Com palavras simples
Eu quero chegar
Até você
E me fazer entender
Que só a ti
Pertence o meu Amor,
Este nobre sentimento:
Em qualquer momento.
José Bezerra de Oliveira
O Estatuto da Pessoa com Deficiência alterou o Código de Trânsito Brasileiro para deixar claro que as autoridades podem fiscalizar estacionamentos privados de uso público e multar quem não respeita as regras. Conheça a lei:http://bit.ly/1JMXtSJ
Fonte: @SenadoFederal
O estresse e a ansiedade são fatores que podem atrapalhar bastante a sua produtividade nos estudos e no trabalho. Separe um momento para você e busque atividades prazerosas. Pode ser música, dança, culinária, meditação, filme, a escolha é sua!
😉 #grautecnico #cuidadopessoal

Para quem já ouviu falar sobre esterco de quadrúpede em cigarro, soda cáustica em leite de vaca e deglutiu carne de jumento não deveria ficar de cabelo em pé com papelão em lote de frango.
Mas, como o brasileiro está habituado a engolir corda, acredita piamente que Michel Temer provou a seriedade de nossas carnes ao passar na mandíbula churrasco, com comensais estrangeiros, em laudo banquete. Claro que o presidente não poderia temer uma diarreia internacional e coletiva depois de semelhante papelada fiscal. Deve ter contratado fiscais para fiscalizar a fiscalização oficial.
Na realidade, a operação não deveria se chamar “Carne Fraca”, mas “a carne é fraca”, justificando com humor antigo que, por trás de toda desgraça, há sempre “dinheiro, adulterina e cachaça”.
Sosígenes Bittencourt
Ouça a música “CIRCULANDO” composta por Aldenisio Tavares, na voz de Nildo Ventura.
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Aldenisio Tavares
Dando continuidade a nossa coluna – Apelidos Vitorienses – que tem como objetivo revelar a origem do apelido dos conterrâneos, que são mais conhecidos pelo nome social do que o nome pelo qual foram batizados, hoje revelaremos a origem do apelido do senhor Drailton José da Silva.
Com origem na Zona Rural, na vizinha cidade de Pombos, contou-nos o senhor Drailton José da Silva que, juntamente com seus irmãos, ainda na década de 80, investiram na atividade econômica da venda de CASTANHAS. Além de produzirem em grande quantidade também compravam mais castanhas nos sítios vizinhos, para serem assadas, “quebradas” e embaladas em saquinhos. As mercadorias, uma vez prontas, eram negociadas em Vitória e nas cidades circunvizinhas, assim como nas praias – Boa Viagem, Porto de Galinhas e etc.
Pois bem, o amigo Drailton José da Silva, que tem como apelido CASTANHA, em função da sua atividade comercial, há mais de três décadas, antes, porém, também ficou conhecido na cidade pelo codinome de COCADA, em função também da sua atividade comercial.
Atualmente, estabelecido no nosso centro comercial, o senhor Drailton José da Silva, além de outras mercadorias, continua negociando com o produto que deu origem ao seu apelido, ou seja: CASTANHA. Eis aí, portanto, mais um vitoriense que é mais conhecido na cidade pelo apelido do que o próprio nome. Veja o vídeo:
Seu amigo está te devendo uma? Conte o porquê nos comentários e experimente cobrar a dívida com um SUBWAY®.
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Olhaí o que a turma do bloco banho de kana, aprontou lá em Palmeiras dos índios, neste carnaval que passou lá.
Pense numa folia boa que deixa saudades. Simbora, minha #NaçãoPituzeira
A água é a fonte da vida. E sua preservação também depende de nós. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 50% da água que abastece as grandes cidades do mundo é desperdiçada. Somente no Brasil, esse número chega a 40%.Evite o desperdício. Use com responsabilidade. #GrauTecnico#DiaMundialDaAgua

Deus deu ao homem a água,
e o homem deu ao homem a Conta d´Água.
Sosígenes Bittencourt

Disponibilizamos a música “Porta à Fora” do compositor vitoriense Edu Luppa. A música integra o álbum “Edu Luppa e Banda Tcha Run Dun – O Ritmo dos Apaixonados“.
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Aldenisio Tavares
Eu não posso saber qual o pecado
que, irrefletido, cometi; suponho
seja, talvez, porque te fosse dado
meu coração, – a essência do meu sonho..
Se amar é crime, eu vou ser condenado
e toda culpa, em tuas mãos, eu ponho.
– Quem já te pode ver sem ter amado?!…
Quanto é lindo o pecado a que me exponho!
Se tens alma e tens sangue, como eu tenho;
se acreditas em Deus, dizer-te venho,
– Que pecas, tens amor, és sonhadora…
Deus deu a todos coração igual.
Se eu amo, sofres desse mesmo mal.
– O teu pecado é o meu, – és pecadora!
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 22).

Por mais que escutemos falar, de maneira aleatória, da importância do nosso Monte das Tabocas, na composição do Estado Brasileiro e principalmente na faísca do sentimento nativista do nosso povo, não conseguiremos despertar nas pessoas, sobretudo nos antonenses, a real magnitude do significado do nosso Sítio Histórico.
O Monte das Tabocas é muito mais – e bota muito mais nisso – que um dia de feriado municipal, com direito a missa campal e visitação desordenada, que aos poucos vem sendo desidratada com o passar dos anos. Se há décadas, ainda residia na mente dos jovens algum tipo de aventura, na noite que antecedia as comemorações, hoje, chegar ao Monte das Tabocas, quer seja dia ou noite, durante o ano inteiro, tornou-se um ato arriscado, face ao total isolamento e perigo iminente de assalto e outras atrocidades.
Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, precisa acordar do sono profundo da indiferença, em relação ao Monte das Tabocas. Acho que o primeiro passo, na direção da efetivação nesse sentido, seria a criação de um Comitê Gestor, para solicitar da prefeitura um processo de comodato, cuja administração do referido sítio deixasse de ser – por um longo período – vinculada ao poder público municipal. Aliás, já está mais que provado, publicamente, que os políticos, de maneira geral são os primeiros a ignorarem o contexto histórico do nosso Monte das Tabocas.
Se levarmos em consideração que os europeus chegaram por aqui – nas terras brasileiras – há 517 anos, e que Pernambuco foi uma das capitaneias mais prósperas, sob a direção de Duarte Coelho, a partir de 1535, e que a nossa “Cidade do Braga” (primeiro nome da nossa Vitória) está próximo de completar 400 anos, logo verá que temos muita história – e para isso não é preciso saber da historiografia brasileira, basta saber apenas de matemática.
Portanto, na qualidade de pessoa conhecedora do potencial histórico do nosso Monte das Tabocas, rogo a Santo Antão, que tanto atuou na épica Batalha ocorrida em 3 de agosto de 1645, conforme relatos, que ilumine a cabeça dos atuais gestores para que os mesmos entendam que a nossa circunscrição territorial mais importante precisa ser tratado como uma joia rara e não como um lixo, tal qual fizeram, a esmagadora maioria dos prefeitos vitorienses.
Comentário postado na Coluna “O Tempo Voa: Time de Futebol – 1970”
Amigo Pilako esta foi uma das últimsas formações da equipe do Livramento Futebol Clube o maior time amador até hoje da nossa Vitória daÌ surgiu a Desportiva Pitu primeira equipe profissional da nossa terra que disputou o campeonato pernambucano da primeira divisão, na equipe conheci varias atletas alguns já não estão entre nós da esquerda para direita não reconheci os dois primeiros daí seguem Gonçalves que veio de Gravatá, Fernando Garçon, Lula de Redenção,Chico Magro,Carneiro,Zezinho, o saudoso prefeito Barreto e Jair que foi um dos grandes jogadores da terra agachados Zé da Roda,Amauri,João,Didi de Maués,Carlinhos Neguinho o último não reconheci grandes jogadores que passaram e deixaram grandes recordações aos amantes do futebol .
Joel Candido Carneiro Neto