Não se preocupe: SUA FANTASIA JÁ ESTÁ LHE ESPERANDO NA FANTASY – Loja de Fábrica!!

Com as prévias carnavalescas “pegando vento” e o carnaval 2017 batendo na porta, a solução para fazer bonito e cair na folia,  no clima,  é passar já na Fantasy, a loja especializada em fantasias carnavalescas. Onde fica? Na Rua Eurico Valois  (Estrada Nova).  Lá também confecciona a fantasia que você desejar. Veja o vídeo:

Dois “Cristianos” na Rádio Atual FM…………

Na manhã de hoje (27) estivemos na Rádio Atual FM para participar do programa “A Cidade em Ação”, pilotado pelo amigo e xará Cristiano Bassan. Na ocasião, nossa intervenção oral foi relacionada ao desfile da SAUDADE, para o carnaval 2017. Por lá, como sempre, um programa movimentado e com a participação dos ouvintes. Entre outras coisas, realçamos à importância de homenagear, agora em 2017, o Centenário da Praça Leão Coroado. Aproveitamos a ocasião também para falar sobre o  carnaval vitoriense como um todo.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Na qualidade de reflexão na alfabetização da EJA. (PARTE 4)

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O trabalho com a música associado ao Ensino Regular, tem demonstrado resultados satisfatórios, no que diz respeito, a formação de cidadãos do futuro. Diversos Projetos Sociais em várias Regiões e Estados do Brasil, tem formado  cidadãos.  A Educação Musical e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), pode fazer parte deste mesmo objetivo pedagógico, e, passo a passo este Corpo Discente que em razão a vários fatores sociais, foi impedido que chegasse a cursar o Fundamental (I) e o (II), como também, o Nível Médio dentro dos padrões regulares, conforme a regência do MEC – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA.  Tendo a oportunidade de continuar através da (EJA).

A finalidade desta simples abordagem apresentada, é justamente, para que possamos refletir no que é possível uma Ciência Humana denominada de música, ter uma profundidade e abrangência, na área da alfabetização, porque para algumas pessoas, a música é apenas diversão, no entanto, sabemos que a música no nível educacional, não ficará apenas em executar simplesmente, uma escala de Dó Maior ( C ), de Sol Maior ( G ), em um Violão, Contrabaixo, Teclado, Cavaquinho, Trombone, Sax, Trompete, mas estimular e preparar  o Corpo Discente participante da EJA, a sentir o prazer de aprender a Ciência Pedagógica, contida na Educação Musical. Este prazer direcionado ao fator aprendizagem, fluirá  na Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Física, Química, Biologia e demais disciplinas. Sabemos que estes benefícios surgirão a longo prazo, devemos trabalhar e esperar os resultados.

João Bosco do Carmo.

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Latinhas carnavalescas da Pitú já estão nas ruas

As latinhas carnavalescas da Pitú já estão em circulação em todo o mercado do País. A cachaçaria pernambucana distribuiu 3 milhões de unidades de 350 ml da aguardente tradicional com o layout especial de Carnaval. Este ano, a estampa traz elementos marcantes da folia momesca, entre eles a La Ursa, os bonecos gigantes de Olinda, o Galo da Madrugada, o Caboclo de Lança e outros símbolos da festa. A ilustração, com as cores vermelho, amarelo e preto, foi desenvolvida pela agência Ampla Comunicação. A partir desta semana, os colecionadores de latinhas temáticas já podem adquirir mais uma para o acervo. 

Momento Cultural: Caveira – por Henrique de Holanda

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Da nudez em que vive na demência,
traduzes bem o desmoronamento.
lar que serviu de abrigo à inteligência
e onde hoje reside o esquecimento.

Outrora tu vivias na opulência:
carne, vaidade, amor, deslumbramento,
beijo, pecado, embriaguez, ardência,
e hoje, de tudo isso, o isolamento.

No mundo, tu viveste mascarada.
Hoje, porém, com a face descarnada,
Tens do teu rosto a máscara caída…

Retrato original da humanidade:
Ressaca para toda a eternidade
depois da grande dança desta vida!…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 12).

Publicitário Arijado Carvalho visita redação do Blog do Pilako.

Na manhã de hoje, quinta-feira (26), recebi em visita de cortesia na redação do Blog do Pilako o conterrâneo, amigo e renomado publicitário,  Arijaldo Carvalho. Antes de tudo, gostaria de dizer que Arijaldo é um desses filhos ilustres da terra que não esquece as origens.

Nascido no bairro do Dique, conta Arijaldo, saiu da Vitória para morar em outra cidade por conta  da grande cheia de 1975. Com passagem nos maiores veículos de comunicação do estado e com uma vasta experiência no ramo publicitário, Arijaldo, de maneira dinâmica e vibrante, atualmente, edita três revistas por mês, convenhamos, tarefa para poucos!!

Articulando mais uma matéria sobre nossa cidade, desta feita sobre a história do nosso carnaval e um pouco da perspectiva para os festejos que se avizinham (2017), Arijaldo pretende divulgar nossa festa maior em todo estado de Pernambuco. Aproveitei a ocasião para gravar um vídeo com o amigo Arijaldo Carvalho. Veja o vídeo:

Doutor Olavo Holanda e sua gargalhada inconfundível…

Na hora do almoço de ontem (25), ao entrar no Restaurante Spargus,  encontrei o bom vitoriense Olavo Holanda. Ainda lembro quando Dr Olavo morava no bairro da Matriz, próximo a minha casa. Na qualidade de criança e adolescente sentávamos na calçada da sua casa e fazíamos muita zoada. Ele sempre simpático e tolerante com aquela “algazarra normal”, para época.

Pois bem, no nosso reencontro de ontem, após algumas palavras disse ele: “você é um dos filhos de Zito, num é?” Ele, naturalmente, não tinha a menos obrigação de lembrar do meu nome, evidentemente. Hoje, com mais de noventa anos de vida e, incrivelmente, com  a mesma aparência, continua com toda vitalidade e emitindo sua inconfundível gargalhada.

Para brindar a ocasião, segue, abaixo, um registro fotográfico relativo às comemorações do Centenário do Anjo da Vitória, ocorrido em 2005, onde ele aparece ao lado de meu pai, Zito Mariano, de quem era grande amigo.

Carlos Americano é o CARA do xadrez vitoriense !!

Na qualidade de apaixonada pelo XADREZ e também articulador para o crescimento do mesmo no nosso município, o amigo das antigas, Carlos Americano, juntamente com outros vitorienses praticantes da modalidade esportiva, participaram de mais um evento do gênero, na Capital pernambucana. Segundo Americano, o 3º Festival Recifense de Xadrez, ocorrido no luxuoso hotel Courtard, localizado em Boa Viagem, foi um sucesso!!!

A PÁTRIA DO BARULHO – por Sosígenes Bittencourt.

Em função do nosso recente questionamento realçando à barulheira provocada por PAREDÕES DE SOM, “pilotados” por pessoas que parecem não ligar  para as boas regras de convivência civilizada, segue, abaixo, a crônica escrita, em 2011, pelo professor, pensador e poeta vitoriense, Sosígenes Bittencourt.

A PÁTRIA DO BARULHO – 01 de março de 2011

O que me leva a escrever sobre barulho é a consequência de festas realizadas em minha rua e uma crônica escrita por Cláudio de Moura Castro em fevereiro deste ano. O economista viveu 15 anos entre a Suíça e os Estados Unidos. Mesma sorte não tive eu, sempre residindo aqui, no foco da zoada. Não sei se me adaptaria à Suíça que, de tão silenciosa, deva ser monótona. Pelo menos para mim, habituado a frevo e maracatu, samba do crioulo doido, trio-elétrico e porta-malas que falam.

Outro dia, conheci duas austríacas que falavam mais por gestos do que por palavras. Imaginei que beijassem em meneios de valsa, como se bailassem.

Nos dias de festa em minha rua, os meus pais septuagenários não dormem, não sossegam, e minhas elucubrações intelectuais são capituladas. Segundo Cláudio, na Suíça, “os cães não latem e as crianças não berram”. Literalmente, “é proibido cortar grama aos domingos, por causa do barulho das máquinas”. Relata que “em muitos edifícios é proibido tomar banho e puxar a descarga após as 10 horas da noite. Aviões barulhentos não pousam lá”.

Bem sei que ninguém tem tempo de estar lendo ou se incomodando com essas coisas como faço agora, mas alguém tem de desabafar pelos que sofrem. Um dos momentos mais pitorescos, dentro da descrição do economista em torno do país dos decibéis, é quando denuncia que aqui “Muitos urram fora da lei. Os pneus cantam nas curvas. A cachorrada da vizinhança tem cordas vocais de aço-molibdênio. As igrejas e os cultos confundem decibéis com fé”.

Penso que Cláudio tem muito o que reclamar nesse seu retorno à pátria do barulho. Eu o aconselharia a entrar numa dessas festas onde a juventude se embriaga ao som e o ritmo de “Lapada na rachada”, para estudar a ideia que hoje se inculca na população sobre os órgãos genitais e o exercício do prazer.

Sosígenes Bittencourt.