Três cavalos são flagrados no bairro do Cajá

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Na noite de ontem (09) nossas lentes flagraram na Rua Silvino Lopes, no bairro do Cajá, três cavalos perambulando pela via. Apesar da fiscalização por parte da Prefeitura aparentemente ter melhorado, graças às constantes cobranças do nosso blog, os bichos ainda continuam nas ruas.

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Portanto, mesmo a contragosto abriremos mais uma vez a “jaula do Elias” e zeraremos o nosso contador.

Internauta Rogério Albuquerque cobra mais uma vez atitude da promotoria em relação a Feira Livre

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Em menos de dois anos, moradores da Rua Estevão Cruz acionaram mais de uma vez o SAMU em emergências. No caso mais recente, em 27.08.13, um dos moradores precisou de socorro médico e, após atendimento inicial em Vitória, foi transferido para Hospital em Recife. Houve 07 emergências médicas em nossa rua, inclusive com meu próprio familiar, entre 09/2011 até hoje. Estamos contando com a sorte, pois todas aconteceram nos dias em que a rua estava com acesso livre, sem o bloqueio da feira semanal. Mas até quando vamos contar com a sorte e arriscar as nossas vidas, principalmente de nossos familiares mais idosos? Todos nós sabemos que qualquer atraso numa emergência poderá contribuir para o insucesso do atendimento e até para um desfecho trágico. Existe o perigo iminente delas acontecerem em pleno sábado com as ruas bloqueadas, pois também moradores de ruas próximas estão em igual perigo. Será necessário que aconteça algo fatal para que a Prefeitura de Vitória finalmente enfrente e resolva essa questão?

Rogério Albuquerque

Moradores do Loteamento Ivete Lira reclamam de prejuízos e culpa a falta de energia elétrica na comunidade.

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Recebemos em nossa redação na tarde da sexta (06) um grupo de pessoas, na maioria formado por senhoras donas de casa, todos moradores do Loteamento Ivete Lira, acompanhados pelo operador do direito Manuel Carlos para, juntos denunciar a precariedade no que diz respeito ao fornecimento de energia elétrica pela empresa CELPE.

Segundo os denunciantes a queda de energia é constante na localidade. Ainda segundo os mesmos, após o pagão ocorridos em todos nordeste na quarta-feira dia 28 de agosto, o fornecimento de energia no Loteamento Ivete Lira, tornou a ser interrompido na sexta, dia 30 de agosto, desta feita com um intervalo de mais de 24 horas.

Ainda segundo os moradores, por ocasião deste segundo apagão muitos problemas ocorreram no interior de suas residências. Comidas estragadas, dano aos materiais eletroeletrônicos, como TV, computador e geladeiras, assim como mercadorias, como nos contou alguns comerciantes do bairro.

Portanto, além desta matéria,  iremos postar,  no transcorrer desta  semana,  alguns vídeos gravados com moradores e comerciantes relatando as dificuldades, assim como os prejuízos causados por conta do apagão da sexta feira (30 de agosto) no Loteamento Ivete Lira.

O insistente buraco na Avenida Mariana Amália, desafia os “entendidos” da prefeitura.

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Com menos de trinta dias de consertado, o “insistente buraco”, volta firme e forte. Os “entendidos” da “nova” gestão do Governo de Todos continuam levando OLÉ do buraco que teima em desafiá-los na em uma das vias da Avenida Mariana Amália, no coração da cidade.

Portanto, conforme tinha dito na postagem do  dia 15 de agosto, na  matéria intitulada: Blog do Pilako bota a prefeitura para trabalhar, que o serviço tinha aparência de GAMBIARRA, quero dizer que acertei. Salve engano este  já é o sexto reparo que fazem neste buraco. Estaremos acompanhando as “cenas dos próximos capítulos, até porque já já este buraco vai virar uma novela mexicana.

1ª Feira de Setembro: UM FIASCO.

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Por força da tradição aconteceu no sábado (07), no novo Parque de Exposição Joaquim Rodrigues de Lira,  a 1ª Feira de Setembro. Como diz os mais velhos a primeira feira de setembro sempre foi menor que a de agosto.

Por falta de interesse do prefeito Elias Lira, no que diz respeito aos investimentos em logística e principalmente em mídia, o evento foi um fisco. Infelizmente a cada ano que passa nossos eventos tradicionais vem sendo desidratado por gestões descompromissadas com as coisa da terra de Mariana Amália.

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E a população se “lascando” todos os dias…

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Na tarde de ontem (05), por volta das 17h, como de costume, o “bicho pegou” para os motoristas que se deslocavam pelas vias que dão acesso à Rua José Joaquim da Silva, rua está, que cada dia que passa esta virando uma espécie de FUNIL.

Os motoristas que trafegam, saindo do Livramento na direção da Matriz, pela rua acima citada são obrigados a enfrentar um congestionamento todos os dias por motivos óbvios, agravados, acredito, por outros motivos sanáveis. Exemplificando:

Por falta de um disciplinamento governamental, os coletivos, com pontos na Praça 3 de Agosto, como também os dos estudantes dão partidas na mesma direção e também no mesmo horário. Coincidindo, às vezes, com o horário da coleta do malote, pelo Carro Forte, na Loteria estabelecida também na Rua José Joaquim da Silva.

Outra coisa: eu queria saber o porquê, até a presente data, da AGTRAN não ter tomado nenhuma atitude no sentido de proibir os veículos (principalmente motos) de permanecerem estacionado,  durante todo o expediente comercial, em um dos lados da Rua José Joaquim da Silva?

Sabemos que nesta rua encontra-se funcionando estabelecimentos comerciais de vereadores (Novo e Sandro da Banca) de ex-prefeitos (Demétrius e José Aglailson), portanto, cabe a pergunta: será que é por isso que ninguém quer mexer nesse estacionamento?

Faço outra pergunta: até quando a população será penalizada por conta de um estacionamento, ao meu ver tecnicamente errado, em detrimento de possíveis caprichos de poucos? Ou será obrigado o Barbosa trazer um técnico de fora da cidade para resolver este problema?

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Internauta Thiago Neto interage mais uma vez

Comentário postado na matéria ““A ORGANIZAÇÃO É BEM VINDA, PORÉM QUANDO FEITA COM ESTUDO VIÁRIO”“.

Boa resposta, deu o endereço e o telefone. Será que se for no local vão mostrar o estudo viário?

A lombada em frente ao Verdão, quem colocou?

Pois bem, como a “ILUSTRE AUTARQUIA” não sabe responder eu vou ajudar.
Por favor, leiam e apliquem.

RESOLUÇÃO – ORIENTAÇÃO GRÁTIS.

Art. 2º A definição para utilização de ondulação transversal nas vias públicas é prerrogativa exclusiva da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via, podendo ser colocada quando outras alternativas de engenharia de tráfego se mostrarem ineficazes para a redução de velocidade e acidentes.

Art. 3º A ondulação transversal pode ser utilizada em locais onde se pretenda reduzir a velocidade do veículo, de forma imperativa, nos seguintes casos:

I – onde há grande circulação de pedestres,
II – onde a sinalização viária existente se mostrou ineficaz para redução da velocidade;
III – onde estudos de engenharia demonstram índice significativo ou risco potencial de acidentes.
Art. 4º As ondulações transversais denominam-se TIPO I e TIPO II e devem atender aos
projetos-tipo constantes do ANEXO I da presente Resolução.
I – TIPO I: somente pode ser instalada quando houver necessidade de reduzir pontualmente a
velocidade para 20 km/h, em vias locais, onde não circulem linhas regulares de transporte
coletivo.
II – TIPO II: somente pode ser instalada quando houver necessidade de reduzir pontualmente a
velocidade para 30km/h, em via:
a) rural (rodovia), em segmentos que atravessem aglomerados urbanos;
b) coletora;
c) local.
Parágrafo Primeiro. Em casos excepcionais, em que haja comprometimento da segurança
viária, comprovado mediante estudo específico de engenharia de tráfego, pode ser adotado o uso da ondulação transversal Tipo II em via rural, em situação não contemplada no inciso II, letra “a”, e em via arterial, respeitados os critérios estabelecidos nesta Resolução.

Art. 6º Para a colocação de ondulações transversais do TIPO I e do TIPO II devem ser
observadas, simultaneamente, as seguintes características relativas à via e ao tráfego local:
I – índice significativo ou risco potencial de acidentes relacionados ao excesso de velocidade;
II – ausência de rampas em rodovias com declividade superior a 4% ao longo do trecho;
III – ausência de rampas em vias urbanas com declividade superior a 6% ao longo do trecho;
IV- ausência de curvas ou interferências que impossibilitem boa visibilidade do dispositivo;
V – volume de tráfego inferior a 600 veículos por hora durante os períodos de pico;
VI – existência de pavimentos rígidos, semirrígidos ou flexíveis em bom estado de conservação.

(…) § 1º A distância mínima entre duas ondulações sucessivas, deve ser de 50 m em vias urbanas e
de 100 m nas rodovias.
§ 2º Numa sequência de ondulações implantadas em série, em rodovias, recomenda-se manter
uma distância máxima de 200 m entre duas ondulações consecutivas.

NO ANEXO I e II existe as figuras das lombadas.

DAÍ FICA A PERGUNTA, O SR. SABE QUE TIPO DE VIA É A QUE FICA A LOMBADA EM FRENTE AO VERDÃO? CREIO QUE SIM. ENTÃO SABE QUE A MESMA ESTÁ ERRADA, NÉ?

COMO AUTORIDADE E, CIENTE DESSA INFORMAÇÃO O SR. TEM O DEVER DE TOMAR AS PROVIDENCIAS, CERTO? CREIO QUE IRA TOMAR.

ESPERO TER CONTRIBUIDO.

ABRAÇOS

acidentes, cujo fator determinante é o excesso de velocidade praticado no local.

Thiago Neto

Internauta João Paulo comenta matéria sobre Vereador José Geraldo Júnior

Comentário postado na matéria “Vereador José Geraldo: permita-me discordar.“.

Caro Pilako, concordo com a sua colocação sobre a devolução ao povo, principalmente aos moradores daquele bairro, da praça citada acima.
Pois bem, se o Sr. Geraldo Júnior pretende criar um espaço para os Artesãos de nossa querida Vitória, ele deveria requerer do Poder Executivo a retirada das construções (invasões) ao redor do Antigo Mercado da Farinha e nele criar o Centro de Artesanato.
Em relação das Praças de nossa cidade, deveria ser proposta uma lei que obrigasse o poder Executivo uma manutenção continua desses espaços de lazer, como também a construção de novos Espaços Multiculturais.

João Paulo

Internauta Thiago Neto, comenta sobre matéria relacionada ao Vereador José Geraldo Junior

Comentário postado na matéria “Vereador José Geraldo: permita-me discordar.“.

“A PRAÇA É DO POVO COMO O CÉU É DO CONDOR”.

Concordo plenamente com o PILAKO, pois, inúmeras são as PRAÇAS que foram “doadas” por nossas “AUTORIDADES”. Pilako citou algumas, mas ainda faltou mencionar a PRAÇA DO MAUÉS (não a que fica em frente a igreja), mas sim, a que fica ou ficava perto da SUB ESTAÇÃO DA CELPE. Hoje no local tem comitê politico, farmácia e um bar. Bar esse por sinal que a construção é do mesmo CIDADÃO que esta construindo nas calçadas do LOTEAMENTO DOS TRAJANOS.
Também merece destaque a PRAÇA que existia em frente ao LABORATÓRIO SILVANO SARMENTO ( PERTO DO SANTA MARIA), no local hoje funciona lanchonetes, consultórios dentários, funerárias, etc.

Desta forma, acho que o ILUSTRE VEREADOR, NÃO SE SUBMETA A CARTILHA DO ATRASO, tão aplicada em nossa CIDADE.

DR. GERALDO – PRAÇA É PARA O POVO. NÃO É ADMISSÍVEL QUE AQUELE PREDIO ALI SEJA REAPROVEITADO SEM ESSA FUNÇÃO. Sei que o Sr. Anda por Recife, já viu algum BAR ou qualquer outra COISA parecida nas PRAÇAS DO RECIFE?

Thiago neto

Vereador José Geraldo: permita-me discordar.

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Foto: divulgação

Recebi recentemente, por solicitação do Vereador José Geraldo  Gomes de Araujo Junior, duas correspondências da Câmara Municipal da Vitória. Dentro delas, vários requerimentos de autoria do vereador acima citado. Independente de qualquer coisa, antecipadamente agradeço por ter sido comunicado oficialmente.

Mesmo no seu primeiro mandato o Vereador Geraldo Junior, como assim é mais conhecido, vem desempenhado seu papel como legislador; propondo, discutindo, dialogando e etc, isto é bom para a câmara e para a sociedade.

No bojo das informações o jovem edil fez-se saber que pediu para consignar na ata da Casa um voto de aplausos para a diretoria do Clube Abanadores “O LEÃO”. Também requereu ao prefeito do município, diga-se de passagem, Poder Executivo, entre outras coisas, reforma de campo de futebol, Ambulância para comunidades, mais vagas/cadastramento para moto-taxis, contratação de médico, calçamento e ainda a elaboração de um projeto para a possível transformação do antigo prédio da delegacia de polícia em um centro de artesanato (próximo ao AABB).

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Muito bem, é sobre este último pedido que  peço permissão ao Vereador Geraldo Junior, para discordar. Longe de mim, achar que os artesões da cidade não mereçam ter um lugar para comercializar seus produtos, muito pelo contrário acho até que nenhum governo municipal, nas últimas décadas, deu a devida atenção à esta categoria, valendo salientar: MERECEDORA.

Por falta de visão e boa vontade, ou até por falta de assessoria, o prefeito Elias Lira perdeu uma boa oportunidade quando não  reservou, à titulo de contrapartida,  já que doou um terreno valioso à empresários de fora, um espaço comercial considerável no novo centro de compras que em breve abrirá suas portas na cidade. Acredito, que desta forma, seriam contemplados, de maneira satisfatória e sustentável, os negócios relativos ao artesanato em nossa cidade.

Voltando para o prédio desativado da delegacia de polícia, construção aliás, que nunca deveria ter sido autorizada por se tratar de invasão em uma praça, gostaria de evocar Castro Alves, quando disse: “a praça é do povo, como o céu é do condor”.

Sendo assim, gostaria de lembrar que na nossa cidade os políticos, adeptos da famosa “cartilha do atraso”, o que não é o caso do Vereador citado, sempre se utilizaram de práticas mutiladoras nos espaços públicos, sobretudo às praças. Como exemplo, poderíamos citar: Praça Professor Juca (Fórum), Praça da Bela Vista (colégio e posto de saúde), Praça Luis Boaventura (Bar do Gena) e tantas outras “doadas” para construções de residências e tantos outros empreendimentos comerciais.

Para encerrar, gostaria então que o jovem legislador, se possível, propusesse, ao invés do centro de artesanato, a devolução imediata da Praça Rútilo de Melo ao povo, visto que, aquela área abriga várias residências e também duas unidades de ensino, ávidas por espaços públicos de qualidade.

Portanto, é desta forma que exercitamos a verdadeira democracia, com respeito ao contraditória e debatendo para o bem comum. Vossa Excelência na tribuna da Casa Diogo de Braga e nós aqui, pela nossa tribuna cibernética.

Prefeitura da Vitória: dois pesos e duas medidas.

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O debate travado em todo Brasil, entre governo e oposição, acerca da utilização do MARKETING político nas administrações públicas, quer seja na esfera federal, estadual ou municipal, vem chamando à atenção de estudiosos da área.

A chamada grande mídia, principal fornecedora dos serviços, em momento algum quer aprofundar o debate. Os altos custos das propagandas, pago com dinheiro do contribuinte para grande agências e marqueteiro, são alvos constantes de questionamentos.

Em nossa cidade, sobretudo no ano de 2012, ano de campanha eleitoral a gestão do Governo de Todos investiu pesado na chamada comunicação com os munícipes (eleitores). Entre outras coisas, a prefeitura fincou placas nos mais diversos locais de grande circulação na cidade, muitas delas inclusive, sem nenhum critério profissional.

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Pois bem, isto posto, quero chamar à atenção para o estado de abandono e sucateamento em que se encontra muitas dessas peças, antes valorizados (período eleitoral), hoje desprezadas simplesmente porque, no entendimento do chefe, não chegou a hora de se fazer política de comunicação, dado a distância das eleições do próximo ano (2014).

Deve-se atentar também para o fato que estes painéis, quando bem cuidado, já comprometem a harmonia visual da cidade e, quando sucateado e abandonados, como estão, deixa a cidade EMPORCALHADA, FEIA e com um aspecto de mais sujeira.

Vale lembrar também que recentemente o Poder Executivo, diga-se Elias Lira e Barbosa, enviou para câmara um pacote  tributário  onde o mesmo, entre outras coisas,  teve   como objetivo cobrar dos comerciantes taxas relativas às suas placas nos seus respectivos estabelecimentos, valendo salientar que está matéria  foi  aprovada pelos vereadores e já se encontra em plena cobrança.

O curioso é que a prefeitura sabe cobrar dos comerciantes, mas quando é ela mesma que tem que gerir suas placas, certamente deve usar outra legislação. Sendo assim, devemos ter muito cuidado com as placas da prefeitura,  pois as mesmas a qualquer momento poderão cair na cabeça de algum transeunte.

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Internauta Manoel Carlos comenta sobre o Trânsito

Comentário postado na matéria “AGTRAN: Os 100 dias de atuação nas ruas da Vitória.“.

Amigo Pilako devemos separar a figura de seu Hidelbrando do resto que é compõe a Prefeitura municipal de vitória de Santo Antão.
O trânsito de Vitória melhorou e muito, não reconhecer isso é maldade pura. Problemas ainda existem, e muitos; entretanto desconheço lugar no mundo que tenha resolvido a questão do transitar, da mobilidade humana… Todos nós sabemos que a AGTRAN funciona no sacrifício total: poucos homens, uma única viatura (salvo engano), não existe sequer um mísero telefone na sede para que possamos fazer queixas, solicitar fiscalização e outras ações típicas, mas, penso que essa carência não é culpa do seu diretor, mas sim de uma total desorganização típica de nossos gestores municipais.
Mesmo assim ao andarmos na Avenida mariana Amália vemos que não se tem o abuso que antes se via: fila triplas, estacionamentos em qualquer lugar, etc.
Penso que a idéia de instituir a AGTRAN foi louvável, e tem demonstrado que deu certo, entretanto, se a mediocridade vitoriense quer mais deve-se da condições de trabalho, e não agir amadoristicamente. Como se cria uma agencia de transito e só se deixa um veiculo disponível? Porque tão poucos homens como fiscais?
Repito: nenhuma cidade do mundo resolveu o problema do trânsito, pode melhorar, e bem! Haverá sempre um problema de espaço físico para homens e automóveis; no caso de nossa favelada cidade temos ruas só no nome, praças doadas a amigos do prefeito, loteamentos sem áreas verdes (livres) que poderiam ser usadas para melhorar o zoneamento urbano e a própria mobilidade das pessoas ocupadas/invadidas por amigos do prefeito e de vereadores…
Amigo Pilako a AGTRAN melhorou e muito a situação de nosso trânsito. Penso que as deficiências não são gerencias, mas sim estruturais, e essas para serem resolvidas dependem de ações muito mais políticas…e vc sabe, nossa classe política é um caos pior que o do trânsito!

Manoel Carlos

“A ORGANIZAÇÃO É BEM VINDA, PORÉM QUANDO FEITA COM ESTUDO VIÁRIO” – diz Internauta Thiago Neto.

Comentário postado na matéria “Internauta, que pediu para não ser identificada, reclama da sinalização do trânsito.“.

Isso é realmente um GRANDE problema. Claro que o trânsito precisa ser organizado, pois, estava pior do que se encontra hoje.

O GRANDE PROBLEMA É QUE AS PROIBIÇOES DE ESTACIONAR, PARAR, ASSIM COMO OUTRAS REGULAMENTAÇÕES DEVEM SER FEITAS POR PESSOA CAPACITADA, APÓS ESTUDO VIÁRIO. É ISSO QUE TRAZ O CTB, CONTUDO, AQUI EM VITÓRIA NINGUÉM SABE QUEM FEZ OU SE HOUVE ESSE ESTUDO.

Diante disso criou uma situação atípica, hoje, ninguém consegue estacionar em qualquer rua de vitória de santo antão. Algumas ruas por PROIBIÇOES, outras por falta de estrutura física (rua muito estreita).

Ontem, colocaram placas de proibido estacionar em toda extensão da RUA AGAMENON MAGALHÃES ( do cemitério até a Receita Federal). Acho que deveria ter ZONA AZUL com limitação de horário para estacionamento.

A ORGANIZAÇÃO É BEM VINDA, PORÉM QUANDO FEITA COM ESTUDO VIÁRIO E COM PESSOA CAPACITADA. O FATO É QUE HOJE O COMÉRCIO LOCAL VEM SENTIDO AS CONSEQUENCIAS. QUEM É DAS CIDADES COMO: GLÓRIA, LIMOEIRO, FEIRA NOVA, POMBOS E ADJACENCIAS NÃO COMPRAM MAIS NO COMERCIO LOCAL, POIS, NÃO TEEM ONDE ESTACIONAR.

DA MESMA SORTE, OS PONTOS DE ONIBUS SÃO DISTANTES E OS MOTO TAXISTAS NÃO TRANSPORTAM MAIS PASSEIGEIROS COM SACOLAS, POIS, OS AGENTES DA AGTRAN ESTÃO MULTANDO OS PROFISSIONAIS QUE CARREGAM TAIS PASSAGEIROS.

Sendo assim, acho louvável a criação da AGRTRAN para organização do TRANSITO, porém TUDO FOI FEITO SEM ESTUDO VIÁRIO E SEM PESSOAS QUALIFICADAS. Desta forma, qualquer EVENTO (ACIDENTE) QUE VENHA A ACONTECER A PREFEITURA PODE SER (E VAI SER) RESPONSABILIZADA CIVIL E CRIMINALMENTE.

Se acontecer algum evento : ONDE ESTÁ O ESTUDO VIÁRIO? QUEM ELABOROU? Exemplo disso não falta, como na HENRIQUE DE HOLANDA – BURACOS, SEMAFÁROS E LOMBADAS. QUAL O ESTUDO? LOMBADA TEM RESOLUÇÃO PARA UTILIZAÇÃO NA VIA, ASSIM COMO SEMAFAROS.

A LOMBADA (ASSASSINA) DE FRONTE AO VERDÃO, QUEM FEZ? O PODER MUNICIPAL NAO VE? FOI PARTICULAR? FOI A PREFEITURA? VÁRIOS ACIDENTE JÁ ACONTECERAM ALI, SE ENTRAREM COM INDENIZAÇÃO GANHAM.

Thiago neto

Diretor da AGTRAN comenta no Blog do Pilako

Comentário postado na matéria “AGTRAN: Os 100 dias de atuação nas ruas da Vitória.“.

Poderia fazer um comentário de minha parte sobre a matéria tanto de reconhecimentos quanto de críticas, já que fui citado e divulgado, mas quero dispensar tanto um como outro, já que sou tranquilo quanto ao que fiz e consciente do que tenho a fazer. Quero apenas dizer que, a força da fala e do discurso consiste: na moral de quem fala, nos exemplos que pode dar e no serviço prestado que pode apresentar.

Hildebrando Antonio de Lima

Internauta, que pediu para não ser identificado, reclama de esgoto estourado em sua rua.

Pilako, nós moradores da Rua Terceira Travessa Tancredo Neves ,situada na Bela Vista, próximo a Toca da Gia, estamos sofrendo com esgoto que estourou, já fomos à Secretaria de Serviços Públicos e até agora nada. Ficaram de mandar alguém para resolver o problema e até agora estamos no aguardo. Os RATOS estão fazendo cirandinha ,e nós, já não aguentamos mais.Certo que você com o seu renomado blog, divulgaria e cobraria das autoridades competentes. Agradecemos desde já…
gostaria que meu nome não fosse devulgado .

Internauta