Arquivo da categoria: Fala, Vitória!

Coluna do Escritor vitoriense Sosigenes Bittencourt

RECORDAR É VIVER – Mané Capão

No tempo de eu menino Dentre as figuras lendárias e bizarras das quais tive notícias e algumas conheci, em Vitória de Santo Antão, espero que alguém relembreMANÉ CAPÃO, MÃO DE ONÇA, CAFINFIM, PAPA-RAMA, DIDI DA BICICLETA, BIU LAXIXA E O … Continue lendo

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Crise financeira e ilusões

Quando eu ouço falar em crise financeira, só penso numa série de palestras que tratam de 3 ilusões extremamente eufóricas, mas que exigem limites: a paixão, o dinheiro e o poder. Observe o ensaio sobre as palestras, resumido por Renato … Continue lendo

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RECORDAR É VIVER – esconde-esconde

Eu continuo solteiro e brincando de esconde-esconde. Só que com meninas da Terceira Idade. Só há um tempo que dura pro resto da vida: a velhice. Portanto, temos de nos tornar autoeficazes. Eu estou perfeitamente em forma para brincar de esconde-esconde, mas não … Continue lendo

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DAR E RECEBER

A Paixão quer receber, o Amor quer dar. Paixão é adoção. Amor é doação. A tragédia instala-se quando você QUER DAR, mas NÃO PODE QUERER RECEBER. Você pode FAZER o que quer, mas não pode QUERER o que quer, dizia o filósofo alemão Arthur Schopenhauer. Fazer é ação. … Continue lendo

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RECORDAR É VIVER – Mercado de Farinha

Ali, na arquitetura, está a arte do meu bisavô, José Guedes da Costa, que fê-la com uma colher de pedreiro. O brasão que posso ver é uma obra de arte, com o detalhe de haver sido feito sem buril, sem cinzel. … Continue lendo

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MORTE DE EDUARDO CAMPOS

É preciso fazer psicanálise, desinstalar o sofrimento neurótico e devolver-se ao sofrimento humano. Há um homem morto, uma família enlutada. O luto não é privilégio de ninguém. A morte é democrática, a morte é apartidária. Sosígenes Bittencourt

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PITACO ESPORTIVO: Fluminense 2, América-RN 5

Eu não sei como ainda tem brasileiro se surpreendendo com certos resultados de jogos entre times brasileiros, sobretudo depois do exemplo deixado pela Copa do Mundo agora há pouco. Vamos, portanto, ao fato, relatado na manchete: “O Fluminense passou por um dos … Continue lendo

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Recordar é Viver: Rua Dr. José Rufino Bezerra, Cajá

Moro, no Bairro do Cajá, há mais de 30 anos, em frente ao Clube dos Motoristas O Cisne. Sou do tempo que a Fábrica de Produtos Alimentícios CATIVA passava 24 horas produzindo biscoito. De manhãzinha, amanhecíamos saciados pelo cheiro das … Continue lendo

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Intimidade

No íntimo, eu não desejaria fazer poesia com as estrelas, eu queria fazer um céu onde o meu leitor pudesse morar, um sol sob o qual o meu leitor pudesse se aquecer, um paraíso onde o meu leitor pudesse amar. … Continue lendo

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NUA

Uma menina trabalhava, num barzinho, praticamente nua. Via-se-lhe toda fronteira das coisas proibidas. A bichinha era mesmo fraca depudor. Tinha até um risinho enviesado no canto da boca, como se sugerisse uma safadeza carnal. Só não andava completamente nua, porque a … Continue lendo

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FRAGMENTOS

Tudo que tem preço não tem valor, porque acaba. O que tem valor é o amor, porque nunca acaba. Sosígenes Bittencourt

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Recordar é Viver

Eu quero dedicar esse baú de lembranças às meninas que estão me aperreando por fotografias do tempo da brilhantina. Eu estudei no Colégio Municipal 3 de Agosto, na década de 60. Fiz Curso de Admissão e fui o orador, por ocasião … Continue lendo

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O HOMEM É ESCRAVO DO BOM TRATAMENTO

Em Recife, na avenida Domingos Ferreira, minha tia Ricardina ia sendo vítima de um assalto. Eram 3 pivetes, um maiorzinho e dois menores, queriam-lhe os pertences. E, aí, minha tia não podia se desfazer dos bens, pelo valor sentimental que … Continue lendo

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Comendo Paima

Agora, inventaram essa expressão “comendo paima”. Coisa como “engolindo corda”, cuja vítima é o cacimbão. Mas, pegando carona na moda, esse é um tempo propício para otário cair em cantada de político sabido, raposa velha em influenciar candidatura. O poderoso passa a … Continue lendo

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Gueixa, a sedução pela arte

Engana-se, redondamente, quem acha que a gueixa é uma versão oriental de nossa prostituta. A gueixa lá no Japão, e a prostituta aqui na esquina. Primeiro, porque para ser gueixa é preciso muitos anos de estudo, enquanto para ser prostituta não é preciso nenhum … Continue lendo

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MORTE DO MEU PAI

A morte do meu pai foi cercada de jovens chorando. Um pranto que demonstrava o liame sentimental que estabeleceu com seus sobrinhos, netos e bisnetos. Foi a revelação do quanto pode eternizara memória sentimental dos amparados. Foi isto que foi, o amor doação, … Continue lendo

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NOSTALGIA E MELANCOLIA

Os gregos designavam NOSTALGIA como a dor dos que viajam, a dor dos navegantes, de “nostós” e “algós” – viagem e dor. Ora, a nostalgia é a saudade que dói, mas a recordação de um prazer, a lembrança daquilo que se distanciou. … Continue lendo

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Não ria se puder

Um dia de sábado, amanheci com um cidadão de Glória do Goitá em minha porta me perguntando se eu era Pai de Santo. Abismado com o paradoxo, pois nem cara de Pai eu tenho, quanto mais de Santo, resolvi interpelá-lo: … Continue lendo

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UM CERTO MÊS DE JULHO

Exatamente no mês que faz 59 anos que fui dado à luz, perco 3 seres humanos do mesmo ofício. Porque ninguém se diploma na arte de escrever. Escrever é destino, é-se escritor desde menino. No dia do meu aniversário, 19 de julho, dia … Continue lendo

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O HOMEM ACHA A PAZ CHATA

A guerra é o cúmulo da insanidade coletiva, é a única disputa em que não há vencedor. A guerra é a legalidade do crime. Pergunta a quem perdeu um filho, sobre a vitória. Quem foi o vencedor da guerra que … Continue lendo

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BRUNO versus ELISA

Bruno é um gato saltando sobre uma bola,  mas um leão sobre sua presa. Elisa era uma graça erótica, mas uma peregrina da própria desgraça. Bruno ganhava 200 mil reais para pegar bola, e Eliza, 200 reais para dar bola. Bruno deve ser rubro-negro, Eliza ficou rubra … Continue lendo

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MORTE DE ARIANO

Imagino Ariano Suassuna entrando no céu. Surge Uma Mulher Vestida de Sol e pergunta: – Ariano, você sabia que morreu? E o artesão do Auto da Compadecida: – E quem foi que nasceu pra não morrer? Sosígenes Bittencourt

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Não ria se puder

Sabe o que foi que o caminhão da Prefeitura do Recife encontrou na calçada do Hospital da Tamarineira? Um doido varrido. Sabe o que foi que um doente mental colocou na sua campanha a vereador no Recife? Tenha juízo, vote … Continue lendo

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Sobre a Eternidade

Há quem pense que a Eternidade é depois da Morte.  Ora, se a Eternidade é Eterna, ela sempre foi e sempre será.  Então, a Eternidade é agora, ela é feita de “agoras”.  Não há Vida fora da Eternidade nem Morte na Eternidade.  Portanto, nós estamos na Eternidade. Sosígenes Bittencourt

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HORA DE PENSAR

Eu sempre tenho a impressão de que alegria é bênção e tristeza é padecimento. Por isso, quando estou alegre, penso em Deus, e, quando estou triste, penso em mim. Acho que tudo é resultado da ação do homem, o bem à bondade, e o mal … Continue lendo

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Hábitos do Primeiro Mundo no Imundo

No Rio de Janeiro, atirar uma bituca de cigarro no meio da rua pode gerar multa. Basta o esquadrão da Guarda Municipal flagrar. Esse expediente é imitação do Primeiro Mundo, implantado no Imundo. E tem detalhe: se o sujismundo se … Continue lendo

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A PROPÓSITO DE SER PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Não há quem não tenha sido, um dia, presidente da República. E, logo, imaginado o que faria. Eis, portanto, a ideia que jamais me saiu da cabeça. Se eu fosse presidente da República, começaria por qualificar pessoas para tratar de CRIANÇAS e IDOSOS em Creches eCasas … Continue lendo

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Verdades e Mentiras

Às vezes, é melhor ouvir uma mentira que faça rir, do que uma verdade que faça chorar. Já nos basta A MORTE como incontestável verdade. Todos nós nascemos sem pedir e morremos sem querer. Há pessoas que escolhem a verdade exatamente porque magoa. Escolhem-na a … Continue lendo

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NÃO RIA SE PUDER

Os argentinos perderam uma batalha naval para os ingleses,  nas Ilhas Malvinas, porque a Inglaterra é a Dona do Mar, e a Argentina é do Maradona. Sosígenes Bittencourt

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PITACO ESPORTIVO

Pelo menos, los hermanos serviram para provar que os alemães só ganham fácil quando pegam patota. A parada foi acochada. Bom lembrar, inclusive, que os norte-americanos também impuseram dificuldades aos germânicos. Enfim, os grandes babacas fomos nós, vaidosos por vaidade, vivendo das … Continue lendo

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