Elias Lira: “muita paima e mentira!!”…

Ao entardecer de ontem (26) comecei uma caminha no Parque Joel Cândido Carneiro, mais conhecido por “Praça da Bela Vista”. Por lá, muita gente. Jovens, adultos, crianças e idosos, praticamente todos na salutar prática esportiva. Ao final da minha caminhada, com uma hora de duração, parte do equipamento público ficou no escuro.

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Temos atrás, postei matéria realçando este mesmo problema, no referido Parque. O prefeito Elias Lira, há alguns meses, reuniu alguns secretários e então candidatos a vereador, na Praça Duque de Caxias para fazer um pronunciamento onde reconheceu os problemas com a iluminação e prometeu solução.

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Moral da história: de verdade, apenas à constatação que a cidade estava às escuras e que a população estava pagando pela taxa de iluminação pública, sem ter as ruas iluminadas. De resto, aquele velho blá, blá, blá, já conhecido de todo mundo… Muita paima e mentira…

Governo de Todos: “Apertem o cinto, o piloto sumiu!!”

Segundo informações de pessoas que sempre estão no entorno da Praça Leão Coroado, foi na manhã do último domingo (23) que a placa publicitária pertencente a prefeitura municipal da Vitória, fixada próxima ao Colégio 3 de Agosto, foi arrancada pelo vento. Alguns populares retiraram a mesma do meio da rua e a colocaram na calçada da Antiga Estação Ferroviária.

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Com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão ninguém ficou  machucado. Essa placa, e tantas outras,  foram introduzidas na “paisagem” da nossa cidade pela gestão do Governo de Todos, por ocasião do pesado projeto de mídia promovido pelo prefeito Elias Lira,  visando sua reeleição. Essa e tantas outras placas passavam a mensagem de “um governo em movimento e próspero”  e ainda dizia: “o que tá bom, vai ficar melhor”.

Pois bem, passado todo aquele teatro onde o prefeito Elias Lira conseguiu êxito (reeleição) as referidas placas foram abandonadas e sucateadas. Aliás, não custa nada lembrar que  em várias ocasiões fizemos matérias realçando o descaso,  aqui pelo blog.

Moral da história: Se a prefeitura, que tem como obrigação fiscalizar as placas e toda material de propaganda que estão fixados nos pontos comerciais da cidade, não está nem conseguindo observar e dá manutenção às suas próprias placas, imagina o risco que todo mudo está correndo.

Aldenisio Tavares e Stephem Beltrão: MPV – Música Popular Vitoriense.

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Fruto da parceria dos compositores Aldenisio Tavares e Stephem Beltrão, membros atuantes da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – recentemente, foi  lançado o selo musical MPV – Música Popular Vitoriense – que tem como objetivo, entre outras coisas, promover o trabalhos dos artistas locais.

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Com o título ENCONTRO DE COMPOSITORES – Entre Ritmos – o primeiro CD trás vinte músicas compostas pelos dois, dez de cada. Stephem, hoje mais ligado à literatura, começou sua carreira nas artes através da música. Já o Aldenisio Tavares, completando 40 anos de estrada na música – certamente o compositor vitoriense mais gravado  (+ de 60 canções) – tem suas composições  ligadas  aos mais variados segmentos, tais como: carnaval, política, gospel, vaquejada e etc.

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Na manhã do último domingo (23), no Instituto Histórico da Vitória, registramos um descontraído bate-papo com os dois artistas, onde falaram um pouco das suas respectivas carreiras artísticas e prometeram mais parcerias. Veja o vídeo:

Denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Recebi do senhor Leonardo Felipe Augusto, presidente da AACDV – Associação de Assistência a Criança Deficiente da Vitória,  um e-mail, onde ele denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco o não cumprimento da Lei de Acessibilidade por parte do Juizado Especial. Abaixo, segue denuncia.

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A Associação de Assistência a Criança Deficiente da Vitoria, denuncia Juizado Especial Cível e Criminal de Vitória de Santo Antão ao Presidente do TJPE por descumprimento do Art. 53. da Lei Brasileira de Inclusão de n 13.146, de julho de 2015.

Segundo o presidente da instituição, as pessoas com deficiência não tem acesso a este órgão do poder judiciário relatou ainda que a acessibilidade é direito que garante a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social. Então solicitou providencias ao TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO, onde o mesmo encaminhou o departamento de engenharia e arquitetura para realizar as devidas necessidades.

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Estudantes promoveram brechó na Avenida Mariana Amália.

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Na manhã do sábado (23), em plena Avenida Mariana Amália, um grupo de jovens estudantes promoveram um “evento  comercial” que teve como objetivo arrecadar fundos financeiros visando a promoção de uma festa.

img_2381Ao escutar aquele “barulho diferente” aproximei-me do grupo para saber do que se tratava. Ao pergunta qual o motivo daquela “bagunça organizada”, um deles disse:  “o senhor quer comprar uma rifa?” Antes mesmo que eu respondesse, uma garota perguntou: “o senhor não quer uma água geladinha?

img_2380Pois bem, depois de comprar dois bilhetes acabei gravando uma vídeo com o pessoal que tinha como “força motriz” da atividade comercial um brechó. Portanto vejam o vídeo e, caso queira contribuir com o pessoal entre em contato para doar roupas e ajudar a “causa da galera”, pois, segundo informações deles no  próximo sábado tem mais.

Reunião da ABLOGPE – Associação do Blogueiros do Estado de Pernambuco.

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Na tarde da sexta (21), na sua sede em Recife, a diretoria da ABLOGPE – Associação dos Blogueiros do Estado de Pernambuco – promoveu um encontro para tratar de uma extensa pauta que teve como objetivo, entre outros, organizar a tradicional confraternização natalina com os produtores de conteúdo, vinculados a entidade,  oriundos de todas as regiões  do nosso Estado.

Será que o prefeito estaria satisfeito?

Na noite da sexta (21) nossas lentes registraram, mais uma vez, nas proximidades do Colégio Pedro Ribeiro, uma porca circulando livremente. Os moradores das ruas que ficam no entorno do educandário, assim como em outros bairros, foram “sentenciados” pelos gestores locais a viverem atolados na sujeira e na bosta provocada por esses bichos. Será,  que se os porcos tivessem cagado todo dia, nesses últimos oito anos, na calçada da casa do prefeito Elias Lira ele  e sua família estariam, hoje,  satisfeito?

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Ilustríssimos Ministros: a vaquejada não pode ser uma “ilha” no contexto dos maus tratos aos animais!!

Saindo um pouco da nossa linha editorial, que tem por objetivo realçar os assuntos atinentes ao nosso torrão e\ou aos conterrâneos, hoje, falarei de um tema que vem ganhando fôlego em todo País, sobretudo na Região Nordeste, no que diz respeito à polêmica decisão da corte suprema da nação de chuteiras. Para pôr um pouco de “gasolina no incêndio” basta dizer que o placar decisório, com 11 votantes, ocorreu pelo escore 6×5.

Muito bem, eu, na qualidade de morador de uma cidade do interior do Nordeste brasileiro, certamente não tenho condições de opinar sobre este assunto  com total isenção. Naturalmente, de certa forma, a vaquejada é parte integrante da nossa cultura e, aos olhos da ciência que estuda o cotidiano da raça humana no tempo, falar de cultura é mexer em vespeiro.

Aliás, antes de sermos submetidos à cultura dos portugueses – nossos colonizadores e algozes –  que justificaram tudo, ao concluírem que éramos animais que comia uns aos outros não procuraram, antes, saber que não se comia a carne de qualquer um, pois, acreditava-se,  à época, que ao degustar um pedaço de qualquer parte do corpo de um forte guerreiro da tribo inimiga, adquiria-se seus dotes na arte de guerrear. Também é verdade que esses mesmos senhores que nos catequizaram, em nome do mesmo Deus, também cortaram a cabeça dos seus irmãos europeus –  meio milênio antes – através das cruzadas.

Voltando para os maus tratos promovido pela vaquejada, já que estamos vivendo e evocando o “mundo civilizado” que, entre outras coisas eleva e melhora o tratamento ao animal, este,  merece muitas reflexões. A quem interessa, por exemplo, tratar cachorro como um ente da família? Sou de um tempo em que se criava um cão, para vigiar o terreiro da casa e não para dormir no ar-refrigerado, aos pés do seu dono e ser, via de regra, o ponto de convergência da casa.

A mídia de massa, aos poucos e à serviço dos fabricantes de produtos direcionado para esse segmento, vem criando uma nova cultura na sociedade moderna e as pessoas ,sem maldade, estão aderindo a esse novo conceito. Temos Leis para proteger qualquer agressão a um  “cão indefeso”, mas podemos criar um bode no quintal de casa para engorda-los e, no momento que acharmos oportuno, sangra-lo, arrancar suas tripas e leva-lo ao fogo, para  come-lo e festejarmos. Ora! O que tem de tão diferente entre o cachorro e o bode,? Será que um nasceu para ser  da “nossa família”  e o outro para servi apenas para nos alimentar? Aos olhos da maioria das pessoas, tudo isso é NORMAL. Aliás, muita gente não consegue nem raciocinar na direção contrária, em virtude do alto grau de alienação, vítimas da cargar midiática praticada pelos meios de comunicação da massa.

Com os pássaros e os peixes, acontece situação semelhante. Existe legislação para  regulamentar a prisão de um passarinho numa gaiola, mas não existe, pelo menos que eu saiba, nenhuma  ilegalidade  na criação de peixes em aquário caseiro. Ora! Que diferença tem em limitar a vida de um pássaro numa gaiola com à mobilidade de um peixe em um aquário?

Na questão da vida animal, relacionada aos “seres humanos”,  existe muita gente criando situação para se dá bem. Aliá, nas grandes cidades criaram  todo tipo de discurso em favor dos animais, para que os mesmos não puxem carroças,  mas  nas muitas cidades do interior, sobretudo no nordeste brasileiro,  é a tração animal que faz o “mundo girar”, inclusive carregando água para os humanos não morrerem de sede. Retira-los das ruas,  nas grandes cidades,  ajuda a melhorar o trânsito. Já nas diminutas urbes  o animal é mais bem tratados por ser uma fonte de renda e elemento social.  O discurso, nas cidades grande,  é oportunista e mentiroso e o pior: ainda tem gente se elegendo vereador usando-os como cabo-eleitorais.

Com relação aos bois, sob o pretexto de não fazê-los sofrer, deveria acontecer um  movimento também para acabar com os  grandes rodeios, sobretudo no Estado de São Paulo, aliás deveríamos ir mais além: deixarmos todos de comer carne bovina. Ora! Se não podemos  ao menos derrubar o boi como poderíamos,  então,   engordar o bicho para depois sangra-lo,  mata-lo e come-lo?

Aos poucos, nós humanos, estamos evoluindo. Antes, no famoso “pão e circo”,  se colocava  gente para brigar com gente, animal para brigar com animal e até gente para ser comida por animais carnívoros,  de sangue quente. Isso mudou. Mas, curiosamente,  em favor do lucro de poucos e para o delírio das massas os canais de televisão transmitem as famosas lutas de UFC e MMA. Volto a  perguntar: será, que em nome do “mundo civilizado”,  evocado pelos ministros da Suprema Corte,  estamos educando bem nossos  filhos? Incentivar à lutar com agressividade entre os seres  humanos é mais civilizado do que puxar o rabo do boi?

Outra pergunta: porque é que temos total parcimônia com a pescaria onde se comete, na minha modesta  opinião,  a maior das agressões a um “sujeito” do mundo animal? Aliás, diga-se de passagem, da forma mais covarde e violenta, na direção de um bicho indefeso e que em nada está incomodando o “ser humano”, muito pelo contrário, o “bicho homem e\ou mulher”  é que sai do seu habitat  natural e vai ataca-lo no seu espaço social. Não tenho a  menor duvida que AS  PESCARIAS QUE OCORREM EM TODO BRASIL,  É UM TROÇO MUITO MAIS VIOLENTO QUE AS VAQUEJADA DO NORDESTE. Também não  tenho nenhuma dúvida  que temos muitos   “pescadores” espalhados nas  chamadas cortes brasileiras.

Portanto, senhores seis Ministros do Supremo Tribunal Federal que votaram pela não regulamentação da vaquejada,  como prática desportiva e cultural do nosso tão sofrido e castigado Nordeste, acho que os senhores estão certos. Apenas nasceram cem anos antes, e, de forma anacrônica não estão levando em consideração a historicidade do nosso tempo.

Espero, contudo, que antes de resolvermos o problema da queda dos bois, que  não deixa de ser um questionamento  justo e equilibrado, resolvamos também o problema dos bodes, dos porcos e dos peixes, sem esquecer, claro,  antes,  de solucionar a mal tratada vida dos  humanos, cantada em verso e prosa pelo admirável Zé Ramalho, sobretudo à vida das  nossas crianças e dos nossos velhos, pois, como bem diz o nosso poeta antonense, Sosigenes Bittencourt: “dos velhos, pois foram eles que cuidaram de nós e das crianças porque são elas que irão cuidar de todos nós”. Para concluir: .Abaixo a Industria Cultural de massa e salvemos, com força e fé, a genuína e tradicional industria nordestina,  sem chaminé e representativa de toda uma região, já estigmatizada pela pobreza e tantas outras agruras.

AGTRAN continua “cochilando”…

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Por ocasião da recente reforma ocorrida na Praça Diogo de Braga, o entorno da mesma, antes com sinalização proibindo o estacionamento de veiculo, hoje, encontra-se sem nenhuma placa de trânsito. Os motoristas, claro, aproveitando-se do “cochilo” dos técnicos da AGTRAN estão economizando, pois ao invés de pagar a chamada “zona azul” estão deixando seus veículos na chamada “zona esquecida”.

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A AGTRAN, órgão que foi o criado com o objetivo de cuidar das coisas relativas ao trânsito da nossa cidade, no que diz respeito à rápida e eficiência prestação de serviço à comunidade, parece trabalhar em rotação “sonolenta”. Já com relação ao sistema de arrecadação financeira atua diferente bem diferente.

À mobilidade urbana, em função do constante aumento da frota de veículos nas ruas, das cidades brasileiras, tornou-se algo imperativo. A qualidade de vida das pessoas está intrinsecamente vinculada ao trânsito, quer seja nos deslocamentos individual ou coletivo. Apesar de alguns avanços pontuais, até porque não existia praticamente nada na cidade nessa área, a  atual direção da AGTRAN sairá de cena com saldo negativo, claro, no que diz respeito à boa prestação de serviço à cidade.

Prefeito eleito, Aglailson Junior, apresenta sua equipe de transição.

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Conforme anunciado, aconteceu na manhã de hoje (20) o evento que teve como objetivo a apresentação da equipe de transição, nomeada pela o recém-eleito prefeito da nossa Vitória de Santo Antão, Aglailson Junior. A coletiva de imprensa ocorreu no Teatro Silogeu José Aragão e contou com praticamente todos os órgãos de comunicação da cidade.

Com a casa cheia, Doutor Saulo e Aglailson Junior, em breves palavras, agradeceram a presença de todos. Após a abertura dos trabalhos o coordenador da equipe, Lívio Amorim, assim como outros membros do grupo explanaram sobre o trabalho que, na prática, já começaram desenvolver.

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Durante a sabatina com o prefeito-eleito Aglailson Junior, realizada pelos membros da imprensa local, o mesmo demonstrou segurança nas respostas. Falou da sua preocupação com o verdadeiro “desmonte” que está ocorrendo na prefeitura e anunciou reinterada vezes, que irá apurar tudo que está acontecendo.

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Sobre a AGTRAN, um dos motes da sua campanha, disse que irá dar-lhe uma nova feição. Com relação aos “ônibus dos estudantes”, pergunta formulada pelo blogueiro Márcio Souza, sinalizou na direção do melhoramento da frota. Com relação ao carnaval 2017, já que será o primeiro grande evento da sua gestão, falou que apesar dos “tempos difíceis” que se anunciam, pretende promover uma boa festividade.

Entre tantos outros temas a que foi provocado o novo prefeito, Aglailson Junior, quase sempre recorreu ao que havia sido debatido na recente campanha eleitoral, vez por outra, inclusive, usou da ironia, referindo-se à “tal família 55” (do bem) em detrimento ao  “povo do mal”.

Também presente ao evento, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, professor Pedro Ferrer, usou da palavra para realçar à tradicional boa relação da entidade com os familiares do novo prefeito Aglaison Junior, desejando, naturalmente, que os laços de amizade  sejam mantidos com o mesmo no comando da prefeitura. Veja o vídeo:

Ao final do evento foi disponibilizado aos membros da imprensa cópias dos dois ofícios já encaminhados na direção do atual prefeito, Elias Lira, para que o mesmo cumpra o que determina a Lei, ou seja: “fornecer as informações solicitadas pela comissão de transição, bem como apoio técnico e administrativo”.

Estes foram, portanto, os primeiros movimentos públicos da chapa vencedora do pleito municipal, ocorrido no último dia 02 de outubro. Resta-nos, contudo, torcer para que o intercâmbio administrativo, ora deflagrado, siga no rumo que contemple os melhores resultados para todos os vitorienses. Aproveito, assim como o fiz no Teatro Silogeu na minha intervenção oral, para parabenizar o Agllailson Junior com maneira pela qual deu publicidade aos seus atos, na qualidade de futuro gestor da nossa cidade.

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Centro Acadêmico da Vitória continua ocupado pelos estudantes.

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Na tarde ontem (19) estive no Centro Acadêmico da Vitória (UFPE) para registrar o “Movimento de Ocupação”, deflagrado pelos alunos desde a última segunda feira (17). Vale salientar que este movimento também acontece simultaneamente em outros educandários.

O movimento tem como objetivo vários pontos, segundo o estudante do curso de história,  Afonso. Desde a votação da PEC-241 e reformulação do ensino médio em todo país, passando por problemas interno que ocorre no próprio CAV e chegando até ao sucateamento dos ônibus usado pelos universitários. Veja o vídeo:

A amplitude da pauta reivindicatória é difusa e de extrema complexidade no que diz respeitos à sua contemplação por total, contudo  não podemos dizer que a luta é ilegítima. Neste delicado momento de “crise existencial” na Democracia Brasileira os estudantes  e professores jogam um  papel importante no processo de consolidação da mesma.


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Prefeito Elias Lira continua sem pagar o salário do funcionalismo municipal.

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Desde que foi decretada o fim da eleição municipal, a gestão do Governo de Todos entrou em “parafuso”. Além do desmonte administrativo, no que se refere ao atendimento básico, o prefeito Elias Lira também vem castigando o funcionalismo com atrasos nos salários.

Após a frustrante reunião ocorrida no Prédio da Promotoria local, ontem (18), a categoria decretou greve geral. Hoje (19) pela manhã registramos, em frente ao Prédio da Prefeitura,  um novo movimento reivindicatório. Segundo a presidente do sindicato dos professores, Roseane Oliveira, “o Ministério Público, praticamente, lavou as mãos”. Veja o vídeo:

O prefeito Elias Lira, diante de toda essa “Torre de Babel” administrativa continua IMPÁVIDO. Além de não se comunicar com os grevistas e muito menos com a população, através dos meios de comunicação, continua pondo seu maquiavélico projeto político de não “assinar” o recibo pela derrota do “seu” candidato a prefeito, Paulo Roberto.

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Caso o prefeito Elias Lira não saia da sua “zona de conforto”, certamente seu filho, Joaquim Lira, será o mais prejudicado, do ponto de vista eleitoral, nas próximas eleições. Independente de qualquer coisa, caso a solução não chegue rápido,  o movimento  grevista só tende a crescer, pois outros grupos começaram a se solidarizar, como é o caso dos alunos do CAV. Veja o vídeo:

Portanto, a cidade continua em estado de alerta, aguardando o desenrolar dos fatos, uma vez que, segundo  comentários  no local,  os motoristas dos ônibus dos estudantes – com dois meses de salário atrasado – também paralisaram  suas atividades. Com a palavra os gestores do Governo de Todos: Elias Lira, Veraluci Lira, Maria José Lira e etc…

Apresentação da Equipe de Transição: coletiva de imprensa.

Recebemos na manhã de hoje (19) ofício  circular enviado pela Frente Popular da Vitória – Coligação Partidária que elegeu Aglailson Junior e Doutor Saulo, prefeito e vice respectivamente – para coletiva de imprensa que tem como objetivo apresentar a Equipe de Transição. O evento acontecerá no Teatro Silogeu Professor José Aragão.

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Muito bem, o recém-eleito prefeito da Vitória de Santo Antão, Aglailson Junior, com este ato, já começa se diferenciar pois tratar a imprensa local com respeito e atenção não deixa de ser começar com “pé direito” o futuro governo.

Entra prefeito, saí prefeito, fica prefeito e até agora NADA!!!

Alheios aos mais diversos problemas e mudanças na cidade, os porcos continuam circulando livremente pelas vias e logradouros públicos da Vitória. Na tarde do domingo, por exemplo, no Pátio da Matriz, uma “família” de porcos caçava lixo para comer.

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Entra prefeito, saí prefeito, fica prefeito e até o presente momento este grave problema de saúde pública continua insolúvel. Não podemos, em pleno século XXI, numa cidade do porte da nossa, convivermos em espaços públicos com animais de grande porte achando  isso normal. Porco é porco e gente é gente…

Câmara de Vereadores: tem que melhorar e elevar o debate na nova legislatura.

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Passados alguns dias do pleito eleitoral municipal, na nossa Vitória de Santo Antão, cada um dos mais de 200 candidatos a vereador já pode avaliar com mais precisão suas experiências nas urnas. Alguns “marinheiros de primeira viagem” certamente já devem ter notado que ganhar nesse jogo não é fácil.

Além das regras formais serem excludentes, pois as manipulações e preferências partidárias já desequilibram o jogo na hora da “partida”, o eleitor também não ajuda na hora de escolher. Numa linguagem mais profunda lembramos que também existe a “ditadura da maioria”. Ora! Nem sempre a maioria está certa! Nem sempre a regra escolhida pelo maior número de congressistas representa o caminho mais acertado.

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As regras eleitorais são pensadas para haver a menor renovação possível. Também é verdade que os partidos políticos viraram uma “sopa de letrinhas” com vocação à promiscuidade eleitoral. Os partidos políticos e seus respectivos membros mudam mais de “ideologia” e lado que as roupas de uma manequim na vitrina de uma loja.

Pois bem, é dentro deste contexto  que adentramos no resultado eleitoral da eleição proporcional na nossa Vitória de Santo Antão. Se bem observado, a cada eleição municipal,  uma novasafra” de candidatos a vereador é colocada no “mercado”. Alguns seguem carreira e depois de várias tentativas até conseguem se  eleger. Já outros começam a entender que ser candidato é uma atividade comercial lucrativa, pois já na hora da  filiação  em um determinado  partido “X”, – dependendo da sua perspectiva eleitoral –  já sai na  vantagens material, ou seja: ganha dinheiro, terreno, emprego e etc.. A busca pelo voto do eleitor , para esses “candidatos comerciantes”,  normalmente passa a ser apenas mais um detalhe.

Apesar de alguns novos nomes que estarão na Casa Diogo de Braga, a partir de 2017, outros candidatos que nunca foram vereadores que  na minha modesta opinião elevariam o debate na casa, ficaram de fora.  Uns por falta de  voto e já outro por conta do chamado “coeficiente eleitoral”.

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Nessa lista, sem  nenhum demérito aos demais, citaria o professor Marcelo De Marco, o advogado Aristides Felix, o consultor público Elias Martins e o ativista social André Carvalho. Todos, pelos seus históricos de atuação e por serem portadores de um bom conjunto de informações, sem sombra de duvidas,  estariam credenciados a “esquentar” as discussões no Plenário da Casa Legislativa local.

Portanto, ao eleitorado mais esclarecido e aos futuros candidatos  que visão o chamado “voto consciente” e “voto de opinião” resta apenas, manter o ritmo, cobrar e fiscalizar o trabalho dos novos edis.

Já já o dinheiro vai aparecer…

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O inicio dessa semana, na nossa Vitória de Santo Antão, ficará  grafada na história política\administrativa local. A paralisação dos serviços básicos – educação, saúde e etc – deflagrada pelo funcionalismo público municipal por não receber seus salários  rendeu,  e ainda renderá,  muito desgaste ao prefeito Elias Lira e ao seu filho, deputado Joaquim Lira.

Todo esse “jogo de cena” do prefeito com pagamentos a conta-gotas e fracionados, faz parte do teatro eleitoral conduzido por ele, recentemente. Como já falei anteriormente, se Elias Lira efetuasse o pagamento do pessoal logo após o fechamento das urnas, no dia 02 de outubro, “assinaria recibo” da traição efetuada em cima de Paulo Roberto e de todo seu grupo amarelo.

Na minha modesta opinião, acho que o dinheiro para o pagamento do funcionalismo,  referente ao mês de setembro (2016), sempre esteve assegurado e disponível para o pagamento. Esse “segredo” certamente será  mais um,  entre tantos,  guardado por  Elias e sua equipe  gestora do “dinheiro azul e branco”.

Portanto, baixada a poeira eleitoral e os ânimos se acalmarem, o dinheiro vai aparecer afinal, Elias Lira foi condecorado com o prêmio de melhor gestor do Nordeste pela UBD, em função da sua austeridade na condução administrativa e pela sua correção e zelo com o dinheiro público. Vale lembrar  também a frase do amigo Ozias Valentim, proferida nos microfones da Rádio Vitória FM: “Elias é um prefeito legalista. Gosta de tudo dentro da Lei”.

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Nossa Vitória de Santo Antão sob o olhar da Sociologia.

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Por volta do meio de ontem (12) – feriado nacional –  juntamente com familiares, dirigi-me ao Vitória Park Shopping para almoçar. Por lá, encontrei várias pessoas amigas e tantas outras conhecidas. Deixei o centro de compras por voltas 14h. O “Shopping”, como a maioria dos vitorienses o chamam, aos poucos, vem mudando o cotidiano das famílias da nossa cidade, principalmente, nos final de semana e feriados.

Não quero aqui, nesse momento, entrar no mérito do fetiche do consumo ou mesmo na chamada indústria cultural, cada dia mais forte no nosso sistema capitalista feroz  proveniente do Mundo mercantil  cada vez mais globalizado. Não! Apenas quero “abrir os olhos” à mudança do hábito da nossa população assim como das cidades circunvizinhas.

Para as famílias da Vitória – possuidoras de um poder aquisitivo melhor – a Capital Pernambucana sempre foi, e continua sendo, o roteiro comum, quer seja nos finais de semana ou nos feriados. As casas nas mais diversas praias no Litoral Sul, majoritariamente,  no verão, sempre reuniu as famílias vitorienses mais abastadas financeiramente. E continua reunindo. Isso é fato. Refiro-me, aqui, claro, depois  da introdução  maciça do automóvel na  vida  dos brasileiros. E Vitória, não é um ilha.

Já para as famílias da classe média local, até pouco tempo inseridas numa outra estratificação social, as opção de lazer não raramente foram escassas. Geralmente, o entretenimento fora de casa agregado ao lazer para o conjunto familiar sempre contou com um custo elevado para sua realidade financeira.

As excursões para o litoral e, hoje, as piscinas coletivas espalhadas praticamente em todos os bairros periféricos da nossa Vitória de Santo Antão, aos domingos e feriados, se configuram em real  opções de lazer  para nossa população. O Vitória Park Shopping, indiscutivelmente, vem tornando-se outra opção viável  no passeio em família de boa parte da população vitoriense, inclusive,  de todas as classes sociais. Isso é fato.

Essa é, portanto,  mais uma mudança social pela qual nossa Vitória de Santo Antão vem passando. A ciência que estuda, entre outras coisas, o comportamento humano em sociedade,   chamada de SOCIOLOGIA, certamente explicará, mais adiante, que a população da Vitória de Santo Antão acompanhou uma mudança macroeconômica e que, na condição de Capital da Zona da Mata, coube à ela (Vitória) ser a locomotiva nesse  processo  de transformação na região..

O menino Lucas está precisando da sua ajuda!

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Através do amigo Guga da Cunha Lima, pessoa que conheço desde criança, na manhã de ontem (12), tomei conhecimento de uma corrente solidária que visa arrecadar uma quantia (R$ 7.000,00) para ser utilizada em uma  intervenção cirúrgica numa criança. A amiga Marcela Leal, pessoa que goza de toda credibilidade, também está engajada nessa campanha do bem.

O menino Lucas tem o tendão curto e precisa dessa intervenção cirúrgica o quanto antes, pois, há vários meses, sem sucesso, sua mãe tenta realizar a operação na rede pública de saúde e não consegue. Até agora, nada.

A criança continua sofrendo com dores intensas e já começa apresentar dificuldades para andar. A mãe  do Lucas, LUCICLEIDE MARIA BEZERRA DA SILVA, está pedindo ajuda a todos. Portanto segue, abaixo, os dados bancários:

CAIXA ECONOMICA
Agência 0626

Operação 013
Conta poupança 00056234 – 9
Lucicleide Maria Bezerra da Silva

Elias Lira e o seu “CRIME PERFEITO” em cima de Paulo Roberto, o “bobo da vez”.

Foto: Reprodução/FACEBOOK

Foto: Reprodução/FACEBOOK

Na nossa Vitória de Santo Antão, nos últimos dias, não se fala em outra coisa: A PARALISAÇÃO  DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL,  POR  FALTA DE PAGAMENTO.  Os colégios, os postos de saúdes, os motoristas dos ônibus e etc estão todos  numa situação difícil. Não se pode cobrar mais sacrifício, afinal o pessoal que “bate ponto” e cumpre carga horária tem todo direito de reivindicar seus direitos. É legitimo!!

Na minha modesta opinião para entendermos melhor o que está ocorrendo na área administrativa municipal, na  nossa cidade, precisamos buscar informações na ceara política eleitoral. Também é fato que, logo após o anuncio da derrota nas urnas do candidato a prefeito  apoiado pela máquina pública, Paulo Roberto,  os eleitores do grupo amarelo começaram a dizer – a uma só voz – que “Elias Lira não queria eleger, de fato,  o Paulo Roberto“.

Pois bem, sobre essa questão de Elias Lira não ter interesse em fazer o sucessor, gostaria de pedir licença ao internauta para falar: EU JÁ HAVIA DITO ISTO, HÁ MAIS DE DOIS ANOS. Aliás, testemunhas é o que não falta, até porque o fiz também, em várias oportunidades e de maneira pública, aqui pelo nosso Jornal Eletrônico.

Em algumas das  ocasiões fui chamado até de doido e complicado. Um amigo nosso, certa vez, apos escultar atentamente minhas explicações, em uma mesa de bar,  disse: “esse rapaz é muito complicado!! Ele quer ir ao Recife, mas primeiro tem que passar por Caruaru”. Não custa nada lembrar que em junho de 2015 postei  uma matéria aqui no blog, cujo título foi: ELIAS LIRA JÁ COMEÇOU AMOLAR O SEU PUNHAL DA TRAIÇÃO”.

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Na circunscrição política local tudo que está acontecendo, hoje, foi programado e planejado pelo prefeito Elias Lira. Aliás, devo dizer também que logo após a reeleição do atual prefeito, em  (2012),  fui a primeira  pessoa a  anunciar, publicamente,  a candidatura a deputado estadual  do Joaquim Lira. Eles negavam – pai e filho –  de “pés juntos” que não havia essa história de candidatura. Moral da história: eu estava certo.

Disse também, lá atrás (2014), inclusive ao amigo Ozias Valentim então secretário da gestão do Governo de Todos que,  logo após Joaquim fosse eleito deputado estadual, Elias Lira  cuidaria – pessoalmente – de dividir seu grupo político para que não houvesse a menor chance do seu candidato ganhar a eleição municipal em 2016. Se alguém tem duvida do que estou dizendo, basta perguntar ao  próprio Ozias Valentim… Ora !! Se tinha  uma pessoa que sabia,  antecipadamente,  que a divisão do grupo levaria a derrota eleitoral mais à frente, esse alguém era o próprio Elias Lira.

O curioso é que quando ele quis eleger Joaquim deputado (2014), dando-lhe uma votação expressiva na cidade, ele soube muito bem  juntar “gregos e troianos” num mesmo palanque. Trabalhou para abortar a então candidatura a deputado de Edvaldo Bione, deixou “subir no seu palanque” outros candidatos a deputado federal, além do seu, André de Paula. Ele sabia o que queria… Todos devem se lembrar exatamente do que estou dizendo agora.

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Depois de “destronar” da presidência da Câmara de Vereadores, antes do tempo, Edmo Neves e desempregar das tetas da prefeitura o pessoal de Henrique Queiroz, Elias Lira cuidou de dividir a sua  própria “cozinha” política,  na medida em que  inventou e até inflou à suposta candidatura de Ozias Valentim a prefeito. Achando pouco, ainda criou um cenário para desagradar o presidente do PMDB local, Alexandre Ferrer. Ao final, à revelia de tudo e todos, escolheu para liderar o processo sucessório o candidato  que menos agregava. Paulo Roberto gastou uma “energia” gigantesca para  tentar ajustar as diferenças no próprio grupo e para  aparar as arestas, muitas das quais,  por ele mesmo criada. Ainda  tentou de tudo para  juntar o que havia perdido antes,  mas não conseguiu porque Elias fez o trabalho  bem feito,  ou seja: dividiu  “com força”.

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Conhecedor de perto da astúcia, da vontade e da sede de Paulo Roberto ascender ao trono do Palácio Municipal, Elias Lira também era sabedor, do ponto de vista financeiro, da capacidade de Paulo Roberto avançar no curso da campanha. Para não correr o risco de “morrer na praia” e ver seu plano maquiavélico escapar das mãos,  na última hora, Elias Lira cuidou de desmontar a máquina pública na reta final da campanha, para assegurar a derrota do “seu” candidato, Paulo Roberto. Para criar “discurso interno”, entre outras coisas, ele até inaugurou a reforma da Praça Diogo de Braga “em cima” da eleição,  para demonstrar  que estava  ajudando  Paulo… Elias fez tudo que estava ao seu alcance para derrotar  o Paulo Roberto.

Apenas para relembrar:  na sua reeleição para prefeito (2012) Elias criou um cenário de prosperidade na cidade. Muito marketing. Muitas ordens de serviço. Muitos Fogos. Até os carros de coleta de lixo circulavam com alto falante alardeando musicas e benfeitorias da gestão. Na Rádio Vitória FM, criou-se  até um programa: “bom dia secretário”. Aliás, o slogan era: O QUE TÁ BOM, VAI FICAR MELHOR – “Agora as contas da  prefeitura estão equilibradas”, frase repetida muitas vezes  pelos seus apoiadores.

Já na campanha do seu sucessor – Paulo Roberto –  Elias não pagou o funcionalismo em dia. Deixou vários movimentos,  contra o governo crescerem. Elias  também deixou a saúde pública municipal  na UTI e não contra-atacou à agenda negativa produzida pela AGTRAN. Se Paulo disputou a eleição até os 45 do segundo tempo, deve-se à sua capacidade financeira e o conjunto partidário do qual estava inserido, sem contar, claro da sua “sede pessoal”.

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Isto posto, portanto, nos dá uma pequena dimensão de quanto a política partidária, ocorridas nos bastidores do palanque e nas “coxias” eleitoral, se constitui em uma “mundo” bem distante do que pensa a esmagadora maioria dos eleitores.

Portanto, para encerrar, gostaria de dizer que certamente  toda  essa “suposta dificuldade financeira” e desmonte administrativo que vem passando o nosso município é mais  uma ARMAÇÃO DO PREFEITO ELIAS LIRA, pois todo esse atraso e confusão, na minha  modesta observação,  É PROPOSITAL. Raciocine comigo:

Ora! Se o prefeito pagasse o salário dos funcionários com poucos dias, após o pleito, estaria aí, então,  a “PROVA DO CRIME”, ou seja: “a assinatura do recibo” que Paulo Roberto e os eleitores do grupo amarelo precisam para não ter mais dúvida que Elias Lira HAVIA TRAÍDO PAULO E  TODO SEU  GRUPO POLÍTICO.

Contudo, quero acreditar que toda essa bagunça administrativa é apenas mais um “MIGUÉ”, mais uma “PAIMA” do prefeito Elias Lira. Na nossa cidade, infelizmente, PARECE QUE  O MELHOR E MAIS SEGURO  PARTIDO POLÍTICO É O  P-P-F, ou seja:   PARTIDO DE PAI PRA FILHO.

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