Monumento aos Heróis da Batalha dos Guararapes é entregue restaurado ao povo pernambucano.

Após meses de acordos e restauros, a população pernambucana recebeu, nesta sexta-feira (17), o Monumento aos Heróis da Batalha dos Guararapes, de autoria do artista plástico pernambucano Francisco Brennand, totalmente recuperado e em local de destaque no Recife: na Via Mangue, no Pina, próximo ao antigo aeroclube.  

Com a entrega, concluiu-se um trabalho que o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) iniciou há dois anos, quando, em dezembro de 2019, fez a primeira inspeção ao monumento, ainda em seu local de origem no girador da Rodovia BR 232 (Praça Camilo Pereira Carneiro), no bairro do Curado.  

“Um dia importante para Pernambuco. O MPPE teve participação importante nessa inauguração histórica, em um local mais visível, de uma obra restaurada do grande artista Francisco Brennand. Foi por iniciativa da nossa instituição que empresas e entidades públicas se irmanaram para recuperar o monumento e entregá-lo ao povo pernambucano”, destacou o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto Freitas. 

A restauração e a transferência de local devem-se à sensibilidade de empresas e entidades públicas, que se uniram em torno do objetivo de recuperar a obra, que é um patrimônio histórico, artístico e cultural de Pernambuco. Foram responsáveis pela reparação a empresa Concrepoxi Engenharia Ltda, Instituto Histórico Arqueológico e Geográfico de Pernambucano, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Instituto Francisco Brennand, Polícia Militar de Pernambuco, a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (CHESF) e a Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb).  

Cada entidade ficou responsável por obrigações definidas na recuperação do monumento. O DNTI o doou à Cidade do Recife. O patrocínio ficou a cargo da CHESF. A Concrepoxi Engenharia assumiu a remoção, restauro e requalificação do monumento. O Instituto Francisco Brennand garantiu a originalidade e a autenticidade integral da obra, fabricando três novas cabeças dos guerreiros que foram destruídas pelo vandalismo. Os serviços de infraestrutura de base e de instalação elétrica ficaram a cargo da Emlurb. Já o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano doou a placa descritiva do fato histórico, que ficará anexada ao monumento. A Polícia Militar se encarregará de proteger do monumento contra a ação de criminosos e vândalos após sua inauguração.  

“Hoje, realizamos uma tríplice reparação. Com a obra, estamos homenageando os heróis da Batalha dos Guararapes, fato histórico definidor da formação da pátria brasileira. Estamos prestando reverência à memória de Francisco Brennand, um dos maiores artistas plásticos pernambucanos, que retratou a história de Pernambuco e de sua gente. E com o povo pernambucano, que recebe de volta um símbolo histórico e artístico de inestimável valor”, avaliou o promotor de Justiça José da Costa Soares, responsável pelo Acordo Extrajudicial e Resolutivo, que agregou as empresas e instituições no restauro do monumento.

Todo o processo de restauro das peças ficou a cargo de profissionais especializados, que atuaram desde a retirada do monumento original, remoção da argamassa de fixação das placas cerâmicas, restituição precisa das faces das placas e restauração da face vitrificada. Já as três esculturas que ficam em cima do monumento tiveram suas cabeças danificadas reconstruídas e só foram removidas e reimplantadas quando a nova base de concreto, na Via Mangue, foi concluída, devido ao tamanho (1,90m) e ao peso (1,5 ton) de cada uma. Elas representam os heróis da Batalha dos Guararapes André Vidal de Negreiros, Henrique Dias e Antônio Filipe Camarão.

“Os heróis estavam combalidos, mas foram reavivados. Essa é a obra mais importante de meu pai e, agora, está à vista das próximas gerações de pernambucanos”, atestou Maria Helena Brennand, filha de Francisco Brennand.

“O MPPE mostra o fortalecimento de seu trabalho em defesa do patrimônio artístico-cultural, com a articulação que finalizou na restauração dessa obra, juntando poder público e empresas privadas em torno desse propósito, que hoje se mostra exitoso”, salientou o prefeito do Recife, João Campos.

A solenidade de entrega do monumento encerra as comemorações da Semana do MP, em 2021.

História – A obra Monumento aos Heróis da Batalha dos Guararapes é datada do ano de 1980. Encontrava-se abandonada, pichada, fragmentada, sem manutenção, de difícil acesso, cercada por mato sem capinação. Além de recuperada, a obra estará iluminada e posta em local de destaque. Assim, voltará a ser apreciada pelo povo recifense, com a memória de Francisco Brennand homenageada e em reverência aos dois anos da morte do artista, a serem completados em 19 de dezembro deste ano.

A Batalha dos Guararapes foi a luta armada que durou de abril de 1648 a fevereiro de 1649, no Monte dos Guararapes, região do município de Jaboatão dos Guararapes. Ela envolveu os luso-brasileiros e o exército invasor holandês pelo domínio da região Nordeste do Brasil. É considerada um marco simbólico quanto à origem de um sentimento de patriotismo e de nacionalismo brasileiro. Decisiva, portanto, para a formação da identidade da pátria brasileira.

Exposição – O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) lançou, no dia 9 de dezembro, a exposição fotográfica Tríplice Reparação – Retratos da restauração, requalificação e transplante do Monumento aos Heróis da Batalha dos Guararapes, com imagens que retratam as etapas de restauração do Monumento aos Heróis da Batalha dos Guararapes. A mostra estará disponível para visitação até fevereiro de 2022 na galeria no térreo do Centro Cultural Rossini Alves Couto, no Recife.

ASSESSORIA. 

Amigo Pilako é vivendo e se surpreendendo! – por Manoel Carlos.

O dito cidadão respeitado vitoriense é obrigado, por força do capricho “dazelites” pensantes a conviver com animais soltos nas vias. Penso: que as “zelites” da Cidade fizeram algum estágio nas regiões da Índia onde as vacas e os ratos são considerados divindades?
– O santuário dos ratos está localizado na região indiana do Rajastão, em uma cidade chamada Deshnok. De acordo com a crença hinduísta, os roedores do templo são descendentes de Karni Mata, uma mulher que viveu no século 14 e que era uma encarnação de uma deusa chamada Durga).

Mas é assim mesmo né Pilako? Fazer o que?

O Prefeito quer agradar a “gregos e troianos”, o secretariado não é autônomo, as “zelites” formadas são mais sábias que o pobre povo analfabeto. Pilakinho nesse festival ululante, diário onde uns poucos auto intitulados formadores de opinião mandam no Senhor Prefeito ou no Secretariado, e que se arvoram até a querer impor suas visões de mundo – ecologismo – lembro do que ensinava um Católico de verdade (não esses consumiodres de hóstias que temos aqui à profusão) G. K. Chesterton, que nos ensina até hoje: “Louco não é o homem que perdeu a razão. Louco é o homem que perdeu tudo menos a razão.”

A máscara de que tanto divagou Khalil Gibran, no seu clássico O PROFETA, caberia a Nós, simples povo, posto que a lógica, agora invertida do bom senso, está contaminada pela idiotice comuno ecologista. Precisamos da máscara amigo Pilako, mas não da mascara que, ao ser retirada nos traz à luz da razão, mas a máscara dos tolos para que, se colocam como senhores de um povo, senhores de uma verdade, senhores do bom senso.

Veja que ditas autoridades (servidas pelo povão que, de fato trabalha) hoje propugnam direitos para animais!!! Será que se um cachorro (só defendem cachorros, crocodilo é muito feio e não cabe na cama) morder um Pai de família será aberto inquérito pra saber o grau de culpabilidade do Varão?

Bem Pilako: uns ama gente, outros amam bichos! Vai que, logo, logo os hospitais priorizarão atender cachorros!
Um forte e humano abraço!

Manoel Carlos. 

Eleições 2022: Victor, Henrique e Joaquim sob os efeitos das federações partidárias!!

Se antes o processo político de 2022 estava distante, agora, estamos bem pertinho,  menos de um quinzena de dias. Em Brasília, epicentro do poder, os políticos, com “altas patentes” partidárias,  estão em plena atividade, no sentido das melhores estratégias para abocanharem mais espaços, perdendo o mínimo possível do que já possui, até porque, já dizia um experiente político brasileiro: “não se faz política sem vitimas”.

No quebra-cabeça do poder, nem tudo segue no mesmo formato de  antes. Indicado para uma cadeira no STF, o já empossado Ministro André Mendonça, já chegou falando uma “língua” diferente do seu mentor, Jair Bolsonaro. Em sua primeira entrevista, sobre o papel da imprensa, disse reconhecer que o trabalho é fundamental “para construção do nosso país e para construção da nossa democracia”.

Noutro movimento não menos importante,  no contexto nacional, o até então respeitado ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, terá que se reinventar para poder calibrar o seu discurso, daqui para frente,  na direção do Partido dos Trabalhadores e do próprio ex-presidente Lula, visando uma possível composição, até porque sempre esteve  disputando em campos diametralmente oposto. O  discurso, terá que ser modificado…..

Em Pernambuco, pedaço de poder que inevitavelmente será  atingido pelas decisões de Capital Federal, para 2022, já se fala-se numa super frente política, reproduzindo, assim, a chamada “federação partidária” efetivada por lá (Brasília).

Com efeito, dos candidatos com domicílio eleitoral em Vitória de Santo Antão e que já são detentores de mandato na ALEPE,  em se configurando como algo real a dita cuja federação partidária desenhada em Brasília que,  além do  PT, PSB e PC do B, certamente,  contará com algumas outras   legendas, por aqui, seguramente desaguará algum tipo de vantagem ao candidato a deputado estadual Aglailson Victor, simplesmente,  por pertencer ao PSB. .

Já dentro de um “pacote”bem elaborado pelo experiente comandante pernambucano do PP,  deputado federal Eduardo da Fonte,   candidato a reeleição, Henrique Filho só precisa se preocupar em “suar a camisa” para  ter votos, uma vez que seu partido já conta com uma engenharia eleitoral resolvida, como diz a gíria política.

Em se mantendo o que se especula na imprensa, hoje, do ponto de vista de engrenagem partidária, o deputado estadual Joaquim Lira, mesmo fazendo parte do grupo da candidatura apoiada pelo atual governo, certamente enfrentará dificuldade avançar. segundo dizem, seu partido ainda não deslanchou, no sentido da montagem de uma chapa com calda eleitora, por assim dizer. Diferente de pleitos anteriores, a legislação eleitoral atual (nova) impôs o fim das coligações proporcionais e decretou  uma nova ordem para  um conjunto de raciocínios, antes, reinante no nosso carcomida e confuso sistema eleitoral.

É evidente  que existe muita coisa para acontecer. Tanto lá, em Brasília, como em Pernambuco e também na nossa “Aldeia”- Vitória de Santo Antão, até porque, muito do que  dizem e apregoam em relação às novas candidaturas etc e tal  não passam de bravatas e conversa para boi dormir. Fazer de conta que é, para apenas segurar as pessoas para outro candidato, aqui na Vitória, já se configura em reprise,  já exibida e sem muitas emoções.  Quem viver verá…

Doutor Hugo Vinícius: “Honoris Causa em Direito”.

Motivado pelo convite do eminente juiz de direito da 3ª Vara Cível  da  nossa Comarca – Vitória de Santo Antão –, Doutor Hugo Vinícius Castro Jiménez,  prestigiamos o evento ocorrido no Teatro Tabocas, ocorrido na tarde de ontem (16), no Centro Universitário Facol.

A Sessão Solene contou com a presença de diretores, professores e alunos da instituição, advogados, vereador,  familiares e convidados do agraciado que teve como objetivo conceder  outorga de “Doutor Honoris Causa em Direito” ao já citado magistrado e professor.

Visivelmente emocionado com a conquista honrosa, Douto Hugo Vinícius, em sua fala, relembrou um pouco da sua vida – dificuldades e vitórias – e também da sua contribuição à sociedade na qualidade de docente e servidor público – na função de juiz há 17 anos. Recente,  o magistrado participou de uma das nossas live(s) realçando assuntos relacionados ao “Poder Judiciário”.

Segue, abaixo, o discurso proferido pelo Doutor Hugo Vinícius.

A turma do cachorro malhado marcou a história da nossa “Aldeia”.

Essa semana, nas redes sociais, ganhou corpo de volume avantajado a polêmica envolvendo alguns cachorros que “vivem” na Praça Padre Felix Barreto, localizada no bairro do Livramento e que foi, recentemente,  reconfigurada pela municipalidade.  Os mesmos (cães), na qualidade de “abandonados”,  são assistidos pela comunidade com destaque para a professora Salete  que, em vídeo,  frisou: “eles não estão sós”. 

Como dizia Mahatma Gandhi: “a grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados”. O conceito é antigo, mas, em nossa sociedade,  sobretudo na Vitória de Santo Antão, efetivamente, o envolvimento social nessa questão se configura em algo relativamente novo.

Não consigo lembrar –  nem muito menos já achei  nas páginas dos livros que contam a história dos nossos antepassados –  de algum movimento organizado no sentido da proteção “social” dos animais, ocorrido na nossa cidade. Aliás, por coincidência, foi justamente no espaço que hoje estão edificadas as Praças Padre Felix e 3 de Agosto que nossa cidade construiu uma história vinculada ao comercio de animais e até das antigas negociações – então permitidas por lei – do elemento escravo, mão de obra essencial  para “moer’ a economia da  nossa  primeira grande industria de transformação:  “engenho benguê”.

Nas últimas décadas, “soprada pela indústria pet”, a nossa sociedade avançou nessa questão. A legislação foi aprimorada e em alguns casos os “animais  abandonados” ganham mais visibilidade no contexto da caridade  e da solidariedade pelas pessoas  do que os próprios  indigentes semelhantes. Nem sempre a sociedade avança ou retrocede  de maneira homogênea. No mundo capitalista, quase sempre, as pessoas são incentivadas a pensar no “atacado” e não pelo “varejo”.

Na França – locomotiva pensante da banda ocidental do globo terrestres -, recentemente, uma Lei foi aprovada para não permitir que, entre outras coisas, a partir de janeiro de 2024,  cães e gatos sejam expostos em vitrines nas lojas,  disponíveis à venda. Algo que é extremamente importante, conceitualmente falando, no sentido de não permitir  à exploração e aos maus tratos que ocorrem com os animais de  “raça famosa”, praticados pelos criadores   e  negociantes profissionais, justamente  pela sana desenfreada  do lucro financeiro.

Na outra ponta, por assim dizer, dias atrás, um vereador da cidade de Tucumã, no estado do Pará, resolveu lançar uma ideia que bem reflete o seu lado primitivo e totalmente desconectado com princípios cristãos,  ao sugerir que cães e gatos “abandonados” servissem de alimentos às onças e leões nos zoológicos.

A discussão não é binária muito menos  engraçada. Envolve direitos, deveres, obrigações, civilidade e principalmente sintonia com crenças sobre o direito ao sopro da vida, seja ele “humano ou animal”.

Para concluir essas linhas,  sem sair do assunto e ativando a nossa “caixinha imaginativa”,  há trinta anos, se algum antonense  precificasse que no Natal do primeiro ano da terceira década do século vinte um, na nossa Vitória de Santo Antão,  os governantes de plantão financiariam,  com dinheiro público,  um  “Natal Pet” e que “cachorros de ruas”, enquanto dormiam,   iriam ser visitados, em coretos,  por autoridades  certamente esse sujeito seria despachado , de maneira sumária, direto  à  “Tamarineira”. A dialética é uma constante, como bem disse o pensador do seculo XIX, Karl Marx. 

”O Anjo Enviado Por Deus” – é o título do livro infantil lançado pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

Na estrada da missão educadora há mais de três décadas a pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora, Vânia Maria, vem cumprindo sua nobilitante tarefa com esmero e paixão.  Mergulhando no mundo mágico e lúdico do universo infantil, recentemente, realizou mais um sonho, ou seja: virou escritora.

Na qualidade de mãe e avó, privilégios da magnitude da obra divina,  ela se reinventou para seguir em frente, apesar das pedras da incompreensão  “jogadas no seu caminho”.  A escritora Vânia Maria mergulhou  no mundo lúdico do universo infantil para emplacar o seu primeiro rebento literário: “ O Anjo Enviado Por Deus” – uma ficção desenhada com muita emoção e lágrimas nos olhos.

No roteiro da sua obra a escritora  consegue, poeticamente,  despertar nas crianças vários sentimentos:  confiança, amor, fé,  alegria e vontade de servir a Deus. Na narrativa da obra, vivenciada numa pequena cidade, um lobo muito malvado retira da família os  seu  bens  mais precioso, ou seja: filha e neto.

Com muita oração e devoção, Deus envia um anjo para restabelecer a alegria e a paz no coração de todos.  Além de um final feliz, uma lição de vida baseada nos ensinamentos cristãos e na constante vontade de viver feliz e seguir  sempre em frente.

Segundo a autora, Vânia Maria, “essa é uma experiência baseada na esperança e no amor, algo tão distante no nosso atual contexto social”.

Serviço:

Livro: “ O Anjo Enviado Por Deus”.

Contato Instagram – @psicoclinicavania

“RUELA” já foi catalogado para o 4º volume do livro – Apelidos Vitorienses.

Nosso amigo “Ruela” já nos revelou o motivo pelo qual tornou-se mais conhecido pelo apelidos do que pelo próprio nome. Disse-nos, ele: ” Vitória em peso já só me conhece por Ruela”. Assim sendo, o mesmo já foi catalogado e contará nas páginas do 4ª volume do Livro Apelidos Vitorienses, que deverá ser lançado no segundo semestre de 2022.

Para o quarto volume (8/25) já catalogamos:

Pereba, Aninho, Feola, Marreco, Jajá do João Murilo, Birino,  Bel Veículo e Ruela. 

Cena Musical: Banda Arcadianos…..

Banda Arcadianos iniciou em um festival de música no ano de 2019, mais adiante  tiveram que parar por motivo de força maior (COVID 19). Retornaram em 2021 e já gravaram o seu primeiro álbum, intitulado “O INÍCIO”. O grupo traz um repertório autoral e transita entre as vertentes do Rock, Pop e o Manguebeat.

As músicas são poéticas e falam sobre variados temas, sobretudo o amor, a coragem e a fé. A banda é formada por: Cid Lima, Jô Sales, Fabio Rocha, Pedro Cavalcanti e Jason Ayres. A paixão pela música reuniu os integrantes com o propósito de fazer mais pelo cenário musical brasileiro.

Assessoria. 

O sucesso do Livro “O Anjo Enviado por Deus” – pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

A enfermeira Fátima Braz, top de linha . Comprou o livro que escrevi; O Anjo Enviado por Deus , na papelaria Lápis de Cor. É um prazer imensurável de tê- la como leitora . Espero que a leitura do livro cative o seu coração.

Tive o prazer da Dentista Lania  comprar também o livro que escrevi, na papelaria Lápis de Cor. Lania é uma dentista top e muito humana.  Desejo que essa leitura  seja encantadora.

Jaqueline  comprou o livro que escrevi na Papelaria Lápis de cor ( Vitória) . Conheço Jaqueline da Loja do Paris:  funcionaria como ela , só se inventarem outra! É uma  pessoa encantadora . Desejo que a leitura do “Anjo Enviado Por Deus”  seja uma viagem encantadora.

Beijos da Autora –  Vânia Maria

Live 121 – ao vivo – “Memórias Antonenses” – com o cientista Frederico José de Vasconcelos Xavier.

Hoje (10),  produzimos a live “Memórias Antonenses”  com o cientista, professor e palestrante Frederico José de Vasconcelos Xavier. 

Filho do casal Aluísio e Eunice, nascido no sobrado da família no centro da Vitória de Santo Antão, Frederico Xavier, como assim ficou conhecido internacionalmente, inicialmente, revelou as suas histórias, sonhos e dificuldades que passavam na cabeça de qualquer criança da sua idade, ainda na metade do século XX.

Aluno aplicado e bastante curioso, ele descobriu a matemática e se apaixonou. Ainda muito jovem seu talento foi descoberto por um professor que abriu as portas para as primeiras experiências internacionais. Nesse contexto, tornou-se uma expressão mundial. Sem sombra de duvida, Fred, como é chamado na intimidade, se configura, no segmento acadêmico,  num dos expoentes de maior relevo da nossa Vitória de Santo Antão de todos os tempos.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

Vitória, cidade industrial? – por Pedro Cavalcanti.

Não foi só uma vez que me deparei com a frase “as indústrias estão chegando em Vitória, mas só contratam peões, os maiores salários ficam com as pessoas que vem de fora”. Poderia ser uma contradição capitalista, o “peão” é sempre descartado, mas também é uma mostra de nossa realidade. Nossa população é pouco instruída. Todavia, mesmo assim, industrializamos.

Como toda a organização econômica, a industrialização do nosso município começou engatinhando. Em seus primórdios contava com a sempre saudosa Pitú, A Companhia Industrial de Vidros (CIV) e algumas outras que vocês podem consultar facilmente com nosso amigo Pilako. Esse processo começa a parar de engatinhar quando há a primeira grande mudança estrutural, a duplicação da BR-232, que começou no ano 2000 e finalizou em 2007. Dessa forma Vitória ganhava um acesso mais rápido à capital pernambucana e sua região metropolitana.

Outra obra estrutural que passa quase despercebida é o gasoduto que corta nossa cidade e segue até Caruaru. Foi inaugurado em 2009 junto com a indústria que mudaria o patamar de nossa cidade, a SADIA. Esses três movimentos podem parecer dispersos, porém, a duplicação da 232, o gasoduto e a SADIA fazem parte do mesmo processo. Com políticas de incentivos fiscais, terras e mão-de-obra barata, a estrutura era o único entrave que afastava as indústrias da nossa cidade. Valendo-se de um acentuado processo de desindustrialização do SUDESTE, e com excelentes benefícios regionais, o Nordeste teve um incremento industrial em contraponto ao resto do país.

As indústrias começaram a se instalar, de uma forma que parece alheia a nossa cidade. Estavam em grande parte “do outro lado da pista”. Querem nosso incentivo fiscal, nossa terra e nossa mão-de-obra barata, mas não vão se afastar do gás e da rodovia. Nosso distrito industrial nasceu oferecendo algo que o Vitoriense sequer sonhava, trabalho “fichado”. Parece um exagero, mas os cargos de baixo salário que as indústrias ofereceram são um manjar numa cidade travada e com mais da metade da população vivendo com uma renda média de metade de um salário.

Nossa cidade sem infraestrutura urbana e sem planejamento agora é pujante de fábricas. Nossa população continua despreparada e o preço da terra disparou. Não é de se estranhar o “boom” imobiliário que veio com as indústrias. A cidade cresceu em tempo recorde, trabalhadores de cidades vizinhas, e até de outras regiões precisavam de moradias. Foi a “farra dos novos condomínios e loteamentos”. O preço dos aluguéis gentrificou alguns bairros (tirou o peão de lá), a classe média cresceu através do comércio e dos serviços. A cidade começou a sentir até as moléstias da capital com seu trânsito desorganizado.

O que podemos esperar do futuro? O processo de industrialização tende ao crescimento, e nossos gestores? Saberão lidar com isso?

Pedro Cavalcanti é Doutorando em Geografia pela UFPE e Pós-graduando em Administração Pública e Direito Legislativo pela UPE.

”O Anjo Enviado Por Deus” – é o título do livro infantil lançado pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

Na estrada da missão educadora há mais de três décadas a pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora , Vânia Maria, vem cumprindo sua nobilitante tarefa com esmero e paixão.  Mergulhando no mundo mágico e lúdico do universo infantil, recentemente, realizou mais um sonho, ou seja: virou escritora.

Na qualidade de mãe e avó, privilégios da magnitude da obra divina,  ela se reinventou para seguir em frente, apesar das pedras da incompreensão  “jogadas no seu caminho”.  A escritora Vânia Maria mergulhou  no mundo lúdico do universo infantil para emplacar o seu primeiro rebento literário: “ O Anjo Enviado Por Deus” – uma ficção desenhada com muita emoção e lágrimas nos olhos.

No roteiro da sua obra a escritora  consegue, poeticamente,  despertar nas crianças vários sentimentos:  confiança, amor, fé,  alegria e vontade de servir a Deus. Na narrativa da obra, vivenciada numa pequena cidade, um lobo muito malvado retira da família os  seu  bens  mais precioso, ou seja: filha e neto.

Com muita oração e devoção, Deus envia um anjo para restabelecer a alegria e a paz no coração de todos.  Além de um final feliz, uma lição de vida baseada nos ensinamentos cristãos e na constante vontade de viver feliz e seguir  sempre em frente.

Segundo a autora, Vânia Maria, “essa é uma experiência baseada na esperança e no amor, algo tão distante no nosso atual contexto social”.

Serviço:

Livro: “ O Anjo Enviado Por Deus”.

Contato Instagram – @psicoclinicavania

Helder Neri: o adeus final….

Repercutiu bastante a notícia do falecimento do bem relacionado Helder Neri. Familiares, funcionários e diretores do Engarrafamento Pitú e uma legião de amigos acompanharam as últimas homenagens. O funeral aconteceu  no  velório da Rosa Master e seu sepultamento ocorreu às 16h, no Cemitério São Sebastião.

Na ocasião, registramos o cortejo até o “campo santo” assim como os aplausos dos presentes que acompanharam o seu sepultamento. Entre outras coisas, Helder deixou a marca da sua irreverência e da sua animação, sobretudo nos reinados momo da nossa cidade.

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – com o cientista Frederico de Vasconcelos Xavier.

LIVE  bate-papo – “Memórias Antonenses” –  sexta-feira (10), às 17h com o  matemático, cientista, professor e palestrante internacional, Frederico Xavier.  

Nascido em nossa “Aldeia” – Vitória de Santo Antão – Frederico foi aluno do Colégio 3 de Agosto. Apaixonado pela matemática, ainda muito jovem, se aprofundou no assunto e se revelou uma “mente brilhante”. Morando dos EUA há 50 anos tornou-se um renomado cientista e vai compartilhar conosco suas memórias da infância. 

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – com o cientista Frederico Xavier. 

Sexta-feira – 10 dezembro – às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

Helder Neri: “Pilako, eu vou morrer cedo……..”, disse-me ele.

Ainda era madrugada quando a informação começou a circular pelas redes sociais: Helder Neri faleceu, vitima de um infarto.  Quem conhecia ele mais de perto sabia das dificuldades que estava atravessando,  no que se refere   ao controle da ingestão de bebida alcoólica. Os amigos e familiares não lhes faltaram no sentido do apelo para uma “manerada”  no seu estilo de vida, sobretudo nos últimos anos.  Mas a vida e a morte  continuam  sendo os  maiores  de todos os mistérios…..

Em algumas conversas mais reservadas ele,  abrindo bem os olhos  como se quisesse sublinhar  as palavras emitidas pela sua boca, repetiu-me,   várias vezes: “Pilako,  eu vou morrer cedo”. Parecia  conviver com essa aflição, algo, por assim dizer, muito inquietante para qualquer passageiro desse mundo de meu Deus.

Festeiro, animado e  com bom transito na cidade, Helder guardava na memória e no coração as melhores  lembranças do seu pai. Sempre que tinha oportunidade,  mudando a modulação da voz para o grave, dizia,  : “eu sou filho de Joca Neri”.

Em  cargo importante no Engarrafamento Pitú, Helder vibrava com  a empresa. Vestia  literalmente a marca e entrava em êxtase quando assim era anunciado:   “Helder da Pitú”.  Ele tinha prazer em desempenhar sua função de ponte entre os mais variados segmentos de eventos  com a empresa.  Honesto na sua função, Helder também sempre foi apaixonado por política. Estava no seu sangue. Corria nas suas veias.

 

Nas festas e nos acontecimentos sociais, ou mesmo nas “brincadeiras”  mais informais que o mesmo  participava,   não “podia ver um microfone”. Gostava de discursar e cantar.  Ao carnaval da Vitória  também  emprestou sua irreverência.  Deixou seu legado como folião, carnavalesco e incentivador da festa, inclusive sendo-lhe tributado um “reinado inteiro”, na qualidade de homenageado do carnaval da Vitória.  Tenho inúmeros registros  dele em foto e vídeo,   aqui  no blog. Não tinha um coração ruim. Vivenciou  alguns altos e baixos, mas conseguiu vencer na vida profissional.

Infelizmente, perdemos um amigo da nossa geração. Algo que não aceitamos como uma partida “normal”  ou mesmo no  seu devido tempo, sem antes  refletirmos que tudo poderia ter sido bem diferente. Como falei inicialmente,  a vida e a  morte  continuam sendo  os  maiores  de  todos os  mistérios . Vai com Deus, amigo Helder Neri.

Sua música preferida, cantada por ele mesmo: 

Espaço Parlamentar: “Votei para Aglailson ficar ficha suja” – por André Carvalho.

Votei para Aglailson ficar ficha suja, mas fui voto vencido: suas contas foram aprovadas por 18×1. Precisamos que as pessoas entendam quais ilegalidades o ex-prefeito cometeu. Acredito que essa aprovação passa uma mensagem de impunidade para a sociedade. Quer dizer, você pode cometer qualquer ilegalidade na prefeitura, pois sabe que a Câmara vai aprovar suas contas.

Aqui listo as 12 principais ilegalidades de Aglailson em 2007, segundo o TCE:

1. Obrigou os comissionados a pagarem 2 aposentadorias: INSS e VitóriaPREV;

2. Lotou a prefeitura de contratados sem realizar concurso;

3. Gastou R$77.200,00 mil reais com publicidade de forma segregada para não fazer licitação;

4. Fez licitação para locação de veículos e não divulgou o edital;

5. Fez aquisição de combustíveis com fortes indícios de enriquecimento de terceiros. Em outras palavras: o prefeito fez uma licitação, não divulgou o edital, indeferiu os concorrentes e quem venceu foi o posto São Paulo. Detalhe, o posto São Paulo continua prestando serviços para prefeitura, no governo Paulo Roberto;

6. Fez uma pavimentação com valor elevado através de licitação por convite. Sabendo que essa licitação deveria ter sido feita na modalidade concorrência ou Tomada de preços;

7. O município fez um contrato com o advogado Antônio Ricardo Accyoli Campos, prevendo pagar um percentual sobre o ganho que o município teria com a ação. Acontece que o município pagou mais de 1 milhão ao advogado antes de finalizar o processo. Ao final , o município perdeu o processo, arcou com os honorários que só deveria pagar em caso de vitória e ainda teve que ressarcir o governo federal;

8. Utilização dos recursos do FUNDEB para o combustível do transporte universitário;

9. Contratou um monte de professores sem concurso público;

10. Deixou de pagar R$1.565.971,83 para o Vitória prev, comprometendo a aposentadoria dos servidores;

11. Devia ter gasto pelo menos 15% do orçamento com saúde;

12. Estourou o limite do que poderia gastar com pessoal, ferindo a lei de Responsabilidade Fiscal. Paulo Roberto está fazendo o mesmo.

Se puder compartilhar essas informações, agradeço.

Vereador André Carvalho. 

” O Anjo Enviado Por Deus” – é o título do livro infantil lançado pela professor Vânia Maria.

Na estrada da missão educadora há mais de três décadas a professora e psicopedagoga clínica, Vânia Maria, vem cumprindo sua nobilitante tarefa com esmero e paixão.  Mergulhando no mundo mágico e lúdico do universo infantil, recentemente, realizou mais um sonho, ou seja: virou escritora.

Na qualidade de mãe e avó, privilégios da magnitude da obra divina,  ela se reinventou para seguir em frente, apesar das pedras da incompreensão  “jogadas no seu caminho”.  A escritora Vânia Maria mergulhou  no mundo lúdico do universo infantil para emplacar o seu primeiro rebento literário: “ O Anjo Enviado Por Deus” – uma ficção desenhada com muita emoção e lágrimas nos olhos.

No roteiro da sua obra a escritora  consegue, poeticamente,  despertar nas crianças vários sentimentos:  confiança, amor, fé,  alegria e vontade de servir a Deus. Na narrativa da obra, vivenciada numa pequena cidade, um lobo muito malvado retira da família os  seu  bens  mais precioso, ou seja: filha e neto.

Com muita oração e devoção, Deus envia um anjo para restabelecer a alegria e a paz no coração de todos.  Além de um final feliz, uma lição de vida baseada nos ensinamentos cristãos e na constante vontade de viver feliz e seguir  sempre em frente.

Segundo a autora, Vânia Maria, “essa é uma experiência baseada na esperança e no amor, algo tão distante no nosso atual contexto social”.

Serviço:

Livro: “ O Anjo Enviado Por Deus”.

Contato Instagram – @psicoclinicavania

Os “crossnordicos” promoveram um vibrante espetáculo esportivo!!!

Por ocasião da participação do meu filho Gabriel, na competição  cuja modalidade se enquadra na categoria do crosstraining, realizada pelo  grupo dos “crossnordicos”, intitulada de “Ragnarok”, ocorrida no domingo (05), aqui em Vitória,  tive a oportunidade acompanhar as provas finais, já que o evento se estendeu durante o dia todo, para entender um pouco dessa categoria esportiva.

Em ritmo frenético e com movimentos sincronizados, as equipes, em várias categorias, disputaram segundo a segundo o maior número de repetições,  no sentido da melhor performance. À vibração e o empenho dos participantes, sem duvida nenhuma,  é um espetáculo a parte.  Ao final, todos  sagraram-se vencedores,  sob a ótica do desafio aos próprios limites – físico e mental –,  num coroamento claro ao que chamamos de disciplina, algo indispensável para quem deseja obter resultados satisfatório em qualquer modalidade esportiva.  Parabéns aos promotores e participantes do evento.