A população botando a mão na massa

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Recebemos de um internauta, que não quer se identificar, a denúncia de que moradores das proximidades do Terminal Rodoviário fizeram uma “vaquinha” para comprar cimento e pedras, na tentativa de tapar os buracos da rua que vinha trazendo diversos transtornos. Isso é apenas um reflexo da falta de compromisso do poder público nas soluções dos problemas  básicas da população em  nossa cidade.

Falta Dinheiro ou Vergonha?

Ainda continua o desrespeito por parte da Gestão Municipal com os pedestres que transitam pela calçada, próximo ao Terminal Rodoviário. Até parece, que o Prefeito, o vice e os secretários da gestão do Governo de Todos que estão com seus salários em dia, estão fazendo favor a população, pois um problema como este, de simples solução para a administração pública que vem se arrastando por muito tempo,  pode causar uma enorme diferença para as pessoas comuns que são obrigados a passar pelo local, correndo sério risco de acidente. Seria falta de dinheiro ou falta de vergonha mesmo?

Como ficam os pedestres?

A nossa cidade, no quesito faixas de segurança, nada mudou, continua do mesmo jeito; ou seja, os pedestres continuam sendo desrespeitados e parece que nem tão cedo o problema será resolvido.

Fica a pergunta para a Diretoria de Trânsito da cidade, ou para Barbosa, que é lá de Belo Jardim, e atua na gestão do Governo de Todos como uma espécie de Gerentão, ou até para o próprio Prefeito, quanto será que deve custar essa lata de tinta? Ou será que a tinta  já está no almoxarifado da Prefeitura esperando a hora “certa” para ser usada?.

Quando será a inaugração?

No bairro da Matriz, bem pertinho da Casa dos Pobres, a Prefeitura fez uma reforma em um prédio alugado, que custou R$ 101.376,79 (Cento e um mil, trezentos e setenta e seis reais, setenta e nove centavos) para funcionar uma unidade do CEO (Centro de Especialização Odontológica) do programa Federal Brasil Sorridente – A saúde bucal levada a sério.

Muito bem, eu gostaria de saber, como também a população, o que é que a Secretária de Saúde Dra. Veraluci Lira, que é sobrinha do prefeito Elias Lira, está esperando para inaugurar aquela unidade. Será que estão aguardando ficar mais próximos das eleições, colocando assim em prática mais um dos ensinamentos da velha raposa política Dr. Ivo Queiroz, que tanto Elias como Aglailson foram alunos, que dizia que as “coisas” só devem acontecer bem pertinho das eleições, para não se correr o risco do eleitor esquecer.

TELEQUETE EM CAMPANHA

Revista Total - Nº 08 - JUNHO 2006 - Página 19

Hoje, vinte de setembro de 2011, estamos completando três anos de um triste acontecimento em nossa cidade, cujo a notícia, foi estampada na capa dos grandes jornais da capital, assim como, fez parte do noticiário político/policial das rádios de praticamente todo Estado, servindo também, como pauta de matéria para os blogs por vários dias. O triste fato protagonizado pelos “representantes do povo” deputado Henrique Queiroz e seu primo e também deputado Aglailson Júnior, que teve como palco, uma via pública da nossa cidade, que depois de agressões verbais, murros, tapas, pontapés e  até pistolas em punho, segundo informações da imprensa, a “cachorrada” foi parar no hospital e na delegacia da cidade.

Em clima de “guerra”, os carros de som, de ambos os lados, foram para ruas narrando os fatos, cada qual na sua versão, dizia o carro de som de Henrique: “Violentos, de arma em punho, dizendo atira, atira, atira”; o carro de som de Aglailson dizia: “Violento, jogou o carro em cima da  irmã por causa de herança, eu tenho a carta onde ela  pedia  garantia de vida ao governador”.

Muito bem, quando o povo estava começando a saber um pouco mais da vida dos deputados “bonzinhos” da cidade a briga acabou. Na imprensa, ainda no calor do TELEQUETE, prometeram mutuamente denúncias no Conselho de Ética da Assembléia por quebra de decoro parlamentar, mas depois o assunto despareceu do mapa. Fica aqui o registro deste lamentável episódio que nem as rádios nem a televisão da nossa cidade vão lembrar na data de hoje.

Internauta reclama de entulhos

Recebemos de um internauta, que pediu para não ser identificado, a foto de um entulho que vem causando transtornos aos moradores da rua Major Lins, a rua principal do Dique.

“Faz duas semanas que esse entulho tá na rua e a prefeitura não faz nada, as casambas passam com a maquina finge não ver, agora um banner de divulgação na avenida o prefeito no outro dia manda trocar. Queria ver isso na rua dele.” – disse o internauta.

Falta de preocupação com a Saúde Pública

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Recebemos do internauta Diego, morador da rua Horácio de Barros, fotos que registram a falta de preocupação da Prefeitura com a Saúde Pública. Trata-se de um rastro de sujeira deixado por porcos, que passam todos os dias naquela rua.

Fica difícil de entender.

Recentemente, fizemos uma matéria sobre a falta de critérios por parte da Diretoria de trânsito da Prefeitura, na questão das pinturas de meio fios da Avenida Silva Jardim. Muito bem, na rua Melo Verçosa, em frente ao Cartório de Zé Borba, tem uma placa indicando ESTACIONAMENTO REGULAMENTADO e o meio fio pintado de amarelo. Ora, a cor amarela nos meio fios, assim como nos semáforos, tem como função chamar a atenção do condutor para a sinalização (regulamentação ou proibição) ou seja, quem pintou ou mandou pintar esse meio fio está precisando de uma boa reciclada.

Apenas a titulo de sugestão, o prefeito bem que poderia usar os conhecimentos e experiência, do Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico Hildebrando Lima, patrulheiro Rodoviário Federal aposentado, para tentar colocar ordem no já conhecido trânsito “salve-se quem puder” de nossa cidade.

Esgoto a céu aberto

Como não se bastassem os buracos espalhados por nossa cidade, as ruas e vielas no entorno da Rua Primitivo de Miranda é outro péssimo exemplo da falta de sensibilidade da Prefeitura com todos nós, vitorienses. Lá, não há saneamento, o esgoto corre a céu aberto. Sequer há preocupação da prefeitura em retirar lixo ou fazer uma simples limpeza dos “matos” do local, na tentativa de diminuir aquela situação.

A Assistência Social é um direito obrigatório para quem dela necessite, devendo os órgãos públicos assegurar ao cidadão políticas básicas, mas aqui em Vitória parece que a coisa destoa do contexto, afinal, diante das fotos registradas por nossa equipe, na Rua Primitivo de Miranda, fica difícil acreditar que os nossos governantes se preocupam com a população mais carente de nossa cidade. Nós últimos 10 anos nem o ex-prefeito José Aglailson muito menos o atual prefeito Elias Lira, nada fizeram de concreto para transformar aquela situação, uma coisa que ambos sabem fazer: é usar do assistencialismo com vistas eleitorais. A população, carente que é, acaba trocando o seu voto, em detrimento de ações que já são asseguradas por lei. Lamentável.

Gamela de Ouro: 47 anos de muita tradição

Em meados de setembro de 1960, Fernando Carneiro abriu um restaurante com o nome de Iapuãna, sendo vendido ao seu irmão 4 anos depois, Clodoaldo Carneiro, conhecido como Dódó da Gamela. mudando assim, em 19 de setembro de 1964, o nome do restaurante para GAMELA DE OURO. Depois do falecimento do Dódó, os seus filhos deram continuidade a este restaurante que completa HOJE 47 anos de muita tradição em nossa cidade. Parabenizamos o amigo Bruno Carneiro pelo empenho em preservar uma tradição que já faz parte da família vitoriense.

Pode melhorar.

Relendo meu arquivo de jornais da cidade, encontrei uma notícia no Informativo A VOZ de Setembro de 2008, ou seja, as vésperas  das  eleições municipais, que vale a pena relembrar.

Informativo A Voz - Edição Especial - Setembro 2008 - Página 02

Passados quase três anos das eleições e Elias Lira sentado na cadeira de Prefeito, as perguntas são: a segurança  melhorou?  As câmeras estão funcionando mesmo? Como está o preparo dos Guardas Municipais? a qualidade dos serviços estão compatíveis? E a remuneração do pessoal deve está muito boa, num é?  Entra prefeito, sai prefeito e a forma de se fazer política na nossa cidade  é a mesma. É só PAIMA!

Será que a Guarda Municipal da atual gestão está preparada?

Redação recebe jovem compositor Vitoriense

Rebemos em nossa redação em visita de cortesia, na tarde de hoje (16), o jovem compositor vitoriense Sérgio Bezerra que vem na estrada desde 2008. Sucesso como “Um Vaqueiro Apaixonado” gravado pela banda Forró da Moda,  é apenas um dos seus trabalhos, assim como novas composições recém lançadas “Balada do playboy” e “Deixa eu te amar”, gravadas pelas bandas Estilo de Playboy e Forró do Estigado, respectivamente. “sou um compositor que gosta de compor para todos os estilos musicais” – confessou o jovem vitoriense com muito entusiasmo, desde já desejamos muito sucesso ao nosso conterrâneo.

Ouça a música Um Vaqueiro Apaixonado, composta por Sérgio Bezerra em parceria com Dédo Bezerra.
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