As Irmãs Cavalcanti – por Walmar de Holanda Cavalcanti.

A foto acima, tirada por volta de 1898, é das filhas de Maria Alexandrina de Hollanda Cavalcanti, ladeadas pelo tio Alexandre José Maria de Hollanda Cavalcanti Filho.

Avó de nomes importantes como José Aragão, Martha de Hollanda e Manoel de Holanda, Dona Maria Alexandrina de Hollanda Cavalcanti era a filha mais velha de Alexandre José Maria de Hollanda Cavalcanti, primeiro subprefeito eleito de Vitória de Santo Antão.

Em 9 de janeiro de 1871, ela casou-se com o engenheiro de obras públicas da cidade, Francisco Américo de Aragão Rabello. Juntos, eles tiveram seis filhas mulheres cuja descendência fez história na cidade: Olindina, Mathilde, Belmira, Elvira, Philonila e Francisca Cavalcanti de Aragão Rabelo.

Olindina casou-se com o primo Joaquim de Hollanda Cavalcanti. Entre os 10 filhos do casal, estão o ex-prefeito Manoel de Holanda e os irmãos poetas Corina e Henrique de Holanda Cavalcanti.

Mathilde casou-se com o primo Nestor de Hollanda Cavalcanti, que também foi subprefeito de Vitória. Eles são pais da escritora Martha de Hollanda e avós do músico Nestor de Holanda Cavalcanti.

Elvira casou-se com o primo Simplício de Holanda Cavalcanti, com quem teve os filhos Lamartine e Antão.

Philonila casou-se com Abílio José Bezerra Cavalcanti, com quem teve quatro filhos, incluindo o professor José Aragão, ex-prefeito e por muitos anos presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão. Ela faleceu em 1910, deixando José Aragão órfão de mãe aos três anos de idade.

Belmira, que não se casou, criou José Aragão como mãe depois do falecimento da irmã Philonila.

Francisca casou-se com Virgílio Demócrito Leite, com quem se mudou para a cidade de Belo Jardim, onde o casou criou três filhas.

Com cerca de 45 anos de idade, Maria Alexandrina faleceu por volta de 1898. Na foto, as irmãs estão de luto pelo falecimento da mãe. Sem Olindina, aparecem na foto, na ordem: Mathilde, Elvira, Belmira, Philonila e Francisca Cavalcanti de Aragão Rabelo.

Walmar de Holanda Cavalcanti. 

 

A noite da Boemia com Leonardo Sullivan…

Alô meus amigos de Vitória – A noite da Boemia com Leonardo Sullivan – Sexta-feira, 03 de Setembro, o encontro que vai mexer com o seu coração..

Evento exclusivo limitado para 150 pessoas – No Conteniência Bar e Restaurante –  Participação especial Ery Melo o forasteiro…

Reservas de mesas no 81 987509351

Seguiremos todos os protocolos dos órgãos de saúde.

 

MUSEU SACRO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO CÔNEGO AMÉRICO PITA – por Pedro Ferrer.

No longínquo ano de 1939, o Cônego Américo Pita, com sua visão profética, dava os primeiros passos para criar um museu na nossa cidade, conclamando os antonenses a doarem peças referentes à história do município, com o intuito de valorizar o nosso passado.

Cidade histórica, rica em tradições, Vitória de Santo Antão precisava recolher e guardar suas relíquias para as futuras gerações. Estava, criado o primeiro museu da cidade, estabelecido na ala esquerda superior da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, a mesma onde se deu a “Hecatombe”, no ano de 1880.

Tempos depois, no ano de 1950, um grupo de antonenses funda o IHGVSA (Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão), e no decorrer dos anos, o padre Pita, seu co-fundador e dirigente, repassa-lhe parte das belas peças recolhidas e guardadas.

No ano de 1977, o Monsieur Renato Cavalcanti, fiel guardião do acervo histórico da Matriz, idealizou prestar uma homenagem aos sacerdotes filhos da Vitória de Santo Antão e àqueles que aqui atuaram no apostolado, criando uma galeria com suas fotos, além de uma biblioteca. O local escolhido para abrigá-las foi a sala que fica sobre a sacristia. E, após um bom tempo fechado, estava reativado o Museu da Matriz de Santo Antão.

A inauguração do novo espaço, que recebeu o nome do Cônego Américo Pita, ele que foi merecedor de tão digna homenagem, ocorreu no dia 8 de janeiro de 1978.

Mais recentemente, em 2020, o Monsenhor Maurício Diniz, atual pároco da Matriz de Santo Antão, tomou a iniciativa de dinamizar o museu, e o primeiro passo foi levá-lo de volta para seu primeiro nicho, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Para tanto, ele contou com o apoio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Na oportunidade, novas peças foram incorporadas ao rico acervo.

No próximo dia 7 de setembro de 2021, a Paróquia de Santo Antão e o Instituto Histórico e Geográfico, com o apoio do Prefeito, Dr. Paulo Roberto Leite de Arruda e do Engarrafamento Pitú, entregarão à sociedade antonense as novas instalações do Museu Sacro da Vitória de Santo Antão Cônego Américo Pita. 

Pedro Ferrer – presidente do Instituo Histórico da Vitória. 

 

O TERRITÓRIO E A FEIRA – por Pedro Cavalcanti.

Existem vários tipos: no reino animal o território é uma área onde os seres caçam, se alimentam, dormem… É uma demarcação de comportamento. Você deve ter visto vários exemplos ao assistir Globo Repórter ou outro programa legal no Animal Planet.

Também existe o território político, aquele das fronteiras entre países, estados (divisa) e municípios (limite).

Mas o território que quero explorar aqui é outro, é o território marcado por relações, principalmente as relações de poder. Um dos melhores exemplos pra isso e pensar a nossa feira.

Normalmente uma cidade possui áreas urbanas e rurais, exceto grandes metrópoles, que normalmente possuem áreas rurais bem pequenas ou inexistentes. O que é produzido na zona rural é vendido nas áreas urbanas, onde os habitantes também se abastecem dos produtos que não produzem.

A FEIRA

Quando frequentamos a feira observamos que os bancos estão sempre no mesmo lugar, com as mesmas pessoas. E isso acontece mesmo que seja desmontada durante a maioria dos dias. A feira é uma territorialidade, e é uma territorialidade sazonal. A feira não é fixa, apesar de apresentar os bancos sempre nos mesmos lugares.

O que faz com que os bancos estejam sempre nos mesmos lugares? São as relações de poder. Essas relações podem ser econômicas, de força ou hereditárias, já que há uma tendência de que os filhos de produtores rurais sigam naquele trabalho. Também há uma espécie de regulamentação, um cadastro.

Quando vamos a feira temos na nossa cabeça um mapa. Onde compramos laranja? Em seu fulano! Onde compramos macaxeira? Em seu sicrano! Apesar da feira ter centenas de bancos, nós temos os nossos favoritos.

A feira é uma beleza de cheiros e cores. É um comércio vital para todos, até para os que acham que ela deve ser retirada da “Rua da Águia” para que os carros possam passar.

Pedro Cavalcanti – Professor Mestre em Geografia.

 

Live 110 – ao vivo – “Deputados da Terra” – com o deputado estadual Henrique Queiroz Filho.

Hoje (24), para falarmos de política em geral e suas perspectivas para 2022, recebemos o  deputado estadual Henrique Queiroz Filho. 

Fechando o projeto – “Deputados da Terra” -, em que recebemos os três deputados que tem sua principal base eleitoral justamente em Vitória, o Henrique iniciou sua fala mostrando um pouco da estrutura do seu gabinete, na ALEPE. Na sua visão, o gestão do governador Paulo Câmara enfrentou muitas adversidades, mas vive um novo momento. Sobre as regras eleitorais do pleito que se aproxima, imagina que serão mesmas da eleição passada. Classificou o momento da gestão do atual prefeito  como “tímido”. Já com relação ao desempenho do vereador Carlos Henrique, seu irmão, avaliou como produtivo e disse que a depender da legislação, o mesmo será candidato a deputado federal.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

 

ESTÁVAMOS VIVENDO NOUTROS TEMPOS … – por Marcus Prado.

QUANDO BURLE MARX FEZ O PROJETO DA PRAÇA DE CASA DE FORTE, NO RECIFE,  COLOCOU NA PARTE CULMINANTE DO JARDIM MUNDIALMENTE FAMOSO UMA ESTÁTUA DE CORPO INTEIRO DE UMA ÍNDIA DISCRETAMENTE NUA. HOUVE UM SONORO PROTESTO DAS VENERÁVEIS SOCIEDADES PIAS E DAS PIEDOSAS FAMÍLIAS  DA PARÓQUIA , E A PRAÇA FOI INAUGURADA SEM O SEU ORNAMENTO TEMÁTICO.  ATÉ HOJE O ESPAÇO ACHA-SE  VAZIO, QUANDO FRANCISCO BRENNAND REALIZOU O PROJETO DE BURLE MARX PARA O JARDIM DA SUA OFICINA DE ARTE NA VÁRZEA, OUVINDO O GENIAL PAISAGISTA,  FEZ USO, 40 ANOS DEPOIS,  NOS DOMÍNIOS DO SEU REINO DE SOL A SOL ILUMINADO, DE UM CORPO DE MULHER NA SUA NUDEZ MAIS OBSTINADA.  ( COMO UM LUME, NOUTRO FORMATO, AO CHEGAR A ESTAÇÃO DOS VENTOS)

ESTÁVAMOS VIVENDO NOUTROS TEMPOS…

TERIA SIDO UMA REPARAÇÃO?

Foto e texto – Marcus Prado – jornalista. 

 

Live bate-papo – “Deputados da Terra” – com Henrique Queiroz Filho.

LIVE  bate-papo – “Deputados da Terra”,  terça-feira (24), às 17h.

Definido por sorteio, o deputado estadual Henrique Queiroz Filho (PR) ocupará a “tribuna” da live do Blog do Pilako para fechar o projeto –  “Deputados da Terra”. Na pauta, além das ações do mandato, abordaremos um pouco do cenário político nacional, estadual e local assim como o “xadrez eleitoral” para 2022. 

 Live bate-papo – “Deputados da Terra” – Henrique Queiroz Filho.  

Terça-feira – 24 de agosto – às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

 

Vitória e Moreno: unidas pela cultura e pelo projeto de um Instituto Histórico na cidade.

Articulada pelo Monsenhor Maurício Diniz, Pároco da Matriz de Santo Antão, na noite do sábado (21), aconteceu na Casa Paroquial uma reunião,  no sentido dos primeiros passos à viabilização de um  Instituto Histórico e Geográfico para a cidade de Moreno. O prefeito Edmilson Cupertino, acompanhado de assessores, e o  Padre Neto, autoridades constituídas do referido município,  ficaram animados com ideia.

Representando o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, Pedro Ferrer e Cristiano Pilako, presidente e vice, respectivamente, na ocasião, realçaram o contexto histórico das duas cidades  – Vitória  e Moreno. “ A nossa instituição foi fundada em 1950 e é uma referência para o estado de Pernambuco”, pontuou o professor Pedro ao mesmo tempo em que  se colocou  a disposição para contribuir na efetivação desse importante  projeto cultural, que aproxima os munícipes com a história local.

Satisfeito com a possibilidade de ter o Instituto Histórico da Vitória como “padrinho” da instituição congênere em Moreno, o prefeito Edmilson  foi taxativo: “ vamos formar uma comissão para visitar as dependências do Instituto de Vitória,  na intenção de cada vez mais valorizar a história e a cultura de Moreno”. Veja o vídeo. 

Em ato contínuo, após o professor Pedro Ferrer apresentar às autoridades o catálogo da “Casa do Imperador”, contendo parte do seu rico acervo, o  Monsenhor Maurício Diniz, satisfeito pelos frutos produzido, face  sua iniciativa, ofereceu um lanche aos presentes, ficando na certeza, evidentemente,   de  que a semente irá florescerá.

 

CANTINHO DO BAR BRASIL EDIÇÃO 182 – por Jones Pinheiro.

Uma edição especial de agradecimento pelas centenas de mensagens recebidas em minha página facebook, desejando-me Feliz Aniversário.

Na programação de hoje, apresentaremos pela banca examinadora o resultado do 1º candidato do IV Concurso Literário Categoria Melhor Poema Angolano da Província de Benguela/Catumbela.

Na música, estaremos com o cantor e compositor o violonista alagoano Cicinho Lolão.

Participação do Professor Fernando Bispoeta, com suas dicas gramaticais da nossa língua portuguesa.

Participação especial da Assessora do Projeto Chá da Vida Brasil, escritora Luh Veiga do DF.

.NÃO MUDEM DE BARZINHO NÃO.

OUÇA AQUI. 

Jones Pinheiro

 

Apelidos Vitorienses: “seu livro é uma espécie de redação falada”, disse o professor Sosígenes Bittencourt.

Com mais ou com menos complexidade a confecção de um livro é sempre um desafio. Além do conteúdo, claro, existe uma sequência inevitável a ser cumprida. Diagramação, correção, impressão, capa, prefácio, apresentação, lançamento, venda e etc e tal. Sem esquecer, também, que os arquivos são “remexidos” inúmeras vezes. Quando você pensa que já concluiu, uma pequena alteração o faz,  praticamente,  voltar para o inicio do processo logístico. Escritor amador sofre….

Pois bem, nessa terceira edição  do nosso projeto literário – Apelidos Vitorienses – contratei o serviço de correção ortográfica ao amigo professor, pensador e poeta antonense, Sosígenes Bittencourt. Na qualidade de profundo conhecedor da nossa difícil língua portuguesa, falada e escrita, o mesmo, após vários encontros virtuais para tratar da questão em tela, acabou me enviando um áudio em que, entre outras coisas, elogia o conteúdo, pela  originalidade,  ao mesmo tempo que emite  um juízo de valor à obra.

Com profunda humildade, aliás, algo pertencente apenas aos que sabe muito, também me agradeceu por eu haver lhe provocado, no sentido da ousadia em tentar  lhe corrigir.  Ou seja: no lugar que ele viu um ponto e vi uma virgula.  Ao final, ele disse que eu estava certo. Aliás, quem me conhece, sabe  muito bem que não sou portador de vaidades tolas.

Vale apena escutar o áudio do professor  Sosígenes Bittencourt.

 

Lembrando:

O TERCEIRO VOLUME DO LIVRO APELIDOS VITORIENSES SERÁ LANÇADO EM SETEMBRO EM LIVE DE AUTÓGRAFOS, A PRIMEIRA DO GÊNERO NA HISTÓRIA DA NOSSA CIDADE.

Você já pode reservar o seu exemplar pelo whatsapp (081) 9.9192.5094. Mais 25 conterrâneos foram “apelibiografados”, isto é: revelaremos à origem dos seus respectivos apelidos.

Volume III

Babão – Bad Léo – Baiano – Batata – Bico Doce – Billy Show – Biuzinho do Chuchu – Boca – Capitão Biu – Chico Dentista – Cristovão – Dino – Professor Dodó – Gigi – Keke – Mané Exprementa – Marluce do Cajá – Pinha – Preto – Ratinho – Ternurinha – Vira Bicho – Zé da Mula – Zé do Posto – Zito dos Fogos.

 

Festa da Saudade: mais uma vez, sem condições de ser realizada!!

A vida também precisa de festa e alegria. Sempre programada para acontecer no mês de agosto, não fosse o momento pandêmico, amanhã, sábado, 21, estaríamos vivenciando mais uma Festa da Saudade, animados, claro, pela Orquestra Super Oara.

O nosso último encontro ocorreu em 2019. Em 2020, em plena pandemia, fizemos planos para 2021. Outro “balde de água fria”. Aliás, havíamos agendado para acontecer justamente na noite do sábado de manha (21). Ninguém sabe de nada e o futuro é um mistério. Como dia a música: “…..Eh…do jeito que a vida quer…..”

 

Mas sonhar, planejar e acreditar é algo que devemos fazer sempre! Assim sendo, esperoque  em 2022 estejamos prontos e animados, livre de qualquer praga ou pandemia, para celebramos a vida, juntos com os familiares e amigos em mais uma edição da tão esperada FESTA DA SAUDADE.

Segue, abaixo, o vídeo oficial do nosso último encontro, nos salões do Clube Abanadores “ O Leão”. Vale a pena recordar…

 

 

Museu Sacro da Vitória Cônego Américo Pita – inauguração dia 07 de setembro, às 10h.

Padre Pita nasceu no dia 18 de fevereiro de 1885, em Coruripe, cidade alagoana. Aos 18 anos ingressou no Seminário de Olinda. Em 1911 foi ordenado presbítero em cerimônia presidida por dom Luís Raimundo da Silva Brito. Sua primeira missa foi celebrada na Matriz de Santo Antão que tinha como vigário seu primo, o padre Américo Vasco.

CANTINHO DO BAR BRASIL EM PALCO EDIÇÃO 59 – por Jones Pinheiro.

O nosso convidado é show de bola…

Nordestino cabra da peste da cidade de Marechal Deodoro do Estado de Alagoas. Formado em violão clássico pelo Centro de Belas Artes de Maceió – AL.  Já se apresentou ao lado da renomada violonista Rosinha de Valença, figura importante da nossa Música Popular Brasileira.

É com muita alegria que recebemos pela segunda vez o nosso convidado, cantor, compositor e violonista Cicinho Lolão em nosso Cantinho do Bar Brasil. Tenho sempre dito… um bom filho retorna a casa dos seus pais e um bom músico, retorna ao Cantinho do Bar Brasil.

OUÇA AQUI

Jones Pinheiro

 

José Aragão: 19 de agosto é dia de lembrar o Mestre Aragão.

Criando pela Lei nº 12.130/2009, o dia nacional consagrado ao historiador é uma referência direta à data de nascimento do pernambucano Joaquim Nabuco. A celebração de hoje,  19 de agosto, é para  ser  mesmo comemorada. A pessoa que se dedica ao ofício aludido –  mais que em qualquer outra disciplina –  configura-se num eterno estudante, ou seja:  não existe fato histórico “pronto e acabado”.

Assim como a civilização, ao longo do tempo, a maneira e os “caminhos” para estudar e alardear os fatos históricos  também sofreram e continuam sofrendo  mutações. Assim sendo, novas olhares, novos entendimentos, novas ferramentas devem nortear o  grande objetivo dessa rica e fascinante  disciplina: fazê-la alcançar e ser acessível, na prática, ao grande público.

Interpretar os grandes acontecimentos históricos é a regra. Mas a grande sacada é colocar o ouvinte dentro do fato.  Esse é o desafio. Interação e conexão. Todos os dias são históricos!

Assim sendo, do “centro meu mundo”, na qualidade de profissional da área, procuro, dentro daquilo que alcanço,  dialogar, nessa temática,  ao máximo com os conterrâneos,  na possibilidade de transformar toda sociedade. Todo cidadão que conta a sua história, a história da sua família, da sua rua ou do bairro é um historiador em potencial.

Viva aos historiadores. Em espacial, viva aos que escreveram a historia local, sublinhando  o nome do Mestre José Aragão.

ARQUIVO E MEMÓRIA – Babai Engraxate – o engraxate dançarino!

Por ocasião do lançamento do segundo volume do nosso “Livro Apelidos Vitorienses” fiz questão de registrar  o momento da entrega do convite ao amigo Babai Engraxate, um dos nossos “apelibiografados”,  naquela ocasião. Aliás, por ser um vitoriense mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome sua participação nesse projeto literário tornou-se algo imperativo.

Pois bem, nesse contexto, destacamos o amigo Babai Engraxate, anos depois do seu falecimento, noutra coluna do nosso jornal eletrônico: Arquivo e Memória.

Por mais de seis décadas o amigo Babai exerceu a profissão de engraxate. Tendo como “ponto comercial” a Avenida Mariana Amália, o mesmo tornou-se uma espécie de “cartão postal” do lugar. Quebrador de bronca nas mais inusitadas situações, o Amaro Henrique da Silva –  nome de batismo –   sempre foi bastante  requisitado por ser ousado e corajoso.

Amigo de todos e bem humorado, Babai também foi um espetacular dançarino. Certamente, com alegria,  os mais antigos devem recordar das apresentações nos palanques armados na Praça Duque de Caxias, em plena “semana pré-carnavalesca”, formando par com as famosas “vedetes” que vinham do Recife. Quem dançava e requebrava era ele!!!

Assim sendo, hoje, dedicamos a nossa coluna – Arquivo e Memória – ao nosso inesquecível e original Babai Engraxate. Ele também “é peça”  importante  do nosso rico acervo sobre a cidade, coletada nessa última década de atividade ininterrupta em que consiste, entre outras coisas,  numa espécie de “diário da cidade”.

Vídeo gravado para o Livro Apelidos Vitorienses II – há 5 anos. 

 

 

Adelson Cardoso: o antonense que não esquece sua terrinha…

Após um longo período “enclausurado” na capital federal, Brasília, em função dos agudos efeitos da pandemia, o antonense Adelson Cardoso começou circular pelo Brasil. De passagem por Pernambuco, fez questão de pisar no seu torrão, Vitória de Santo Antão.

Bom de papo, festeiro e com  a “mão aberta” antecipou ao professor Pedro, presidente do nosso Instituto Histórico, o dia e a hora no sentido de convidar a diretoria da “ Casa do Imperador” para compartilhar com ele uma boa prosa, regada ao melhor do que existe no conceituado Restaurante Carnes & Galletos. O nosso último encontro se deu de maneira remota, através de uma LIVE dentro do projeto “Maio Antonense”. Adelson é desse antonenses que não esquece sua terrinha.

Livros à mão cheia e manda o povo pensar – por Pedro Ferrer.

Os livros são jardins de delícias. Cada livro ou matéria é uma flor de cores diferentes exalando seu próprio perfume. Bem aventurados aqueles que amam os livros, “livros à mão cheia”.

Em momentos de acabrunhamento e tristeza em que o mundo parece ficar de cabeça para baixo enfrentando uma avalanche dos valores éticos e morais, uma corrida desenfreada atrás do ter; uma valorização do indivíduo pela posse. Mergulhado no epicentro deste ciclone, procuro agarrar-me ao que nos resta de positivo. Ergo a fronte e eis que surge uma esperança. Um ponto minúsculo, numa luz difusa mas constante; um dedo mágico indica-me um jovem estudante antonense.

De olhar macio, lépido caminha entre os canteiros do jardim em minha direção. Alguém que ama as letras, que colhe belas flores do saber. Não é excepcional, mas é gratificante. Sávio Aquino de Mello, nascido em 2003. Quem é Sávio? que exemplo passa-nos este jovem?

Sávio, filho de Severino Aquino de Mello e de Nádia Maria Silva Mello enfrentou por iniciativa própria uma maratona de vestibulares. Submeteu-se a 12 concursos, sendo aprovado em todos. Como diz ele: um leque de aprovações, um leque de opções. Sávio, aluno exemplar, hoje cursa Direito na UNICAP. Conversei com Sávio. Sereno transmite-nos paz e esperança de um mundo mais justo.

O estudo é uma chave para a realização e a felicidade. Ao despedir-nos, deixou-me esta mensagem de fé e otimismo: “nunca desista de seus sonhos, por conta de pessoas ou situações. Foque seu principal objetivo e siga em frente. Tenha Deus acima de tudo. Tenha fé, pois é Ele quem nos dar força. O caminho é longo, árido e cheio de obstáculos. A vitória é o galardão dos que combatem. Recolha as pedras do caminho e faça delas a base para construção da sua estrada”;

Professor Pedro Ferrer – presidente do IHGVSA. 

Live 109 – ao vivo – “Deputados da Terra” – com o deputado estadual Aglailson Victor.

hoje (17), para falarmos de política em geral e suas perspectivas para 2022, o deputado estadual Aglailson Victor. 

Dentro da pauta, o jovem deputado que carrega no nome uma tradição familiar, nessa sua primeira legislatura, entre apresentados e aprovados, emplacou PL. Vinculado ao grupo do PSB,  há décadas, Victor aposta na candidatura do ex prefeito Geraldo Julio para liderar o processo de 2022. Para a vaga do senado, não visualiza à volta do grupo senador Fernando Bezerra Coelho. Sobre a atual gestão municipal, disse haver avançado, mesmo com os cofres cheios de dinheiro. Para o próximo pleito, perguntado na possibilidade do ex prefeito Aglailson Junior disputar um mandato de deputado federal, deixou no “ar’ a possibilidade em 50%.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

 

Na FAMAM, PEDAGOGIA é CONCEITO 05 DO MEC!

A FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim tem a satisfação de comunicar a AUTORIZAÇÃO de mais um curso: PEDAGOGIA, que obteve NOTA MÁXIMA DO MEC. Isso mesmo! Na FAMAM, PEDAGOGIA é CONCEITO 05 DO MEC! Somos a única Faculdade, em Vitória e região, a oferecer o curso de PEDAGOGIA COM CONCEITO 05 DO MEC! Portaria nº 855, de 12 de agosto de 2021, publicada no Diário Oficial da União em 13.08.2021. AQUI, A FAMAM LIDERA!!!!!! Escolha FAMAM – VOCÊ CONHECE, VOCÊ CONFIA!

 

17 de agosto é o dia do patrimônio histórico – por Jodalvo Sampaio Couto.

Esse dia tem como objetivo conscientizar a população da importância de preservar a sua história. O patrimônio histórico representa a identidade de um povo e a da sua cultura. Logo, precisamos saber respeitar nosso patrimônio, para que gerações futuras entendam o que vivemos hoje.

O amanhã será estudado pelo que deixamos para as próximas gerações. Nosso patrimônio cultural físico  e imaterial gerarão estudos. Podemos melhorar as populações futuras diante do que respeitamos hoje. Ame a sua cultura e busque levar para a próxima geração um aprendizado cultural em prol do crescimento emocional de um povo livre que respeita o próximo.

Respeite o presente para que possamos viver um futuro melhor. Respeite seu patrimônio histórico e saiba dar o seu valor. Vida que segue com o respeito do patrimônio histórico.

 

Jodalvo Sampaio Couto – advogado.