“Acorda Corno” virou o ano com prévia carnavalesca!!

Em se tratando de carnaval nossa “aldeia” – Vitória de Santo antão -, definitivamente, não é uma cidade qualquer. Na manhã do feriado do último sábado (01), passava pouco das cinco da manhã, ao sair para minha “Corrida Com História”, ao passar por um determinado trecho da  Rua Doutor José Rufino, bairro do Cajá, um grupo de pessoas  que confraternizava-se  desde a vidada do ano  se preparava a prévia carnavalesca da agremiação “Acorda Corno”.

Pois bem, ao retornar dos meus quase 8km, já debaixo de muita chuva, encontrei a mesma turma, agora já animados por uma orquestra de frevo, liderada pelo Maestro Silvano, “concentrados” no trecho  do Viaduto do Cajá, no sentido Pátio da Matriz. Pela “temperatura” da folia, mesmo com todas as  incertezas sobre o nosso carnaval, 2022, em Vitória,  já começou em ritmo de Rei Momo.

O nome da cidade decidido pelo voto popular – por José Maria Argão.

Em 1941, se não estou equivocado, o governo federal baixou um decreto-lei proibindo que mais de uma cidade, no país, tivessem o mesmo nome e estabelecendo a primazia das cidades mais antigas e importantes. No caso, só Vitória, capital do Espírito Santo, preenchia os dois requisitos. Meu pai, José Aragão, era o prefeito e promoveu um plebiscito para que os vitorienses de então escolhessem o novo nome da cidade. Concorreram dois nomes: Vitrice, defendido pelo médico dr. Holanda Barros, vitoriense nato e então Chefe do Posto Municipal de Higiene, localizado na Praça Duque de Caxias, e Vitória de Santo Antão, defendido pelo prefeito e que homenageava o padroeiro da cidade. Os vitorienses escolheram o segundo nome. Havia outra cidade, na Bahia, que passou a denominar-se Vitória da Conquista, em homenagem à vitória dos portugueses sobre os índios que então habitavam a região.

Feliz Ano Novo – José Maria Aragão. 

Corrida Com História – há 78 anos fomos “rebatizada” com o nome do santo.

Aproveitamos os primeiros raios solares do Ano Novo (2022)  para produzir mais um quando do  nosso projeto “Corrida Com História”. Não só pela simbologia universal o dia primeiro de janeiro para nós, antonenses, também carrega tem um forte significado local.  Foi justamente nesse dia, no ano de 1944, que fomos, na qualidade de cidade, “rebatizados” por “Vitória de Santo Antão”.

Nosso lugar, após  já haver sido  catalogado como povoado, freguesia e vila, no dia 06 de maio de 1843 recebeu o título honorifico de cidade. Para exaltar a batalha vencida contra os holandeses, em 03 de agosto de 1645 no Monte das Tabocas, as autoridades da época resolveram assim nos nominarmos:   “Cidade da Victoria”.

Pois bem, cem anos depois,  por força de uma Lei nacional em que  regulamentava  no País as chamadas cidades com nome em “duplicatas”, ou seja, com nomes iguais,  a população da nossa cidade foi chamada a decidir por outro nome. Nesse contexto, a capital do estado do Espírito Santo, Vitória, por preencher os requisitos, permaneceu com  o seu nome original.

Após muito debate e várias possibilidades,  dois nomes foram sugeridos ao crivo popular: “Vitrice” e Vitória de Santo Antão. Ganhando o segundo. Governava a cidade, na qualidade de prefeito, o professor José Aragão. Assim sendo, ostentamos o nome atual – Vitória de Santo Antão -,  por incrível que possa parecer,  apenas há 78 anos, ou seja: oficialmente desde primeiro de janeiro de 1944. CORRIDA COM HISTÓRIA.

3ª dose no braço e fé que em 2022 viveremos um novo tempo!!

Beneficiado pelo encurtamento do prazo para a chamada “dose de reforço” da vacina contra a COVID-19, na tarde de ontem (29), submeti-me à terceira aplicação do imunizante, dessa vez, diferente das duas primeiras,  do laboratório Pfizer.

Por uma questão de “ajuste” dos astros, foi justamente no dia em que comemorávamos na nossa cidade o feriado dedicado ao Glorioso Santo Antão –  17 de janeiro de 2021 –  que efetivou-se , em São Paulo, o  primeiro ato vacinal contra a COVD-19 em solo brasileiro. Nesse contexto, recebi a minha terceira dose nas dependências da Paróquia de Santo Antão. Não deixa de ser, para quem tem conhecimento do fato, um acontecimento em que, de maneira automática,  nos possibilita  traçar um paralelo histórico, por assim dizer,

E para fechar o ano de 2021 “em dia” com o processo vacinal – ano em que o mundo mergulhou no caos e na dor por conta dessa praga (COVID- 19) – , na manhã de hoje (30), aproveitando o embalo, também tomei a “vacina da gripe”. Assim sendo, no tocante ao processo pandêmico e pontualmente gripal, espero e quero crê  que o ano que  se descortinará apos mais um dia (2022) será bastante diferente.

“Poste inclinado” – alerta morador da Rua Melo Verçosa.

Caro amigo blogueiro, Cristiano Pilako:

Diante de um problema que chamamos de “tragédia anunciada”, gostaria que, se possível,  através deste renomado e mais visto blog de nossa tarrinha, fazer-lhe  um pedido  para que a informação, de maneira clara e segura,  chegue às autoridades e órgãos competentes. Trata-se  de  um poste que se encontra na Rua Melo Verçosa,  bem na frente da casa lotérica (da mesma rua).

O mesmo  apresenta, em virtude da carga de fios, uma inclinação  – conforme as fotos.

  Imagine, caro  Pilako,  se acontecer um rompimento repentino da estrutura?

Não precisa  nem alertar, que nesse  local há uma acentuada  circulação de pessoas o dia inteiro e de uma  enorme movimentação de veículos.

As imagens falam mais que mil palavras e,  certo de que este problema será analisado por pessoas e órgãos responsáveis, desde já,  como morador da citada rua,  deixo meus agradecimentos.

Morador da Rua. 

Espaço Parlamentar: Confraternização – por Carlos Henrique.

Na noite de ontem recebemos em nossa residência parte da nossa equipe para que pudemos de maneira simples nos confraternizar. Em um ano repleto de desafios, agradecemos primeiramente a Deus e a todos que diretamente ou indiretamente contribuíram para que tudo pudesse acontecer da melhor forma. 2022 será de desafios ainda maiores. Juntos, unidos e motivados, vamos em busca de mais uma vitória!!
Carlos Henrique Queiroz – vereador. 

O caso da menina Beatriz – mais um passo adiante…

A frase é clichê: “uma longa caminhada começa com um primeiro passo”.  Após conceber a ideia e se preparar para o desafio, os pais da menina Beatriz, assassinada na cidade de Petrolina,  em 2015, produziram, acima de tudo,  num só tempo, um ato de humildade e coragem.

Ninguém é obrigado a expor suas fraquezas e o seu desespero. Ao colocar o pé na estrada, em 05 de dezembro,  rumo ao Palácio do Campo das Princesas,  essa mãe – Lúcia Mota -, humildemente, compartilhou com o mundo inteiro  sua dor e a  sua impotência para administrar o sentimento da perda. Cada ser humano possui uma forma própria de reagir às realidades impostas pela vida.   Em ato continuo, junta os cacos, para reagir com a coragem dos que não sucumbem  diante da guerra “quase perdida”.

Ao acompanhar sua peregrinação por justiça, como ela mesma anuncia a todos pulmões, a mãe da Beatriz se agiganta  numa sociedade paupérrima  de exemplos. É um governador que não tem vergonha da “sua” polícia não cumpri o seu papel. É um Ministério Público que não busca exercer a função pelo qual foi criado. É uma Assembleia  Legislativa  – legitima  representação da voz de todos os pernambucanos –  que apresenta  49 deputados “mudos, moucos e cegos”.  

Viva a internet e suas múltiplas aplicações….Dificilmente a batalha dos pais da Beatriz teria logrado êxito nessa empreitada não fosse o poder das novas ferramentas,  disponíveis ao cidadão comum. Os poderosos, de maneira geral, não resistem às verdades proclamadas pelas pessoas  comuns que contam histórias legitimas e  que ganham  eco  no coração dos  semelhantes oprimidos.

A sociedade que preza pelo sistema democrático e o  estado de direito não pode temer o seu  presidente, governador, prefeito, juiz, promotor, senador, deputado ou vereador. Tomara que o caso da menina Beatriz desencadeie, no Brasil e em especial no nosso estado (Pernambuco),  um conjunto de vozes que sofrem com a  indiferença praticada por aqueles que tem justamente a função de proteger e acolher os  que clama por justiça social.

”O Anjo Enviado Por Deus” – é o título do livro infantil lançado pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

Na estrada da missão educadora há mais de três décadas a pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora , Vânia Maria, vem cumprindo sua nobilitante tarefa com esmero e paixão.  Mergulhando no mundo mágico e lúdico do universo infantil, recentemente, realizou mais um sonho, ou seja: virou escritora.

Na qualidade de mãe e avó, privilégios da magnitude da obra divina,  ela se reinventou para seguir em frente, apesar das pedras da incompreensão  “jogadas no seu caminho”.  A escritora Vânia Maria mergulhou  no mundo lúdico do universo infantil para emplacar o seu primeiro rebento literário: “ O Anjo Enviado Por Deus” – uma ficção desenhada com muita emoção e lágrimas nos olhos.

No roteiro da sua obra a escritora  consegue, poeticamente,  despertar nas crianças vários sentimentos:  confiança, amor, fé,  alegria e vontade de servir a Deus. Na narrativa da obra, vivenciada numa pequena cidade, um lobo muito malvado retira da família os  seu  bens  mais precioso, ou seja: filha e neto.

Com muita oração e devoção, Deus envia um anjo para restabelecer a alegria e a paz no coração de todos.  Além de um final feliz, uma lição de vida baseada nos ensinamentos cristãos e na constante vontade de viver feliz e seguir  sempre em frente.

Segundo a autora, Vânia Maria, “essa é uma experiência baseada na esperança e no amor, algo tão distante no nosso atual contexto social”.

Serviço:

Livro: “ O Anjo Enviado Por Deus”.

Contato Instagram – @psicoclinicavania

“ARQUIVO E MEMÓRIA” – Pierre, a Pressão de Pernambuco – funeral – há 6 anos.

Em nossa coluna “Arquivo  e Memória”,  hoje, relembramos  a figura do  artista Pierre. De maneira categórica, na qualidade de cantor, Pierre botou abaixo o adágio popular que diz “que santo de casa não faz milagre”. Foi a partir do carnaval da Vitória,  com seu talento próprio, especialmente com suas apresentações na agremiação “Girafa”, que ele ganhou  fama e tornou-se o “Pierre, a Pressão de Pernambuco”.

Foi num  dia de segunda-feira,  exatamente no dia  28 de dezembro de 2015, há seis anos, que a população da nossa cidade foi às ruas para dar-lhe o último adeus, acompanhando o cortejo do seu funeral – o mesmo faleceu na madrugada do domingo, 27/12/2015, em Recife.  Muitas homenagens espontâneas foram promovidas pela sua legião de fãs.

Em nossos arquivos constam muitos momentos do amigo Pierre. Desde um despretensioso registro fotográfico, quando o mesmo, em um banco da Praça Leão Coroado,  juntamente com membros da sua banda se preparavam para uma apresentação fora da cidade, até um vídeo em que realiza – sem ninguém saber  nem desconfiarsua última aparição em cima de um trio elétrico na nossa cidade (“carnaval do Santa Cruz”).  Sem contar, claro, com os  seus  incontáveis espetáculos, promovidos, sucessivamente, nos reinados de momo na nossa Vitória de Santo Antão.

 

Entre tantos vídeos por mim gravados nos carnavais da nossa cidade, realçando o artista Pierre, relembro o do carnaval de 2014, hoje, já com  mais 35 mil visualizações.

Como não poderia deixar de ser,  também,  realizamos muitos registros  emblemáticos por ocasião do dia do seu  sepultamento.  Desde o seu velório,  à saída do caixão da Câmara de Vereadores, o cortejo  pelas principais rua, à chegada ao Cemitério São Sebastião e o  sepultamento. Literalmente,  a cidade chorou….

 

Eis aí, portanto, mais uma postagem da nossa coluna “Arquivo e Memória” que tem, entre tantos outros objetivos, realçar figuras e vultos, acontecimentos e eventos marcantes ocorridos na nossa cidade e que, felizmente, foram registrados pelas lentes do Blog do Pilako,  no sentidos  salvaguardando-os  para as gerações futuras. Atualmente nossos  arquivos em vídeos  já somam   mais de 5.000 filmes originais e alguns milhões de fotografias digitais (originais). 

A Sudene e o seu valioso acervo cultural numa data histórica – por Marcus Prado.

Há os que passam pelo imponente e histórico prédio da antiga sede da  Sudene,  Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, e  sentem uma  agonia nas veias da alma, os que se recordam da Sudene de um tempo  heroico não muito distante e dão com os olhos  no prédio em  quase desuso,  ao lembrar que nesse conjunto de paredes e centenas de salas  esvaziadas após cinematográficos  escândalos, o colosso de 269 metros considerado expoente da arquitetura moderna, a antiga autarquia vinculada diretamente à Presidência da República, deixou de cumprir a  missão de promover o desenvolvimento socioeconômico do Nordeste.

Quem passa por essa imensa gaiola que parece uma serpente de tijolos solta no ar não tem como deixar de sentir, se conhece a sua história, a presença de Celso Furtado, que honrou como nenhum outro intelectual o pensamento econômico brasileiro e inspirou gerações de economistas e demais cientistas sociais. Junto com a sua equipe, o que havia de melhor na Região em planejamento econômico e social, somada ao que produzia em pesquisa social a Fundação Joaquim Nabuco, que sempre marcou presença de parceria com a autarquia federal, Celso Furtado compreendia que a integração nacional só seria concretizada com a redução das desigualdades estruturais entre as regiões do país. Eis o ideário de Celso Furtado, ele que era conhecido dentro e fora do Brasil como “ a esperança militante”. O sonho acabou com dolorosas perdas depois do golpe de 1964, com prisões, exílios, humilhantes perseguições. Foi daí que começou o seu desmonte, fez com que a Sudene abdicasse das preocupações reais para as quais fora incumbida de resolver.

Criada há 62 anos pelo presidente Juscelino Kubitscheck, quero celebrar com uma boa notícia. Ainda resta um tesouro a ser preservado, a sua memória, o seu acervo de grande importância documental, a biblioteca criada pelo Decreto nº 48.530 em 1960, recebendo o nome de Biblioteca Celso Furtado em homenagem ao seu idealizador e primeiro superintendente da autarquia, tendo como finalidade preservar a memória institucional da Casa. Uma missão a ser cumprida por seu atual superintendente, o general Araújo Lima.

O que existia de documentação, tudo indica, está preservado, aberto ao público, agora em novo endereço: Av. Eng. Domingos Ferreira, 1967 – Boa Viagem, Recife. A começar pela Biblioteca Celso Furtado, uma das mais ricas do Brasil, responsável pela normalização, controle, seleção, processamento, armazenamento e disseminação das informações bibliográficas de documentos produzidos pela instituição, desde o começo, portanto, merecedora de adequada proteção, posto que ajuda a preservar a memória da instituição e da própria região Nordeste. Suas obras subsidiam o planejamento para o desenvolvimento da região e servem de base para trabalhos e pesquisas. A maior parte do público é de pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação.

O acervo é formado pelas coleções: Coleção Sudene. É a coleção principal da Biblioteca, composta por toda a produção bibliográfica da instituição, assim como documentos técnicos/científicos elaborados e/ou publicados pela Sudene. São documentos de valor histórico, científico e cultural inestimável. Cartas Topográficas do Nordeste: A mapoteca, talvez a mais rica do Brasil, de incomparável importância documental, é formada por cerca de 600 cartas elaboradas em convênio com entidades especializadas. A coleção de cartas topográficas na escala de 1:100.000 abrange todos os estados do Nordeste e partes de Minas e Espírito Santo e a coleção de cartas topográficas na escala de 1:25.000 abrange partes da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. É atualmente a coleção mais consultada da biblioteca. Muito pesquisada por cartógrafos, geógrafos, geólogos, urbanistas, professores e estudantes, além de escritórios de engenharia não só do Brasil.  Segue-se o acervo do Condel: O acervo do Conselho Deliberativo da Sudene é composto por 5 tipos de documentos: atas, pareceres, proposições, resoluções e relatórios. Toda a documentação textual referente aos anos de 1959-2000 está digitalizada e pode ser consultada on-line através do site http://procondel.sudene.gov.br/. Nesse mesmo site é possível encontrar um breve resumo sobre o que é o Condel.

Ouso dizer que não se escreve a história política e econômica do Brasil dos nossos dias sem passar pelos arquivos do Condel, assim como pelos arquivos do Cehibra/Fundaj, com uma riqueza de incalculável abrangência. Os documentos originais encontram-se preservados na Biblioteca e também podem ser consultados de forma presencial por pesquisadores e demais interessados. O acervo Condel conta ainda com fotografias, fitas de áudio e vídeo. Coleção Celso Furtado: Obras de autoria de Celso Furtado, algumas foram doados por ele à biblioteca. Inclui também trabalhos feitos sobre a obra de Celso Furtado, além de periódicos como Revista de La Cepal e Cadernos do Desenvolvimento.

Ainda sobre o edifício da Sudene, cabe um apelo à Universidade Federal de Pernambuco, atual gestora do gigantesco imóvel, para a preservação de outro patrimônio cultural:  a cerâmica artesanal confeccionada por Francisco Brennand e o jardim idealizado pelo paisagista de origem pernambucana, Roberto Burle Marx. Por fim, a antiga sede da instituição representa um conjunto moderno de edifício e jardim, implantado em 1972, que reúne atributos para ser protegido como patrimônio arquitetônico moderno de Pernambuco. A cidade do Recife conta com um conjunto significativo de jardins públicos e privados projetados por Burle Marx, alguns são protegidos pelas instâncias federal, estadual e municipal, mas o da Sudene, sendo um dos mais belos e objeto de trabalhos acadêmicos, tem sofrido pela descontinuidade administrativa da autarquia especial.

Marcus Prado – Jornalista

UM POUCO DE OLAVO DE CARVALHO – por Sosígenes Bittencourt.

Olavo de Carvalho não foi para a Faculdade se formar em Filosofia, ele foi ensinar Filosofia, depois que estudou consigo mesmo. Por isso, dado o sucesso do seu autodidatismo, autoproclamou-se filósofo. Quer dizer, alcançou a maturidade e, por isso, foi condenado. Olavo de Carvalho usou a inteligência para alcançar a sabedoria, organizando o saber. Daí, o seu célebre conselho: A condição mais óbvia para o desenvolvimento da inteligência é a organização do saber.
Sosígenes Bittencourt