu estivesse com isso querendo me promover. Ora, com quase 80 anos de vida isso não é mais prioridade para mim, no entanto, reafirmo: AS HOMENAGENS DEVEM SER FEITAS AINDA EM VIDA!!
E eu contribui ao longo de minha vida, e ainda contribuo muito para à educação e cultura de um modo em geral. Da presidência do Conselho Federal de Biologia à Criação e presidência da ADUFEPE (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco) de onde fui professor, Da co-fundação da Faculdade de professores da Vitória ao Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão, foram “muitas emoções”, como cantou Roberto Carlos. Olho para o meu passado e admiro a vida que soube fazer. Sim, qualquer um com a condição privilegiada que tive poderia fazer, mas há tantos que têm, por que não fazem? Não sou o supra sumo das artes em Vitória, sei que existem pessoas tão bem mais preparadas, envolvidas e engajadas nesta luta quanto eu. A questão não é sobre ter e sim sobre ser. Mas nessa vida nós estamos, nunca somos.
A repercussão em tono do evento foi muito positiva, para quem colocou em cheque a escolha dos homenageados solicito encarecidamente que olhe para alguma foto em que conste os 12 escolhidos e avalie bem, longe de falsas amarras. Desafio aos críticos de plantão, olhar em cada um deles e não ver a ”cara” do povo da Vitória, “De uma gente que rir quando deve chorar e não vive apenas aguenta…” a face de quem realmente faz a cidade.
Enfim, ninguém pode negar que diante do trabalho desenvolvido pelo grupo que está à frente do Instituto Histórico não tenhamos propriedade para escolher os homenageados/as. Se bem, que, por falta de atenção ou por mau caratismo mesmo, muitos não entenderam que a proposta é que o prêmio torne-se uma celebração anual, logo, quem eventualmente não tenha sido agraciado neste ano poderá ser nos próximos. Até porque só será escolhida uma pessoa e/ou Instituição por categoria. No mais, com a certeza de que não se pode agradar a Gregos e Troianos despeço-me grato e preparado para a luta que não é fácil, mas torna-se necessária quando temos um ideal.
Professor Pedro Ferrer
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Nossa página não poderia deixar de lembrar para todos os/as Antonenses, como fez o amigo Guilherme Pajé, que hoje (24) era o aniversário de nascimento do excelentíssimo professor Mário Bezerra, exímio educador a quem a História da educação em Vitória jamais esquecerá. Onde esteja, que esteja em paz professor. “Descanse o seu leito na floresta dos homens esquecida e escrevam à sombra de uma árvore, foi professor, sonhou e amou na vida.”
Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

Mix de estampas e miniprints que são a cara da segunda-feira: cool e fácil de combinar. Você encontra na Hering do VitóriaParkShopping.

CHAFARIZ LAVANDERIA DA ESTRADA NOVA.
Ano não registrado.