Internauta JORDANIA cobra praça Duque de Caxias

VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO

“HÁ 61 DIAS(18/08/14 – 18/10/14), 1.464 HORAS, 61 ALVORADAS, 61 NOITES, 09 SEMANAS, 02 MESES, (0) ANOS, ESTÁ SENDO COBRADO DO PREFEITO A RESTITUIÇÃO DE UM BEM CULTURAL, PATRIMONIAL, DO MUNICÍPIO”

Sr. Elias Lyra, devolva a nossa praça Duque de Caxias, arborizada e ajardinada.
Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .
No seu governo, há quase dois mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.
Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.
Ponha “A MÃO NA CONSCIÊNCIA”; queremos restaurada a praça Duque de Caxias; e também, por favor, com a mesma extensão de quando foi inaugurada.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940
Dos Crimes Contra o Patrimônio
Capítulo IV

Dano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:

Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Dano Qualificado

Parágrafo único – Se o crime é cometido:

Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)

Eu, no gozo dos meus direitos à cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.

JORDANIA

Internauta, que pediu para não se identificar, lamenta situação da Secretaria de Saúde

“Pilako primeiro do que tudo parabéns pelos Cinco Milhões de Acessos.
E é aproveitando o sucesso deste Blog que venho externar minha revolta com a Secretaria de Saúde de Vitória de Santo Antão. Nós funcionários já estamos a mais de quinze dias sem água nos bebedouros para tomarmos, isto é um tremendo absurdo Pilako temos que fazer cotinhas pra comprar água, sem falar no higiene dos banheiros do prédio. Motoristas de ambulância não recebem o dinheiro do SUS (verba do governo Federal para motoristas de ambulância, enfermeiros, técnicos de enfermagem e etc.) O carro que transporta os pacientes da hemodiálise é uma verdadeira sucata, coitado deles, o carro nem no empurrão pega Pilako. Se não bastasse o prefeito depois da eleição começou a demitir contratados e a cortar gratificações. Bastou o filho do prefeito ser eleito para começar a enxugar a folha de pagamento que aliás já vem encharcada a muito tempo todos sabem disso.
São essas e muitas outras coisas que acontecem lá dentro Pilako.
Muito obrigado e um abraço

Um funcionário como muitos desprezados!!!”

Os três filhos de Dodó da Gamela.

Foto de cima - Materia GamelaPor volta do meio dia de ontem (14) estive no Restaurante Gamela de Ouro para almoçar. Por lá, encontrei vários amigos. Depois de “encher o bucho”, tive a oportunidade de papear com os três filhos – homem – do emblemático Dodó da Gamela.

Recentemente, “A GAMELA” completou 50 anos de existência. Acredito, ser quase impossível,  algum vitoriense, com mais ou com menos idade, por algum motivo ou outro ainda  não ter pisado nas dependências da “casa” de todos vitorienses que,  resistentemente,  ali está há  meio século.

Os frequentadores mais assíduos, do passado ou do presente, todos, sem exceção, tem histórias  interessantes  vividas no Restaurante Gamela de Ouro. “Entre tantas já vividas”,como diz o Rei Roberto Carlos,  posso lembrar de  uma,  quando  ainda era uma criancinha. Lembro, então, que certa vez  minha  irmã,   Alzira,   ficou presa no alto da roda gigante no primeiro dia do ano – que não lembro agora –  quando por lá ainda existia um Parque de diversão da própria Gamela.

Do Zoológico da Gamela, guardo boas lembranças dos macacos, das cobras venenosas, araras assim como,  do gato selvagem que ficava brabo quando a gente  chutava  a grade da sua jaula.

Já no tempo de jovem, os “EMBALOS DE SÁBADO A NOITE”,  na Gamela de Ouro, eram “sagrados”. Claro, que por motivos óbvios não poderei contar todas as história por lá vivenciadas, faltaria tempo e o espaço é pequeno, ou até, quem sabe, serei obrigado a silenciar, face ao  “pacto de segredo” empenhado com as “caras metades” nas  celebrações dos     “eternos” compromissos.

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No quesito musicalidade, Dodó, mesmo que involuntariamente, educou várias  gerações na cidade, pois,  quando tomava “umas e outras”, o que não era  uma coisa rara, ele colocava todos para escutar as músicas que ele gostava, que naquele momento,   estava afim de escutar, diga-se de passagem, muito boas. Os jovens da época, muitas vezes ficavam “arretados”, ou seja, eram obrigados a dançar ouvindo as musicas do tempo do “ronca”, e Dodó ainda mandava o garçom dizer: “se tiver achando ruim,  vá embora beber e dançar em outro lugar”.

Como já falei, histórias é o que não faltam. Portanto, quando ontem, vi os três filhos de Dodó da Gamela juntos, fiz questão de fazer este registro fotográfico, uma vez, que cada qual – Clodoaldo, Alexandre e Bruno – ao seu tempo,  deu, e  ainda vem dando sua parcela de colaboração para que este verdadeiro patrimônio da cidade – Gamela de Ouro – mantenha-se de pé.

Blog do Pilako: MAIS DE CINCO MILHÕES DE ACESSOS.

Com pouco mais de três anos no ar nosso Jornal Eletrônico, intitulado Blog do Pilako, ultrapassou, recentemente, OS CINCO MILHÕES DE ACESSOS. Acredito, sob qualquer ponto de vista, SER UMA MARCA IMPORTANTE.

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Não poderia, portanto, acrescentar nestas linhas nenhum outro sentimento a mais que não o tenha já colocado,  por ocasião das conquistas do primeiro, segundo, terceiro e quarto milhão. Neste contexto, todas estas marcas alcançadas, cada qual no seu tempo, foram igualmente festejadas.

Todos os dias, por mais subliminares que sejam, encontro milhares de motivos para continuar desenvolvendo matérias para o blog, assim como, também encontro, e estas por motivos mais óbvios,  inúmeras  vontades para não mais mantê-lo atualizado, é uma espécie de balancete diário, créditos e débitos, cujo o saldo, desde o primeiro momento, encontra-se sempre grafado no campo reservado ao positivo.

Expurgando-se todas as querências pessoas, acho que o blog do Pilako introduziu na cidade uma nova forma de se falar das coisas DAQUI. Exageros à parte, abrimos um diálogo maduro, adulto, e ao mesmo tempo descontraído com os nossos munícipes, para retratar, na medida do possível, o cotidiano da nossa cidade.

Na “nossa” mídia, todos tem oportunidades de se expressar, estamos escrevendo, sobre nosso torrão, histórias nunca antes catalogadas e pautadas como importantes, de maneira, que só a ação imperiosa do Senhor Tempo, tenho certeza, testemunhará orgulhoso em favor do que digo hoje.

Fico feliz por ter atinado, antes dos demais, para a oportunidade de observar por cima do “muro” do senso comum,   como alguém, certa vez  um dia falou: “existe um mundo bem maior além daquilo que enxergamos”. O sucesso das grandes ideias nem sempre devem ser apenas atribuídas aos que primeiro as pôs em prática, mas sim, aos que tiveram a sensibilidade de absorver e corroboraram como se suas, também fossem.

Poderia, então, sobre este tema – Blog do Pilako – escrever sem parar até o dia de amanhã, mas, o mais importante, não é o conteúdo que hora escrevo sobre os MAIS DE CINCO MILHÕES DE ACESSOS no nosso jornal eletrônico alcançados neste momento, e sim, a confirmação de carinho e incentivo que os internautas nos condecora através dos seus acessos diários que confere à clara certeza, no entanto, que estamos na direção e no caminho certo, até porque o blog do Pilako foi, e ao mesmo tempo é, uma marca construída na nossa pólis,  com idealismo e determinação, e porque não dizer: COM SANGUE SUOR E LÁGRIMAS.

Portanto, muito obrigado, mais uma vez, a todos que,  direta ou  indiretamente,  contribuíram  e que continuarão a contribuir para que este trabalho pioneiro permaneça avançando.

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Internauta flagra ônibus da prefeitura estacionado de forma errada.

Recebemos de um internauta que pediu para não ser identificado, dois registro fotográfico contendo o seguinte comentário:

“O ônibus escolar da prefeitura estacionou mesmo no local reservado ao pessoal com deficiência. O intrigante é que o próprio ônibus tem um adesivo identificando que ele é direcionado ao deficiente físico e faz isso, imagina se não fosse…..”

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Trio Elétrico: Dois pesos, duas medidas

Depois de acompanhar parte do desfile do bloco Baby Alegria, pude perceber uma coisa curiosa relativa ao seu trajeto. O Baby, na tarde de ontem, repetiu o percurso que foi realizado no último carnaval (2014).

O interessante, é que em outras ocasiões, após o carnaval 2014, nas festividades que foram animadas com trio elétrico, a exemplo do “Carnaval do Sport” e o  “Católico Fest”,  as  mesmas  fizeram um trajeto diferente.

Não é novidade para ninguém que a “comunidade carnavalesca”, de maneira unânime, reprovou as mudanças ocorridas no carnaval passado. Quando falo “comunidade carnavalesca”, quero dizer: blocos, troças, clubes, barraqueiros, artistas, e principalmente FOLIÃO.

paulo-roberto-Portanto, ponho a me perguntar: por que é que a prefeitura, na gestão do Governo de Todos, diga-se, Elias+Paulo Roberto, tem tanta raiva das agremiações carnavalescas que desfilam com trio elétrico? Por que é que esse pessoal persegue tanto, na cidade, os donos de blocos que desfilam com trio elétrico ?

São por essas e outras que o Secretário Municipal da Vitória, Paulo Roberto, sofre uma tremenda rejeição em todas as camadas da sociedade, ele não entende, entre outras coisas, por exemplo, que a população vitoriense gosta de carnaval e que portanto, quando ele tenta  perseguir, humilhar, maltratar e pisar os diretores das agremiações, na tentativa de prejudica-los, o mesmo (Paulo) absorve, gratuitamente  uma rejeição pessoal.

Quando acabar, Paulo Roberto fica admirado porque é que a maioria das pessoas na cidade não gosta  dele,  não  o suporta…

“Relatório” final das eleições 2014.

Concluindo as matérias sobre os candidatos “da terra” e  suas respectivas votações, tanto no Estado quanto na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, onde procurei, de maneira serena, elencar alguns números, curiosidades, fatos  e até algumas “coincidências”,  hoje,  farei um apanhado geral para fechar com este tema.

Falar de eleição e seus respectivos resultados eleitorais, envolvendo candidatos e apoiadores  locais, é  sempre “mexer em vespeiro”. Campanha política, via de regra, deixa os nervos das pessoas à “flor da pele”. O jogo da política, como em qualquer jogo que se preze, tem suas trapaças, suas desilusões, acertos, surpresas e decepções, é normal, faz parte do “espetáculo”.

O importante deste jogo é que ninguém perde de tudo, ou seja: quando se perde no campo eleitoral e político, ganhasse no campo das experiências pessoais. O importante é está sempre atento para aprender mais um pouco, até porque, conhecimento nunca é demais.

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Pois bem, começarei esta despretensiosa “leitura” eleitoral pelos candidatos a deputado federal “da terra”, Ternurinha e Wilson da Prestação. Em virtude da falta de recurso financeiro suas candidaturas não chegaram ao conhecimento do grande público na cidade. Tanto um quanto o outro, se tivessem tido a oportunidade de   ter montado palanques e falar para as pessoas, com certeza teriam avançado muito mais. Fica então, o caminho aberto para disputarem uma cadeira na vereança na próxima eleição.

Foto: Blog A Voz da Vitória

Foto: Blog A Voz da Vitória

Além das três candidaturas profissionais que concorreram ao cargo de deputado estadual – Joaquim, Aglailson e Henrique – duas outras também demarcaram seus espaços políticos na cidade. O jovem representante do Partido Verde, Carlos Alberto, mais uma vez se apresentou ao eleitorado vitoriense com boas ideias e conceitos oriundos do seu partido (PV), mas, sem estrutura não avançou.

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O movimento intitulado: APOSENTE UM VEREADOR VITORIENSE, também marcou presença nesta eleição. Sem sombra de dúvidas, podemos afirmar que da eleição de 2012 para cá -2014-  o movimento triplicou  de tamanho,  em votos,  e se multiplicou em conceito se firmando com marca própria na cidade. Sem padrinhos, sem dinheiro e embalado pelo propósito de um mandato colaborativo e compartilhado, o jovem André Carvalho, como candidato do grupo a deputado estadual,  se apresentou muito bem e conseguiu, dentro das suas condições, uma boa votação, tanto aqui – 1392 – quanto fora – 694 – da cidade,  perfazendo  então, uma votação total de 2086 votos. André foi o 5º candidato  mais votado do seu partido e sua votação foi determinante para eleger o primeiro deputado estadual  do PSOL em nosso estado.

O chamado “voto evangélico”, que avançou em todo estado de Pernambuco, também logrou êxito na nossa cidade. Se observamos bem, o voto “pescado” por aqui, dentro das igrejas e comunidades evangélicas, cresceu tanto nominalmente aos candidatos que já haviam sido apresentados em outras eleições como no somatório geral.

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Podemos assinalar como uma votação expressiva, já que fez uma campanha silenciosa, a votação repassada pelo empresário, Zé da Juliana, ao seu candidato a deputado federal, Belarmino Souza  do nanico partido PHS. Os 1.196 votos articulado em nossa cidade por Zé da Juliana, lhe garante um espaço diferenciado no xadrez político local.

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Foto: Portal da Câmara de Vitória

Já com relação à votação repassada pelos vereadores, Edmo Neves e Edinho ao deputado Federal, Jorge Corte Real em nossa cidade -1698 -, ficou bem aquém das expectativas, isso porque, uma estrutura consistente foi montada para que o trabalho fosse realizado exitosamente, o que convenhamos, não se reverteu em voto. No entanto, o presidente da Câmara, Edmo Neves, não perdeu de tudo nesta empreitada, como saldo, acredito, ganhou uma certa “moral” ao tomar a iniciativa de apoiar um candidato ao Poder Legislativo Federal diferente do seu padrinho político, Elias Lira.

Curiosamente o mais vitorioso nesta eleição não disputou o pleito como candidato. Assinalemos, então, o empresário e presidente do PMDB  local, Alexandre Ferrer como o que mais venceu nas eleições de 2014 em Vitória .

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Depois  de repassar votações tímidas aos seus candidatos na eleição passada (2010) – Gustavo Negromonte e Raul Henry – deputado estadual e federal respectivamente –  este ano, Alexandre “calibrou na pontaria” e avançou para se apresentar  como candidato bem posicionado, à prefeitura em 2016.

Alem de  “ter feito” o Vice-Governador, Raul Henry, o seu candidato a deputado federal, Jarbas Vasconcelos, saiu das urnas, em todo Pernambuco, com uma votação REPARADORA. Aqui em nosso município, Alexandre Ferrer mostrou liderança e faro político. Investiu pesado na campanha montando uma boa estrutura e ampliou o seu raio de atuação política, demonstrando assim, capacidade de aglutinação. Como resultado de tudo isso, colheu a vitória  do  seu candidato a deputado federal, Jarbas Vasconcelos, com   quase 20% dos votos válidos da cidade, batendo inclusive, André de Paula, que foi o candidato oficial do prefeito Elias Lira.

Colocado a papel de figurante nestas eleições, o vereador, Edvaldo Bione, para os mais atentos, foi o grande perdedor deste pleito. Depois de disputar mandatos de vereador, prefeito, vice-prefeito, deputado federal e deputado estadual, resolveu, nesta eleição,  apoiar o filho do prefeito Elias Lira.

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Como já falei, depois de disputar várias eleições sem estrutura, Edvaldo foi “convencido” por Elias a não entrar na disputa deste ano. Nas vezes  em que disputou,  sempre alcançou boas votações em Vitória, principalmente para deputado estadual. Mesmo sem contar com apoios políticos de peso nas cidade circunvizinhas, sempre garimpou votos na região. Em uma ocasião, inclusive,  chegou a alcançar mais de 0,40% dos válidos no estado.

Pois bem, nesta eleição (2014), o partido em que Bione está filiado, PROS, compôs uma coligação que elegeu cinco deputados estaduais, um deles, inclusive, com pouco mais de 0,40% dos votos válidos no estado, ou seja, percentual similar ao que Bione já havia  conseguido  em outros pleitos em condições totalmente adversas, ou seja, bem diferente da que ele se encontra hoje.

Imagino, portanto, que na atual  condição  politica e estrutural  que se encontra o vereador Edvaldo Bione, esta foi,  a maior oportunidade política perdida por ele. Caso Bione chegasse para assumir seu mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa a partir de 2015, todo cenário político para eleição de prefeito em 2016 em Vitória  estaria, evidentemente,  “embaralhado”. Sendo assim, creio que o maior perdedor desta eleição, mesmo sem ter  disputado  cargo algum, foi o médico Edvaldo Bione.

Portanto, na minha modesta opinião, estes foram os registros atinentes às últimas eleições ocorridas em nossa cidade. Em momento algum, quero me colocar como uma “espécie de Juiz eleitoral”  ficando assim à cima dos fatos. Digo também, que as minhas verdades, nestes casos, não se configuram em verdades absolutas, podendo, inclusive  ocorrer,  por outras pessoas  “leituras diferentes”

Isto posto, como disse no inicio do texto, resultados políticos, quando colocados de maneira pública, aos olhos de todos, quase sempre geram polêmicas. Para encerrar, gostaria penas de acrescentar que quando os resultados são bons, muitos pais aparecem, no entanto, quando  o  naufrágio acontece, este sim, quase sempre fica órfão.

O amigo Nôzinho corrige informações postada no “Tempo Voa”.

Recebemos o comentário do amigo Nozinho, onde o mesmo corrige nossa informação na coluna o Tempo Voa. Desde já agradecemos pela atenção e  oportuna correção histórica.

Comentário postado na coluna “O Tempo Voa: Semana da Pátria (1977)

Pilako, quem está fazendo uso da palavra é Dr Evandro Couceiro e não Dr. Rômulo Gomes.Depois dele de branco antes de Eudes é meu avô Nô Joaquim,e não José de Alves Filho como consta na legenda.Abraço

Nôzinho Neto

Internauta Rosilda Cavalcanti comenta em coluna O Tempo Voa

Comentário postado e coluna “O Tempo Voa: Hotel Fortunato“.

Em 03.03.1896 o Sr Manoel Fortunato da Silva comprou um Hotel ao Sr. Mariano Horácio da Silva. (Fonte: Jornal do Recife- 05.03.1986)
O Hotel Ficava à Rua Nova. n. 02.
Em 1901, ele construiu dois prédios chalet em frente a estação ferroviária e transferiu o hotel.
A companhia de trens fez um contrato com o hotel para oferecer almoço e jantar aos passageiros, e ao pessoal dos trens. (Fonte: Jornal do Recife, 27.06.1897).
O Hotel Fortunato teve vários arrendatários.

Rosilda Cavalcanti

Aglailson Júnior, na “PLANÍCIE”, mostrou que também tem voto para se eleger.

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Foto: Alepe

Assim como aconteceu com Joaquim e Henrique, nas suas  primeiras disputas para deputado estadual, o deputado Aglailson Junior, também teve, sua primeira candidatura para ALEPE  gestada na “engrenagem” da máquina pública local.

Quando o então deputado estadual, José Aglailson, disputou e ganhou a prefeitura da Vitória no ano de 2000, o seu filho, o então vereador Aglailson Júnior, foi ungido ao “trono” de  herdeiro absoluto da cadeira do pai no parlamento pernambucano.

Sentado na cadeira de prefeito, José Aglailson usou a máquina pública municipal, escancaradamente, em favor da candidatura do filho em 2002, assim como fez o prefeito Elias Lira este ano (2014) para eleger Joaquim. Naquela época os “vermelhinhos”, que eram em número bem superior aos de hoje, batiam no peito e diziam a todos pulmões:  “é caiga toda, é lavanca no canto prá eleger o gordo”.

Naquela aquela ocasião -2002- disputaram a eleição para deputado estadual, como candidatos “da terra”,  quatro postulantes: Elias Lira, Edvado Bione, Henrique Queiroz e o próprio Aglailson Junior, este ultimo, conseguiu  se eleger obtendo 22,3 % dos votos válidos da nossa cidade.

FOTO: JORNAL DA VITÓRIA - ANO XXV - Nº 159 - ABRIL 2006

FOTO: JORNAL DA VITÓRIA – ANO XXV – Nº 159 – ABRIL 2006

O curioso é que  o Aglailson Junior, “produto do pai”, naquela ocasião, obteve em Vitória uma votação bem superior – numérica e proporcional- ao seu pai, José Aglailson, quando o mesmo foi candidato ao mesmo cargo, na eleição imediatamente anterior  – 1998- obtendo aqui no município apenas 12,22%, ou seja, 6.558 sufrágios, números bem abaixo dos  12.300 obtidos  por seu filho na eleição imediatamente seguinte – 2002.

Como podemos observar, aqui em nossa cidade os filhos “são melhores que os pais”, pois o mesmo fenômeno ocorreu este ano com a candidatura do estreante Joaquim Lira, quando o mesmo também superou a votação do pai, tanto em números proporcionais quanto absolutos.

Foto: Blog A Voz da Vitória

Foto: Blog A Voz da Vitória

O curioso deste “FENÔMENO” eleitoral, ocorrido nas terras de Mariana Amália, onde as “criaturas” conseguem obter mais votos que os “criadores”, é que existe, na minha avaliação, uma DETERMINANTE COINCIDÊNCIA nos dois exemplos citados. Nos dois casos, EM TEMPOS DIFERENTES, onde os filhos tiveram mais votos que os pais, podemos assinalar que eram justamente  os pais  que estavam SENTADOS NA CADEIRA DE PREFEITO DA VITÓRIA. Curioso né……. !!!

Pois bem, curiosidades a parte, o quer fato é que o deputado Aglailson Junior conquistou seu 4º mandato na ALEPE. Esta foi, sem sombra de dúvidas, a eleição mais difícil dele, isso porque,  foi  a primeira vez que  Aglailson Junior disputou uma eleição na PLANÍCIE, ou seja, sem nenhum espaço de poder, nem prefeitura, nem presidência da Câmara, sua votação este ano diminuiu,  tanto no Estado quanto em nossa cidade. Junior, nesta eleição,  obteve aqui  no município 12.500 e votos, cerca de 17,81% dos votos validos, ou seja, bem abaixo de seu histórico.

Alem de toda estas dificuldades,  Aglailson Junior ainda teve que contornar as trapalhadas do pai. Primeiro quando declarou o seu apoio ao primo e também deputado Henrique Queiroz . Depois, quando declarou apoio ao candidato adversário para o governo do estado, recuando em seguida, protagonizando assim, cenas de filme pastelão.

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Além de tudo isso, teve que enfrentar a debandada dos seus “AMIGOS DE FÉ”. O curioso é que muitos dos que lhe abandonaram, na sua hora mais difícil, disse-me que o fez, porque  ele era um cara chato, ignorante e desatencioso. O intrigante, é que este  mesmo pessoal,  no tempo (2001 a 2008) em que ele estava junto com seu pai, com “o “chicote na mão” diziam, em alto e bom som, justamente o contrário, ou seja, que ele (Aglailson Junior) era um “cara ARRETADO, POSITIVO, PAGADOR, BEM DIFERENTE DO PAI”, inclusive até o “cara mais bonito e simpático da cidade”… Coisas da política…

Portanto, na minha modesta opinião, o deputado Aglailson Junior, depois desta eleição, definitivamente sai da sombra do pai e passa a ser, de fato, o condutor do grupo dos Querálvares.

Com suas atitudes, nesta campanha eleitoral, mostrou que também sabe jogar na adversidade, que tem raça e que ao invés de ficar choramingando as  traições  foi para luta. Muitas vezes esteve sozinho na frente do antigo Posto Sitonho, colando adesivo, eu, inclusive, tive a oportunidade de testemunhar “com meus próprios olhos”. Portanto, ele pode bater no peito e dizer que conquistou seu quarto mandato de deputado estadual sem ajuda de nenhuma figura “IMPORTANTE”.

Sendo assim, o deputado Aglailson Junior sai do casulo e passa a ter vida própria na politica. Já com relação à sua atuação na Alepe, não espero muita coisa. É um parlamentar limitado nas ideias e pequenos nas atividades parlamentares. Deverá ter uma atuação “invisível” no parlamento pernambucano, assim como nas outras legislaturas.

Deputado Henrique Queiroz, Joga o jogo, e se elege mais uma vez.

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Foto: Alepe

No meu comentário de hoje, relacionado aos últimos movimentos políticos e seus respectivos resultados nas urnas, gostaria de falar do veterano deputado Henrique Queiroz. Queiroz, acaba de conquista seu décimo mandato consecutivo  para  Assembleia Legislativa do Estado.

Com relação a todo este tempo de Henrique como deputado estadual, poderíamos dá vários enfoques, mas quero apenas elencar dois:

Primeiro, gostaria de lembrar que quatro dos seis membros, das duas principais chapas majoritária que disputaram o governo do estado este ano, já foram deputados estaduais juntos com Henrique na ALEPE, o que revela, para os mais atentos, que o mandato de deputado estadual, para quem é profissional talentoso no parlamento, serve apenas de passagem para voos mais altos na carreira política.

No segundo enfoque, e é nesta direção que eu vou desenvolver meu raciocínio neste momento, podemos dizer que: não é fácil para qualquer parlamentar se manter durante quatro décadas em um mesmo espaço de poder, sobretudo, neste mundo globalizado. Henrique tanto “se deu bem” fazendo campanha em uma camioneta pela Zona Rural quanto nos tempos das mensagens no Whats App. É de fato, um “CAMALEÃO”, SEU VERDE NÃO NEGA.

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Poderíamos citar várias figuras políticas que, ao longo deste tempo, ficaram pelo meio do caminho, assim como, outros que “caíram” e voltaram depois de várias tentativas. Já o deputado Henrique Queiroz,  de maneira continua, se manteve firme como uma rocha na renovação dos seus mandatos.

Assim como o candidato de primeira viagem, Joaquim Lira, o então vereador Henrique Queiroz também teve na sua primeira candidatura – 1978 –  para a Assembleia Legislativa a máquina pública municipal “moendo” em seu favor. Naquela ocasião quem “casava e batizava” na cidade era o seu irmão, Ivo Queiroz, então prefeito da Vitória (pela segunda vez).

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Uma vez eleito, o habilidoso Henrique nunca mais saiu do poder. Houve ocasião, inclusive, que disputou a eleição para deputado voto a voto com o seu mentor político, o próprio irmão, Ivo Queiroz. A duras penas, Henrique entendeu, ao longo do tempo, que não podia ficar dependente dos votos da sua principal base eleitoral para se eleger.

Durante toda sua trajetória política, Henrique nunca disputou uma eleição majoritária em Vitória “pra valer”. Em função disto, e de outros fatores, veio desidratando-se politicamente na sua principal base. É bem verdade que nas ultimas eleições majoritárias em Vitória, seu apoio foi decisivo e fundamental para que os seus candidatos fossem os vencedores.

Curiosamente, nas suas duas ultimas eleições para deputado, Henrique se deu ao luxo de ter sido eleito sem que houvesse necessidade de computar os votos sufragados em seu nome na Vitória de Santo Antão, ou seja, tanto em 2010 quanto em 2014, se fossem subtraídos, da sua votação total, os votos sufragado em seu nome, aqui em Vitória, ele, mesmo assim, ainda teria alcançado mais voto do que os últimos eleitos nas suas respectivas coligações.

Pois bem, são por essas e outras que o deputado Henrique Queiroz se manteve  firme no poder por todo este tempo. Se aplicarmos este mesmo raciocínio aos outros dois candidatos locais  eleitos  nesta eleição – Joaquim e Aglailson Jr – os mesmos estariam fora da ALEPE em 2014.

É bem verdade que o deputado Henrique se prepara para disputar cada eleição de acordo com cada cenário apresentado, ou seja, na  linguagem futebolística, ELE JOGA O JOGO COM O REGULAMENTO DEBAIXO DO BRAÇO, o que convenhamos, é uma vantagem considerável para quem entende desse “puxadinho eleitoral”

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Sem computar a eleição de 2010, por ter saído da sua votação histórica na cidade em função do “apoio meia boca” que o prefeito Elias Lira lhe concedeu, é possível assinalar que, nesta eleição (2014), Henrique teve um pequeno aumento em sua votação aqui na cidade, cerca de 1,9%,  em números proporcionais e em 1.300 votos em valores numéricos.

Este pequeno aumento de votos devemos atribuir ao apoio dos vereadores Saulo e Geraldo. O fato de ter Henrique Filho, há seis anos como vice-prefeito na cidade, possivelmente não alterou em nada a sua votação, uma vez  que o prefeito Elias Lira, nunca o tratou com devido respeito que o cargo lhe concede, ou seja, o ignorou durante todo este tempo.

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Portanto, eis ai algumas pequenas observações que pudemos fazer atinentes ao resultado da eleição em 2014 do deputado Henrique Queiroz, que convenhamos, não é agora que  irá alterar um milímetro na sua atuação como  parlamentar, até porque, ele deverá manter-se  na Assembleia Legislativa como um deputado da base aliada, e que portanto será mais um apenas para fazer números nas votações em favor do executivo estadual, assim como, deverá também se manter como um ferrenho defensor dos usineiros e plantadores de cana que, na verdade, é quem basicamente financia sua campanha e é para eles, então,  que deverá legislar e prestar os seus relevantes serviços.

Internauta João Fernando faz denuncias

Como se não bastassem as necessidade do nosso bairro. RESOLVERAM, CLANDESTINAMENTE, ABRIR UMA OFICINA DE LANTERNAGEM E PINTURA EM UM IMÓVEL VIZINHO AO COLÉGIO – CAIC – DIOGO DE BRAGA. Além do RISCO DE CHOQUE elético e queimaduras, haja vista, os fios e equipamentos para soldagam ficarem expostos sobre a calçada que nossas crianças e alunos usam ou ao menos deveriam usar. Os alunos e moradores são obrigados a conviverem com o cheiro forte exalado da solda, além do barulho insuportável de marretas (desempeno de lataria). Essa oficina é nova. Daí fica a pergunta: TEM ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO? SE TEM QUEM DEU? NÃO É ARRISCADO FIOS E PRODUTOS QUIMICOS DISPUTANDO ESPAÇO COM MORADORES, CRIANÇAS E O ALUNADO EM GERAL? CADE A PREFEITURA, CADE O MP, CADE OS RESPONSÁVEIS. Segue fotos

João Fernando

“Empreendimento-Eleitoral- de Poder-Financeiro- Familiar”: realizado com sucesso.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Conforme havia prometido, irei fazer, no decorrer desta semana, algumas considerações no tocante aos resultados das urnas, obtidos pelos candidatos da nossa cidade. Começarei com a votação de Joaquim Lira que alcançou 67.584 sufrágios em todo estado, consolidando assim, a força do seu pai, prefeito Elias Lira, em toda região.

andreSe beneficiando da engenharia partidária – PSD – onde o presidente estadual é seu correligionário de longas data, André de Paula, o partido de Joaquim  foi generoso com ele  na medida que ele teve dinheiro para investir nesta eleição, ou seja, o deputado federal André de Paula conseguiu muitas cidades para que ele fosse o candidato apoiado pelo prefeito que, em contra partida, entrava também por tabela na dobradinha. Coisas da política.

Com relação à votação de Joaquim, aqui em Vitória, podemos dizer que, salve engano, foi a maior votação obtida por um deputado estadual em nossa terra, tanto em números absolutos quanto proporcionais. Os 27.711 votos a ele destinado nas urnas vitorienses revelam o tamanho do investimento realizado por seu pai que, entre outras coisas, soube instrumentalizar a máquina pública (escancaradamente) para conseguir seu objetivo. Apesar das quebras dos tabus, curiosamente a vitória de Joaquim aqui na cidade, politicamente falando, foi menor que a obtida por seu pai na eleição – aqui em Vitória – para deputado estadual em 2006.

Vale também salientar que Elias contou com o apoio de nove vereadores – do total de 11 – da Câmara Legislativa local. Elias Também teve “argumento” para convencer o vereador, Edvaldo Bione, a não se lançar candidato a deputado estadual nesta eleição, que por sinal, perdeu uma ótima oportunidade de se eleger graças à coligação partidária do qual seu partido (PROS) fez parte. Se Bione tivesse se lançando, com certeza, diminuiria o universo eleitoral local para Joaquim. Historicamente, Bione, como candidato a deputado estadual “da terra” sempre foi bem votado aqui.

bione

Foto: Autor desconhecido

É bom lembrar  que na última vez  que Bione saiu candidato a deputado estadual –  2010 – obteve, aqui na cidade, mais de 13% dos votos válidos, portanto, o fato de Bione não ter sido candidato, como de costume, e o grupo de Elias não ter apoiado candidatos de fora, como foi o caso das eleições em 2010, quando Elias “apoiou” a candidatura de ex-aliado Henrique Queiroz, foram determinantes para a expressiva votação de Joaquim no município.

Se utilizando também da estrutura da máquina, Elias trouxe de volta, “para baixo de suas asas”, alguns dos ex aliados, cooptando também, pessoas do grupo político dos deputados Aglailson Junior e Henrique Queiroz.

Enfim, Elias fez praticamente tudo que os outros, se estivessem com o “chicote na mão” também fariam contra ele. Aliás, falando em máquina, Elias também ajustou a agenda administrativa da prefeitura com o período eleitoral para “abençoar” o seu filho como candidato.

Sob a proteção deste “guarda-chuva” estrutural, Joaquim também fez a sua parte, ou seja, não atrapalhou em nenhum momento o “empreendimento político-financeiro” de puder” da família, até porque, NESTAS MESMAS CIRCUNSTÂNCIA, se Elias tivesse optado, ao invés de Joaquim, pela candidatura da filha, do genro, da mulher, de qualquer dos sobrinhos/sobrinhas, ou até mesmo do vigia da sua casa, também havia logrado êxito na sua empreitada, ou seja, a nossa legislação eleitoral “permite” que candidatos de “chocadeira” (produzidos da noite para o dia), também sejam eleitos.

Para finalizar, esperamos que o Doutor Joaquim não se espelhe, no seu mandato parlamentar na ALEPE, na atuação do seu pai, quando o mesmo foi deputado por três legislaturas. Desejamos, então, que o “novo” representante do povo da Vitória, tenha um mandato sintonizado com o que a cidade precisa e que saiba, sobretudo, respeitar cada voto obtido nas urnas.

Internauta reclama de sujeira eleitoral

No final da tarde do último sábado, os moradores de Loteamento Major Expedito – CAIC. Foram supreendidos com planfetos de um cadidato, que sequer é de Vitória de Santo Antão. Contudo, seu padrinho político da localidade jogou vários santinhos de um tal de JORGE CORTE REAL. A rua ficou um imundice só. Quero saber, quem vai fazer a limpeza. Segue fotos.

João Fernando