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SALVE A DATA – 20 DE AGOSTO!

SALVE A DATA – 20 DE AGOSTO! FESTA DA SAUDADE – ANO 5 – ORQUESTRA SUPER OARA!
Livro “Asas Para Vitória de Santo Antão” já disponível à venda!!!

OS SONS PARA SEREM OUVIDOS e ENTOADOS – por Marcus Prado.

OS SONS PARA SEREM OUVIDOS e ENTOADOS
O espaço sonoro, no intervalo em linha reta, entre o Preto e o Branco, não audível por ouvidos humanos, com suas placas de sinalização e divisórias;
O tocar dos sinos das velhas igrejas;
O som das matracas quebrando o silêncio das madrugadas, nas antigas procissões;
O hino da Pitombeira e dos velhos maracatus;
As rabecas quando tocadas na sua casa olindense;
Os violeiros e repentistas nas feiras do Interior;
O tambor nos rituais da umbanda e candomblé;
O toque das cornetas em som de alvorada dos navios ancorados;
O som das andorinhas em redemoinho;
O ranger das dobradiças de velhas portas, quando bate no espelho;
O som da bengala de castão de ouro de Francisco Brennand sobre as peças, para teste de qualidade, nas esculturas saídas do forno;
O som do graveto seco em fogo aceso, no fogão rústico de uma só boca, de cozinha suburbana;
O som da prensa manual da casa de farinha na sua primeira farinhada;
Os instrumentos de percussão usados pelos Caboclinhos enquanto fazem passos de coreografia, conjunto de arco e flecha, denominado preaca, em que a flecha, ao ser acionada, se choca com a face interna do arco e produz ritmos musicais;
(O estouro que ouvi parecia um ovo sendo quebrado, o som de uma melancia sendo esmagada).
Sem esquecer o som da oficina do carpinteiro ajustando os raios da roda ao redor do eixo,
O som do vento batendo nos castiçais e que pela casa toda se espalha;
No inicio, meio e fim da alquimia do êxtase
O triste bater de asas do pássaro cativo, desde nascido, numa gaiola perto da mata, numa manhã ensolarada.
Em alguns casos, uma imagem vale mais que mil palavras, um som vale
mais que mil imagens e um aroma vale mais do que mil sons.
Eu diria
O MAIS TRISTE DOS SONS: quando o cão se perde do seu dono caçador, e no meio das suas aflições, enlouquece.
Marcus Prado – jornalista.

O livro do Asas Para Vitória de Santo Antão, do professor Pedro Ferrer, já está à venda!!!

VOCÊ GOSTARIA DE SABER TUDO SOBRE A HISTÓRIA DO AERO CLUBE DA VITÓRIA? O LIVRO “ASAS PARA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO”, ESCRITO PELO PROFESSOR PEDRO FERRER, ALÉM DE MUITAS FOTOGRAFIAS, EM LINGUAGEM CLARA E OBJETIVA, NARRA TODOS OS DETALHES DESSA HISTÓRIA INCRÍVEL! QUER COMPRAR AGORA? FAVOR ENTRAR EM CONTATO PELO ZAP – 81 – 9.8880.1744.

O maior cangaceiro da história – por historia_em_retalhos.

Registro do dia (28.01.2018) em que visitei o lugar onde nasceu Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o maior cangaceiro da história.
Lamentavelmente, a experiência não foi boa.
A propriedade “Sítio Passagem das Pedras”, em Serra Talhada/PE, é privada e estava fechada.
O acesso é muito ruim e sem sinalização, não havendo nenhum tipo de abordagem histórica.
O imóvel que visitei, apenas por fora (foto 2), na verdade, foi reconstruído, visto que a casa original onde o cangaceiro nasceu virou ruínas (foto 3).
Goste-se ou não de Lampião, é fato inconteste que o cangaço é um fenômeno social estudado no mundo inteiro.
No Brasil, infelizmente, ainda é pouco analisado e explorado sob os pontos de vista cultural e turístico.
Este lugar, por exemplo, não poderia ser fechado ao público.
Alô, prefeitura de Serra Talhada/PE @prefeituradeserratalhada, já está na hora de despertar para a importância e o potencial turístico deste local.
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Através do comunicador Alex Santana, cidade cearense enviou mais de 10 toneladas de mantimentos para os antoneses vítimas das chuvas!

Imbuído dos melhores sentimentos e demonstrando capacidade de ação, o comunicador Alex Santana, antonense com origem no bairro do Cajá, que há 15 anos estabeleceu praça profissional na cidade cearense de Iguatu, após receber imagens da precária situação de alguns dos moradores que foram impactadas pelas águas das últimas chuvas conseguiu, através do seu prestigio pessoal, na cidade em que mora, arrecadar mais de dez toneladas de mantimentos para enviar para os seus conterrâneos.

Com apoio dos clubes de serviço – Rotary e Lions -, escolas e igrejas, prefeitura de Iguatu, Instituto Paz e Amor e da Diocese de Iguatu – importantes instrumentos no processo de doações solidárias – os mantimentos chegaram em nossa cidade – Vitória de Santo Antão – no domingo (05). Entregues na Igreja do Rosário, sob a coordenação do Monsenhor Josivaldo, com toda certeza, os mesmos terão o melhor destino.

Eis aí, portanto, uma ação do amigo comunicador Alex Santana que merece ser aplaudida. Um verdadeiro antonense que não esquece suas raízes…..

Momento Instituto Histórico – Lissandro Nascimento.
“Vitória tem uma história importantíssima e o Instituto cumpre essa função muito bem. Na perspectiva histórica a gente precisa conhecer o passado para puder jogar um papel destacado no presente e compreender e intervir melhor no futuro”, pontuou o blogueiro e professor Lissandro Nascimento.

Mona Lisa e o painel Batalha dos Guararapes: destinos que cruzam – por Marcus Prado.

A agressão sofrida pela Mona Lisa no Museu do Louvre, em Paris, no domingo 29 de maio, não foi a primeira tentativa desde quando se tornou a maior atração do famoso museu, um dos mais visitados do mundo. São dezenas de atentados registrados pela crônica policial francesa ao longo da história. Por sinal, desconfio que a Mona Lisa, exposta todo dia para devaneios de turistas embevecidos, seja a original, que se acha a sete chaves no cofre incorruptível do Museu. Isso não é novidade. Nem é novidade a existência de copistas, com recursos de alta precisão, que fizeram maravilhas no Louvre em famosas galerias de arte. A técnica consiste em copiar quadros de grandes mestres da pintura, com uma fidelidade que desafia o olhar de especialistas e curadores de requintada competência. A reprodução iconográfica beneficia-se atualmente de recursos muito mais preciosos e exatos com o conjunto das técnicas relacionadas à fotografia e a seus aperfeiçoamentos.
Se houvesse um torneio simulado, entre a Mona Lisa, do divino Leonardo da Vinci, também conhecida como Gioconda ou ainda Mona Lisa del Giocondo, e o painel de Francisco Brennand – Batalha dos Guararapes, esse em fase de restauro, à espera de um polêmico transplante (!!!), a obra do pernambucano seria ganhadora no capítulo de crimes de patrimônio sem punição.
A do Louvre, protegida por um ambiente de máxima segurança, à prova de incêndio e bala, ao contrário do Mural, que seria visto como a obra prima muralística do genial artista plástico pernambucano. Sabe-se que, desde a sua inauguração, sem nada que o proteja, embora tombado em nível estadual, tornou-se alvo da caterva de pichadores de todas as índoles, sem falar dos dejetos humanos a céu aberto, deixados no entorno: o perímetro de proteção, um espaço que, por lei, em qualquer país signatário de Cartas de patrimônio, é possuidor do mesmo rigor do tombamento. Bastaria, no caso de Brennand, para a proteção do Mural da Rua das Flores, o que fizeram, no passado, com o entorno das grandes obras urbanas de arte do Recife. Teriam evitado o seu primeiro restauro e agora o segundo em andamento. Na França do Presidente De Gaulle, tendo como seu ministro da Cultura o também escritor André Malraux, todas obras de arte tombadas na capital francesa tinham a proteção e salvaguarda, como se o país estivesse em estado de Guerra. Caso o patrimônio em si estivesse em risco, ele receberia uma atenção especial. Para eles, patrimônio histórico pertencia à humanidade. Como, para os brasileiros, o santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas, Minas Gerais. Se um dos fatores que fez Ouro Preto tornar-se Patrimônio da Humanidade foi a obra de Aleijadinho, presente em quase toda igreja da cidade mineira, imagine uma construção repleta de obras do maior artista barroco brasileiro. Assim como outro ambiente sagrado não só para os pernambucanos, tenho para mim: o colosso de esculturas de Francisco Brennand, na Várzea, em sua insuspeitável possibilidade de valor artístico, do qual o painel Batalha dos Guararapes, por extensão, é parte integrante, que será tema de um Seminário Internacional na Fundaj, em setembro. O que dizer da quase destruição de uma obra icônica da capital, o conjunto de esculturas, 90 peças de Brennand, do quebra-mar do Porto do Recife, voltado para o Marco Zero da cidade?
O que desejo ressaltar e lamentar é que, enquanto houver agressores do patrimônio histórico, aliados à impunidade policial e à alienação da autoridade governamental, seja de onde for, desconfio do poder de polícia atribuído a cada gestor do patrimônio histórico edificado. O caso da Mona Lisa é uma manifestação de desvio de caráter, uma mistura de transtorno de conduta e mau caráter, que se repete em todos os lugares, quando há falta de punição. Estou falando muito particularmente, baseado numa experiência que tive ao longo de 12 anos, na condição de conselheiro titular do Conselho estadual de cultura de Pernambuco: o que foi feito, no Recife e além das nossas fronteiras, contra os que destroem de forma intencional e direta o patrimônio artístico? O estado não dispõe sequer de meios básicos e elementares para fiscalizar o patrimônio tombado.
Temos, em nível nacional, uma das mais avançadas leis de patrimônio, atribuídas aos valores históricos e culturais do País, a partir do IPHAN, que nada tem a dever em relação a outros países, mas não temos observância ao Direito Penal, que busca proteger o patrimônio, em especial os crimes de agressão e furto, delitos cometidos em alta escala em todo Brasil. Releio o capítulo II – DOS CRIMES CONTRA O PATRÍMONIO, capítulo I, artigos 155 e 156 do Código Penal, e não vejo notícia, neste País, de uma só punição, fato que o cidadão comum não mais suporta e se justifica a sua revolta contra o Estado. Não sei se há dados estatísticos da quantidade de crimes em geral cometidos no País, me refiro também a Pernambuco, se proporciona, por sua vez, a punição e ressocialização do condenado.
Os Estados têm a responsabilidade primordial de proteger os bens culturais que se encontrem em seu território. Ora, se são incapazes de cuidar da cidade, previamente, contra os sinistros climáticos, o que se espera de punição e buscas de culpados de crimes de patrimônio? Muitas são as críticas sobre nosso Código Penal e contra os gestores de Patrimônio. É difícil conhecer com precisão a quantidade de crimes que ocorrem, por omissão de todos, contra o patrimônio cultural. O que os governos têm em seus registros policiais são apenas uma breve estimativa dos crimes ocorridos, estimativa esta que se sabe, de antemão, ser subestimada. Nesta época que não construímos mais monumentos nem murais de arte, é preciso salvar os que restam.
Marcus Prado – Jornalista.

Enchentes: 1975, 2005 e 2022 – comparações e pedagogia!

As recentes chuvas que caíram em nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – deixou um rastro de destruição e ensinamentos. A cidade segue contabilizando os prejuízos, sobretudo na direção da população mais carente que tiveram, em alguma medida, suas casas invadidas pelas águas. No contexto histórico das enchentes, ocorridas em solo antonense, essa de “maio de 2022”, doravante, deverá se juntar a outras já catalogadas, com destaque para os eventos de 1975 (julho) e 2005 (junho).

Nesse contexto lembremos que foi exatamente há 17 anos – no dia 02 de junho de 2005 – que nossa cidade foi “dragada” pelas águas que avançaram além do curso natural do Rio Tapacurá – ainda anotada como a enchente que mais castigou a cidade em todos os sentidos. Antes, porém, devemos sublinhar alguns dados técnicos entres os respectivos eventos acima citados.
Na enchente de 1975 registrou-se precipitações pluviométricas para o mês de julho na ordem de 436mm. Para o mês de junho de 2005 o volume registrado chegou a 621,7mm. Detalhe: 250mm apenas nos dias 02 e 03 de junho. Já em maio de 2022, apesar do volume ser bem acima da média para um mês de maio na nossa cidade, registrou-se 385,4mm e para os dias 27 e 28 (sexta e sábado) 138,5mm.

Em 2005, além do expressivo volume d’água das chuvas, o Rio Tapacurá, no trecho local, foi impactado, também, com a chuvarada de outras cidades e regiões – rio acima – que no seu curso natural, ao passar por Vitória, ganhou volume e avançou para o centro comercial da cidade de maneira repentina, motivo pelo qual, entre outros estragos, promoveu derrubada de pontes e tudo mais que encontrou pela frente “atrapalhando” o seu curso.

Lembremos que além das mortes trágicas, a referida enchente (2005) tornou imprestável cerca de 50% dos estoques das casas comerciais localizada no centro comercial e adjacências. Deixou sem funcionar, por vários dias, as agências bancárias do “corredor” da Avenida Mariana Amália e também a sede da coletoria estadual.
O colapso no abastecimento regular da COMPESA ficou suspenso por 12 dias e as escolas municipais, ocupadas por desalojados e desabrigados, interrompidas às aulas, por mais de 15 dias. Com efeito, nas semanas seguintes, ocorram sucessivos recordes de títulos protestados pelo cartório local, face à inadimplência coletiva do comercio.

Vitória vivenciou uma anomalia para além da trégua das águas. Tudo isso, claro, sem esquecer do caos social, sobretudo vivenciado pela população menos favorecida, principalmente nas áreas ribeirinhas que tiveram, em alguns pontos, “arruado de casas” destruídos.
No evento similar, próximo passado – enchente de maio de 2022 – existia por parte das autoridades e órgãos estaduais um alerta prévio emitido, dando conta da intensidade das chuvas. Essa tecnologia, indiscutivelmente, antecipou medidas emergências. Não obstante o volume de chuva que caiu na última sexta (27) e sábado (28) ser bastante significativo, os impactos decorrentes dele, nem de longe, causaram os estragos de 2005, por alguns fatores aqui já evidenciados.

Oura coisa que devemos destacar é que o atual “fenômeno chuvoso” – “Ondas de Lestes” – concentrou “suas energias” na faixa litorânea pernambucana (e alguns estados do Nordeste) avançado com menos intensidade para “dentro do continente”, diga-se: Zona da Mata (Norte/Sul). Assim sendo, o Rio Tapacurá não recebeu – antes de passar por Vitória – volume considerável de águas, deixando-o, por assim dizer, “menos volumoso” e, portanto, menos letal.

Ao que parece, passados poucos dias (5) do indesejado fenômeno chuvoso em nossa cidade a mesma segue contabilizando os prejuízos, mas, é bom que se diga: sem maiores colapsos. Tanto é prova que o documento decretando “Estado de Calamidade Pública” , emitido pelo Poder Executivo, no último dia 28, foi revogado logo em seguida, no dia 01 de junho de 2022.
Esses, portanto, são eventos naturais inevitáveis. 1975, 2005 e 2022, entre tantos outros momentos de transtornos ocorridos na nossa cidade, foram eventos que podem e devem ser comprados, mas sua melhor apreciação, no meu modesto entendimento, diz repeito ao processo pedagógico, no sentido de aprender com eles para uma melhor prevenção dos seus efeitos e, em ato contínuo, à devida aplicação das políticas públicas necessárias como “defesa” para os próximos, sem esquecer, claro, dos necessários diagnósticos. Para finalizar, lembremos: em 2022 o inverno está apenas começando….

O primeiro brasileiro condenado à pena de morte – historia_em_retalhos.

Este é Theodomiro Romeiro dos Santos, o primeiro brasileiro condenado à pena de morte, desde a proclamação da República.
Se você não conhece a sua história, preste atenção, porque é impactante.
Durante a ditadura militar, o jovem estudante Theodomiro foi militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).
Potiguar de Natal/RN, em 27 de outubro de 1970, estava no Dique do Tororó, em Salvador/BA, ao lado de outros dois companheiros.
Repentinamente, um jipe chegou e três agentes da ditadura desceram do carro.
Eles conseguiram algemar Theodomiro e o seu amigo Paulo Pontes, um ao outro, mas o terceiro militante, Getúlio Cabral, saiu correndo.
Em perseguição ao fugitivo, os agentes desviaram a sua atenção dos presos.
Percebendo a distração, Theodomiro abriu a sua pasta e tirou um revólver.
Quando viu que os agentes saíam do carro apontando as armas na direção de seu amigo, disparou, matando o sargento Walder Xavier e ferindo um policial federal.
Aos 18 anos, começava, aí, o longo calvário de sua vida.
Preso, o estudante foi submetido a longas sessões de tortura, especialmente, no pau-de-arara.
Sofreu choques elétricos, afogamentos, teve os seus olhos queimados com éter e passou 33 dias na solitária.
Em março de 1971, ouviu de um conselho da Justiça Militar que estava condenado à morte (foto 3).
Era a primeira sentença deste tipo na história da República.
Com forte manifestação contrária, a pena capital acabou sendo comutada para prisão perpétua e, em seguida, para 16 anos de reclusão.
Não sendo beneficiado pela Lei da Anistia, em 1979, após 09 anos preso e correndo sérios riscos de vida, Theo decidiu fugir da prisão, asilando-se na Nunciatura Apostólica, em Brasília.
Após, conseguiu exílio no México e, por fim, na França.
Em 1985, retornou ao Brasil, 15 após o tiroteio do Tororó, sendo recebido pelos amigos.
Estabeleceu-se no Recife e fez concurso para juiz do TRT da 6.ª Região/PE, no qual atuou por cerca de 20 anos, até se aposentar.
Esta é uma história real.
Não é um filme.
Mas, a quem interessar, tudo está retratado no documentário “Galeria F”, de Emília Silveira. 🎥
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Estilista Marina Bitú inspira mulher sofisticada, livre e que bebe PITÚ no Dragão Fashion Brasil

A cearense convidou a cachaçaria pernambucana para compor conceitualmente o seu desfile no evento de moda em Fortaleza
Em um dos maiores eventos de moda da América Latina, o Dragão Fashion Brasil, a estilista cearense Marina Bitú subiu à passarela, nesse último sábado (28/05), com modelos vestindo looks que retratam uma mulher sofisticada, elegante, original e ao mesmo tempo livre para assumir uma personalidade forte, divertida, colorida e leve, ou seja, uma mulher que veste Marina Bitú e gosta de beber a cachaça PITÚ.
Inspirada nas criaturas marinhas, a coleção apresentou referências dentro da paleta de cores da cachaçaria pernambucana – vermelho, amarelo e preto – em um processo de saturação, resultando nas tonalidades terracota, dourado e preto, e se aproximando do conceito de cor da marca Marina Bitú. O camarão PITÚ, crustáceo que compõe a logo da empresa, foi estampado em partes de tecidos de uma peça de kafka da coleção, fazendo alusão ao universo do mar. Na passarela, um panô colorido expos os dizeres do slogan “mania de brasileiro” da PITÚ. O detalhe que revelou todo o conceito que a estilista quis e conseguiu transmitir estava dentro de um charmoso case de couro, na lateral dos corpos das modelos. Dentro do suporte, uma miniatura da garrafa da tradicional cachaça PITÚ branquinha, mostrando que a mulher moderna pode ser tudo o que ela quiser.
“A coleção que foi para o Dragão tem uma ligação com o mar, com as criaturas marinhas, com os crustáceos. Foi um recorte que eu fiz de tudo o que monta meu universo imagético e eu sempre fui muito essa pessoa do mar. Apesar de eu não ser muito séria e tradicional, a minha marca sempre teve esse ar. E aí eu comecei a entender que eu não precisava tornar essa linguagem tão inacessível, sabe? A marca precisava ser mais genuína, mais parecida como eu sou na vida real. A ideia foi de trazer essa mulher original, que veste Marina Bitú, mas que também assume essa personalidade colorida, divertida, uma mulher que bebe PITÚ. Foi a partir daí que convidei a cachaçaria e começamos a desenvolver peças que fizessem uma junção do DNA de ambas, no sentido de trazer um conceito e formas mais abstratas. Eu pensei assim: por que não essa mulher estar super elegante, vestindo seda e com a sua Pituzinha de lado em um case de couro?”, explica Marina Bitú.
Para Eduarda Férrer, gerente de marketing da PITÚ, foi uma grata surpresa receber o convite da estilista. “A PITÚ está presente em diversos momentos que exaltam a alegria e a diversidade dos brasileiros, por ser uma marca plural que faz parte do imaginário coletivo, da cultura popular e da tradição nordestina. Para nós é de extrema alegria pode participar e ser destaque em um desfile de moda, neste evento que é um dos mais bem conceituados da América Latina. Principalmente aparecendo como um símbolo que representa a mulher que pode tudo, que é original, moderna, elegante e que gosta de levar a sua garrafinha de PITÚ para os eventos sociais”, ressalta Eduarda Férrer.
O Dragão Fashion Brasil chegou a sua 22ª edição reunindo o melhor da moda autoral cearense na Praia de Iracema, em Fortaleza. Além da estilista Marina Bitú, outros grandes nomes e marcas, como Almerinda Brasil, Alix, David Lee, Hand lace, Baba, Kallil Nepomuceno, Sau Swin e Lindebergue Fernandes, também ocuparam as passarelas de 40 metros, apresentando as últimas tendências da moda mundial e nacional.
Sobre a PITÚ – A Engarrafamento PITÚ, fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional quando o assunto é cachaça. Sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil, a PITÚ engarrafa e comercializa milhões de litros por ano. Com 83 anos de história, é a cachaça mais consumida nas regiões Norte e Nordeste, a vice-líder do País. A fábrica da PITÚ está localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE), na Avenida Áurea Ferrer de Moraes S/N, onde é possível também conhecer um pouco da trajetória da empresa por meio do acervo do seu Centro de Visitação, que reúne histórias e
relíquias da marca genuinamente pernambucana. A PITÚ está em sua quarta geração de gestores e mantém investimentos contínuos em inovação tecnológica, programas de sustentabilidade e ações de marketing, que garantem a qualidade do produto e refletem no posicionamento da marca diante do segmento.
A cachaça pernambucana se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Na Europa, a PITÚ comanda o mercado e tem a Alemanha como o país líder em consumo. Outros países do Velho Continente, também importantes para a marca, são: Áustria, Grécia, Espanha, Suíça e Bélgica. Nos demais continentes a PITÚ também está presente em alguns países, como: Argentina, Canadá, Chile, Estados Unidos, Guiana Francesa, Israel, México.
24 horas de Política: não há espaço na cabeça de “suas excelências” para outros temas…..

Por mais que estejamos submersos num dos maiores desastre de Pernambuco – com mais de 100 mortes –, por ocasião das chuvas dos últimos dias, na qualidade de população, seria pura ingenuidade imaginar que os políticos estejam realmente preocupados com as famílias enlutadas e/ou desalojadas/desabrigadas.
Vereadores, deputados, prefeitos, governadores e presidente, de maneira geral, só pensam em política – 24 horas por dia. É contraproducente imaginar noutra direção. Por mais que seja duro e espantoso para boa parte dos afetados e população geral.
Em ritmo de pré-campanha, faltando poucos meses para um novo encontro dos eleitores com as urnas, “suas excelências” – com raríssimas exceções – se utilizam das catástrofes – e nessa não foi diferente – para investir na melhor cena para o seu personagem político, perante o seu público alvo, principalmente através das redes sociais – cada dia com ferramentas mais diversificadas.

Apenas a título de exemplo pontual, por assim dizer, não podemos conceber como algo razoável, dentro daquilo que chamamos de bom senso, a mais recente descortesia e troca de farpas entre o senhor presidente da República, Jair Bolsonaro com o governador do estado de Pernambuco, senhor Paulo Câmara.
Com efeito, os dois apadrinhados, Danilo Cabral e Anderson Ferreira, ambos, pré-postulantes ao Palácio do Campo das Princesas, em ato continuo, se aproveitaram do fato para materializar mais uma cena de campanha, desenhada pelos seus marqueteiros, ou seja: repercutir o aprofundamento da polarização nacional no sentido de drenar o mesmo sentimento nacional – já posto – para seus respectivos projetos de poder estadual.
Tudo é feito e realizado de uma maneira tão “natural” que os eleitores, coitado, nem percebem…. Para os políticos, como já falei, de maneira geral, o quê menos importa é a real situação dos fatos. O que eles realmente querem é levar vantagem em cima de tudo!
Para concluir – com enchente ou sem enchente – possivelmente teremos mais uma campanha presidencial “vazia”. Isto é: sem o menor conteúdo programático ou mesmo sem debater os verdadeiros problemas do Brasil. Como por exemplo: um redenho da habitação popular no País…. Viva a Democracia!!!

Asas para Vitória de Santo Antão – o mais novo livro do Professor Pedro será lançado em breve!!!

Live – Vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (Vitória) – com Clécio Gomes e Otávio Santos.

Na live de hoje, produzimos conteúdo atinente ao processo seletivo para o Instituto Federal de Pernambuco – Campus Vitória.
Nesse contexto, o diretor de ensino, Clécio Gomes, realçou a importância da Instituição, ao longo das décadas, no processo de transformação de vidas, sobretudo das famílias estabelecidas na Zona Rural. O professor Otávio Santos, na sua fala, explicou o passo a passo de como os jovens podem participar do processo seletivo 2022.
ASSISTA AQUI A LIVE COMPLETA.

Momento Instituto Histórico – André Carvalho.
O IHGVSA é responsável pela preservação do nosso patrimônio histórico-cultural. Vitória de Santo Antão sempre teve um importante papel na construção histórica da nossa nação. Realçou, em suas palavras, o vereador André Carvalho.
Instituto Histórico da Vitória – assessoria.

As fortes chuvas apenas escancaram os problemas…….

Há dias, em função das fortes e constantes chuvas, o povo de Pernambuco segue em estado de alerta, sobretudo no Recife, na Região Metropolitana e Zona da Mata (Norte/Sul). Adensadas e espremidas numa parte relativamente pequena do território do Leão do Norte, praticamente metade da população pernambucana vive na Região Metropolitana.

Por lá, entre tantos outros, os graves problemas da moradia ganham contornos que emolduram a chamada “tempestade perfeita”, no sentido do empréstimo das cenas da vida real para adornar qualquer trailer de um filme de terror.

Exibindo as maiores taxas de desigualdade social, o Recife e adjacências testemunham, desde os “sobrados e mocambos” , o contraste das moradias do seu tecido social. De um lado, os prédios de alto padrão. Do outro, em maior número, palafitas, favelas e cortiços nos morros.
Entre o recente fogo nas palafitas (Pina) e o excesso das águas nos morros, uma certeza: a indiferença das autoridades para mudar as regras desse trágico jogo perverso cuja vidas humanas são apenas folhas secas ao vento.
Pois bem, na nossa “aldeia’ – Vitória de Santo Antão –, que também ostenta graves problemas sociais, “São Pedro e Santo Antão”, em parceria, resolveram apenas lembrar quem realmente manda no pedaço são eles. Apesar dos transtornos, principalmente nas áreas ribeirinhas, a cidade “ficou de pé”. Bem diferente de eventos semelhantes, ocorridos em anos anteriores.

Vale lembrar que mesmo com os alertas das fortes chuvas, com bastante antecedência, pouca coisa ou quase nada, de maneira antecipada, foram realizadas.
É bom que se diga que a velha e costumeira desculpa, usada pela imprensa e por praticamente todos os governantes, nesse pontual episódio, não pode ser empregada: “choveu mais do que o previsto”.
Não! Dessa vez o alerta foi emitido com bastante antecedência e como já falei, pouco ou quase nada foi realizado de maneira prévia, justamente porque não temos essa tradição de planejar, de se prevenir para esse tipo de evento. Isso vale para o Recife, para Jaboatão, Vitória e etc. Restou-nos, apenas, aprender com os próprios erros…..
Nesse turbilhão de problema, não devemos deixar de sublinhar o sentimento de solidariedade das pessoas nas comunidades em que a tragédia ganhou contornos mais acentuados. Tanto no resgate – pela falta da estrutura governamental – quanto à assistência humana, por assim dizer.
De resto, acredito que esses últimos acontecimentos, possivelmente tenham sido os mais documentados da história das nossas enchentes. Aliás, é possível dizer que as emissoras de televisão, em seus telejornais, em se tratando de imagens da tragédia propriamente dita, apenas reproduziram cenas gravadas IN LOCO pela população, através dos seus celulares. Lembremos que o inverno 2022, na nossa região, está apenas começando……

Live – Vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (Vitória) – com Clécio Gomes e Otávio Santos.

A LIVE amanhã, terça-feira (31), às 17h., será sobre o vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (Escola Agrotécnica) – Vitória.
Com inscrições até o próximo de 12 de junho, o processo seletivo da instituição (IFPE) está disponibilizando de 120 vagas para os cursos de Agricultura, Agroindústria e Zootecnia.
Para dialogar conosco e repassar todas as informações necessárias, receberemos o diretor de ensino, Clécio Gomes e o professor Otávio Santos.
LIVE – Vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (Vitória).
Convidados: Clécio Gomes e Otávio Santos.
Dia: terça-feira, 31 de maio, às 17h.
Transmissão: Blog do Pilako.
https://youtube.com/shorts/ctW3p0ngBQw?feature=share

Livro Asas Para Vitória de Santo Antão – lançamento em breve!!!

Você sabia que Vitória já teve um aeroporto? Várias pessoas com um pouco mais de idade lembram muito bem das atividades do nosso Aero Clube. Em breve, lançamento do livro documentário sobre a história do Aeroclube da Vitória….

Vereador tem que ganhar bem mesmo……..

Amanhã, sábado, 28 de maio de 2022, deveríamos todos celebrar a passagem de um momento marcante na história do nosso lugar, ou seja: os 210 anos da instalação da então Vila de Santo Antão.
Além de tantas outras e importantes transformações, a materialização do pelourinho e da câmara de vereadores seriam, por assim dizer, as duas mais salientes representações desse novo tempo. Estamos falando de um tempo em que éramos todos dependentes e vinculados ao Rei de Portugal. O tempo dos reis, felizmente, já passou….
Na atual conjuntura democrática em que vivenciamos, no Brasil, cabe às câmaras legislativas, nas três esferas, representar o “Poder do Povo”. É nesse espaço (legislativo), plural por natureza, no meu modesto entendimento, que devemos depositar nossas esperanças para alcançarmos a tão sonhada justiça social, ou mesmo à “utópica” (mas sempre buscada) liberté, égalité e fraternité.
Repercutiu negativamente nas redes sociais e grupos de whatsapp(s), desde ontem (26), o debate acalorado na nossa Câmara de Vereadores realçando o aumento dos próprios salários pelos parlamentares. Vale salientar: para a próxima legislatura.
Se bem observado, a questão vai muito mais além do “muito ou pouco”, do decente ou indecente, da hipocrisia ou do interesse próprio…..De maneira geral, o orçamento nas câmaras e assembleias são folgados. Por lá, não existe crise financeira. O “bocado” deles é certo e sobra com força! A prova é tanta que volta e meia os nobres legisladores estão sempre criando artifícios para “meter a mão no dinheiro alheio”.
Com efeito, nessa verdadeira cortina de fumaça, não se discuti o verdadeiro papel do vereador na sociedade. Em se tratando das terras antonenses, $10 mil, $12 mil, $20 mil ou mesmo $50 mil não é a questão. O problema reside quando o senhor vereador abre mão do poder que lhe é conferido pelo povo, nas urnas, e passa a ser um “vereador mecânico”, ou seja: apenas assina e ratifica o que nem leu ou mesmo nem tomou conhecimento. Faça um teste simples: quando encontrar um vereador na rua, peça a ele para explicar as entrelinhas de um determinado projeto. O desastre é certo!!!
É nessa hora que o vereador, caso ganhasse apenas R$ 100,00 (cem reais) por mês, comete o pior de todos os seus “pecados”, causando assim um prejuízo monumental a todos os munícipes, não só apenas aos que o elegeram. Salário de vereador não é o “X” da questão. O verdadeiro prejuízo aos cofres do município se configura justamente quando o vereador abre mão da sua vital função em benefício financeiro próprio, através de acordos realizados “na calada da noite”. Fica, então, a pergunta; quantos dos nossos vereadores estão cumprindo sua verdadeira missão?
Parabéns ao Poder Legislativo da Vitória pela passagem dos 210 anos de atuação….
