Internauta JORDANIA comenta Coluna O Tempo Voa

Comentário postado na coluna “O Tempo Voa: Rua Imperial“.

Lindíssima e Bela Imagem; como esta cidade era linda !!!!
Se este município tivesse sido administrado por gestores oriundos de boa índole(incluso também cultura), estariam preocupados com a memória da terra -nada deveria ser modificado e sim preservados – e esta rua, nos dias atuais, seria ponto turístico .

Meses atrás, de passagem rápida, andando pela rua Imperial fiquei ESTARRRECIDO “mesmo” com a quantidade de carros estacionados, dos dois lados, em cima das calçadas, e também MUITO TRISTE com modificações feitas nas “históricas” casas . Históricas sim porque fazem parte do início da progressão da cidade.

JORDANIA

TADEURua Imperial (ano não registrado). Acervo pessoal de Daniel Andrade.

Internauta Marcone comenta no blog

Comentário postado na matéria ““Seremos a 2ª via na disputa pela Prefeitura de Vitória”, assegura Zé da Juliana“.

Precisa apresentar uma plataforma de governo com propostas concretas para o caos administrativo que Vitória vive nos últimos 30 anos.estamos numa cidade que falta saneamento básico de qualidade,onde todos os esgotos e dejetos são jogados para dentro do rio Tapacurá.nossos bairros abandonados com ruas esburacadas e o lamaçal nas portas dos cidadãos,enquanto o município bate a cada ano recorde de arrecadação e o povo andando na lama e caindo nos buracos.a princípio Zé da Juliana é um nome que aparenta respeitabilidade,vejamos futuramente quais serão suas propostas e ideias para mudar esse quadro político vicioso que existe em Vitória com os mesmos “coronéis” da política Vitoriense.não é ser só terceira ou segunda via,tem que mostrar soluções e o caminho para resolvê-los,para o eleitor confiar.

Marcone

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “O cinema do shopping ainda não engrenou.“.

Uma palavra resume esse empreendimento chamado Vitória Park Shopping: fiasco. Imagino o tanto de prejuízo que teve quem investiu ali. Mesmo em fnais de semana, que qualquer shopping fica lotado, ele fica quase deserto, e o cinema é só um reflexo desse fracasso.

J.S. Machado

CONVITE

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No dia 3 de Agosto, Vitória de Santo Antão comemora a 370º passagem da gloriosa Batalha do Monte das Tabocas.

Para festejar a importante data o Instituto Histórico e Geográfico local promoverá uma solenidade cívica que ocorrerá no dia 31 de julho às 19,30h., no seu auditório, Silogeu Professor José Aragão.

A pauta está assim constituída:

-palestra do professor historiador Biu Vicente da UFPE;

-aposição da foto da nossa presidente de honra professora Eunice Xavier;

-tomada de posse de novos sócios;

-apresentação do site, recentemente criado, do Instituto;

-números musicais.

Venha prestar essa homenagem aquela que durante 20 anos foi a grande timoneira da Instituição.

Contamos com sua presença.

Antecipadamente agradecemos,

Diretoria do Instituto Histórico e Geográfico.

Mais um “jogo de cena” da gestão do Governo de Todos.

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Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

No comando da administração municipal desde 2009, a gestão do Governo de Todos continua capenga em praticamente todos os segmentos. Elias deu continuidade à gestão iniciada, em 2001, pelo folclórico ex-prefeito José Aglailson e claro, mudou  apenas os parentes e o pessoal de fora, para mamar nas tetas da prefeitura.

Pois bem, depois de passar quatro anos fazendo tudo exatamente igual ao sucessor, inclusive, aquilo que dizia na campanha eleitoral ser contra, Elias, após assumir o seu primeiro mandato consecutivo como prefeito, criou um órgão só para cuidar do trânsito, a AGTRAN.

Depois de passar quase seis meses apenas existindo no papel, a AGTRAN começou a operar com uma estrutura minúscula. Desde a apresentação da sua equipe de rua, juntamente com os equipamentos que seriam utilizados, disse, à época, que com “aquele timinho” as coisas não iriam mudar como deveriam.

Assim como aconteceu na gestão do amigo Hildebrando  à frente da pasta da feira livre da Vitória, a prefeitura, através da AGTRAN,  concentrou seus  esforços primordialmente na “máquina arrecadatória”, ou seja: NA COBRANÇA DE IMPOSTOS E MULTAS.

Para a renuncia fiscal planejada por Elias na Feira Livre da Vitória, às vésperas  da eleição, ter valor real, seria necessário, criar no contribuinte uma atmosfera de que a cobrança seria uma coisa inevitável, já que a gestão anterior – Governo Que Faz – também se utilizou desse artifício na feira.

Pois bem, o tempo passou, e como não existe mentira que resista ao tempo, a prefeitura continua, através da AGTRAN, no que diz respeito ao ordenamento, fiscalização e disciplinamento do trânsito, APENAS FAZENDO O “MIGUÉ”, ou seja: “é trabalho apenas para inglês vê”. Tem pré-candidatos a vereador na cidade, do grupo do prefeito,  que já se utilizam de alguns artifícios que foram utilizados na eleição imediatamente anterior, diga-se de passagem, com êxito.

A  gestão do Governo de Todos, com a criação da AGTRAN e posteriormente com a implantação da “zona azul”, perdeu a melhor das oportunidades de dar uma guinada na organização do trânsito na cidade.

Muito bem, mesmo depois de todo esse tempo e de muito “palanque eleitoral”,  em cima da “zona azul”,  Elias conseguiu implantar seu planejamento maquiavélico, ou seja: FEZ TRANSPARECER PARA POPULAÇÃO QUE TENTOU ORGANIZAR O TRANSITO E CRIOU UMA MÁQUINA DE VOTO,  E DE QUEBRA,  AINDA UMA FONTE ARRECADATÓRIA.

Para encerrar essa reflexão,  gostaria de mostrar apenas  esses dois  maus exemplos. Um antigo, que existia  mesmo antes da criação da AGTRAN e que, com AGTRAN e tudo,  continua ocorrendo.

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Veículos continuam diariamente fazendo uma manobra errada e perigosa na Avenida Henrique de Holanda, ou seja: vindo no sentido Recife/Vitória,  virando à esquerda para ter acesso à Avenida Mariana Amália. Será que o amigo Hildebrando ainda  não sabe disso?

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Já com relação ao segundo mau exemplo, este surgido recentemente,  mesmo depois da criação da AGTRAN e, consequentemente, da “Zona Azul” os motoristas descobriram que existe um estacionamento na Praça Leão Coroado que se chama a “zona da zona”, ou seja: Por falta de uma sinalização correta na referida praça, os motoristas estacionam seus veículos na mesma, e as moças contratadas pela empresa que administra o sistema – SINALPARK –  não podem fazer nada. Os agentes da AGTRAN também não podem multar, simplesmente, por falta da sinalização vertical.

Como se vê, aparentemente, tanto o prefeito Elias Lira quanto o amigo Hildebrando, sabem justamente o papel que devem  atuar   neste “jogo de cena” chamado GESTÃO DO GOVERNO DE TODOS.

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“Seremos a 2ª via na disputa pela Prefeitura de Vitória”, assegura Zé da Juliana

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Em entrevista concedida ao A Voz da Vitória, o empresário Zé da Juliana externou desejo de colocar seu nome a disposição para às eleições 2016 (Leia AQUI). Seu ingresso em nova sigla abre condição, segundo ele, para ser a 2ª ao invés da 3ª via na disputa à Prefeitura da Vitória de Santo Antão

A Voz da Vitória (AVV): Desta vez sua candidatura a Prefeito de Vitória será pra valer?

Zé da Juliana: Meu desejo é antigo e todos sabem.  Na última campanha isso não foi possível, e sinto que perdi uma grande chance de colocar meu nome para avaliação. É natural que as pessoas lembrem-se de meu nome, pois, além disto, estou me filiando ao PSol. Mas ainda é cedo, não posso dizer que sou candidato porque isso só acontece depois das convenções que só ocorrem no próximo ano. Porém, coloco meu nome a disposição do Partido. Neste período que não pode fazer nenhuma menção política vamos escutar a opinião das pessoas em relação a isto, em especial as que têm maior desejo de mudança.

AVV: Em outros momentos eleitorais tentou-se emplacar uma terceira via em Vitória, mas não houve êxito, você realmente acredita nesta possibilidade diante de uma nova polarização entre os Lira e os Queiralvares em 2016?

Zé da Juliana: Penso humildemente caso meu nome seja emplacado nas convenções, entrar, mas para ser a segunda via de disputa. As pessoas percebem fácil que nunca tive uma grande ligação politica ou pessoal com nenhum dos outros grupos. Os respeito, pois deram uma boa contribuição para a cidade. Mas Vitória precisa ter outro ritmo para acompanhar o tempo, a exemplo de outras cidades do interior, como Caruaru e Petrolina. Quem visita estas cidades, fica se perguntando: por que Vitória não pode ter este mesmo êxito de desenvolvimento?

Zé da Juliana PSOLAVV: Como vê outros nomes que também sinalizam disputar? O que lhe motiva a querer ingressar na política?

Zé da Juliana: Eu acho bom, precisamos de mais gente disputando, e principalmente se for séria e honesta. Se tivermos quatro ou cinco candidaturas, significa que vai ter mais nomes para as pessoas optarem e isso é bom para a democracia e o enfraquecimento da conhecida polarização local.

Sempre gostei de ajudar as pessoas sem ver nenhuma pretensão, mas vejo que na política você pode fazer isso de forma mais efetiva.

AVV: Comenta-se na sociedade local seu perfil conciliador e de simplicidade no modo de agir, estas virtudes serão sua marca numa disputa majoritária?

Zé da Juliana: O político tem que está nas ruas, tem que conhecer as pessoas e a realidade delas. Na maioria das vezes acontece o contrário, só aparecem nas eleições, outros mudam até de bairro depois que ganham. Eu vim de baixo e hoje vivo numa condição melhor, mas, nem por isso abandonei minhas origens. Moro no mesmo bairro (Jardim Ipiranga), frequento os mesmos lugares de sempre e as pessoas não tem dificuldade de me encontrar, nem de falar comigo. Assim que pude, construí uma fundação na comunidade que tem estrutura pra atender toda a cidade, com quadra de futebol de areia e diversos outros espaços de lazer e equipamentos que em breve estarão a disposição. É assim que retribuo a oportunidade que Deus me deu.

AVV: Como se deu a escolha pelo PSol?

Zé da Juliana: O fato de ir para o PSol é porque na verdade é um dos poucos partidos sérios que me daria condição de disputar sem interferências externas. Agora, também estou indo porque eu consigo enxergar duas realidades: uma, onde vejo a cidade crescendo com a vinda das indústrias, e a outra, doente, com a falta de investimentos necessários no social e principalmente na Educação, isso vem refletindo inclusive no aumento da violência. Esse pensamento é totalmente de acordo com o pensamento central do partido e me sinto muito a vontade estar no PSol por isso.

Helder, Edilson e Ze Juliana

AVV: Em sua opinião, como o gestor deveria administrar uma cidade feito Vitória?

Zé da Juliana: Assim como numa empresa, faz necessário ter uma boa equipe de trabalho. Não se pode admitir gente despreparada apenas para receber no final do mês ou por um acordo político. O trabalho deve ser cobrado, pois estão sendo pagas para trabalhar para o povo. Além disso, a população deve ser respeitada humanamente, pois pagam impostos e querem ser bem atendidas nos serviços oferecidos pelo Poder Público; as crianças precisam ter uma atenção especial nas escolas, elas serão nosso futuro; os jovens precisam encontrar um caminho melhor do que os das drogas, precisam se ocupar com opções de lazer que hoje não temos e a Igreja também tem papel importante na construção deste cidadão; os comerciantes e comerciários precisam de apoio, pois considero um absurdo em tantos anos não se resolver, por exemplo, o problema dos alagamentos no comércio e em pontos estratégicos de Vitória, fora que não dá para entender porque uma cidade do tamanho da nossa não dispor de uma creche para as mães deixarem seus filhos quando forem trabalhar. Ademais, o Turismo poderia ser mais bem conduzido com coisas simples. Você vai a Gravatá e consegue, por exemplo, tomar café da manhã num mercado público limpo e organizado que chega dá gosto de frequentar. São coisas que todo mundo comenta nos quatro cantos e não precisa ter nenhum diploma para saber o que Vitória precisa, o que precisa de verdade é ter vontade e coragem para fazer o que é preciso para melhorar a vida dos cidadãos.

Exposição Ariano Suassuna, vida e memória.

arianoÉ com grande satisfação que o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão realizará, exposição comemorativa pela passagem do primeiro aniversário de morte do escritor Ariano Suassuna. Tendo como princípio norteador, guardar e preservar para a posteridade a memória de personagens e fatos importantes da nossa história, O Instituto Histórico tem a honra de realizar a presente exposição em homenagem a este grande dramaturgo, romancista e poeta, figura singular da cultura nordestina.
A exposição fará uma volta à sua linha do tempo enfatizando sua trajetória admirável, trajetória de vida. Como a lembrança é um sentimento que transita entre admiração e carinho, lembramos o poeta português Fernando Pessoa quando disse, certa vez, que: “O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” Nesse sentindo, fazendo nossas as palavras do poeta, podemos dizer que Ariano Suassuna foi, sem dúvidas, uma pessoa inesquecível e incomparável, que merece ter seu valor e obra reconhecidos e sua memória sempre lembrada.

Programação:

Abertura:

24-07 19h Conversando sobre Ariano Suassuna e sua importância para a cultura nordestina, roda de dialogo com o prof. Carlos Newton- biografo e amigo pessoal do homenageado.

No momento a exposição estará aberta oficialmente.

A apresentação cultural ficará por conta de poetas da cidade.

Homenagear o poeta Ariano Suassuna, partilhando com o público sua vida e obra, objetos e acontecimentos que fizeram parte de sua vida, afim de guardar para a posteridade o resultado, será apresentar ao público todo o brilhantismo de sua vida e produção artística

Internauta Antonio comenta em coluna O Tempo Voa

Comentário postado na coluna “O Tempo Voa: Hotel Fortunato

Não sou muito velho mais já estou maduro e lembro bem quando entrava e saia correndo, entrava em uma porta saia na outra saudade dos tempo de menino.

Antonio

Hotel Fortunato, que se localizava em frente à antiga Estação Ferroviária (na Praça Leão Coroado), onde hoje funciona a loja Ponto de Promoção. Foto: Arquivo Pessoal de Joel Neto.

O cinema do shopping ainda não engrenou.

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O primeiro contato dos vitorienses com o cinema, mesmo que por uma temporada, ocorreu nos primeiros anos do século 20, mais precisamente no dia 06 de novembro de 1906. Já no dia 20 de agosto de 1910,  noticiava O “Jornal o Popular”:

“A Vitória vai também ter o seu cinema. Neste nobre intento tem trabalhado o operoso e digno cidadão João Costa.”

“A casa destinada à montagem da máquina e mais arranjos cinematográficos é a que fica à Rua Dr. Henrique Lins nº 17.”

Obs: nosso primeiro cinema funcionou no prédio onde abrigou, durante muito tempo, a famosa “PITÚ Lanche” e hoje em dia funciona a “Lojas Cattan”.

Muito bem, dizem os mais velhos que durante a primeira metade do século 20, nas cidades do interior principalmente, havia uma disputa, pelo público, entre o cinema e o circo. O tempo passou e hoje as coisas estão bem diferentes.

Fiz esta pequena introdução sobre a “sétima arte” na nossa cidade, para falar do atual cinema localizado no Vitória Park Shopping. Na noite do último sábado (18), estive com a família nas salas cinematográficas.

Quanto à qualidade da exibição, sonorização, refrigeração e toda estrutura, nada a reclamar. As salas de exibição do nosso cinema, localizadas no Shopping, estão no mesmo nível estrutural da maioria das salas da capital.

Já com relação à quantidade de público, novamente, fiquei decepcionado. Da outra vez que fui assistir um filme no cinema do Vitória Park Shopping -“Irmã Dulce”- numa tarde de sábado, dividi a sala de exibição com apenas três pessoas.

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No último sábado (18), na sala em que eu estava, menos de trinta pessoas assistiam o filme. Aliás, praticamente o mesmo quantitativo de pessoas da sala ao lado, em que meu filho e meu sobrinho se fizeram presentes.

Vale lembrar que logo mais no mês de agosto, o cinema fará um ano de operação na cidade e o que era a grande aposta para “levantar” o fluxo de pessoas no  novo centro de compras, na minha opinião, está sendo um fracasso de público. Aliás, o próprio centro de compras como um todo, continua “devagar, quase parando”.

 Os marqueteiros contratados pelo shopping, nestes mais de um ano e meio de operação, não conseguiram estabelecer uma “liga” consistente com o público do nosso município, assim como o das cidades circunvizinhas.

Segundo comentários de alguns lojistas, que investiram em novos empreendimentos no novo centro de compras, as coisas não estão acontecendo como foi prometido, novas lojas não chegaram e algumas já instaladas, seus proprietários, já demonstram vontade de abandonar o barco.

Portanto, os diretores do empreendimento – Vitória Park Shopping – precisam “tomar um chá de bússola” o quanto antes para a coisa não desandar de vez. A equipe de comunicação do Shopping deve “acordar” para desenvolver uma mídia que valorize o nosso município assim como às cidades no entorno da Vitória.

Para finalizar, vale lembrar que a mídia do Shopping deve investir em uma comunicação criativa e que faça lembrar as pessoas que o Vitória Park Shopping, assim como o seu cinema, continuam aqui e operando naturalmente, aliás,  algo  que até agora não foi feito.

Alexandre Ferrer com mais força.

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O empresário Alexandre Ferrer, Diretor do Engarrafamento PITÚ, está com a bola cheia no PMDB do Estado. Por aclamação, o amigo Alexandre assumiu, sábado (18), a vice-presidência da agremiação partidária estadual. O novo presidente, vice-governador Raul Henry, entre outras coisas, assume a missão de dar ao PMDB mais musculatura no mapa geopolítico pernambucano.

Facol também é “visitada” pelos bichos.

Recebemos dois registros fotográficos, de um internauta que pediu para não ser identificado, contendo “uma família de porcos” passeando pelas ruas no entorno da FACOL. Cono podemos observar, além das diversas ruas, praças, postos de saúde, Fórum, Ministério Públicos e etc os bichos também se alimentam, defecam e urinam nas calçadas das faculdades da cidade.

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Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador dos bichos.

Internauta comenta no Blog

Comentário postado na matéria “POR FAVOR, ANDRÉ CARVALHO (PSOL), NÃO SE CANDIDATE!“.

Realmente, estamos diante de um elemento histórico, profundamente sábio, talvez um ser iluminado tal qual um avatar de nome André Carvalho.
Para um ser humano ser tão gabado, tão elogiado por seus camaradas, no mínimo ele (o homem suprerior) tem qualidades supra-humanas, não tem outra explicação.
Fico até com vontade de deixar de seguir os mestres Indianos tipo: Shyama Charan Lahiri, Deva Premal , Sua Santidade Yoganada, Mahatma Gandhi, e outros.
Penso que nem Karl max em toda a sua “sapi~encia” imaginou que no mestiço Brasil (Marx era racista) iriam nascer, serem gerados via seres iluminados pessoas, tipo o amigo André Carvalho, tão puras, tão sábias, tão conselheiras, tão iluminado. Incrível.
E o mais interessante é que alguns, sem fé, temem que toda a obra de, digamos: amor, paz, serenidade, esperança, criadas pelo super André CArvalho venha a RUIR.
Fico pensando, na minha mísera intuição, será que o “novo mundo” criado por um “avatar brasileiro” não suportará algo tão terreno: uma eleição. Oh! vida…
Será que o “santo” deixará de ser santo? Porque seres “atlanticos” nosso (deles) Avatar conseguirá pecar?
Será que o Zé da JUliana (um homem que trabalha desde criança, gera empregos, Pai de família, bom filho, bom Pai, bom patrão, Cristão) fará nosso Avatar pecar?
Ze´da Juliana que não tem emprego na Assembléia (uns tem e não vão lá trabalhar rsrsrs) destruirá a luta de classes simbolizada por São André de Carvalho?
Será que meu santo indiano André de Carvalho vai fechar os “Umbrais” que dão acesso a cidade santa de Shangri-lá?, condenará todos os “aposentadores” a viverem neste planeta de expiação por várias reencarnações?
Quem é esse ser “negro” chamado Zé da Juliana que quer tirar a pureza de André?
Com certeza, na minha próxima viagem à Ìndia e ao Nepal levarei nosso aposentator sua Santidade mestre André Carvalho para que tecendo as mandalas do tempo possa dizer tal qual o Dalai Lama, quando da invasão dos comunistas chineses: ” È uma chuva de verão, logo passará”; Peço sua bênção Santo André CArvalho.
Namastê.

Mestre Hindu

Compesa da Vitória: COMITÊ ELEITORAL ROTATIVO.

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No dia de ontem (16) foi postada uma matéria no blog do Jamildo com o seguinte título: “Em Petrolina, prefeitura apreende máquina da Compesa  por esburacar rua sem autorização”. No bojo da informação da matéria disse ainda o gestor municipal de Projetos Especiais, Rogério Valença: “diversos ofício foram encaminhados e protocolados na Compesa, o primeiro em março, deste ano, quando davam ciência dos trabalhos que seriam realizados no centro da cidade, ao mesmo tempo que solicitava da empresa um relatório sobre a atuação da mesma nas vias”.

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Pois bem, como podemos observar, neste acontecimento, fica claro que na cidade de Petrolina o prefeito Júlio Lóssio tem pulso, tem planejamento e gerencia a cidade  verdadeiramente, bem diferente do nossa, que é uma verdadeira “TORRE DE BABEL” cuja agenda administrativa do prefeito  é regida, basicamente, pela perseguição política  e pelo calendário eleitoral.

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Não posso afirmar, porque não conheço todas as gerencias da Compesa no Estado, mas, é possível que o comando dos negócios da empresa, estabelecido aqui, seja um dos mais esculhambados de Pernambuco, ou seja: Em Vitória político é que manda, gerente  regionais aqui,  são meras peças decorativas.

Outro dia, escutei na Rádio Vitória FM uma entrevista do gerente regional da COMPESA – escritório Vitória – salve engano de nome Hermes, onde o deputado Henrique Queiroz, bem ao seu estilo, tratou o referido funcionário público como se fosse um dos seus “cabos eleitorais”, ou seja, fez proselitismo político em cima de uma funcionário de alto escalão da empresa para se promover publicamente.

O deputado Aglailson júnior, enquanto  esteve “mandando” na Compesa daqui,  até as barreiras da frente do escritório foram cortadas para servir  de abrigo para os “invasores” do grupo vermelho,  com total conivência da gestão do Governo Que Faz, à época, comandada por seu pai, o folclórico ex-prefeito José Aglailson.

Hoje, segundo informações, os “manda chuvas” da Compesa,  daqui,  é o prefeito Elias Lira e o seu filho,  que além  de usar os serviços da empresa como se fosse uma espécie de “sucursal” da prefeitura, tal qual no passado, também “liberou” as barreiras para novos invasores.

O curioso é que na história política recente da Vitória nunca ocorreu de os três grupos políticos locais, com assentos no parlamento estadual, ficarem em um  mesmo lado, ou seja: em Vitória não existe  político de oposição ao governo do Estado , motivo pelo qual, as rádios e a TV não podem meter o cacete na Compesa. Tempos bem diferentes daquele que a TV Vitória dizia que a Barragem de Águas Claras não existia. já em outra época, a Rádio Vitória FM fora apelidada de “Rádio Compesa” por baixar a lenha,  diariamente,  na empresa, nesta ocasião, a composição política já era inversa, ou seja,  Elias  é que fazia oposição ao governo do estado.

Portanto, fica aí provado,  mais uma vez,  que este pessoal – Elias, Aglailson, Henrique e filhos – não tem nada a dá para nossa cidade. Muito pelo contrário, estes sujeitos já vem “sugando”,  há décadas,  nosso município.

Vitória só avançará quando tirar do poder esses sujeitos que criaram um “clube”, cujo objetivo, entre outras coisas, é se apropriar de tudo que existe no município para manter o feudo e o curral eleitoral familiar.

ATHAYDE LOPES - Trazendo a boiada - Óleo sobre tela - 50 x 70

“Armadilha para animal selvagem” no Centro Comercial da Vitória.

Em pleno “coração da cidade” permanece aberto, há meses, um bueiro que deixa os transeuntes, sobretudo crianças e idosos, vulneráveis ao acidente. Qualquer pessoa desatenta que enfiar o pé nesta “armadilha’ para animais selvagens, com toda certeza terá problema sério.

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O curioso é que o  prefeito Elias Lira, para os empresário “bombados” do Shopping, ele dá terreno e os trata com todo privilégio. Já o tratamento dispensado aos empresários do Centro Comercial, depois que Elias transferiu seu comercio para a BR, é o pior possível. Os comerciantes precisam acionar as entidades representativas – ACIAV, CDL e Sindicatos – à praticarem a chamada “boa pressão”. Se deixar, o prefeito só vai ajeitar isso só quando tiver para acontecer uma caminhada política em favor do seu filho…

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Palinha do Léo dos Monges

País Tropical (Jorge BenJor)
Autor: Jorge BenJor


Moro num país tropical, abençoado por Deus
E bonito por natureza, mas que beleza
Em fevereiro (em fevereiro)
Tem carnaval (tem carnaval)

Tenho um fusca e um violão
Sou Flamengo
Tenho uma nêga
Chamada Tereza

Sambaby
Sambaby

Sou um menino de mentalidade mediana
Pois é, mas assim mesmo sou feliz da vida
Pois eu não devo nada a ninguém
Pois é, pois eu sou feliz
Muito feliz comigo mesmo

Moro num país tropical, abençoado por Deus
E bonito por natureza, mas que beleza
Em fevereiro (em fevereiro)
Tem carnaval (tem carnaval)

Tenho um fusca e um violão
Sou Flamengo
Tenho uma nêga
Chamada Tereza

Sambaby
Sambaby

Eu posso não ser um band leader
Pois é, mas assim mesmo lá em casa
Todos meus amigos, meus camaradinhas me respeitam
Pois é, essa é a razão da simpatia
Do poder, do algo mais e da alegria

Sou Flamê
Tê uma nê
Chamá Terê
Sou Flamê
Tê uma nê
Chamá Terê

Do meu Brasil

Sou Flamengo
E tenho uma nêga
Chamada Tereza
Sou Flamengo
E tenho uma nêga
Chamada Tereza

leo

 

Leo dos Monges

Botão RSB

POR FAVOR, ANDRÉ CARVALHO (PSOL), NÃO SE CANDIDATE!

Esta carta aberta é direcionada ao meu amigo André Carvalho, mas, é claro, deve alcançar todo o Movimento ‘Aposente um Vereador Vitoriense’. Tenho grande apreço pelo Movimento e sei que todos que o compõe são dignos do meu respeito. E, como eu sei que poucos irão ler essa carta até o final, convido a todos para comparecerem na sessão do Cine Avalovara, dia 19/07, às 17h no Silogeu/Matriz. Será um dia muito importante!

O ‘Movimento Aposente’ começou em crise. Isso é óbvio demais. Cansados da mesmice política da cidade, o grupo começou a pensar e agir politicamente para propor mudanças. Nesse sentido, a criação do próprio movimento – em abril de 2012 – foi uma atitude transformadora. Mas, será que uma aposentadoria é sinônimo de renovação? Será mesmo que aposentar os vereadores Bau Nogueira (PSD) ou Edvaldo Bione (PMDB) nos garantirá uma Câmara mais ativa e competente? São perguntas que eu gostaria de ouvir (ou ler) a resposta. Pode ser, André?

Ora, o grupo ficou conhecido na cidade como ‘Movimento Aposente’. Apesar de soar bem humorado, o nome me faz a pensar num ciclo vicioso onde tudo que sai é bem parecido com tudo que entra. Entende? Quem são os ‘novinhos’ da Câmara dos Vereadores? Não me diga que Irmão Duda (PSDC) e Toninho (PROS) são a marca da renovação política. Percebo, portanto, que aposentadoria não é sinônimo de renovação. Nem renovação é sinônimo de competência. A Casa Diogo de Braga é uma prova!

Conta pra mim: é verdade que Zé da Juliana vai ser o candidato a prefeito pelo PSOL? É verdade também que você irá apoiá-lo? Se por quaisquer circunstâncias você declarar apoio a Zé da Juliana, o sentido do Movimento Aposente entrará em profunda contradição. Pois, desde quando Zé da Juliana representa a RENOVAÇÃO? Desde nunca. Zé da Juliana, assim como Zé Catinga, assim como Zé Aglaílson, assim como Zé Joaquim, assim como Zé Ozaias… Enfim, todos esses Zés são um mau presságio. Você acha, André, que dessa forma a metáfora do ‘aposente’ prevalecerá?

(Vale lembrar que, como disse meu amigo Luan Ribeiro, essas eleições de 2016 serão as eleições dos PATRÕES. Os empresários vitorienses estão com muita sede e, diante da crise, que tal uma poderosa máquina pública para aliviar o bolso? Todos estão de olho no exemplo de um mega empresário da educação que, em breve, vai inaugurar uma obra milionária que promete não só arranhar o céu, como colher água direto das nuvens).

Por outro lado, o ‘Movimento Aposente’ faz dura crítica aos interesses hereditários que pairam há séculos nessa cidade. Afinal, esse micróbio genético parece não ter fim. É óbvio que Elias Lira (PSD) não morrerá sem deixar Joaquim Lira (PSD) totalmente amparado e aparelhado, armado até os dentes para vencer e comandar a cidade. Não tem jeito! Os pais, por mais que não amem os filhos, não querem perder a liderança. Coisas de macho, adulto, branco… sempre no comando! Isso tudo se repete: José Aglaílson e Aglaílson Júnior; Henrique Queiroz e Henrique Filho… só falta Zé Catinga e Zé Catinga Filho.

Não vamos perder o humor, André, pois as eleições estão próximas e já sentimos o mau cheiro. O Movimento Aposente já lançou candidaturas; já contribuiu na criação de outros grupos; já lançou manifestos; promoveu protestos e discussões; realizou eventos como o Aposente in Concert e feiras de livro; recentemente criaram o programa de rádio AposenteNews e conquistaram espaço nos blogs e sites da cidade e, na minha opinião, fizeram o principal: ocuparam a Câmara de Vereadores para fiscalizar os trabalhos e incentivar a participação política. Incrível! Isso foi tão importante, tão eficiente, que levou um vereador a ameaçá-los de MORTE em plena sessão ordinária.

Sabe o que vai acontecer quando você se eleger, André? Tudo vai ruir. Todo esse movimento lindo e grandioso que mete medo nos chefões da cidade vai desmoronar. Toda essa energia incrível vai ser canalizada no mandato e o mandato vai engolir a verve do Movimento. Eu não escrevi esse título à toa. É um pedido de socorro! A cidade precisa do Movimento enquanto movimento e não enquanto partido-eleito-mandato-sistema-câmara-dinheiro-ficha-apoio-suja…  Só nos livraremos dessa realidade quando da realidade nos livrarmos.

Por isso, André, eu penso que o movimento que você ajudou a criar vai te servir mais tarde. Será você mesmo um velho vereador pronto para ser APOSENTADO. Estarás velho e cansado, triste e abatido, infeliz e maltratado… Esse será o teu fim, caso você não opte pelo movimento das ruas, sincero, revigorante, honesto, suado e gratuito. Então, meu amigo, proponho que NÃO SE CANDIDATE.

Abraço,

Pablo Dantas.

Almoço Comemorativo…

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Por ocasião da passagem natalícia do Presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer, ocorreu, ontem (16), um almoço comemorativo na sua residência com amigos mais próximos. Bom tira-gosto, bebida gelada e uma dose de Pitú Gold para brindar. Parabéns, mais uma vez, ao amigo “Pedoca”.

Pedro Ferrer: “Parabéns pra você e muitos anos de vida”

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Hoje é o dia do aniversário do amigo “Pedoca”, como lhe chama os mais íntimos. Atual Presidente do nosso Instituto Histórico e Geográfico, professor Pedro Ferrer deverá ser bastante lembrado no dia de hoje (16). Sobre Pedro, no dia da passagem natalícia, não irei comentar nada sob pena de cometer equívocos e exageros, é que tenho por este sujeito muito respeito, consideração e admiração. Portanto, vou apenas contar uma história curiosa sobre ele.

Existia na cidade do Recife, nos anos 80 e 90, uma dupla folclórica conhecida como “Irmãos Eventos”. Abrahão e Joel Datz eram irmãos gêmeos e se notabilizaram por ser figuras carimbadas nos eventos da cidade. Lançamento de Livro, abertura de exposição, eventos políticos e tudo que fosse badalado os “Irmãos Eventos” marcavam presença.

Com barba farta e roupas surradas, normalmente carregando uma mochila qualquer, os Irmãos Abrahão e Joel também  eram figuras conhecidas dos  garçons mais tarimbados. Naquela época o professor Pedro Ferrer também usava uma exuberante barba.

12 - foto pedro pai e pedro filho
Pois bem, não sei por qual motivo os irmãos já conhecia Pedro inclusive a sua ligação com o Engarrafamento PITÚ. Vez por outra, nas festas onde a Pitú era patrocinadora, o que não era uma coisa rara, os irmãos, vez por outra, eram  confundido com “o homem da Pitú” (Pedro Ferrer) e daí por diante não lhes faltavam nada no que diz respeito à bebidas e petiscos.

Houve uma ocasião, inclusive, que depois de um dos irmãos ser bem cevado, com comida e bebidas diversas, foi abordado por um garçom que lhe fez um pedido de uma placa da Pitú para colocar no seu Bar. Foi quando um dos gêmeos arrematou: “você está me confundindo com Pedro Ferrer, eu num sou o dono da Pitú não”.

Em 1995 um dos irmãos faleceu. Outro dia, por ocasião da posse do professor Pedro Ferrer na UBE – União Brasileira dos Escritores – nossas lentes registraram o encontro dos velhos amigos, desta vez, um com barba e o outro sem.

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