1º Encontro do Vinil – próximo sábado – 15h

Aos apreciadores da boa convivência no que diz respeito ao interesse pela música e, em particular, ao disco de vinil, no próximo sábado, dia 29, às 15h, ocorrerá um evento na nossa cidade voltado justamente para pessoas com esse perfil. Trata-se do 1º Encontro do Vinil – Vitória de Santo Antão.

No evento, além de trocas de experiência sobre o tema, haverá exposição de material, vendas de camisas e acessórios diversos e sorteio de brindes. O encontro será realizado na Loja “Grão de Ouro” – “Rua da Águia”, centro comercial.

Momento Cultural: Estranho – João do Livramento.

 

Hoje olho para ti e não o reconheço

A tua face sempre firme e impávida

Se faz agora como a de tantos outros

Erigido antes em um firme rochedo

Reformaste o que perfeito estava

Hoje assentado em solo pantanoso

Vejo a lama invadindo a tua casa

Sem olfato inalas toda a podridão

Cego não enxergas tanta imundice

Grito teu socorro mas não escutas

Não quero teu horroroso presente

E fujo em direção ao teu passado

Pois é lá que encontro meu futuro

João do Livramento.

O Tempo Voa: Posse da segunda diretoria da ABTV (1998).

Foto registrada durante a posse da segunda diretoria da ABTV (Associação dos Blocos de Trios da Vitória), em 1998, no Clube Pitú em Folia, na ocasião assumiu o novo presidente,  Heleno Rodrigues.

 

Na foto: Edinaldo Torres, Arijaldo Carvalho, Fabinho, Heleno Rodrigues, Pilako, Edalvo, Aluisinho, Zito Mariano, Paulo Lima, Nininho da Banca, Regis Sousa, Antonio de Lemos e Demetrius Lisboa.

Solidões – por Sosígenes Bittencourt.

 

Uma mulher: – Professor, eu estou pensando em passar um tempo sozinha.

Eu: – Posso saber o motivo, madame?

A mulher: – Depois da última decepção que eu tive, eu pretendo passar dois anos sem querer ninguém.

Eu: – Coincidência. Eu também estou pensando em passar uns dois anos na solidão.

A mulher: – Eu sempre me senti solitária.

Eu: – Se você está solitária, eu estou namorando a solidão.

A mulher: – É como se a gente não valesse nada.

Eu: – Façamos o seguinte: vamos passar dois anos na solidão, eu e você? Ninguém bole com ninguém.

A mulher: – Mas, isso não vai dar certo, professor. Eu sou muito fácil de gostar.

Eu: – Talvez, aconteça o que dizia o escritor alemão Rainer Maria Rilke (1875-1926): Amor são duas solidões que se protegem.

Sosígenes Bittencourt 

Professor Darlindo e Julio Lóssio: amizade e admiração!!!

 

Na qualidade de eleitor consciente das suas responsabilidades coletivas o professor antonense, Darlindo Ferreira, no que se refere aos postulantes ao governo pernambucano, enxerga no candidato Julio Lóssio, entre outras coisas, vasta  capacidade gerencial  e visão administrativa inovadora. Disse-me ele (Darlindo) que  por questões profissionais residiu na cidade sertaneja de Petrolina justamente no período em que o Lóssio administrou o município  e, na condição de cidadão,  pode acompanhar  de perto os efeitos positivos das suas ações.

Nesse período, realçou Darlindo, o então prefeito Julio Lóssio (por dois mandatos)  promoveu e inovou na gestão pública, sobretudo nas questões sociais. Eis aí, portanto, um testemunho robusto de uma pessoa que goza das credencias necessárias para opinar no atual  debate eleitoral, no qual encontra-se  pobre de conteúdo, principalmente na  mega tribuna popular das redes sociais.

Diário de um candidato – por André Carvalho

“Ontem e hoje, 24 e 25 de setembro, eu e Túlio Gadelha percorremos algumas cidades do Agreste do meu Estado. Saindo de Vitória de Santo Antão (minha cidade), passamos por Santa cruz do Capibaribe, onde conhecemos um pouco mais sobre a indústria de confecções, visitamos a feira de Caruaru, deixando os nossos santinhos com cada feirante, nos reunimos com apoiadores em Lajedo, panfletamos no centro de Garanhuns, nos encontramos com estudantes em Arcoverde e, por fim, fizemos campanha com estudantes em Caruaru. Fazer política é cansativo, mas o trabalho de formiguinha que estamos realizando é compensador”!

André Carvalho

MOMENTO CULTURAL – Arquivo Morto – por STEPHEN BELTRÃO.

 

Duro de matar
Duro de morrer
Assim é o meu amor
Por você.

 

Lembro-me que
Todo amor é assim…
Quando nasce é de um só
Depois os dois o jogam na lama
Após morrer em uma cama
Chega ao fundo do poço
Depois de se tornar frio e fosco.

 

Que pena!
Nasce lindo
Vive insistindo
E ser totalmente encostado
Sem mais nem menos
É jogado em um arquivo morto.

STEPHEN BELTRÃO.

 

NINGUÉM MELHOR DO QUE OS AMIGOS – por Sosígenes Bittencourt

Ninguém melhor do que os amigos
para relembrar o que nunca esquecemos.
Ninguém melhor do que os amigos
para nos auxiliar a redigir a nossa história.
Ninguém melhor do que os amigos
para rejuvenescer ainda que estejamos envelhecendo.
Porque ninguém melhor do que os amigos
para decodificar nossa linguagem,
entrever nossos sonhos e reacender nossa esperança.

Sosígenes Bittencourt

 

Dia Nacional do Trânsito: nossos celulares já são a 3ª maior causa de acidente no trânsito!!

Instituído a partir da criação do Código de Trânsito Brasileiro, desde 1997, o dia 25 de  – hoje –  ficou catalogado como o Dia Nacional do Trânsito. No nosso País o trânsito mata muito. São 154 pessoas por dia e mais de 50 mil por ano. É algo assustador se levarmos em conta que a maioria dessas mortes poderia ser evitada. Apenas para ilustrar a “bobeira”  dos motoristas, atualmente,  a 3ª causa de acidentes no trânsito é o uso do smartphone (a primeira é excesso de velocidade e embriaguez).

Estudos comprovam de que o tempo de atitude de um motorista, quando manuseando um aparelho de celular, muda completamente. Ainda segundo os estudos escrever uma mensagem ao volante pode aumentar em até 23% as chances de acidentes. Na função viva-voz a desatenção é aumentada em 50%.

Ao invés de educar e orientar os motoristas,  com campanhas inteligentes e agressivas para os riscos nocivos dessa verdadeira equação mortífera, as autoridades  preferem seguir aumentando o valor das multas para punir o bolso do condutor. Ação, aliás, que vem se mostrando pouco eficaz, uma vez que os números das infrações no Brasil inteiro só faz crescer.

A convivência no trânsito, na minha modesta opinião, é uma das mais democráticas de todas. Nela, verdadeiramente, as regras não segregam nem privilegia os condutores:  sejam eles ricos ou pobres, brancos ou pretos, doutores ou os que possuem menos escolaridades. Todos cumprem a mesma regra!

A “selvageria” no trânsito e os conflitos constantes, muitas vezes atribuídos aos maus motoristas, apenas revela o conjunto da falta de educação coletiva nacional. Concluo, dizendo: na qualidade de nação, não poderíamos ser fracos na escola, ter números rasos de leitura e sermos exemplos de educação no trânsito. Ao volante,  somos nós de verdade, sem máscaras ou qualquer tipo de disfarce…….