
Assim como pontuamos os primeiros cem dias da segunda gestão do Governo de Todos – nos cem dias da primeira o blog ainda não estava no ar – também faremos, na medida do possível, uma avaliação dos cem primeiros dias da gestão comandada pelo prefeito Aglailson Junior. Naturalmente, às cobranças para um governo que assume pela primeira vez – por uma questão de bom senso – obrigatoriamente, deverão ser diferentes daquelas, cuja “nova” administração, na prática, ficou apenas no contexto cartorial e que seguiu, evidentemente, no regime da continuidade.
Muito bem, a avaliação dos 100 primeiros dias de governo, antes um marco político importante na administração dos detentores de cargos executivo, aos poucos, com o instituto da reeleição, inaugurado no Brasil na Era FHC, em 1998, foi perdendo o sentido, pois, como já falei em outras ocasiões, quando um prefeito, sobretudo do interior, se reelege o que mais deseja (na ocasião) é que o povo lhe esqueça, principalmente os aliados, mesmo que para isso, seja necessário criada e alardear uma mentira qualquer. Ou seja:

Uma “crise internacional” ou uma “crise nacional”, à “queda do dólar” ou o “aumento do euro”, o “atentado em Paris” e etc, assim como evocar a “Lei de Responsabilidade Fiscal”. Tudo é valido para justificar o não cumprimento das suas promessas, ocorridas, meses antes, na campanha da reeleição. Isso é fato. Aliás, muitas pessoas por aqui, conhecem bem do que estou falando.
Mas, no caso do “novo” prefeito Aglailson Junior, as cobranças deverão ser outras, até porque, ele sempre se colocou como um administrador, fugindo um pouco da carga negativa de ser político, apesar de ascender ao poder justamente por ser herdeiro de um clã. Evidentemente que nos cem primeiros dias de governo não seria racional imaginar que todos os problemas seriam sanados, que aliás – é bom que se diga – não são poucos!!
No entanto, para um bom e bem intencionado gestor, cem dias é tempo suficiente para traçar a coluna vertebral dos seus 1460 dias de gestão. Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, carece, há muito tempo, de uma administração inovadora, com foco no essencial e não na “espuma” e na “perfumaria”, como tem ocorrido.
Apenas a título de ilustração, em apenas três meses de gestão (90 dias), na cidade de São Paulo, o prefeito João Dória, já conseguiu ser observado, pela internet, no Brasil inteiro, com promoções e soluções inovadoras, até então, para o serviço público. Aliás, tomou duas medias com muita sabedoria: primeiro: não fala do gestor anterior; Segundo: não fala em crise financeira. Algo que deveria ser fruto de uma avaliação do prefeito Aglailson Junior, uma vez que, segundo informações das pessoas que com ele conversou, ultimamente, essas tem sido as duas pautas prediletas dele, nesses primeiros meses de gestão.
Portanto, na próxima terça-feira, dia 11 de abril, postarei uma matéria realçando às minhas primeiras impressões, relacionadas ao inicio da gestão do prefeito Aglailson Junior. Por uma questão justiça, procurei, na medida do possível, esquivar-me de proferir juízo de valor, aqui pelo blog, sobre esse inicio de gestão, para não produzir críticas descabidas e impróprias, até porque, temos consciência das dificuldades inerentes ao inicio de qualquer gestão. Em ato continuo, estaremos também procurando ajustar as cobranças necessárias, cada qual no seu tempo, mas sem perder de vista às transformações que nossa cidade espera e precisa.










































































