Jota Santos comenta sobre manifestação ocorrida em nossa cidade

Se fosse uma passeata de algum politico estaria 2 mil pessoas “pagas”. Juntar 500 pessoas por um ideal em comum, mostra a força dessa rapaziada, que vão ser os responsáveis por nossa cidade no futuro.

Acompanhei uma parte do percurso e me arrepiava cada grito de protesto. parabéns… aos que participaram!!!!!

Jota Santos

São João no Cajá

Na noite de 23 de Junho de 2011, véspera de São João, minha emoção foi imensa, ao viver a alegria do forró pé-de-serra, da quadrilha, do casamento de matuto, das brincadeiras e das adivinhações de uma festa junina de interior. Tudo aconteceu no município de Vitória de Santo Antão, no sítio Luiz Gonzaga, o Rei do Baião localizado no Bairro do Cajá, ao visitar meu irmão Patriarca. A comunidade que ele mora não passa de poucas casas humildes, onde vivem cerca de 50 pessoas.

Enquanto Dona Mundinha arrumava a mesa com canjica, pamonha, milho cozido, broa de milho, mungunzá, bolo de fubá, pé de moleque, cuscuz, arroz doce e tapioca; os cachaceiros de plantão tomavam seus tragos de cachaça, bate-bate, licor de jenipapo e vinho de jurubeba; as moças incendiavam os corações dos rapazes; as crianças brincavam de cabra-cega, sob a orientação de Dorinha de Dona Mocinha; e os casais forrozavam ao som da sanfona, o triângulo e a zabumba –  todos com suas fantasias de matuto: os meninos de calças compridas, decoradas com remendos, camisas de xadrez, bigodes riscados com carvão, as moças vestidas de chita, cabelos de trança e laço de fita na cabeça, e os rapazes de barba e bigode de carvão, gravatas e paletós envelhecidos, o chapéu de palha era peça indispensável.

O pequeno arruado era modesto! O forró não deixava ninguém parado, a lua, as estrelas, os balõezinhos coloridos, iluminados por pedaços de vela, pendurados nas portas e janelas, os candeeiros, e a fogueira, em louvor a São João, iluminavam o terreiro. As bandeirinhas desbotadas, coladas em cordão de agave, demarcavam o terreiro do baião, xote e xaxado. No sítio, a luz elétrica já  chegou há muito tempo, mas naquela noite isso era secundário.

Assim que Catingueira acendeu a fogueira, Seu Tete colocou uma bacia de água perto dela e, visivelmente  nervoso, passou a se olhar no espelho líquido.

Ele dizia que quem não visse seu rosto refletido na água ia morrer ainda naquele ano. Pelo sim ou pelo não, além dele, ninguém mais se arriscava a olhar para aquela bacia. A fogueira fora feita para durar no mínimo três dias, enquanto o fogo persistisse o café matinal, o almoço e o café da noite eram feitos nela.

As pessoas não saiam de perto das labaredas, parecia que as chamas da lenha exerciam uma atração. Em torno dela, era comum ver meninos e meninas jogando bombinhas uma nas outras ou fazendo guerra de buscapé, e os menores soltavam estrelinhas. Alguns mais acostumados com o calor se arriscavam a assar milho e batata-doce. Moças e rapazes debulhavam pedaços de milho assado, colocavam alguns caroços em uma das mãos e brincavam de curre-curre. O jogo é muito divertido: inicia-se com cada um dos participantes estendendo uma mão fechada com caroços de milho:

– Curre-curre. Grita a mocinha.

– Eu entro. Responde o rapaz.

– Com quanto? Pergunta ela.

– Com dez. Responde ele.

 

Quando um acerta o total das duas mãos ganha tudo, e a disputa acaba, mas, a partir daí, pode começar uma paquera que mais tarde chega à igreja, por vezes, o casório é marcado para o Dia de São João.

As brincadeiras não paravam: eu vi Dona Biu e Olga, virarem comadres!  Deram três voltas ao redor da fogueira, parando em sua frente e declamando:

– Santo Antônio disse, São Pedro confirmou, vamos ficar comadre que São João ordenou.

Dessa forma, ficaram comadres de fogueira para o resto da vida.

Os fogos eram vendidos em uma pequena casinha de madeira enfeitada com papel de parede. Carlinhos, de doze anos, filho de Seu Nino e dona Lia, era o comerciante.

Tetinha me contou que ia introduzir uma faca virgem numa uma bananeira, ao amanhecer a retiraria e esperava  encontrar na faca a inicial da pessoa que ia ser seu noivo. Nininha de Madrinha Tonha comentou com Socorro que ia saber a primeira letra do nome do futuro esposo quando colocasse água num prato virgem, e, com uma vela também virgem, acesa na mão, deixasse cair pingos de cera no prato, logo se formaria a letra, mas ela não diria pra ninguém – isso atrapalha…

Ouvi Marineusa dizer para Marinete que na hora de se recolher ao leito daria nós nas quatro pontas do lençol, escrevendo antes nelas os nomes de quatro rapazes queridos; ao amanhecer, o nó que estivess desmanchado indicaria o nome do seu futuro esposo.

Para completar a magia da noite junina, começou a quadrilha e o casamento de matuto de Zé Turiba sob os roncos das girândolas de Zé da Gaiola, também responsável por soltar balões, aumentando, assim, a animação de todos.

Mas uma grande surpresa me espera no outro dia. Bem cedinho,   na hora da despedida do  meu irmão e sua esposa Carminha, pois, ao sair,  avistei próximo ao portão, Tetinha, Nininha de Madrinha Tonha, Marineusa, Marinete, e mais algumas mocinhas e até mulheres de certa idade, desesperadas, discutindo. Dirigi-me a elas e perguntei preocupado o que estava acontecendo e, após uma aparente calma me explicaram que em suas adivinhações havia aparecido a primeira letra do meu nome como seus possíveis pretendes a noivo ou marido. Mais preocupado ainda perguntei que letra havia aparecido; e elas, quase de uma só vez, responderam que fora a letra  “E”. Então suspirei aliviado e as adverti que não se tratava de mim porque meu nome é Stephem, mas começa com “S”.

Stephem Beltrão

São João: Viva às festas de antigamente.

No domingo, dia 16 de junho, li um artigo no Diário de Pernambuco, na quadro opinião, escrito pelo DESEMBARGADOR FEDERAL, Paulo Roberto de O. Lima que chamou minha atenção. Portanto, neste feriado dedicado ao São João, replicarei o artigo em nosso blog para poder compartilhar com os nosso internautas uma deliciosa leitura.

Lá se vai meu São João

PAULO ROBERTO DE O. LIMA – DESEMBARGADOR FEDERAL

Hoje, pela manhã, ouvindo as notícias de minha terra (Alagoas) soube que o Ministério Público celebrara com a prefeitura, e com o governo estadual, um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) disciplinando as dimensões e a composição das fogueiras de São João. A partir deste ano, só serão admitidas as de menos de um metro de altura, de largura inferior a sessenta centímetros. A norma, quanto ao material empregado, é mais draconiana: só serão admitidos arbustos, aglomerados, compensados sem pinturas e vernizes (estas coberturas, uma vez queimadas, exalam gases malignos) e, principalmente, uma espécie de tora feita de bagaço de casa prensado, de uso corrente em fornos de padaria.

Lá se vai meu São João. Lá se vão os cheiros preciosos de “minha infância querida que os anos não trazem mais”. Que graça pode ter uma fogueirinha de bagaço de cana?!

A notícia me deixou triste e preocupado. Comecei a refletir sobre ocupações de minha infância e descobri-me um criminoso de muita periculosidade. Quase tudo o que fazia em menino hoje é proscrito e, por vezes, punido com cadeia.

Fiz e queimei fogueiras invejáveis, grandes, muito acima de minha altura, todas de toras de madeira maciça, quase sempre sobra das podas das jaqueiras, das mangueiras e de outras fruteiras que guarneciam a chácara de meus avós. Soltei balões às pencas. Criei, treinei e pus a brigar falos, canários e peixes beta. Aliás, com os primeiros tive verdadeira relação de adoração.

Na varanda de minha casa de menino jamais faltaram gaiolas com sabiás, curiós, galos de campina, guriatãs, papa-capins, sanhaços, caboclinhos, canários etc… eram os amores de meu pai. Passei dias e dias, manhãs inteiras e imperdíveis, escondido sob alguma árvore amiga, com a “chama” e a arapuca, com coração aos pulos, na cata de passarinhos canoros. Cacei com peteca (estilingue), bodoque, espingarda de ar comprimido e, já grandinho, com espingarda de cartucho que eu mesmo fazia na véspera, com espoleta, chumbo, pólvora, estojo e fios de corda para tampar.

Naquela época não tínhamos brinquedos industrializados, não tínhamos os ipads, ipods, iphones da vida. Nem mesmo televisão tínhamos na pequena cidade do interior. Só nos restava “delinquir”.

Penso que para um juiz rigoroso, até nosso pião natural, feito de goiabeira, que zoava na palma da mão, era vedado posto que não receberia o licenciamento ambiental dos Ibamas da vida. É difícil encontrar uma só das tantas atividades lúdicas de minha infância puríssima que não seja contravenção penal ou ilícito administrativo. Ainda bem que eu era “de menor”.

(DIÁRIOdePERNAMBUCO – Recife, domingo, 16 de junho de 2013 – pág B9)

Blog do Pilako: + de 500 vídeos no YOU TUBE

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Outro dia relendo um dos livros que conta a história da nossa cidade, assim como a dos nossos antepassados, obra esta, que imortalizou o Mestre Aragão em nosso torrão, tomei conhecimento do pioneirismo do nosso Poeta Dilson Lira, no que diz respeito aos ANÚNCIOS FALADOS E PROJETADOS.

“Aperfeiçoou o Sr Dilson Lira o seu sistema de propaganda, adicionando-lhe um projetor cinematográfico, através do qual apresenta, em slides ou filmes, a imagem de pessoas, objetos, ou reportagens sobre fatos locais, tornando os anúncios falados e projetados”.

Muito bem, apesar de não ser velho, lembro-me do carro de Seu Dilson (uma veraneio azul) parado nas praças e ruas movimentadas da cidade, chamando a atenção das pessoas que passava. Muitas vezes, juntamente com outros meninos, como também adultos, assistindo aquelas projeções. Para época, tudo era novidade.

Passado aí mais de três décadas, hoje as coisas são muito diferentes. Apenas para se ter uma ideia, o trio Asas da América já exibe um telão em alta resolução nos seus desfiles carnavalescos.

Pois bem, falo tudo isso para anunciar que o blog do Pilako acabou de ultrapassar a casa dos 500 vídeos originais enviados para o YOU TUBE.

Atualmente, mesmo contando com equipamentos modernos e tecnologia avançada que nos permite gravar dos mais simples momentos aos mais espetaculares acontecimentos, registrar a história da nossa cidade, como também seus “atores” contemporâneos, assim como fez, lá atrás, quase de maneira “artesanal, Seu Dilson, me tem sido uma tarefa das mais prazerosa.

Sendo assim, quero dedicar estes primeiros  500 vídeos do blog do Pilako ao detentor do pioneirismo dos anúncios falados e projetados, O POETA Dilson Lira.

Dilson Lira - Jornal da Vitoria

Trânsito na Rua 15 de Novembro ficou travado.

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Apesar de estarmos observando a presença dos Agentes de Trânsitos circulando pelo centro da cidade, pouca coisa mudou na BAGUNÇA E ESCULHAMBAÇÃO reinante na Vitória. Como já falamos anteriormente, com este “timinho”, de pouco mais de uma dúzia de agentes nas ruas, três motos e um Fiat Uno usado fica difícil, mais muito difícil mesmo de se promover mudanças significativas.

Muito bem, ontem (20) mesmo, por volta do meio dia, nossas lentes flagraram uma cena que bem retrata a BAGUNÇA E ESCULHAMBAÇÃO no centro  comercial. Um micro ônibus travou o fluxo por conta de um automóvel estacionado irregularmente e uma moto parada no meio da rua. Ficou tudo parado. Para completar, outro motoqueiro subiu a calçada para seguir à diante. No meio desta MUVUCA toda,  durante um certo espaço de tempo, “buzina prá lá, buzina prá cá”, palavrões e tudo mais, não apareceu nem um agente da AGTRAN para resolver a parada.

É bom lembrar que todo este “evento” se deu na Rua 15 de Novembro, bem ali, no coração da cidade. Portanto, volto a dizer, com este “timinho” vai ser difícil resolver esta BAGUNÇA.

Diretor da ABLOGPE articula encontro.

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O advogado Jairo Medeiros, Diretor ABLOGPE (Associação dos Blogueiro de Pernambuco) recentemente circulou pelos Gabinetes de Brasília a trabalho e aproveitou a oportunidade  para articular uma audiência com a Deputada Federal por Pernambuco, Luciana Santos, já que a mesma, ocupa a vaga de vice-presidente da Comissão Especial de mídias alternativas.

Internauta levanta temas para Protesto

Vitória realmente está solta a sua própria sorte. O medo que tenho é que em uma Cidade como a nossa esses PROTESTOS se calem no meio das perseguições.

Com toda certeza os maus políticos de nossa Cidade colocaram os seu apadrinhados para observar quem estava ou não estava na passeata. Será que os que aqui protestam vão se acovardar?

Os protestos devem recupera as praças, bem público, que foram doadas a particulares. O exemplo disso é a praça onde funciona um bar próximo a sede da guarda municipal.

Alguns podem até argumentar: Já existiu a USUCAPIÃO. Porém BEM PÚBLICO NÃO TEM USUCAPIÃO, OU SEJA, a qualquer tempo o Municipio pode retormar o bem.

A Praça do MAUÉS hoje é um bar e um diretóri político, com marca do governo do Estado. Não digo a praça que é de frente a igreja, mas sim a que existia na entrada do bairro (perto da sub-estação) da Celpe.

As nossas calçadas estão tomadas por rampas e barracas.

Será que o povo irá se calar?

Thiago Neto

Internauta João Paulo, esclarece dúvidas sobre o trânsito.

Leia a matéria Internauta questiona atuação da AGTRAN

Pra quem não conhece o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) segue o artigo que se refere a postagem acima:

Punição para os motoristas que estacionam o veículo em local proibido.

Art. 181. Estacionar o veículo:

I – nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

II – afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinqüenta centímetros a um metro:

Infração – leve;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

III – afastado da guia da calçada (meio-fio) a mais de um metro:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

IV – em desacordo com as posições estabelecidas neste Código:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

V – na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de trânsito rápido e das vias dotadas de acostamento:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

VI – junto ou sobre hidrantes de incêndio, registro de água ou tampas de poços de visita de galerias subterrâneas, desde que devidamente identificados, conforme especificação do CONTRAN:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

VII – nos acostamentos, salvo motivo de força maior:

Infração – leve;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

IX – onde houver guia de calçada (meio-fio) rebaixada destinada à entrada ou saída de veículos:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

X – impedindo a movimentação de outro veículo:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XI – ao lado de outro veículo em fila dupla:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XII – na área de cruzamento de vias, prejudicando a circulação de veículos e pedestres:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XIII – onde houver sinalização horizontal delimitadora de ponto de embarque ou desembarque de passageiros de transporte coletivo ou, na inexistência desta sinalização, no intervalo compreendido entre dez metros antes e depois do marco do ponto:

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XIV – nos viadutos, pontes e túneis:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XV – na contramão de direção:

Infração – média;

Penalidade – multa;

XVI – em aclive ou declive, não estando devidamente freado e sem calço de segurança, quando se tratar de veículo com peso bruto total superior a três mil e quinhentos quilogramas:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XVII – em desacordo com as condições regulamentadas especificamente pela sinalização (placa – Estacionamento Regulamentado):

Infração – leve;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XVIII – em locais e horários proibidos especificamente pela sinalização (placa – Proibido Estacionar):

Infração – média;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo;

XIX – em locais e horários de estacionamento e parada proibidos pela sinalização (placa – Proibido Parar e Estacionar):

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – remoção do veículo.

§ 1º Nos casos previstos neste artigo, a autoridade de trânsito aplicará a penalidade preferencialmente após a remoção do veículo.

§ 2º No caso previsto no inciso XVI é proibido abandonar o calço de segurança na via.

Internauta cobra esclarecimento sobre estacionamentos na Praça da Matriz.

“Caro pilako, estou observado uma coisa em Vitória, se os agentes de transitos estão para por a ordem na cidade certo. Da um aviso a eles e que quando as guias são pintadas de amarelo não se pode para ok. Para eles irem na praça da matriz e multar todos os carros ou a PMV tomar vergonha e pinta as guias na cor correta. Obrigado.”

Andrade

Com a palavra, os Gestores da AGTRAN…

Internauta cobra mais uma vez ação da AGTRAN

Recebemos do mesmo internauta que, dias atrás, levantou o mesmo problema onde automóveis estão estacionados de maneira irregular praticamente enfrente a AGTRAN. Veja o comentário do internauta que pediu mais uma vez para não ser identificado.

“Amigo Pilako hoje passei no mesmo local e o que vi foi novamente de novo os automóveis estacionados na contra mão e em cima da calçada ao lado da PMV que fica em frente a agtran. e ai foram multados? falta de vergonha.”

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Com a palavra os gestores do AGTRAN…

Acorda Elias que o Brasil está “PEGANDO FOGO”!

Além de tantos outros problemas que os motoristas vitorienses são obrigados a enfrentar  ao trafegar pela Avenida Henrique de Holanda, diga-se de passagem, uma das vias mais importantes do complexo viário da Vitória, o mesmo tem ainda que redobrar a paciência para desviar dos buracos na referida via na altura da subida do Alto José Leal.

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Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

O Secretário de Planejamento, o Barbosa, sujeito que Elias trouxe lá da cidade de Belo Jardim para “mandar e desmandar” por aqui, deveria usar a rádio do seu chefe para explicar à população, motivo pelo qual, o dinheiro da Prefeitura não está dando nem para tapar buraco, até porque, foi o próprio que disse ao Jornal do Commercio que este ano todo dia entraria mais de MEIO MILHÃO nos cofres da Prefeitura.

Elias Lira e sua equipe, estão precisando urgentemente explica para o povo porque é que  as coisas aqui na cidade estão andando a passos de TARTARUGA. ACORDA Elias Lira! Que o Brasil está PEGANDO FOGO!!

Internauta questiona ação Agência de Trânsito

INFELIZMENTE AQUI NESSA CIDADE NADA VAI PRA FRENTE POIS AQUI EXISTE A LEI CHAMADA DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS. HOJE AO PARAR EM FRENTE A PADARIA DELÍCIA DO TRIGO EM MENOS DE 2 MINUTOS OS ARROGANTES GUARDAS DE TRÂNSITO VIERAM COM O ALARME TÃO GRANDE QUE PENSEI QUE FOSSE O SAMU OU ALGO MAIS SÉRIO. INFELIZMENTE VI UMA PLACA NA PADARIA QUE O ESTACIONAMENTO ERA PERMITIDO DURANTE 30 MIN. NÃO SABIA QUE ERA NO ESTACIONAMENTO VITÓRIA ( NEM SABIA O NOME DAQUELE ESTACIONAMENTO) NO ENTANTO LOGO A MINHA FRENTE NA RUA MELO VERÇOSA A RUA ESTAVA TOMADA POR CARROS ESTACIONADOS NA FAIXA AMARELA , E AGORA?? ACHO QUE A PREFEITURA DEVERIA CAPACITAR MELHOR SEUS FUNCIONÁRIOS, PRINCIPALMENTE FALANDO EM EDUCAÇÃO, AFINAL NÃO ESTÃO TRABALHANDO COM BANDIDOS ESTÃO TRABALHANDO COM CIDADÃOS DE BENS. AGORA VOU SER FISCAL DESSES GUARDAS MUNICIPAIS POIS ONDE EU VER IRREGULARIDADE VOU NOTIFICAR A HORA E A PLACA DO CARRO ONDE ESTÃO SE FINGINDO DE CEGOS. PQ NÃO VÃO NOTIFICAR TBM A RUA DR, JOSÉ RUFINO NAS IMEDIAÇÕES DA ASSEMBLEIA DE DEUS?? ESTACIONAM NUMA BOA NA FAIXA AMARELA E NADA ACONTECE, DEPOIS DAS CINCO HORAS A AVENIDA FICA AO DEUS DARÁ , QUE LEI É ESSA? SÓ PODERIA SER AQUI MESMO NESSA CIDADE SEM LEI. INFELIZMENTE NÃO TIREI FOTO, MAS DA PRÓXIMA VEZ MANDAREI PQ DE HOJE EM DIANTE IREI REGISTRAR TODO TIPO DE VERGONHA DESSES FUNCIONÁRIOS MAL EDUCADOS QUE SE ACHAM O TODO PODEROSO, ABUSO DE PODER É CRIME SABIAM??

Cristiane Silva

Milho assado no cardápio.

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Recentemente encontrei no Point do Milho de Edvaldo, a amigo advogado Emerson Rodrigues de Lima, para os mais íntimos, simplesmente Mersinho. Entre um milho e outro batemos um agradável papo acerca dos últimos acontecimentos no Brasil, sem esquecer, claro, das coisas na terra do Glorioso Santo Antão.

JOVENS VITORIENSES MOSTRAM SUAS CARAS.

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Durante a tarde e o início da noite ontem (19), a cidade viveu um dia histórico. Jovens vitorienses, sintonizados com os movimentos reivindicatórios Brasil afora, foram às ruas gritar palavras de ordem e cobrar mais respeito dos governantes para com os cidadãos.

De maneira organizada e pacífica os jovens, na maioria estudantes secundaristas, percorreram as principais ruas da Vitória exibindo faixas e cartazes com mensagens, cujo conteúdo, expressavam  a “alma” do movimento.

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Alheios às lideranças políticas locais, até porque, estes movimentos rejeitam à participação de partidos políticos em suas manifestações, os jovens da Vitória pararam enfrente a Câmara de Vereador e gritaram frases do tipo: “bando de ladrão” ou ainda, “político ladrão, merece à prisão”, além de uma sonora vaia.

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A parada final foi a sede da Prefeitura. Os manifestantes subiram a rampa e protestaram enfrente a entrada principal. Com gritos do tipo: “OH OH OH !! O POVO DECIDIU, OU PARA A ROUBALHEIRA, OU PARAMOS O BRASIL”. Também se ouviu frases: “Ô SEU PREFEITO, NÃO CHORE NÃO, QUEM TÁ NA RUA É A SUA POPULAÇÃO” ou ainda: “A PREFEITURA É NOSSA”.

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Os manifestantes encerraram o momento histórico cantando o Hino Nacional e prometendo elaborar uma pauta de reivindicação ao chefe do executivo local. Uma nova manifestação está marcada para próxima semana, cujo ponto de concentração será a Praça da Matriz.

Vale ressaltar que durante todo percurso a Polícia Militar e os agentes da AGTRAN acompanharam os manifestante de maneira que nenhum incidente foi registrado. No decorrer desta semana e da próxima, postaremos os vídeos gravados com as lideranças do movimento.

Assista:

Precisamos GRITAR SIM!

Foto: G1

Os protestos populares país afora estão revelando muito mais que uma simples manifestação isolada por conta do aumento nas passagens dos transportes. Em regra geral, o brasileiro começou a entender que os governantes, aquele que estão no “andar de cima da sociedade”, estão ABUSANDO.

Foto: Blog do Tarso

Ao ser entrevistado, um deputado foi taxativo: “esses movimentos precisam não só mirar nos políticos, o judiciário também comete seus  ‘pecados’”. Outro dia a Ministra do STJ e Corregedora CNJ, Eliana Calmon, disse em entrevista à Associação Paulista de Jornais: “É o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga”.

A corrupção em nosso País, além de ganhar requinte cinematográficos, ainda ganha, em alguns casos, a proteção dos que por oficio deveriam combatê-la. É um ESTADO dentro do Estado. Em várias ocasiões, onde quadrilhas sofisticadas são desbaratadas, existe a presença de autoridades das mais variadas esferas do poder nas suas entranhas. O cidadão comum fica sem ter a quem recorrer.

Na esfera legislativa, via de regra, uma verdadeira quadrilha é instalada para sufocar o executivo, cobrando “pedágio” em tudo que passa pelas suas mãos, ou seja, são eles os  verdadeiros “representantes do povo”.

Os Poderes Executivos, na sua grande maioria, são aparelhados apenas para executar aquilo que já foi acertado na campanha eleitoral, ou seja, os prefeitos, governadores e presidentes, muitas das vezes atuam com verdadeiros DESPACHANTES DE LUXO do poder financeiros.

A população, no meio desse FOGO CRUZADO, não tem outra alternativa, senão protestar, afinal, toda essa engrenagem corroê o dinheiro dos impostos pagos pelo povo. Da Presidenta da República ao mais simples cidadão, TODOS APOIAM as manifestações que estão ocorrendo de maneira pacifica e democrática.

Em nossa cidade a população já vem demonstrando, principalmente através das redes sociais, sua indignação por vários motivos: É a obra parada, é funcionário contratado sem receber, é a falta de medicamentos nos postos de saúde, o sucateamento nos transportes públicos, é o trânsito caótico, é a falta de mobilidade urbana, é o governo sem diálogo, é a perseguição política, é a invasão de logradouros públicos, o abandono do patrimônio cultural… enfim é falta de compromisso e seriedade de uma gestão que alto se intitula de TODOS.

Apenas para exemplificar a ARROGÂNCIA administrativa deste governo, os cavaletes que foram usados para fazer o fechamento da rua em um evento no domingo na Praça Duque de Caxias, hoje (19), quarta-feira, três dias depois, os cavaletes ainda se encontram jogados por cima das calçadas dificultando assim o direito das pessoas de ir e vir, portanto  faço uma pergunta: Com que moral esta administração pode impedir que algum ambulante use as calçadas? Se ela mesma é a primeira a esculhambar o coreto? Como já falei, já já em nossa cidade vai faltar ÓLEO DE PEROBA.

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