Arquivo da categoria: Fala, Vitória!

Coluna do Escritor vitoriense Sosigenes Bittencourt

HORA DE BRINCAR, BRINCAR – por Sosígenes Bittencourt.

De um padre para um alcoólico dentro de um ônibus: – Você sabia que esse caminho é para o inferno? Aí, o alcoólico: – Êita, peguei o ônibus errado. Certo dia, um bêbado pediu a um outro bêbado uma lapada … Continue lendo

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SÃO JOÃO: NO TEMPO DE EU MENINO – por Sosígenes Bittencourt.

Das três maiores festas anuais, o São João é a mais singela e tradicional. O Ano Novo nos trespassa de tristeza, porque sugere a contagem do tempo e amontoa os mortos. Abrimos álbum de retrato e botamos pra choramingar. O Carnaval é … Continue lendo

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Mestre Zé Guedes – por Sosígenes Bittencourt.

Hoje, creio que pouquíssimas pessoas sabem que quem construiu os jazigos da primeira entrada do Cemitério São Sebastião foi meu bisavô, José Guedes da Costa. E não só, ele também esculpiu os frontispícios do Cemitério e do Mercado de Farinha. … Continue lendo

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FRAGMENTOS – Retifica Sentimental – por Sosígenes Bittencourt

Se o seu relacionamento não está engrenando, procure uma retífica sentimental para trocar as atitudes. Sosígenes Bittencourt  

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REFLEXÕES SOBRE PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL – por Sosígenes Bittencourt.

Questões de pobres são de pobres. Os ricos cuidam de suas questões. Nenhum herói ou regime político irá salvar o mundo. O mundo só se salvará pela empatia e solidariedade, e esses pré-requisitos não pertencem aos capitalistas, nem aos heróis … Continue lendo

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NO TEMPO DE EU MENINO – MÊS DE MAIO – por Sosígenes Bittencourt.

  O mês de Maio sempre foi um mês dedicado à mulher. Mês de Maria, de se celebrar o namoro e o noivado, místico período entre os prazeres da carne e o sacrifício do espírito, o desregramento e a temperança, … Continue lendo

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ESTUDADO PORTUGUÊS – por Sosígenes Bittencourt

(O verbo “SUICIDAR-SE” é um PLEONASMO?) O verbo “suicidar-se” vem do latim sui (“a si” = pronome reflexivo) + cida (= que mata). Isso significa que “suicidar” já é “matar a si mesmo”. Dispensaria, dessa forma, a repetição causada pelo … Continue lendo

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FRAGMENTOS – Sosígenes Bittencourt 

O apaixonado não dorme. Ele precisa do corpo do objeto da paixão, mais do que quem ama, que não precisa do corpo para amar. Sosígenes Bittencourt 

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SOBRE AVAREZA E ESBANJAMENTO – por Sosígenes Bittencourt.

O escritor e professor português Vergílio António Ferreira  (1916 – 1996) dizia que “A avareza pode ser uma expressão de humildade, como o esbanjamento o é de megalomania.” No contexto bíblico, Esbanjamento não está catalogado como Pecado, mas a Avareza, sim. Contudo, se … Continue lendo

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No tempo de eu menino – por Sosígenes Bittencourt

No tempo de eu menino,  havia caramujo no Rio Tapacurá;  hoje, todo sujo, nem aruá. Sosígenes Bittencourt

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CRISTO E MALUF – por Sosígenes Bittencourt.

História engraçada conta o jornalista pernambucano Aldo Paes Barreto, em seu livro Causos & Casos, que acontecera em Nova Jerusalém. Durante um espetáculo, em plena Campanha pela Presidência, Paulo Maluf está na plateia. No palco, braços abertos, Pilatos indaga a … Continue lendo

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O coração que ri – por Sosígenes Bittencourt

O sofrimento é um prolongamento da dor, ele sobrevive à dor. Sofrimento é deixar de agradecer pelo amor recebido e resmungar pelo amor que deixou de receber. Pessoas que amam a vida são pessoas que agradecem e, por isso, são pessoas calmas. A calma promove … Continue lendo

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ABESTALHADO COM A VIDA – por Sosígenes Bittencourt

Desde menino que eu sou abestalhado com a vida. A vida é uma loucura. Vivemos como se não fôssemos apodrecer, solitariamente, um dia. Nutrimos a esperança de sair voando para o céu, em forma de alma, alvos como um capucho … Continue lendo

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SOBRE A BREVIDADE DA VIDA – por Sosígenes Bittencourt.

O ser humano é um animal sem solução. Ele tem sempre a impressão de que há algo de errado consigo mesmo. Sobretudo quando submetido à angústia de que a morte é o horizonte da vida. Todo ser humano tem um livro escrito … Continue lendo

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Hábitos do Primeiro Mundo no Imundo – por Sosígenes Bittencourt.

No Rio de Janeiro, atirar uma bituca de cigarro no meio da rua pode gerar multa. Basta o esquadrão da Guarda Municipal flagrar. Esse expediente é imitação do Primeiro Mundo, implantado no Imundo. E tem detalhe: se o sujismundo se … Continue lendo

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FRAGMENTOS – Saudade – por Sosígenes Bittencourt

Saudade é o único sentimento que não morre quando se mata. É matando a saudade e morrendo de saudade. Sosígenes Bittencourt

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No tempo de eu menino – Mês de Maio – Sosígenes Bittencourt

O mês de Maio sempre foi um mês dedicado à mulher. Mês de Maria, de se celebrar o namoro e o noivado, místico período entre os prazeres da carne e o sacrifício do espírito, o desregramento e a temperança, a fornicação e … Continue lendo

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O CATADOR DE LIXO – por Sosígenes Bittencourt

Na frente de minha casa, um catador de lixo, degradado, cata comida entre sacos de plástico biodegradável. Porém, nada ensaca sem cheirar, amolegar ou chupar o dedo. Muito cuidadoso, vai separando o que julga comestível entre os detritos orgânicos em putrefação. Olha para … Continue lendo

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DEMOCRACIA E VOCÊ – por Sosígenes Bittencourt

No dia da eleição, preste atenção. Não vá com ânsia ao período de vacância. Das 8 às 17h, ninguém manda no poder, ninguém governa, quem ocupa o poder é você. Não espere que a Justiça julgue os políticos, julgue-o, você. … Continue lendo

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A vida e o artista – por Sosígenes Bittencourt.

A vida é um espetáculo sem revisão, é acontecendo. É o gerúndio que nos oferece a sensação da vida presente, a sensação de duração: nascendo, vivendo, morrendo. Estar vivo é como não ter mais jeito, o jeito que tem é … Continue lendo

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A mais linda assombração que me assustou.

Linda Blair foi a menina mais linda que eu vi no cinema. A despeito, transformaram-na na menina mais feia que eu vi no cinema. Passei noites me acordando, embora mais impressionado com a sua beleza do que com a feiura … Continue lendo

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Solidões – por Sosígenes Bittencourt 

Uma mulher: – Professor, eu estou pensando em passar um tempo sozinha. Eu: – Posso saber o motivo, madame? A mulher: – Depois da última decepção que eu tive, eu pretendo passar dois anos sem querer ninguém. Eu: – Coincidência. Eu … Continue lendo

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O coração que ri – por Sosígenes Bittencourt

O sofrimento é um prolongamento da dor, ele sobrevive à dor. Sofrimento é deixar de agradecer pelo amor recebido e resmungar pelo amor que deixou de receber. Pessoas que amam a vida são pessoas que agradecem e, por isso, são pessoas calmas. A calma promove … Continue lendo

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NO BAR DA COCHEIRA – por Sosígenes Bittencourt

O Bar da Cocheira fica como quem vai para o Matadouro. É uma casa de família. O barzinho é um fundo de quintal, de dona Léo de Zé Pedreiro. Quando bate a tardinha, sobe aquele aroma adocicado de chiqueiro de … Continue lendo

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MANGA COM SAL? – por Sosígenes Bittencourt

Como eu fui criado chupando manga SEM SAL, nunca me acostumei com essa modalidade de chupada, essa aventura estomacal. E ainda há quem lambuze a fruta na laminha do sal com vinagre. Na feira, a primeira pergunta era a seguinte: … Continue lendo

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GRATIDÃO E REMORSO – por Sosígenes Bittencourt.

Muitas vezes, é preciso perder os pais, para refletir sobre sentimentos. O sentimento predominante, na perda dos pais, não é de GRATIDÃO, e, sim, de REMORSO, não é a gratidão pelo que nos fizeram, mas o remorso pelo que deixamos … Continue lendo

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O bom uso da inteligência – por Sosígenes Bittencourt

A vida ensina, você é que tem de fazer bom uso da inteligência. A inteligência é uma FACULDADE, todos nós a temos. O bom uso da inteligência gera SABEDORIA. Às vezes, o que aprende com facilidade tem pouco interesse, e o menos capaz, … Continue lendo

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NO TEMPO DE EU MENINO – por Sosígenes Bittencourt.

Sou do tempo em que havia tempo de acompanhar a réstia do sol e contar estrelas. Sou do tempo em que o coral dos grilos executava a sonoplastia das estrelas. Se os primeiros anos de vida marcam o homem, como … Continue lendo

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O artista – por Sosígenes Bittencourt

O escritor escreve a poesia, o pintor pinta a poesia, o escultor esculpe a poesia o músico toca a poesia. Todo mundo tem intuição, mas o artista tem a técnica de revelar sua inspiração. Sosígenes Bittencourt

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A televisão na minha visão – por Sosígenes Bittencourt

A televisão é uma concessão de serviço público. No Brasil, não cumpre sua finalidade primordialmente educativa, que é obrigação, busca apenas o lucro. Qualquer fiscalização no intuito de coibir baixaria é logo tachada de “CENSURA”. O Estado se omite, e a mídia … Continue lendo

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