Na medida do possível procuro não abordar o tema da violência urbana, aqui, no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako. Esse assunto, de certa forma, já vem sendo exaustivamente exposto, diariamente, nas mais diversas plataformas de comunicação, chegando ao ponto, inclusive, de estarmos, aos poucos, banalizando o tema.
Pois bem, se os noticiários televisivos nos coloca “dentro” dos tiroteios, ocorridos nos morros da cidade maravilhosa e a internet, através das redes sociais, nos reproduz o terror das decapitações – via de regra como código de “conduta e ética” – dentro dos presídios do no nosso estado, não sou eu quem vou multiplicar tudo isso, apesar do assunto gerar altas taxas de audiência para um público, aparentemente, cada vez mais sedento por cenas bizarras.
Desta vez abordo o assunto para realçar minha frustração. Na qualidade de brasileiro, com fé e esperança na minha Nação, tempos atrás, apostei e até fiz campanha, no bom sentido da palavra, para o processo do “Estatuto do Desarmamento”, ocorrido no inicio dos anos 2000. Naquela ocasião, entre os argumentos, para endossar a campanha, socorria-me da seguinte equação: com menos armas nas ruas, obrigatoriamente teríamos menos tiros disparados. Ledo engano. Uma década e meia se passou, e estamos, agora, num verdadeiro “beco sem saída”.
As armas continuam circulando “livremente” pelas mãos de pessoas mal intencionadas. Para tê-las, basta querer comprar e ter uma mixaria qualquer no bolso. Aliás, segundo informações de pessoas mais “vividas”, aqui na nossa cidade, existe até locadora de armas com as respectivas balas. O sujeito pega a “danada” num dia e entrega no outro. Podendo, inclusive, nem disparar um tiro sequer, apenas para exibi-la, nas devidas “paradas”, com a intenção de arrecadar o dinheiro necessário para o consumo da droga e outras necessidades pontuais. Digo tudo isso, para potencializar minha frustração, diante da constatação de que a Polícia e o Poder Judiciário estão, a olhos vistos, perdendo a guerra para o crime, cada vez mais organizado.
Sobre essa tal de “sensação de insegurança”, que paira, atualmente, sobre o Estado de Pernambuco, aparentemente ignorada pelos que deveriam fazer justamente o contrário, devo dizer, que a mesma, nos parece ser a mola propulsora para a não menos perigosa “sensação de impunidade”.
Como caricatura dessa cruel e infeliz engrenagem, na noite do feriado da última sexta (21), em pleno Pátio da Matriz, fui obrigado a ouvir tiros disparados de uma pistola. Como reação humana, procurei me abrigar por trás de uma parede, com medo de virar notícia, pois, ser vitima de bala perdida na nossa cidade, ainda não é uma coisa tão comum assim, tal qual em algumas favelas e morros dos grandes centros urbanos, em determinadas regiões do território nacionais.
Encerro, perguntando: por que é que a delinquência geral, goza de tanto prestígio com aqueles que deveriam mantê-los afastados da sociedade?
Na noite do sábado (22) estive presente na festa promovido pela L.I. Produções e Eventos que contou, entre outras, com a apresentação do consagrado artista nordestino, ZEZO. O encontro ocorreu na casa de eventos Haras Bela Vista.
Apesar de já conhecer o espaço físico, ainda não havia participado de nenhum movimento festivo na casa. Indiscutivelmente, no quesito estrutura para grandes eventos, o Haras Bela Vista é o melhor espaço que temos na cidade. Dotada de camarotes, palco, camarins e amplo espaço interno, inclusive com restaurante, o local vai muito além de um espaço para shows.
Já com relação ao cantor Zezo, que construiu “com as próprias mãos” sua carreira vitoriosa, fica-nos a certeza de que, para o público vitoriense, o mesmo configura-se num FENÔMENO MUSICAL. Com estilo musical próprio ele (Zezo) é uma espécie de legítimo representante do gosto popular. Os festeiros que, fielmente, o acompanham sabem cantar todos os sucessos, por ele interpretado. Participam do seu show animadamente, cantando e dançando, desde o inicio até o fim. “Queiram ou não queiram os juízes” musicais de plantão, ZEZO é o que muitos gostariam de ser e não são, ou seja: ele é “vendedor” de ingresso em potencial e criou um fá clube consistente, que, na minha modesta opinião, nem tão cedo será desidratado, pois é formado tanto por coroas quanto por jovens.
Parece repetitivo, e pode ser, mas por ser alarmantemente preocupante voltamos a conversar este mês sobre a doença de depressão. Acompanhamos alguns casos pela internet e televisão de jovens que cometeram suicídio, e insistentemente após final da leitura ou matéria exibida, o mote, a razão que levou a ação suicida está relacionada à doença de depressão.
Procurando trazer um texto extremamente esclarecedor penso em contribuir nos próximos parágrafos levantando mais um alerta com relação à doença de depressão e ilustrar este texto com duas figuras que nos últimos dias remetem ao nosso tema, a imagem de uma baleia, onde fazemos referência ao game-fake suicida Baleia Azul e a figura de uma fita K7 grafada o título da série da Netflix que também aborda o tema suicídio, estes dois produtos movimentam as redes sociais, no sentido de causar curiosidade ao tema, assim como nos colocar de frente a tristes situações de jovens vítimas do suicídio.
Quando falo em suicídio minha preocupação maior é na prevenção, e quando penso em prevenção do suicídio entre adolescentes penso nos pais e responsáveis destes jovens, uma vez que a formação do desenvolvimento da personalidade é bastante inserida em um contexto biopsicossocial imenso, na adolescência ainda se necessita desta integração com disposições diversas para uma formação madura, entre elas seus pais e/ou responsáveis.
Pode parecer forte, mas as situações permissivas dos pais durante a infância e adolescência abre uma brecha para os filhos “fugirem” da realidade e buscarem o que consideram ser um apoio situações como o álcool, as drogas e agora o game-fake, falo game-fake por não considerar o polêmico jogo da Baleia Azul como um game real, a Baleia Azul surgiu como mais um boato nas redes sociais que rapidamente se transforma numa histeria coletiva, ou seja, todos passam a acreditar em algo que de fato, não existe, o que existe, neste caso, são adolescentes em conflitos consigo mesmo, adolescentes em sofrimento psicológico, adolescentes gritando por ajuda, adolescentes riscando seus braços para expressar a dor emocional que lhe perturba.
Na série da Netflix, “13 razões porquê”, aborda o suicídio entre adolescentes e explicitamente a permissividade dos pais. São retratadas em diversas cenas a protagonista passando como invisível aos olhos dos outros, quando não; sofre bullying na escola, mas, a escola está ocupada com outros interesses. Em casa estes adolescentes ficam horas dentro do quarto, os pais não sabem o que seus filhos fazem, e quando toma conhecimento a frase está pronta: “Tire isto da cabeça”, “Esqueça estas bobagens”, “Estas coisas passam”, “Você não tem motivos para está triste”. Não sabem os pais que a cada frase, afundam ainda mais seus filhos para situações piores. A esta altura os jovens que sofrem não consegue se perceber numa fala como esta.
Ainda falando da série, quem assistir com um olhar de pai/mãe/cuidador, vai perceber como a adolescente oferece sinais de que está sofrendo e pedindo ajuda, mas como os pais estão bastante ocupados com o trabalho, não conseguem perceber que algo não vai bem com a filha deles e que a doença da depressão começa a ganhar espaço na percepção da adolescente.
Por fim, fica o registro de que a doença de depressão não é coisa de pessoa fraca ou como dizem, frescura. Depressão é doença e precisa ter atenção, se não tratada, pode levar ao suicídio. Alguns sinais como, por exemplo, preguiça constante podem ser apatia, cansaço e desprazer em algo que gostava são sinais da doença. Irritabilidade, explosivo e isolado, geralmente no quarto são sintomas depressivos. Alteração no sono e no apetite como comer e dormir menos, precisa ser observado com mais cuidado. Uso de drogas, álcool e agora o game-fake Baleia Azul são sinais gritantes de que alguma coisa está errada, pensamentos suicidas podem esta se fazendo presente neste adolescente.
Cleiton Nascimento Psicólogo Clínico CRP02 14558 Especialista em Saúde Mental.
O Massagem Express é a pedida pra esse pós feriado. Vem relaxar aqui e recuperar as energias pra começar de verdade a semana. O quiosque fica localizado de frente a Hering!. 😃😍😉
Se você sentir uma pontada no coração, preste atenção. Ele deve estar desapontado com o que você está pensando.
Pensar é muito rápido, por isso você deve parar para pensar no que está pensando.
O coração não ama, ele é o termômetro do amor. A mente é que ama.
Ódio e inveja são lixos mentais, seja gari de suas emoções, higienizando sua mente.
O poeta não faz poesia com as estrelas, ele quer que você vá habitar as estrelas. Por isso, ele dá polimento no céu para seduzir o inquilino. Pense nisso e vá ser feliz. Infeliz do homem que trabalha para ser feliz no domingo. Felicidade não tem hora marcada.
Por ocasião da passagem do Dia do Exército, ontem, 19 de abril, o nosso Tiro de Guerra promoveu Solenidade Comemorativa. O evento ocorreu na sua sede, localizado no Alto do Reservatório. Além dos familiares da tropa, também participaram das comemorações autoridades civis militares. O comandante do 21ª Batalhão da Polícia Militar, Tenente Coronel Edivaldo Francisco, o Presidente do Poder Legislativo local, vereador Novo da Banca, o Presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer entre outros.
Dentro da programação do evento alusivo ao Dia do Exército, os Sargentos Sidiclei e Clauberrobson, instrutor chefe e auxiliar, respectivamente, promoveram, além das atividades formais do Exército, várias atividades para abrilhantar a noite. Dentre as quais, destacamos a condecoração com o título de “Amigo do Tiro de Guerra” aos seguintes agraciados: Capitão José Eudes de Souza, Tenente Coronel Edivaldo Francisco de Oliveira, Celso Gama Pessoa da Silva e Cristiano de Melo Vasconcelos Barros.
Na ocasião registramos, em vídeo, alguns momentos da solenidade: Ordem unida, desfile e canção do Exercito, todos com vibração e entusiasmo. Veja os vídeos:
O comandante da Instrução, Sargento Sidiclei, na sua fala agradeceu a presença dos convidados e realçou a importância da data para o Exercito Brasileiro, relembrando à Batalha ocorrida no Monte dos Guararapes. Na direção dos novos monitores, disse: “desejo a todos os monitores sucesso no procedimento das suas atribuições”. Veja o vídeo:
Com a chegada da turma 2017 do nosso Tiro de Guerra – que incorporou no inicio de março – chegam também os novos atiradores que se identificam com as atividades diárias do serviço militar. Alguns desses jovens, inclusive, confessaram-nos que antes de conhecer o cotidiano do quartel não tinham desejo de servir ao Exército. Veja os Vídeos:
Portanto, eis aí, mais uma noite de glória para o nosso Tiro de Guerra que apesar de dificuldades locais, vem cumprindo com afinco e determinação a missão pela qual foi criado, ou seja: formar e qualificar jovens para servir à Pátria.
Sob a orientação e coordenação dos professores Júlio Reinaux e Acidalia Tavares, participamos, ontem (19), de uma viagem pedagógica. Sob o contexto da história de Pernambuco, entre outros, visitamos a igreja mais antiga do Brasil, em funcionamento assim como uma das fortificações realizada pelos holandeses, no tempo em que por aqui se instalaram, ou seja: Século XVII.
Registramos o recebimento do convite, emitido pela Câmara de Vereadores – para uma Audiência Pública que tem por objetivo “discutir a melhoria da segurança pública em nosso município”, proposta pelo comunicador e vereador Jota Domingos.
O evento será realizado no próximo dia 25 de abril (terça-feira), ás 19h, no plenário Cândido Carneiro.
No dia 6 de maio de 1943 nossa cidade comemorou o centenário de sua elevação à categoria de cidade.
Para comemorar tão importante data, o prefeito de então, professor José Aragão, organizou uma exposição dos principais produtos do município. Durante os dias que antecedem a importante data publicaremos fotos das festividades e da exposição.
A exposição foi montada na praça da Matriz. Na foto o pórtico de entrada. Observe no fundo a Pirâmide da praça da Matriz.