Os bichos voltaram a circular pelas vias públicas da cidade……

Não obstante o serviço implantado pela atual gestão municipal, de fiscalização e recolhimento de animais de grande porte soltos nas vias,  continuar ativo, como constatamos semanas atrás, hoje, nossas lentes registraram, mais uma vez, no bairro do Cajá, uma porca se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira e imundice.

O prefeito Aglsilson Junior, ao que parece, deve dá uma renovada na equipe para desenvolver essa tarefa. Se no início do seu governo o serviço foi eficiente, agora, está deficitário e os bichos estão voltando a circular e perambular pelas vias públicas…..

Vitória: 175 anos na categoria de cidade!!

Ontem, 06 de maio, nossa cidade, Vitória de Santo Antão,  completou 175 anos de nascimento. Sim! Não confundamos as datas: Há 392 anos aconteceu o nosso povoamento. Há 373 anos ocorreu a Batalha das Tabocas e há 206 anos conquistamos a nossa autonomia política. Cada data tem a sua importância e simbologia no contexto local.

Antes, porém, de chegarmos à categoria de cidade existimos, inicialmente, 47 anos como povoado, 139 anos na categoria de freguesia, 31 anos sendo uma vila e nos últimos 175 anos ostentando o título de cidade (2018). Salientemos, então,  que como cidade,  no primeiro século, fomos apenas Vitória e, só a partir de 1943, em função do decreto Lei-estadual nº 952, que proibia a existência da toponímia nacional, como Vitória de Santo Antão (75 anos).

A lei provincial que nos elevou à categoria de cidade, em 06 de maio de 1843, foi a 113, assinada pelo então Conde da Boa Vista. Na ocasião, ganhamos o nome apenas de “Vitória”,  em homenagem à épica batalha ocorrida no Monte das Tabocas. Comemorar as datas cívicas importantes, no Brasil, não é algo comum. Certamente, isso ocorre, pelo fato de termos uma história nacional forjada inversamente, ou seja: de fora para dentro.

Quando me refiro à comemoração não quero dizer, necessariamente, com banda de forró ou pagode,  em praça pública. Às datas cívicas sugerem promoções mais voltadas ao conhecimento histórico. Esses acontecimentos, indiscutivelmente, florescem e promovem frutos genuínos. Algo que será agregado ao individuo nativo e que, possivelmente, irradiará ganhos sociais e coletivos por toda sua existência.

As datas marcantes, se bem utilizadas, também nos servem como excelentes exercícios à memória histórica. Imaginar, porém, do ponto de vista sociológico, como as pessoas viviam à época dos acontecimentos, como pensavam, de que maneira se relacionavam, quais os costumes marcantes, quais os temores que mais lhes inquietavam, em que contexto as mudanças ocorreram  e etc, de certa forma, nos ajudaria a entender muito mais os problemas sociais, hoje, vividos nacionalmente e, em particular,  na nossa polis.

Portanto, não me canso de dizer: o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória foi, e é o maior projeto cultural de todos os tempos, já implantado na nossa cidade. A sua missão, atuação e compromisso social ultrapassam seu espaço físico. A preservação da memória de um povo é algo indelével. Sua história, seus costumes e seus vultos, por exemplo, são referências que nos apontam, com mais  segurança, um caminho na direção do futuro pois, os mesmos, foram  edificados nos acontecimentos,  prontos e concluídos, do tempo pretérito. Nesse momento cívico comemorativo, reacendo, mais uma vez,  minhas esperanças que um dia os nossos gestores municipais possam entender a grandiosidade do projeto aludido e, mesmo sem ser de alma, possam se despir da opaca armadura da indiferença. Aliás: ESPERANÇA é o sonho real de quem se encontra sóbrio e acordado.

Parabéns Vitória de Santo Antão!! Viva o nosso Instituto Histórico!!!

Em grande estilo, o Instituto Histórico celebrou a passagem da elevação, de vila à cidade, da nossa Vitória de Santo Antão.

Conforme anunciado, aconteceu na noite da sexta (04) o evento promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória,  atinente à passagem dos 175 anos da elevação de vila à categoria de cidade, da nossa Vitória de Santo Antão. Dentro da programação constaram homenagens, inauguração, tomada de posse de novos sócios e  palestra.

Na qualidade de sócios já falecidos, que prestaram relevantes serviços à instituição, “seu” Vino e Raminho Fotógrafo, doravante, terão suas fotografias expostas na galeria da casa. Os respectivos familiares subiram ao palco para cumprir o protocolo.

Os familiares do cantor vitoriense  Pierre – a Pressão de Pernambuco – , falecido prematuramente em 2015,  na ocasião,  fizeram doação de peças do figurino do artista para enriquecer o  acervo do museu, no que diz respeito ao novo espaço dedicado ao nosso entrudo carnavalesco,  que foi viabilizado em função da destinação de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado Henrique Queiroz, no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). Veja o vídeo.

O ponto alto do encontro solene, por assim dizer,  ficou por conta da extraordinária palestra proferida pelo pensador contemporâneo Gustavo Krause. Santonense de nascença,  Gustavo atuou no mundo político com destaque, tanto no plano estadual quanto no nacional. Em relação ao confuso e nebuloso quadro político em que atravessa nossa nação, entre outras coisas, disse Krause: “ há esperança para o Brasil”. Veja o vídeo.

Em ritmo de frevo, executado pela Orquestra Ciclone, comandada pelo Maestro Givaldo, os convidados saborearam doces e salgados e brindaram o auspicioso momento com o coquetel oferecido pelo Engarrafamento Pitú. Veja o vídeo.

Segundo informações a Dengue em Vitória está voltando com toda força!!

Os números são alarmantes! A televisão mostra todos os dias  filas e mais filas nos postos de saúdes, nas mais variadas regiões do país.  A população, carente de informações seguras e  escaldada de tanto descaso, começa ficar temerosa.

Nos últimos dias, nas redes sociais, circulam informações dando conta de novas nomenclaturas de surto de gripe….. H1N1, H1N2 N1@#$…. Febre Amarela, Azul, Cinza, Verde, Vermelha e porá aí vai…. É terror para todos os lados…..

Pois bem, com relação a todas essas “febres” e “surtos”,  confesso não ter informações de fontes seguras….Leio o que está disponíveis na imprensa. Mas já com  relação à cidade da Vitória, dias atrás, escutei um relato de um profissional da área de saúde, com bastante experiência, que me deixou preocupado……

Disse-me ele que a DENGUE – e todas as outras derivadas –  está voltando com bastante força na nossa cidade. Tanto no Hospital João Murilo quanto nos postos de saúde, segundo suas informações, os casos só fizeram aumentar ultimamente.

Os governos, nas três esferas, gostam muito de fazer propaganda para dizer o que está fazendo para cuidar e socorrer as pessoas que foram afetadas com determinadas enfermidades, como é o caso das crianças com microcefalia, mas,  nos últimos meses,  não lembro  de  haver tomado conhecimento do que produziu os órgãos governamentais na prevenção da Dengue, por exemplo. Uma oportuna  pergunta: o que a Secretaria de Saúde do nosso município realizou e vem realizando nesse sentido?

Instituto Histórico comemora mais uma passagem do aniversário da elevação da Vitória à categoria de cidade.

 

Com palestra do santonense Gustavo Krause o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória realizará, no dia 04 de maio, às 19:30h, no Teatro Silogeu José Aragão Bezerra, a solenidade referente à passagem de mais um aniversário da elevação da Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. Na programação consta também tomada de posse de novos sócios e a inauguração do espaço dedicado ao Museu do Carnaval.

Revolução já!! Sem partidos e sem ideologias……

Faltando praticamente cinco meses para um novo encontro do eleitor brasileiro com as urnas – até o presente momento –  o cenário político nacional  ainda continua bastante nebuloso. “Medalhões”, antes colocados como uma alternativa viável e “confiável” para dirigir a nação, tal qual o senador Aécio Neves, atualmente, estão muito mais próximos da cadeia do que das cadeiras palacianas.

Aquilo que,   lá atrás, atribuímos valor indispensável ao processo da redemocratização do Brasil, na retomada do poder pelos civis, após o período de exceção, imposto pelos militares, os partidos políticos, ao longo do tempo, ao que parece,  pauto-se, majoritariamente  pelas práticas delituosas – como um conjunto de  facções criminosas –  do que investiu suas energias na pluralidade das ideias e na boa aplicação das mesmas, sobretudo no contexto administrativo e parlamentar.

Atualmente,  o nosso Brasil anda tão carente de novas lideranças políticas que até o apresentado global do “Caldeirão” – o Luciano Huck – apresentou-se como uma espécie de solução ecológica. Para se mensurar o fosso em que estamos afundados, basta dizer que os dois pré-candidatos a presidente mais situados nas pesquisas eleitorais, respectivamente, estão em lado diametralmente opostos,  no mundo da criminalidade, ou seja: o primeiro,  condenado e preso. O segundo,  militar autoritário e “justiceiro”.

Nesse vácuo, por assim dizer, as esperanças no processo que se apresenta, infelizmente, são poucas. Não podemos crer na melhoria de um país,  que se diz democrático,  no qual o Poder Judiciário, com raras exceções, não cumpre o seu papel que é de punir os culpados. Não concluir os processos, se socorrendo da justificativa da “morosidade e acumulo”, é um verdadeiro incentivo à impunidade. Por aqui, ao que parece, o crime  continua compensando.

 No Brasil, nas últimas décadas, o que mais cresceu e se organizou foi a desordem, o descumprimento às leis e o ordenamento social. As facções ocuparam os espaços do estado nas áreas carentes e ganharam fôlego no caixa. A milícia sufocou o sistema legal,  por pura inatividade dos órgãos governamentais, sobretudos os comprometidos com a corrupção sistêmica e, se não bastasse, enquanto isso,  os poderes executivo e legislativo, nas três esferas,  passaram a operar em favor dos que detém o capital. Só a revolução nos salvará!! Sem partidos políticos  e sem ideologias, mas em favor da cidadania……

Túnel do Tempo: – por Josebias Bandeira de Oliveira.

Através do Facebook, sempre estou acompanhando as postagens  do Josebias Bandeira, relacionadas ao tempo pretérito da nossa Vitória de Santo Antão. Hoje, tomei a liberdade de compartilha-la  no nosso Jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

Seu Passado sua história:
Imagem fotográfica do Andor de N.Srª do Livramento. Nesta fotografia,  da esquerda para direita,  meu pai, José Bonifácio,  minha madrinha Olindina,  meu padrinho Luis Álvares dos Prazeres, Tio de minha mãe e seu genro Ví. Na outra extremidade do Andor o prefeito da cidade,  Nô Joaquim. Neste ano, meus pais falavam que a bandeira de N.Srª do Livramento saiu da residência do meu avô.

Acervo do Cartofilista Marchand e pesquisador,  Josebias Bandeira de Oliveira.

Instituto Histórico comemora mais uma passagem do aniversário da elevação da Vitória à categoria de cidade.

Com palestra do santonense Gustavo Krause o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória realizará, no dia 04 de maio, às 19:30h, no Teatro Silogeu José Aragão Bezerra, a solenidade referente à passagem de mais um aniversário da elevação da Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. Na programação consta também tomada de posse de novos sócios e a inauguração do espaço dedicado ao Museu do Carnaval.

AGTRAN: bastava um teste por uma semana……….

Na manhã de hoje (02), mais uma vez, fiquei “enganchado” no trânsito, no mesmo local de sempre, ou seja: GARGALO QUE SE FORMA, TODOS OS DIAS, NO CRUZAMENTO DA RUA DR JOSÉ RUFINO COM A VIA PRÓXIMA À CASA DOS POBRES.

Nesse contexto, porém, as pessoas que  precisam se deslocar na direção dos seus respectivos postos de trabalho,  ou mesmo os estudantes aos estabelecimentos de ensino são expostos, sobretudo nos diás úteis,  a uma dose de stress extra, na minha visão, contornável.

Não consigo imaginar,  os motivos pelos quais,  os técnicos da AGTRAN não conseguem perceber – ou por falta de interesse  ou capacidade mesmo –  que à regulamentação daquele estacionamento, ao lado da Igreja Assembleia de Deus, é o principal  gerador de boa parte de toda essa retenção no fluxo de veiculo, naquela localidade. Hoje, a fila chegou quase no Viaduto do Cajá.

Mais uma vez, sugiro uma ação que não irá onerar um centavo aos cofres público municipal: em caráter experimental, proponho à proibição do referido estacionamento,  das 6h até às 19h, durante uma semana. Observa-se e perguntar-se aos motoristas se melhorou ou piorou o fluxo de veiculo, ali. Simples assim!!!

Pitú participa da maior feira supermercadista do mundo.

A cachaçaria pernambucana Pitú terá participação inédita na maior feira e congresso supermercadista do mundo, APAS Show 2018, que acontecerá na Expo Center Norte, em São Paulo, entre os próximos dias 07 e 10 de maio. Na ocasião, a Pitú deixará seus produtos expostos em um estande com o layout especial em comemoração aos seus 80 anos. Haverá, também, a degustação de toda linha de produtos da cachaçaria, com destaque para o drink Caipirinha e a cachaça premium Vitoriosa. Além da forte presença e consolidação no Nordeste, a Pitú também distribui seus produtos para todo o Brasil e tem grande número de consumidores nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, sendo a APAS Show uma oportunidade para a cachaçaria fortalecer o canal de comunicação com as empresas dessas regiões e fechar novos negócios.

Sobre a APAS Show – A APAS Show 2018, promovida pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), leva o que há de novo e análises de mercado para fornecedores e dirigente de redes e lojas. Na edição do ano passado foram gerados R$7 bilhões em volume de negócios, houve também o aumento de 4% de inscritos quando comparado a 2016, recorde de congressistas e a participação de 719 expositores. Considerando a internacionalidade do evento, a APAS do ano passado contou com a participação de 560 visitantes de 61 países e 239 expositores internacionais.

Instituto Histórico comemora mais uma passagem do aniversário da elevação da Vitória à categoria de cidade.

Com palestra do santonense Gustavo Krause o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória realizará, no dia 04 de maio, às 19:30h, no Teatro Silogeu José Aragão Bezerra, a solenidade referente à passagem de mais um aniversário da elevação da Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. Na programação consta também tomada de posse de novos sócios e a inauguração do espaço dedicado ao Museu do Carnaval.

“Dona” Neném: uma fonte histórica importante para a “Taboquinhas” e o carnaval vitoriense.

Como podemos ter segurança ao narrar acontecimentos nos quais não fomos testemunhas oculares? Eis aí um trabalho para os pesquisadores e profissionais da área das ciências humanas, até porque, tem um adágio popular que diz: “quem conta um conto aumenta um ponto”. Dentre as inúmeras fontes disponíveis para, com segurança, contextualizar e repassar informações relevantes às gerações vindouras encontra-se a fonte oral. Evidentemente que as fontes orais devem ser analisadas. Não é qualquer fonte que tem “Fé de oficio”.

Casualmente, na noite de ontem (29), encontrei o amigo Paulinho Lima – filho de “seu” Antonio Lino e de “dona” Neném. Em 2018 “dona” Neném continua  dobrando as folhas do calendário da vida –  Já passou do centésimo. Com a saúde fragilizada, mas com a cabeça “em dia”, anos atrás, ela, oralmente, desvendou um “mistério” que a muito povoava a cabeça dos carnavalescos locais.

Na qualidade de agremiação mais charmosa da nossa  cidade, O Clube de Fado Taboquinhas, teve como fundador, entre outros, “seu” Antonio Lino. Sobre a sua fundação, há duas datas. 1924 e 1925. Pela lógica, deduzimos que a mesma foi criada em 1924 e realizou o seu primeiro desfile carnavalesco em 1925 – tal qual como  aconteceu com os Clube Vassouras  e  A Girafa–  o Vassouras, foi fundado  em 1921  e fez o seu primeiro desfile carnavalesco somente 1922. A Girafa,  fundada em dezembro de 1949, estreou no entrudo local só em 1950.

 No tocante as músicas da “Taboquinhas” não se sabe – até o  momento – se existem, concretamente, fontes documentais  que possam comprovar os autores das mesmas. Com relação à música “Pedimos Passagem” – uma das mais conhecidas – contou “dona” Neném,  ao seu filho Paulinho, no terraço da sua casa, que a mesma havia sido composta por uma senhora da cidade de Jaboatão,  que durante muito tempo trabalhou na coletoria estadual e que, juntamente com seus  familiares, participou da vida social e carnavalesca da nossa cidade.  O nome dela era  Edileusa Bezerra Santos (foto ao lado).

Certa vez, por ocasião de um evento promovido pela Associação Comercial da Vitória, ocorrido no Restaurante Gamela de Ouro, onde procurou-se  certificar e homenagear pessoas identificadas com a nossa festa maior – carnaval – a senhora Edileusa esteve presente. Infelizmente, com a idade avançada, a senhora Edileusa  faleceu no transcurso do ano passado.

A história é dinâmica! Em alguns casos, com o passar dos anos, alguns fatos, quando não registrados devidamente, acabam sendo sucumbidos para sempre. Já outros, em função das modernas técnicas –  como a arqueologia, por exemplo –  são trazidos novamente ao centro de um novo debate,  para rescrever os fatos. Contudo, não poderia deixar de terminar essas linhas,  gritando: VIVA A TABOQUINHAS!!!!

“O Dia do Trabalho”: no Mundo, no Brasil e na Vitória!!

Amanhã, 1º de maio, feriado nacional, se comemora “O Dia do Trabalho”. A data também se popularizou  por aqui como  “ O Dia do Trabalhador”. Foi no ano de 1886, na industrializada cidade de Chicago, nos EUA, em um “Primeiro de Maio”,  que milhares de trabalhadores saíram às ruas para protestar – por conta da elástica jornada de trabalho (13 horas diárias) – que tudo começou. Por conta da repressão policial, revoltas e mortes,  nos dois lados que , em 1889 – três anos depois –  na França,  a data foi consagrada. Atualmente, em vários países, o dia primeiro de maio é celebrado com feriado nacional

No Brasil, oficialmente, desde 1924, no governo do presidente Arthur da Silva Bernardes,  a data passou a ser feriado. Contudo  foi na “Era Vargas” que a comemoração ganhou força e se popularizou no sentido inverso – por assim dizer. Se antes,  o primeiro de maio, mundo a fora,  servia como uma tribuna reivindicatória da categoria – organizada em sindicatos – por aqui, a mesma  ganhou contornos festivos……

Foi em 1º de maio de 1940, por exemplo, que ficou instituído o salário  mínimo. Já na “comemoração” de 1941, foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente ao conflito entre patrões e empregados.

Na nossa Vitória de Santo Antão, em um passado não muito distante, havia muitas comemorações, vinculadas ao dia, sobretudo em anos de eleição. Atualmente, aqui e acolá, acontecem alguns  eventos, mas, oficialmente, nada que mereça um registro mais consistente.

“Seu Boteco” é mais nova casa noturna da Vitória…..

Inaugurou, recentemente, no Pátio da Matriz mais um espaço dedicado à vida noturna da cidade. “Seu Boteco” é um espaço agradável – os dois ambientes. No primeiro andar, além dos bons petiscos e do variado tipo de bebidas, o espaço tem música “ao vivo”. Ao amigo Roberto Fogaça, proprietário da casa, desejo-lhe sucesso,  no seu mais novo empreendimento.

Na ocasião, no palco, os artistas vitorienses Bruno Barros e Márcia Nascimento brindavam a todos como o melhor da MPB. Veja o vídeo.

Instituto Histórico em movimento….

Por convocação da diretoria do nosso Instituto Histórico e Geográfico aconteceu, na tarde do sábado (28), sob a coordenação do presidente, professor Pedro Ferrer,  uma reunião que teve como principal objetivo debater novos projetos para o nosso museu. Aliás, não custa nada lembrar que na próxima sexta-feira – 04 e maio – haverá  sessão Solene na “Casa do Imperador” para celebrar mais uma passagem da elevação da nossa  Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. O palestrante oficial da noite será santonense Gustavo Krause.

Prédio do Chalé X Farmácia Big Ben: NEM MÉ, NEM CABAÇA!!!

Hoje pela manhã ao transitar pelo centro da nossa cidade, Vitória de Santo Antão,  da maneira mais primitiva, observei, com tristeza e uma certa indignação trabalhadores retirando moveis e utensílios do prédio que funcionava uma unidade da Rede de Farmácia Big Bem.

À tristeza, naturalmente, é saber que mais uma empresa está fechando. Saber, também,  que mais de mil pessoas em Pernambuco perderam seus respectivos postos de trabalho, uma vez que existiam 64 unidades da marca no nosso estado que, simultaneamente, encerraram suas atividades. Em outros estados, empresas vinculadas ao mesmo grupo – Brasil Pharma – também baixaram suas portas. Segundo informação da grande mídia,  todo esse processo tem haver com a Operação Lava Jato.

Já à indignação, por assim dizer, tem como ponto de partida à destruição de mais um prédio histórico da nossa cidade. Não sejamos ingênuos: o progresso imobiliário draga tudo!! Em um curto espaço de tempo já  perdemos o prédio do Hotel Fortunato, a Praça Duque de Caxias, casas com arquitetura que nos remetem a séculos passados e, ao que tudo indica,  estamos prestes a perder de vez o que nos resta do imponente Mercado da Farinha.

Os tempos são outros! Diferente de antigamente, onde, entre nós, não existia, de fato,  a cultura da preservação da memória, através dos prédio públicos e particulares, por exemplo, hoje,  já temos legislação e mecanismos governamentais exclusivamente para cuidar e proteger esses espaços.

Infelizmente, nessa questão, nossa cidade continua andando para trás. Entra prefeito, fica prefeito, sai prefeito e nada muda…….Eis aí, portanto, um recente exemplo, de que as coisas poderiam ser bem diferentes. Agora ficamos todos mais pobres: nem Farmácia Big Ben (com prédio moderno) nem a memória viva do prédio do antigo Chalé. Ou seja: NEM MÉ,  NEM CABAÇA!!!

A MC Carol e o PCdoB: tudo haver…..

Desde a chegada da Família Real em terra tupiniquins, em 1808, fugida das garras do conquistador francês Napoleão Bonaparte, que o Rio de Janeiro tornou-se, entre outras coisas, a metrópole cultural daquilo que, a partir de 07 de setembro 1822, veio a ser um país chamado Brasil.  Em regra geral, portanto, tudo que aconteceu na “Cidade Maravilhosa” – em maior ou menor escala –, com o  passar dos anos, reproduzido-se  no restante do território nacional –  coisas boas ou ruins, diga-se de passagem……

Pois bem, em função das eleições gerais, marcadas para outubro próximo, os partidos políticos estão em plena atividade,  visando seu fortalecimento na qualidade de ente federativo sem esquecer, evidentemente, de ampliar seu espaços nas assembleias estaduais. Isso é legitimo e totalmente legal, num país democrático como o nosso Brasil.

Na caça ao voto do eleitor, em tempos de mau humor do eleitorado, na cabeça dos políticos, tudo é válido. Partidos de todas as tendências procuram novos quadros. Diferentemente da “Era do Bipartidarismo”, ideologia e afinidade com o que prega o estatuto da agremiação que se pretende ingressar,  parece-nos que, há muito tempo, já  virou letra morta.

Nesse contexto, porém, por uma questão de “resistência” ao ideário marxista, corrente de pensamento surgida lá na metade do século XIX, algumas siglas – em meio à essa verdadeira “sopa de letrinhas” –   se gabam por empunhar a chamada “bandeira ideológica”. Dentre as quais, destacamos o PCdoB – Partido Comunista do Brasil,  surgido em 1962, em São Paulo,  com forte penetração nos sindicatos e espaço estudantil.

Eis que aparece como nova afiliada – PCdoB -, com domicilio eleitoral no Rio de Janeiro, a artista MC Carol. Segundo comentários da mídia e redes sociais, ela se apresenta como pré-candidata a deputada estadual. Na qualidade de cidadã e com os seus direitos políticos intactos a mesma tem o legitimo direito de pleitear um cargo político eletivo. Aliás, ela faz muito sucesso como artista o que nos sugere um plus na difícil tarefa de angariar sufrágios.

No meu modesto entendimento, na qualidade de observador da cena política, imagino que o PCdoB, com essa aposta eleitoral – MC Carol -, independente do seu êxito ou não, evidencia, de maneira prática,  aquilo que pensadores importantes já haviam identificado,  lá atrás, ou seja:

“toda esquerda no mundo hoje é obsoleta, conservadora e reacionária. Ela se organizou em termos de pensamento e ação no século 19 para concorrer com o liberalismo em termos de imaginário futuro de organização social. O liberalismo oferecia o progresso, a esquerda oferecia a revolução pela ruptura. A queda do muro de Berlim destruiu esse projeto alternativo. A esquerda desde então tem estado na defensiva e não é à toa que sua palavra de ordem seja resistência”

Contudo, concluo essas linhas reproduzindo, abaixo, um vídeo da MC Carol. Desejo-a muito sucesso na sua nova empreitada. Desta feita, alinhada à ideologia  política e sintonizada com o estatuto da sua mais nova agremiação partidária- PCdoB – Partido Comunista do Brasil.

 

 

 

O internauta Jairo relembra o tempo de estudante, no período da construção do atual prédio do Colégio Pedro Ribeiro.

Na época, não tinha a menor noção do que estava acontecendo, mas no início do ano letivo, fui informado de que estudaria num novo prédio: – o novo prédio do” grupo escolar Pedro Ribeiro”, assim era chamado na época. Fui pra lá e vivenciei o que havia de bom na cidade. Professores com Maria de Lourdes Prado, Professora Ruth e, se não me engano, Professora Valdinete; profa. Maria de Fátima Vasconcelos (irmã do grande amigo Zé Reinaldo), prof. Orlando Sena, entre outros. Agradeço muito ao período em que passei em Vitória. Filho de Maninho do escritório de contabililidade (Ivanildo Vilarim), não posso deixar de contabilizar esse imenso acervo, não apenas cultural,  mas de grandes amizades.

Jairo de Oliveira Quirino. 

Apesar do serviço de recolhimento da prefeitura permanecer ativo, os bichos voltaram a circular pelas vias públicas

Na manhã de ontem (25) nossas lentes registraram, na Rua José Rufino Bezerra, também conhecida como “Principal do Cajá”, uma porca perambulando livremente, rasgando as sacolas de lixo e promovendo a maior imundice pelas calçadas.

Desde o inicio da gestão, comandada pelo prefeito Aglailson Junior, um serviço foi colocado à disposição da população. Uma espécie de “Plantão de Recolhimento de Animais Soltos nas Ruas” (não lembro exatamente o nome do serviço). Os munícipes, através do contato – (81) 9.8373.5033, deveriam demandar para o devido recolhimento.

Obs: Em agosto de 2017 o número para contato contato era: (81) 9.8825.7888

Segundo informações do site oficial da prefeitura, no ano de “2017, foram realizada 63 apreensões de animais de grande porte, destes 46 foram liberados”. Pois bem, nas últimas semanas tenho observado que a “bicharada” está voltando às ruas…..

Muito bem, para conferir se o referido serviço ainda continua  realmente funcionado, uma vez que estou observando os bichos nas localidades em que circulo diariamente, hoje pela manhã, por volta das 11hs liguei para o numero divulgado  (9.8373.5033).

O cidadão que atendeu a ligação se identificou como “Dido”. Ao ser questionado se o serviço ainda estava ativo, respondeu positivamente. Disse-lhe que, hoje pela manhã, os bichos estavam circulando pelo bairro do Cajá – o lixo espalhado pelas calçadas das Ruas Elzanira Bezerra e Jornalista Célio Meira, seriam, então, a “prova do crime”.

Em seguida, de outro número de telefone, ele me ligou para saber exatamente o local em que os bichos haviam circulado. Expliquei mais uma vez. Bom! Comprovei que  serviço está ativo, mas sua eficácia é duvidosa, haja vista os recentes flagrantes das nossas lentes. Portanto, deveremos demandar e cobrar da gestão uma maior ação nessa questão. Aliás, não canso de dizer: BICHOS SOLTOS NAS RUAS É UM PÉSSIMO CARTÃO DE VISITA PARA A CIDADE!!!

 

“Tudo Pelos Ares”: o mais novo livro do imortal José Nivaldo Junior.

Raciocinar “fora da caixa” é propriedade de poucos. Escrever bem, não é tarefa das mais fáceis. Concatenar as ideias mais profundas e transmiti-las oralmente, de maneira clara e agradável, é o sonho de consumo de todos os intelectuais,  que desempenham a nobilitante tarefa de ensinar.  Sem nenhum demérito aos intelectuais que conheço, enxergo no escritor e publicitário, José Nivaldo Junior, todos esses predicados juntos.

Na medida do possível, sempre estou a degustar do seu convívio, mesmo que de maneira distante, através das ondas sonoras do rádio. Zé Nivaldo é um verdadeiro espetáculo!! Recentemente,  lançou mais um livro. Chama-se “Tudo Pelos Ares”. Uma obra de ficção no contexto atual  – histórico – da Operação Lava Jato,  sem necessariamente fidelizar os personagens com os atuais atores,  implicados no mundo real.

Ainda não tive o privilégio de comprar o seu mais novo livro. Mas farei na primeira oportunidade. Mesmo sem gozar da sua amizade pessoal, sou  fã e admirador do seu trebalho. Desejo vida longa ao mestre  Zé Nivaldo. Aliás – falar a verdade não é crime –  Zé Nivaldo é dessas pessoas que não deveriam morrer nunca………..