Arquivo da categoria: Fala, Vitória!

Coluna do Escritor vitoriense Sosigenes Bittencourt

No tempo de eu menino – Fratelli Vita

No tempo de eu menino, ouvi uma história envolvendo o proprietário da Fratelli Vita que fuxico até hoje. O italiano Francesco Vitta, dado o sucesso do seu refrigerante, montou uma filial em Pernambuco. Nesse tempo, o paraibano Francisco Pessoa de Queiroz era proprietário e fundador … Continue lendo

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Dia da Mentira

O cara que disser que nunca mentiu é mentira. E o que disser que odeia mentira é porque não quer ser enganado. Tem gente que, de tanto mentir, termina pensando que a mentira é verdade. Às vezes, também, a mentira não … Continue lendo

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No tempo de eu menino

Quando surgiram as bolinhas de gude com o formato de uma carambola no centro, eu escondi as mais belas. Fosse muito criança, teria engolido uma. Sosígenes Bittencourt

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Celeuma entre Ética e Moral

Lembra-me um dos discursos que estabelece a diferença entreÉTICA e MORAL. A Moral é aquilo que nos ensinam: não matarás. A Ética é aquilo que aprendemos: matarei para sobreviver. A Moral tem a ver com o SUPEREGO, a Ética tem a ver com … Continue lendo

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O coração que ri

O sofrimento é um prolongamento da dor, ele sobrevive à dor. Sofrimento é deixar de agradecer pelo amor recebido e resmungar pelo amor que deixou de receber. Pessoas que amam a vida são pessoas que agradecem e, por isso, são pessoas calmas. A calma promove … Continue lendo

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Recordar é Viver: Madre Tarcísia

A vida é feita de tempo e daquilo que fazemos com o tempo que dispomos. O tempo é o tecido de nossas vidas. Portanto, recordar é estender o tecido de nossas vidas. Esta era uma fotografia muitíssimo aguardada. Fui recebido … Continue lendo

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Não ria se puder

Uma mulher ligou, para mim, de madrugada. – Professor, professor… Ela sussurrava, e o ambiente era abafado. Deveria estar entronizada na bacia sanitária. Aí, eu, todo educado: – Diga, minha filha. Aí, ela, sofrida e confusa: – Gêmeos dá certo com Virgem, … Continue lendo

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No tempo de eu menino

No tempo de eu menino, chic era calçar um Tênis Conga. Isso foi no tempo que roubar era falta de educação. Hoje, se você desfila com um Tênis de marca, pode perder o pé. Nós éramos felizes e não sabíamos. Tudo … Continue lendo

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Celeuma em torno do Bolsa Família

Nenhum cidadão de origem ou formação judaico-cristã pode ser contra o Bolsa Família. Os gregos nos legaram a Política como meio de corrigir as distorções sociais, portanto ela deve arrimar-se ao conceito aristotélico, buscar incansavelmente o bem comum, mesmo que essa busca seja considerada … Continue lendo

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Pai analógico, filha digital

Outro dia, eu aluguel um táxi, e o condutor do automóvel transportava sua filha a bordo. Durante o percurso, a menina não deu um pio, plugada numa engenhoca cibernética. Quando parou o veículo, e ela saltou, começou a me fazer … Continue lendo

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No tempo de eu menino

Esse caderno é do tempo do ENSINO ANALÓGICO, do tempo da valorização da CÓPIA e do DITADO, da supervalorização da escrita manual. Foi quando eu aprendi a conjugar o verbo AMAR no Presente do Indicativo, com profª. Luzinete Macedo, na Escola Paroquial. A pasta de couro cru … Continue lendo

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Guerra e Amor

O ser humano acha a PAZ chata, por isso inventou a GUERRA, por achá-la mais emocionante. O AMOR é calmo, tranquilo, AMOR é PAZ. PAIXÃO é delírio, SEXO é excitação. Por isso, tanta audiência para os programas e filmes que retratam a violência. Pensamento e sentimento não são confiáveis, … Continue lendo

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Importância das Árvores

Padre Ângelo Pansa já o disse, na Terra do Meio, no Pará: “Vocês estão derrubando o céu. Porque as árvores são os braços que sustentam o céu.” Sosigenes Bittencourt

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FRAGMENTOS

Antes de pedir saúde, faça uma dieta. Antes de pedir paz, guarde suas armas. Antes de pedir prosperidade, arregace as mangas. Antes de pedir amor, tente perdoar. Sosígenes Bittencourt

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Conversão e Separação

Nunca me esqueço da conversa que tive com um mototaxista. Ele me contou que não conseguia se libertar de sua mulher. Quanto mais ela pintava miséria com ele, mais o escravizava. Até de faca já havia sido agredido, levou esculhambação na … Continue lendo

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Hora de pensar

Eu sempre tenho a impressão de que alegria é bênção e tristeza é padecimento. Por isso, quando estou alegre, penso em Deus, e, quando estou triste, penso em mim. Acho que tudo é resultado da ação do homem, o bem à bondade, e o mal … Continue lendo

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O Brasil funciona mal

Existe cota racial para branco pobre e descendente de negro? Tem descendente de negro, branquinho que nem um fantasma, do cabelo pixaim, pobre que dá dó e sem direito a cota racial. Parece que, no Brasil tudo funciona mal. O Eca, por exemplo, tem garantido … Continue lendo

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Dia Internacional da Mulher

Para quem aprecia, todo dia é Dia Internacional da Mulher. Sosígenes Bittencourt

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Carnaval em Vitória de Santo Antão

Tenho lido muitas críticas ao Carnaval de Vitória e queria dar um pitaco. De início, Vitória de Santo Antão precisa implantar uma safena administrativa no coração da cidade. A Praça da Bandeira é uma artéria infartada de barracas de alvenaria, loteada pelos prefeitos, num … Continue lendo

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Carnaval no tempo de eu menino

Sou do tempo do aroma inebriante do lança-perfume, da neblina de confetes, do bailado das serpentinas, da cavalaria à frente dos clubes, do solo de clarins, dos enfrentamentos das orquestras de frevo, dos cabeções, de Pierrot que amava Colombina que amavaArlequim, e todos nós amávamos, … Continue lendo

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Minha fantasia

A minha fantasia é original e não me custa um tostão. Estou fantasiado de coroa, e o alfaiate é o tempo. Embora, sem neto, posso ser o avô das meninas, sobretudo das solteironas casadoiras e das separadas esperançosas. A música … Continue lendo

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Porque é Carnaval

PORQUE É CARNAVAL por Dilson Lira Vê por aí, os tolos passando, as mãos agitando, a rir-se de quê? São meros palhaços, à vida iludindo, de tudo fugindo, nem sabem por quê? Vê por aí, em doidas espirais, mulheres e … Continue lendo

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Carnaval no tempo de eu menino

Quando eu era menino, as orquestras do Clube Abanadores O Leãoe do Clube Vassouras O Camelo mediam força na Praça Duque de Caxias. O estandarte do Camelo havia sido confeccionado porPEDRO RAMALHO, e o estandarte do Leão por HONÓRIO TUNGÃO. Aí, a torcida do … Continue lendo

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E por falar em tristeza

Eu sou meio ruim de tristeza. Pelo contrário, carrego uma certa alegria n’alma que, muitas vezes, confundem com falta de seriedade. Porque o importante não é a tristeza que você sente, mas o que você pode fazer com a tristeza que … Continue lendo

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Carnavalização, Pornografia e Proibição

Você pode brincar Carnaval, não pode carnavalizar a vida. Carnaval é uma festa, não é uma lei, é escolha, não é obrigação. Brincar Carnaval não significa impor seu ritmo, sua vontade à vontade dos outros, submeter os demais aos seus caprichos. O … Continue lendo

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Capiba no Céu

Lourenço da Fonseca Barbosa * Surubim: 1904 + Recife: 1997 Capiba chega ao céu. Sorridente e de braços abertos, penetra sem kit no bloco de Nelson Ferreira, Irmãos Valença e Felinho. Ao som de Vassourinhas, de Matias da Rocha e … Continue lendo

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Carnaval no tempo de eu menino

O frevo me arrepia as cerdas do coração. Lembra-me o tempo de eu menino. Abstraído, vou andando pela calçada, com medo de me perder na multidão. Ontem, fui passista de rua; hoje, sou passista do ar. Sosígenes Bittencourt

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Dolo Eventual

Quem lança fogos é fogueteiro. Quem mata, com fogos, é criminoso. Eu não posso lançar uma bomba no meio da multidão e esperar que nasça um anjinho. Descarta-se, definitivamente, aCULPA, pela consciência do ato praticado e real expectativa do resultado, … Continue lendo

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Da insatisfação humana

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860) resumiu o significado do “desapego” como alternativa lógica para os desejos que não podem ser concretizados e causam sofrimento. Como libertar-se da insatisfação, já que somos eternos insatisfeitos. E aponta, principalmente, dois caminhos: O desapego e … Continue lendo

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FRAGMENTOS

Antes de pedir saúde, faça uma dieta. Antes de pedir paz, guarde suas armas. Antes de pedir prosperidade, arregace as mangas. Antes de pedir amor, tente perdoar. Sosígenes Bittencourt

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