O que será que tá acontecendo?

É lamentável que uma cidade como Vitória, em pleno crescimento econômico, ter gestores com posturas administrativas ainda atrasadas. Acontece que já fazem mais de 50 dias que na Av. Silva Jardim, encontra-se uma barraca à venda no meio de uma calçada, obstruindo a passagem de pedestres. A barraca já foi até pintada, revitalizada e a Prefeitura ainda não toma atitudes para a retirada daquele “corpo estranho”.

Das duas uma: ou a prefeitura trabalha em ritmo quase parando, fazendo as coisas de barriga, como quem apaga fogo, ou então o prefeito não quer mexer naquilo, como quem não quisesse fazer atrito com o dono daquela barraca, afinal, estamos entrando em tempos de muita cautela, tempos de arrumação eleitoral. Porque, o amigo internauta há de convir que, desobstruir aquela calçada nada mais é do que um simples ato administrativo.

E você, internauta, o que acha? Comente!

“Trata a gente como lixo é a Prefeitura”

 

Circulando pelo bairro do Loteamento Real, nos deparamos com uma placa fixada no muro de uma rua que nos chamou a atenção: primeiro, é bom saber que, em nossa cidade, existe lei que regulamenta locais para colocação de lixos, devendo, claro, existir punições para os moradores infratores; segundo, seria bom saber também, se essa tal Lei Municipal 2.788 de 31 de dezembro de 1998 pune a Prefeitura ou a empresa prestadora de serviços quando as mesmas não recolhem os lixos nos dias estabelecidos, deixando a maior sujeira na localidade.

Um morador daquela localidade, que não quis se identificar, indagado pela nossa redação se conhecia o teor da referida lei, saiu com essa pérola: “conhecer a Lei eu não conheço, mas se ela existe mesmo estamos todos lascados, porque quem primeiro trata a gente como lixo é o pessoal da Prefeitura, veja o estado da nossa rua… além de esgoto, lixo.”. – disse T.H.G – morador do Loteamento Real, se referindo à rua abaixo:

Serviço mal feito

Após os serviços da operação tapa buraco, realizados pela Prefeitura dias atrás no bairro do Cajá, ainda continua, mesmo sem chuvas, água empossada no cruzamento da rua Dr. José Rufino com a rua Elzanira Bezerra. Seria bom que uma equipe da Prefeitura fosse ao local para ver o que ficou errado, pois os moradores da localidade estão ficando prejudicados. É bom lembrar, que desta vez, não se pode jogar a culpa no “saco de pancada” Compesa.

E tome Paima no povo e na Rede Globo

Mais uma vez fomos procurados pelos moradores do Loteamento Real, para denunciar que mesmo depois da segunda reportagem da Rede Globo, no programa Vida Real, onde os representantes do Prefeito Elias Lira se comprometeram mais uma vez com a realização das obras de saneamento básico naquela localidade, não passou de mais uma promessa mentirosa, deixando assim, aqueles moradores em uma situação de total abandono.

Paima do tipo "Amarela"

Muito bem, em 2009 o então assessor de Prefeitura, afirmou que o investimento em saneamento naquele bairro pelos 8 anos da administração passada tinha sido ZERO. Passado quase três anos do atual governo, observa-se que o investimento ali, foi o mesmo, ou seja, ZERO, portanto são 11 anos que os moradores do loteamento estão entregues a própria sorte passando todo tipo de constrangimento e humilhação sem nenhuma esperança de dias melhores.

A pergunta é simples, o que está faltando para o Prefeito realizar o que prometeu? Ninguém está lhe pedindo favor algum, muito pelo contrário, os senhores Elias Lira, Henrique Filho e os secretários estão com os salários em dia e deveriam assumir suas responsabilidades, fazendo alguma coisa pelos moradores do loteamento Real, afinal, como o próprio nome diz, saneamento básico, ou seja, nem o Basicão então fazendo.

Cemitério ainda tem as calçadas obstruídas

Com a expectativa de um grande números de pessoas circulando pelo Cemitério São Sebastião no dia de Finados, a Prefeitura fez uma operação para desobstruir as calçadas externas  do cemitério, uma vez que as mesmas há muito tempo estavam sendo usadas como “deposito” de material de construção impedindo assim, o trânsito de pedestres de maneira segura pelo local.

Muito bem, o Prefeito Elias Lira deveria mandar refazer o serviço, pois uma parte da calçada ainda está cheia de pedras, tijolos e areia, portanto fica o registro de mais um serviço meia-sola realizado pela Prefeitura.

Leia também:
Cidade dos Mortos (publicado em 04 de outubro)

“Esqueceram de mim”

Revista Total - Edição 38 - Página 43.

Com base em pesquisa realizada pelo IBGE, com apoio da ONU e do Banco Mundial,  a Omemp (Organização Mundial de Estados, Municípios e Províncias) premiou durante a 17º Edição Meeting Dynamic City World 2011 na cidade de Colonia na Alemanha os prefeitos das  “300 cidades mais dinâmicas do mundo”. Entre os Prefeitos brasileiros agraciados com o prêmio, estão o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes e os pernambucanos, prefeito José Queiroz de Caruaru e  Lula Cabral do Cabo de Santo Agostinho.

Muito bem, em março deste ano o prefeito de nossa cidade, Sr. Elias Lira, foi consagrado, segundo a UBD (União Brasileira de Divulgação) como um dos 20 melhores prefeitos do Brasil e estranhamente não se tem notícias de que ele tenha recebido convite para receber algum prêmio lá na Alemanha, até porque, hoje (28) foi o último dia do evento.

Portanto fica a expectativa, por nos munícipes, de que com a turbinada na gestão, visando a reeleição, Elias seja lembrado no ano que vem para o 18º Edição do Meeting Dynamic City The Word 2012.

Leia também:
Bem na Fita – postado em 08 de Agosto de 2011
Suprassumo – postado em 30 de junho de 2011.

Serviço mal feito

Conforme anunciamos, a gestão do Governo de Todos, com um atraso de 33 meses, começou a fazer a tão esperada operação tapa-buraco e recapeamento asfáltico nas esburacadas ruas da cidade. Já dizia Maquiavel “quando  fizer o bem, faça-o aos poucos. Quando for praticar o mal,  fazê-lo de uma vez só”. Então não seria nenhum absurdo pensar, que o senhor Elias Lira vem se utilizando desse conceito quando “estica” as obras da matriz e a ponte do Amparo, parecendo assim, ficar sintonizado com os ensinamentos seculares de Nicolau Maquiavel.

Muito bem, as obras do asfalto nem terminaram e os problemas decorrentes da falta de critérios já começaram a aparecer. Mesmo com chegada do verão, ou seja, sem chuvas, as águas estão ficando empossadas no cruzamento da Rua Dr José Rufino com a Rua Elzanira Bezerra, no Bairro do Cajá, uma vez que a camada de asfalto colocada ali,  está impedindo o escoamento da água, sendo necessário, naquele ponto, alguma intervenção, por não ser especialista na área, não saberia dizer exatamente o que, mas acredito, que naquele ponto o serviço tenha ficado mal feito.

A construtora contratada pela Prefeitura,  me parece que foi a ANCAR que pertence ao mesmo grupo da LOCAR. O senhor Prefeito parece que está fazendo algum favor a população. Demora tanto tempo para fazer o que já deveria ter feito e quando vai fazer, acaba fazendo de qualquer jeito, de bolo, sem nenhum critério técnico. Em Vitória é assim, sai prefeito, entra prefeito e o povo que paga seus impostos é tratado sem respeito algum.

A bagunça continua no centro

Na tarde desta quarta-feira (26) no centro comercial, ao lado da Casa Tarso, nossas lentes flagraram mais um cena da bagunça que é o trânsito na cidade. Sem fiscalização por conta dos guardas municipais, os motoristas param onde querem e bem entendem, comprometendo em muito o fluxo de veículos.

Vitória, na condição de cidade de médio porte, não aguenta mais tanto amadorismo nas gestões municipais de trânsito, os nossos gestores precisão tomar consciência de que nosso município não é mais aldeia  pertencentes apenas aos seus nativos.

Mais entulhos

Na rua São Vicente Ferrer em frente do colégio Santo Inácio, tem uma metralha jogada na rua que vem complicando a vida dos motoristas, motoqueiros e pedestres, principalmente nos horários de início e encerramento de turno escolar. A pergunta é simples, tá faltando o que para mandar recolher essa metralha? Afinal, o entulho está no local há mais de 20 dias.

Veja também:
Mais entulho (07 de outubro)

Mais cavalo

Nossas  lentes registraram nas ruas do Bairro do Cajá, um cavalo pastando livremente. Segundo comentários, o responsável pelo serviço de recolhimento dos animais em via pública, é o senhor Beto Lira, que é sobrinho do Prefeito, portanto fica aqui mais uma cobrança.

Lixão irregular

A Prefeitura, não sabemos porque, vem mantendo um lixão no bairro do Cajá, nas proximidades da FAINTVISA, totalmente fora das normas e padrões de higiene Sanitária. Os moradores daquela localidade, segundo informações de um morador que não quis se identificar, já fizeram várias solicitações ao órgão competente, para que que fosse removido o lixão daquele local e até agora nada. Portanto fica aqui mais uma denúncia de descaso e falta de respeito por parte da prefeitura de Vitória com a população.

Mais uma aberração urbana

Na sociedade moderna, onde o futuro nunca esteve tão perto, o conhecimento científico e tecnológico tem sido um grande parceiro na tentativa da expansão da qualidade e expectativa de vida da população global.

Até pouco tempo, a única preocupação dos empresários era com o lucro, comprometendo assim o equilíbrio sustentável das relações humanas com o seu habitat. Em nossa cidade, bons exemplos de responsabilidade social e ambiental por parte de grandes empresas, como Pitú, Sadia, kraft Foods e outras já estão na ordem do dia.

O grande gargalo da cidade no que diz respeito ao meio ambiente, é e foi,  sem sombra de dúvidas, as gestões municipais que se alternaram no poder da cidade nas últimas décadas que, sem uma política austera e comprometida com a correta aplicação das normas existentes no pais, relaxaram na fiscalização, e porque não dizer, fecharam os olhos para os parentes e apadrinhados políticos, comprometendo assim, a qualidade de vida dos vitorienses de hoje e das próximas gerações, promovendo assim, verdadeiras “aberrações” urbanas.

Muito bem, recebemos uma denúncia que alguém está aterrando o espaço próximo ao galpão da feira do Maués e ao que parece, sem nenhum acompanhamento da Prefeitura no que diz respeito as normas ambientais, ou seja, seria aí mais um problema para os próximos invernos e comprometimento do crescimento ordenado daquele, já castigado bairro. Gostaria de perguntar ao senhor Prefeito Elias Lira, o que será feito naquele aterramento, aparentemente irregular?


Uma atitude na Praça

Recentemente postamos matéria  sobre o abandono, por parte da Prefeitura,  com histórica Praça Leão Coroado no que diz respeito a seu estado de conservação. Muito bem, o Prefeito tomou uma atitude e mandou retirar um banco que estava todo quebrado, talvez não tenha sido a solução mais coerente e sensata, mas o importante é que se tomou uma atitude, o que não pode é governar a cidade fazendo de conta que não sabe de nada e que  que não tem nada haver com o problemas do município.

Esperando o que?

[portfolio_slideshow timeout=10000, nav=false, size=medium, showtitles=false, trans=scrollHorz, thumbs=false]

Nossas lentes flagraram neste fim de semana, mais uma vez, as obras na barreira que fica em frente a Compesa. Gostaríamos de perguntar ao senhor Prefeito Elias Lira, o que ele está esperando para mandar os técnicos da Prefeitura,  fazer os devidos acompanhamentos neste que é, mais um “empreendimento imobiliário” nas terras das tabocas.

O Prefeito, que é autoridade na cidade, precisa começar a tomar atitudes, governar, não é só aparecer em jornais e revistas e empregar parentes e amigos, governar é também corresponder a confiança que o povo lhe concedeu na defesa dos interesses da coletividade, como também nas demandas da cidade em tempos de profundas transformações sócio-econômicas, fazendo assim, justiça ao salário que recebe, portanto, fica a pergunta: o Prefeito está esperando o que?

Ao sabor dos ventos

Como não bastasse a bagunça na feira no centro, na CEAVI e nos bairros Água Branca, Lídia Queiroz e Maués, um feirante que não quis se identificar nos declarou que os feirantes são obrigados a conviver com animais (vacas, bois, cavalos e porcos) pastando dentro da feira. Não é novidade para ninguém que o problema vem se arrastando há muito tempo, isso é uma prova que nossos gestores, que vão para as Rádios e TV se dizendo muito bonzinhos, não tem respeito algum, nem com os pequenos comerciantes e muito menos com a população, que fica a mercê desses sujeitos que só pensam nas suas necessidades e de seus parentes. E o povo segue vivendo ao sabor dos ventos.

Atenção Beto Lira

Na tarde deste domingo (23) nossas lentes registraram no bairro da Mangueira, um cavalo solto se alimentando de lixo, levando riscos de acidentes a motoristas e motoqueiros que passavam pelo local. Cobramos mais uma vez ao senhor Beto Lira, que é sobrinho do Prefeito, que segundo comentários é o responsável pelo recolhimento dos animais nas ruas da cidade.