Fernandes Rodrigues: uma referência cultural da nossa terra.

Com o título “Caminhos com Janete”, encerrou-se no mês passado (Rio de Janeiro), o evento cultural  que reuniu 284 obras,  produzidas por 115 artistas de todo Brasil. Nascida em Garanhuns a arquiteta Janete Costa adotou a cidade de Niterói como sua moradia.

Dentre os artistas brasileiros destacamos a participação do conterrâneo e Mestre Popular na arte do barro, Fernandes Rodrigues. Com espaço reservado ao “mundo pernambucano” Fernandes contribuiu com as seguintes peças: o Sanfoneiro, Busto de Vaqueiro e o Prazer da Leitura.

Conceituou o mestre: “foi uma honra ter participado com minhas criações desta homenagem a arquiteta pernambucana, atestando mias uma vez a receptividade do público à plural e rica arte do nosso Estado”.  Com o seu trabalho artístico, indiscutivelmente, Fernandes se tornou uma das referências da cultural da nossa Vitória de Santo Antão.

Instituto Histórico comemora mais uma passagem do aniversário da elevação da Vitória à categoria de cidade.

 

Com palestra do santonense Gustavo Krause o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória realizará, no dia 04 de maio, às 19:30h, no Teatro Silogeu José Aragão Bezerra, a solenidade referente à passagem de mais um aniversário da elevação da Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. Na programação consta também tomada de posse de novos sócios e a inauguração do espaço dedicado ao Museu do Carnaval.

Momento Cultural: A TEMPORÁRIA – Por Osman Lins.

Pássaro pousado,
és uma estação,
sol sobre as colinas,
cálido verão.
Mesmo que te vás,
não vieste em vão.
Deixarás em mim
teu alvo clarão,
o denso esplendor
da tua canção,
teu sumo, teu fruto,
teu mel, tua mão.
Mesmo que te vás,
não vieste em vão,
ó força do sim,
beleza sem não.
Terei conhecido
a flor e o pão,
e tudo que eu canto
virá do teu chão.

in “Tempo de Espera” – Antologia organizada pela
Soc. Artística e Cultural Vitoriense – 1966.

Osman da Costa Lins, vitoriense, nascido a 5 de julho de 1924, desde jovem começou a escrever, sendo um dos mais férteis escritores nacionais. Tem cera de quinze livros publicados, contos, romances e peças teatrais, além de escritos vários a publicar. Faleceu em S. Paulo 8.7.78. Fazia versos acidentalmente.

VANDALISMO É ÓDIO DESORGANIZADO – Sosígenes Bittencourt.

É você, com raiva do vizinho,

chutar a cabeça do cachorrinho.

É você, com raiva da esposa,

esmagar uma mariposa.

É você, manifestado com o patrão,

bater no filho de cinturão.

É você, mordido com o presidente,

cutucar o cão com um tridente.

É você, arretado com a inflação,

atear fogo num caminhão.

É você, na maior pindaíba,

pular que só uma guariba.

Sosígenes Bittencourt.

Revolução já!! Sem partidos e sem ideologias……

Faltando praticamente cinco meses para um novo encontro do eleitor brasileiro com as urnas – até o presente momento –  o cenário político nacional  ainda continua bastante nebuloso. “Medalhões”, antes colocados como uma alternativa viável e “confiável” para dirigir a nação, tal qual o senador Aécio Neves, atualmente, estão muito mais próximos da cadeia do que das cadeiras palacianas.

Aquilo que,   lá atrás, atribuímos valor indispensável ao processo da redemocratização do Brasil, na retomada do poder pelos civis, após o período de exceção, imposto pelos militares, os partidos políticos, ao longo do tempo, ao que parece,  pauto-se, majoritariamente  pelas práticas delituosas – como um conjunto de  facções criminosas –  do que investiu suas energias na pluralidade das ideias e na boa aplicação das mesmas, sobretudo no contexto administrativo e parlamentar.

Atualmente,  o nosso Brasil anda tão carente de novas lideranças políticas que até o apresentado global do “Caldeirão” – o Luciano Huck – apresentou-se como uma espécie de solução ecológica. Para se mensurar o fosso em que estamos afundados, basta dizer que os dois pré-candidatos a presidente mais situados nas pesquisas eleitorais, respectivamente, estão em lado diametralmente opostos,  no mundo da criminalidade, ou seja: o primeiro,  condenado e preso. O segundo,  militar autoritário e “justiceiro”.

Nesse vácuo, por assim dizer, as esperanças no processo que se apresenta, infelizmente, são poucas. Não podemos crer na melhoria de um país,  que se diz democrático,  no qual o Poder Judiciário, com raras exceções, não cumpre o seu papel que é de punir os culpados. Não concluir os processos, se socorrendo da justificativa da “morosidade e acumulo”, é um verdadeiro incentivo à impunidade. Por aqui, ao que parece, o crime  continua compensando.

 No Brasil, nas últimas décadas, o que mais cresceu e se organizou foi a desordem, o descumprimento às leis e o ordenamento social. As facções ocuparam os espaços do estado nas áreas carentes e ganharam fôlego no caixa. A milícia sufocou o sistema legal,  por pura inatividade dos órgãos governamentais, sobretudos os comprometidos com a corrupção sistêmica e, se não bastasse, enquanto isso,  os poderes executivo e legislativo, nas três esferas,  passaram a operar em favor dos que detém o capital. Só a revolução nos salvará!! Sem partidos políticos  e sem ideologias, mas em favor da cidadania……

Túnel do Tempo: – por Josebias Bandeira de Oliveira.

Através do Facebook, sempre estou acompanhando as postagens  do Josebias Bandeira, relacionadas ao tempo pretérito da nossa Vitória de Santo Antão. Hoje, tomei a liberdade de compartilha-la  no nosso Jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako.

Seu Passado sua história:
Imagem fotográfica do Andor de N.Srª do Livramento. Nesta fotografia,  da esquerda para direita,  meu pai, José Bonifácio,  minha madrinha Olindina,  meu padrinho Luis Álvares dos Prazeres, Tio de minha mãe e seu genro Ví. Na outra extremidade do Andor o prefeito da cidade,  Nô Joaquim. Neste ano, meus pais falavam que a bandeira de N.Srª do Livramento saiu da residência do meu avô.

Acervo do Cartofilista Marchand e pesquisador,  Josebias Bandeira de Oliveira.

Instituto Histórico comemora mais uma passagem do aniversário da elevação da Vitória à categoria de cidade.

Com palestra do santonense Gustavo Krause o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória realizará, no dia 04 de maio, às 19:30h, no Teatro Silogeu José Aragão Bezerra, a solenidade referente à passagem de mais um aniversário da elevação da Vitória de Santo Antão à categoria de cidade. Na programação consta também tomada de posse de novos sócios e a inauguração do espaço dedicado ao Museu do Carnaval.

Momento Cultural: RODOPIO – por Valdinete Moura.

Na roda da vida
eu danço gigante
querendo encontrar.

Quem dera ser ave
com ossos e asas
podendo voar.

Quem sabe sereia
pele e escamas
pra te namorar?

Ou então pensamento
de luz ou saudade
e muito sonhar.

Melhor ser eu mesma
com nervos e alma
tentando acertar.

Maria Valdinete de Moura Lima, filha de Manoel Severino de Lima e de Lindalva de Moura Lima, nasceu em Vitória de Santo Antão. Bacharela e Licenciada em Letras. Professora de Português da Faculdade de Formação de Professores da Vitória de Santo Antão. Poetisa e contista, tem um livro publicado VOZ INTERIOR – 1986. Tem vários prêmios, entre os quais: José Cândido de Carvalho, contos: Jeová Bittencourt, contos, menção honrosa (Araguari, MG). Concursos promovidos pelo “Timbaúba Jornal”, contos e poesia. É membro da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.

Momento Vitória Park Shopping.

A semana das Mães do Vitória Park Shopping vai oferecer dias inesquecíveis a você! Além de cuidar da sua beleza, vamos ter belas apresentações de escolas como: O Instituto Santo Inácio de Loiola; Colégio Projeção; Studio Rosalba Pereira; Aula de Zumba com Studio 4D; E pra fechar com chave de ouro a apresentação do cantor AUGUSTO CEZAR! Você vai perder? Claro que não né!

AGTRAN: bastava um teste por uma semana……….

Na manhã de hoje (02), mais uma vez, fiquei “enganchado” no trânsito, no mesmo local de sempre, ou seja: GARGALO QUE SE FORMA, TODOS OS DIAS, NO CRUZAMENTO DA RUA DR JOSÉ RUFINO COM A VIA PRÓXIMA À CASA DOS POBRES.

Nesse contexto, porém, as pessoas que  precisam se deslocar na direção dos seus respectivos postos de trabalho,  ou mesmo os estudantes aos estabelecimentos de ensino são expostos, sobretudo nos diás úteis,  a uma dose de stress extra, na minha visão, contornável.

Não consigo imaginar,  os motivos pelos quais,  os técnicos da AGTRAN não conseguem perceber – ou por falta de interesse  ou capacidade mesmo –  que à regulamentação daquele estacionamento, ao lado da Igreja Assembleia de Deus, é o principal  gerador de boa parte de toda essa retenção no fluxo de veiculo, naquela localidade. Hoje, a fila chegou quase no Viaduto do Cajá.

Mais uma vez, sugiro uma ação que não irá onerar um centavo aos cofres público municipal: em caráter experimental, proponho à proibição do referido estacionamento,  das 6h até às 19h, durante uma semana. Observa-se e perguntar-se aos motoristas se melhorou ou piorou o fluxo de veiculo, ali. Simples assim!!!