Vai ter que fazer denovo

Conforme já denunciamos algumas vezes aqui pelo blog, os serviços realizados pela Prefeitura nas obras de recapeamento asfáltico na Rua Dr. José Rufino, esquina com a rua Elzanira Bezerra deve ter ocorrido algum erro, isso porque a água fica empossada os sete dias da semana.

Por ocasião da reforma na Praça da Matriz, onde o prefeito massacrou o povo por um ano e três meses com as obras, tal qual fez o folclórico ex-Prefeito José Aglailson com as reformas da Avenida Mariana Amália na era do Governo Que Faz, as águas que antes ecoavam normalmente, agora com qualquer garoazinha estão ficando empossada sem ter para onde irem.

Não precisa ser nenhum expert em engenharia para saber que naquela parte o serviço vai ter que ser refeito, certamente no projeto inicial os entendidos da Prefeitura devem ter esquecido que por aqui  também chovia.

Sai Prefeito, entra Prefeito e a bagunça segue em frente

Recentemente tivemos alguns debates na cidade por ocasião da lei que pretendia  disciplinar, os horário e locais, para que os lojistas pudessem abastecer suas empresas com mercadorias transportadas por caminhões.

Muito bem, blá blá-blá para lá, blá-blá-blá para cá e ao final ficou pior, isso porque os motoristas com seus caminhões, basicamente todos de fora, fazem o que bem entendem: param onde querem, até na contra-mão em cima das calçadas, fazem das calçadas depósitos, além claro,  de não tomarem conhecimento de lei alguma na cidade, muito menos as de trânsito,  até porque, fiscalização por parte da Prefeitura na Terra da República das Tabocas é uma espécie de LENDA.

Levamos “Balão” com serviços mal feitos

Não é de hoje que cobramos, ações por parte da Diretoria de Trânsito, departamento subordinado a Secretária de Defesa do Cidadão, comandada pelo senhor Décio Filho, no sentido de organizar a “bagunça” que é o trânsito da nossa cidade. Sinalização precária, falta de investimentos em estrutura, materiais e pessoal, falta de diálogo com os órgãos classistas da cidade, motoqueiros e motoristas trafegando sem habilitação por conta da falta de fiscalização, entre tantos outros problemas são causas e sintomas da letargia da gestão do Governo de Todos.

Entre outros problemas, denunciamos o serviço mal feito, com material inadequado quanto a demarcação das faixas de pedestres, conhecida também como faixas de segurança, na medida em que as mesmas não estavam sendo feitas dentro das normais especificadas pelos órgão competente, sendo inclusive mostramos, aqui no blog, um vídeo explicativo da maneira correta de fazer.

Semanas atrás encontramos nas ruas da cidade, funcionários de uma empresa pintando, aparentemente da maneira correta, as tais faixas de pedestres. Com poucas semanas constatamos que os serviços não passaram de mais uma GAMBIARRA do Governo de Todos, pois em vário lugares as faixas então se destacando com rapidez e em alguns casos estão se desmanchando ficando como se fossem farinha.

Mais uma vez, iremos mostrar ao senhor Barbosa, Secretário importado por Elias lá da cidade de Belo jardim, qual a maneira correta de se fazer o serviço. Segundo informações, praticamente todos contatos comerciais da Prefeitura são realizados através de Barbosa, sendo assim, seria bom  de uma próxima vez se ter mais cuidado para não levar “balão” dessas empresas  “sabidas” e desperdiçar o valioso dinheiro azul e branco da República das Tabocas.

Internauta quer saber: Aglailson pode ou não pode ser candidato nas próximas eleições?

“Olá caro amigo PILAKO sou leitor de seu blog a várias meses não costumo comentar muito mas parabéns pelo trabalho vi durante esse tempo muitas postagens a respeito da administração de Elias Lira o qual não sou nada fã, mas hoje dos 12 blogs que acompanho só o seu não postou a matéria sobre a Inexibilidade do ex prefeito José Aglailson, sera que existe uma tendencia pretensiosa do seu trabalho como já vi aqui comentários ou você e mesmo imparcial quero ver agora se vai postar alguma coisa a respeito do assunto e vai postar meu comentário.”

FERNANDO – fernadocesar@hotmail.com
Enviado em 22/03/2012 as 20:53

 Caro amigo Fernando,

Como você viu, não só postei seu comentário como estou fazendo uma postagem em caráter excepcional. Gostaria de agradecer seus acessos e sua participação. Com relação a inelegibilidade do Ex-prefeito José Aglailson, lhe confesso que não tenho conhecimento técnico, para dizer se ele pode ou não pode ser candidato nas próximas eleições, visto que a complexidade da matéria divide até a mais alta côrte do país.

Com relação, aos seus olhos, de minha possível parcialidade no meu trabalho, como você mesmo diz, há vários meses acompanha o blog, ninguém melhor que você para fazer essa análise.

Dr. Washington Amorim, Presidente da OAB/Vitória - Foto: Jornal da Vitória

Apenas a título de contribuição, caso você realmente queira saber de uma opinião abalizada com relação ao caso Aglailson com vistas às próximas eleições, sugiro a você que formule essa pergunta por escrito e protocole na sede da OAB\Vitória, pedindo para o seu Presidente Dr. Washington Amorim se posicionar, até porque, como Presidente da Ordem e conhecedor das leis, com toda certeza, ele teria maiores condições de lhe responder. Quando isso ocorrer, havendo resposta, nos envie cópia dos protocolos para colocarmos no ar, que seja favorável ou não ao Ex-Prefeito.

Cavaletes nas calçadas: até quando?

Na manhã de hoje (23) nossas lentes registraram no bairro do Livramento, ainda sob as calçadas, os cavaletes que a prefeitura usou para interditar as ruas por ocasião do “treino” dos pilotos de kart no último domingo (17). Ora, porque é que as pessoas, sobretudo de idade avançada e com dificuldades especiais de locomoção, tem sempre que pagar a conta? Não sabemos ao certo se a inoperância da Diretoria de Trânsito da cidade, que só vem piorando, ou é por ordem do Prefeito, por ser ano eleitoral manda fazer “vista grossa”, para não “incomodar” os infratores-eleitores, ou se é por conta das más condições de estrutura de trabalhos que são visíveis, até para os menos atentos?

Mas, afinal, até quando esses cavaletes vão continuar nas calçadas obrigando as pessoas dividirem as ruas com os carros e as motos “desembestadas”?

“Escola modelo” também entra nas Gambiarras do Prefeito

Registramos na Escola Madre Tarcísia, em Cidade de Deus, mais uma “gambiarra” administrativa da gestão do Governo de Todos. Como o Prefeito Elias Lira escolheu a pasta da Educação como prioridade, segundo o Jornal da Vitória, “investiu” quase R$ 700.000,00 (setecentos mil reais) na construção do estabelecimento educacional, anunciando pelos microfones da Rádio Vitória FM, como uma ESCOLA MODELO, de maneira que seria razoável perguntar aos senhores gestores o seguinte:

Onde já se viu uma escola modelo, sem piso no pátio, com mato tomando conta das dependências, esgoto correndo a céu acerto e agora, para  acabar de completar, os portões amarrados com arame na parede furada dando uma “pitada inovadora” a casa  de ensino.

Como se vê, é possível que com essas soluções “baratas”, “inovadoras”, “ecológicas” e “eficientes” o Prefeito Elias Lira, mais uma vez seja eleito pela UBD, como um modelo de Gestor para o Brasil.

Elias e Aglailson gostam de humilhar

Conforme matéria veiculada no Jornal “O Vitoriense” de 1939 o então Prefeito da época, através de seu secretário Anísio Costa, decretavam o fim das criações de porcos na Zona Urbana da cidade. Como se vê,  no ano em que nascia o atual Prefeito Elias Lira, o gestor da época dava um bom exemplo de como se governar uma cidade em sintonia com as transformações impostas pela mudanças de comportamento necessárias para cada tempo.

Sendo assim, a retirada dos porcos das ruas no final da década de trinta, além de ter um viés econômico e cultural para época já se falava em saúde pública, exigindo do gestor da época pulso firme a atitude de um verdadeiro estadista.

Hoje, nem Aglailson na gestão anterior, nem tão pouco Elias nessa gestão, tem interesse da retirada dos porcos e demais animais das ruas, isso porque são políticos descompromissados com os reais interesses da sociedade, além claro, de regozijar junto com seus familiares, todos os dias, a situação de “seres” supremos que se permitem humilhar e desfazer, todos os dias, dos “seres” supostamente de quinta categoria, que aliás, na imaginação deles somos todos nós, cidadãos, que pagamos nossos impostos e fazemos parte dos seus currais eleitorais, sendo assim seria um atrevimento de nossa parte pedir para que eles tomassem uma atitude na direção das pessoas que são obrigadas a criar seus filhos e netos no meio dos porcos.

Entulhos na subida dos Ferreiros

Nossas lentes flagraram na manhã de hoje (22), na rua Hermenegildo Costa, conhecida como a “subida dos Ferreiros“, no bairro da Matriz, um entulho que segundo informações de moradores, está no local desde a última sexta-feira (16).

Será que a prefeitura não viu aquele amontoado de metralhas e telhas?

Estudantes em risco: Ônibus bate em FIAT na praça 3 de agosto, por volta de meio dia de hoje (22)

Agora há pouco, por volta das 12h  na Praça 3 de agosto, no bairro do Livramento aconteceu uma acidente envolvendo um automóvel da marca FIAT e um ônibus contratado pela Prefeitura para fazer transporte de estudantes. Segundo informações colhidas no local não houve vítimas, apenas estragos materiais.

O acontecimento ocorrido hoje (22), apenas confirma aquilo que já denunciamos em nosso blog, que a estrutura montada pela Prefeitura, pago com dinheiro federal, não vem cumprindo todas as normas que rezam nestes convênios, celebrado entre a Secretária de Educação, comandada pela sobrinha do prefeito, Maria José Lira e o Ministério da Educação.

No momento do acidente, segundo populares que estavam no local, não foi visto nenhum monitor, seja masculino ou feminino, ou outra pessoa da Secretária, para orientar e proteger os adolescente e pré-adolescentes que se encontravam no interior do coletivo, sendo visto inclusive, alguns deles fora do ônibus em plena via pública. Portanto mais uma vez cobramos uma atitude, no sentido de dar segurança a esses estudantes que merecem todo respeito.

Descaso do Prefeito com o Patrimônio Histórico vitoriense: Ele tem que agir rápido.

Desde que fui empossado, por uma indicação de meu pai, membro do Instituto Histórico e geográfico da Vitória, venho na medida do possível, participando e acompanhando o cotidiano da instituição. Em recente discurso na tribuna do teatro Silogeu Professor José Aragão, por ocasião da aposição da fotografia de seu Zito na galeria das pessoas importantes da cidade, disse: “O Instituto foi e continua sendo o maior empreendimento cultural de todos os tempos da nossa cidade”.

Em reunião ordinária, realizada no Salão Nobre da casa, quando na ocasião se colocou em discussão e posteriormente em votação, a concessão do título de Sócio benemérito para o senhor José Aglailson, fiz uso da palavra explicando que, mesmo não nutrindo nenhum tipo de afeição, quer seja política ou pessoal, ao senhor José Aglailson votaria pela aprovação da matéria, até porque, naquele momento não estava se discutindo o caráter, muito menos as qualidades do sujeito como cidadão do então  candidato a honraria, e sim o gesto de Aglailson na doação de um imóvel anexo ao Instituto, quando era Prefeito.

Nesta mesma oportunidade perguntei, ao presidente quais eram os outros sócios com tais títulos. O senhor Elias Lira consta na relação. Mais ainda questionei e perguntei o motivo pelo qual levou a diretoria da época (presidida pela Prof. Eunice Xavier)  concedeu-lhe tal título, nenhum diretor ou membro presente soube ao certo responder-me.

Jornal O Vitoriense - Informativo do IHGVSA - Março de 2012.

Ora! ao ler a matéria do Jornal O Vitoriense, editado pelo Instituto – SOBRADINHO: S.O.S clama o Sobradinho, relíquia histórica mais antiga da Vitória de Santo Antão – onde vários ofícios e apelos pessoais em Direção ao Prefeito já foram enviados e ele ainda está na fase da promessa, como membro do instituto em dia com minhas obrigações, tenho duas sugestões a fazer: primeiro, essa seria uma boa oportunidade do Prefeito Elias Lira, mostrar que não ficou “sentido” com a concessão do título à Aglailson e urgentemente concentrar esforços para recuperar o Patrimônio da cidade, que aliás, não seria nenhum favor e sim obrigação. Segundo, caso ele permaneça como uma espécie de estátua, ou seja, não tome nenhuma atitude, serei o primeiro a levantar a tese de que deveremos cassar, democraticamente, o título a ele concedido, pelo desserviço prestado neste momento, ao Instituto Histótico.

Presidente do Instituto analisa com o mestre de obras o estado da parede do Sobradinho

Na loja da CLARO, não tem telefone.

Hoje no Brasil os donos da “bola” são as operadoras de telefonias. Fazem o que quer, com seus clientes. Entre tantos absurdos, deixam seus telefones sem “falar”, deixam você nas centrais de atendimento, que depois de esperar por um bom tempo, não resolvem  nada, além CLARO, de cobrar caro por um serviço, que cada dia que passa, vem piorando.

Sou cliente da CLARO desde do tempo da BCP, ou seja, estive no “lote” dos primeiros clientes que acreditaram nessa empresa. Os anos se passaram e foi através dos sinais capitados pelas suas antenas que minha vida seguiu: notícias boas e ruins, negócios rentáveis e outros nem tão promissores, como também algumas risadas e encontros foram conseguidos através do aparelhos celular.

Muito bem, o departamento de relacionamento da CLARO entrou em contato comigo, dias atrás, disponibilizando um novo aparelho e uma série de outros benefícios, através do CLARO CLUBE, para que, caso fosse de meu interesse, comparecesse a uma de suas lojas de atendimento para desfrutar dos tais “benefícios”.

Sendo assim compareci, na última segunda feira (19), em uma loja no Shopping Center Recife e fiz a transação comercial. Fui bem atendido pela senhora Adriana, que me convenceu a trazer para casa um aparelho Iphone 4, um aparelho, segundo comentários top de linha.

Chegando na minha casa (na própria segunda-feira-19) fiz todos os  procedimentos, através do computador, no  programa iTunes, para poder “falar” pelo meu novo aparelho. Para meu descontentamento o aparelho continuou sem sinal da operadora. Na terça feira liguei para central de atendimento, através do 1052 onde fui orientado pelo atendente a entrar em contato com a loja que tinha transferido a minha linha, para outro chip do meu novo aparelho.

Tendo que deslocar-me do interior para capital, procurei antes, entrar em contato com a loja para ver se resolveria a bronca pelo telefone, ai veio a péssima notícia:

Quando entrei no site do Shopping para procurar o telefone da loja, encontrei o numero (81) 9415-5000. Ao ligar fui atendido por uma senhora identificada por Sandra, do escritório da Claro em Recife, que após todas as minhas explicações, inclusive informando que era do interior, comunicou-me que a loja não tinha telefone e que a mesma só fazia atendimento presencial. Com minha insistência, ela transferiu a ligação e me deixou de molho sabe-se lá por quanto tempo. Insisti e depois de várias tentativas de contato, uma outra senhora atendeu, com o nome de Bianca, me dizendo a mesma coisa.

Ora! Como pode, nos dias atuais, uma empresa ou loja não ter um numero de telefone onde os clientes possam entrar em contato?  E o pior, uma loja oficial de uma das maiores operadoras de telefonia móvel do País, a CLARO. Conclusão: desde de que troquei de aparelho fiquei “incomunicável” e ficarei até amanhã (22), isso porque só terei tempo de ir, presencialmente à loja na quinta. São por essas e outras que essas empresas (telefonia) vem liderando o Rank nas listas dos órgãos de defesa do consumidor em todo Brasil.

Será que amanhã vou  conseguir resolver o meu problema?

Internauta reclama de entulho e lixo em sua rua.

Recebemos de uma internauta que pediu para não ser identificada, a foto de um entulho e muito lixo, localizado na rua Desembargador Pedro Beltrão, próximo ao Mercadinho LW, nas imediações do bairro do Cajá. Segundo a internauta, a rua já é conhecida como a “Rua do Lixo” ou “Rua da Metralha” entre os moradores da localidade.

O que a prefeitura está esperando para retirar os referidos entulhos e lixos?

Sulanca: Indústria de mentira

Revirando meus arquivos encontrei no Jornal A Verdade de março de 2004 na edição 032 uma matéria onde o então Prefeito da época, o senhor José Aglailson teve o cuidado de listar suas 10 principais obras de seu governo no ano de 2003. O curioso é que o chefe do executivo inclui a famosa Sulanca na lista, prometendo ainda extensão da “feira” para os bairros. Vale a pena dar uma olhada.

Muito bem, em março de 2004 era ano de eleições municipais, como Aglailson estava no primeiro mandato e tinha direito a reeleição. Sendo assim, mentir e botar todo tipo de PAIMA no povo para ser reeleito era preciso. O tempo passou e estamos em março de 2012, portanto na mesma situação, ano de eleições municipais e o prefeito com direito a reeleição e aparentemente sem querer deixar a cadeira de Prefeito. Devemos atentar para pelo menos mais uma coincidência entre as situações de Elias e Aglailson, os dois foram alunos de Dr. Ivo Queiroz, portanto todo cuidado é pouco esses “meninos”.

Elefante Branco

Lixo espalhado: porcos fazem a festa

Nossas lentes flagraram nas imediações do Viaduto do Cajá, uma cena onde já é comum em praticamente todos os bairros da cidade. Lixos espalhados nas calçadas é um sinal que os porcos ou outros animais já passaram pelo local, quer seja de dia ou noite como mostramos diariamente em nossas postagens. Sendo assim fica mais uma vez registrado esse flagrante de descaso dos nossos gestores com a população que paga seus impostos.

Itapacurá, o Tietê pernambucano

O rio Itapacurá, em 1999, ganhou o apelido de “Tietê pernambucano” do bacharel em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Bartolomeu do Nascimento.

Em seu estudo sobre o abastecimento e a qualidade da água distribuída à população da Região Metropolitana do Recife (RMR), Bartolomeu apontou o uso indiscriminado de agrotóxicos nas plantações, a deficiência no esgotamento sanitário das cidades que formam a bacia do rio, os resíduos das casas de farinha (manipueira), as dragagens sem controle da retirada de areia e o desmatamento como os principais agentes de degradação do Itapacurá.

Com isso, pelo elevado nível de poluição de suas águas, o Itapacurá foi comparado a outro triste retrato de abandono, o rio Tietê, no Estado de São Paulo.

Melicio Oliveira.

Mesmo sem barras, a comunidade já tinha levado Gol.

Com mais de seis meses de inaugurada, só agora, depois das nossas cobranças é que as barras na quadra da Escola Madre Tarcísia vieram aparecer. As nossas concessões públicas de rádio e TV, que deveriam, por principio, serem  a voz da sociedade em nossa cidade são utilizadas apenas como instrumento de condução política de massa.

A referida escola, que foi anunciada como uma ESCOLA MODELO e nela foram investidos quase R$ 700.000,00 (setecentos mil reais) ainda se encontra tomada por mato, sem calçadas, sem piso no pátio e com esgoto correndo a céu aberto. Senhora Secretária, senhor Prefeito estão esperando o que?