Inauguração da Vila Cohab – ano não registrado – entre outros o ex-prefeito Nô Joaquim.
Arquivo do Instituto Histórico.
Palestra é um meio de comunicação, onde palestrantes levam a informação para o crescimento profissional do aluno para atuar de melhor forma na sociedade, comunidade e na vida profissional, visando uma forma diferenciada de obter conhecimentos.
DATA – 31 de agosto Tema – Inteligência Emocional Hora – 14h Palestrante – Márcio Brito Turmas – Enfermagem.
Em cima de filho indesejado, nada mais inútil do que chibata moral e desespero. Justamente porque filho não programado é geralmente fruto de emoção desenfreada, apetite incontido. O procedimento deve ser sempre a preservação da serenidade em busca da razão, embora tardia, para solucionar questões do passado. A vida ensina que no passado nem Deus põe a mão. O passado construído pelo homem é “vontade permissiva de Deus”.
Se filho indesejado é resultado de liberdade desenfreada, por que desespero para consertar loucura? Antigamente, quando um menino trelava excessivamente e fugia ao controle era chamado de “desesperado”. No dia em que “desespero” pagar compromisso, eu o aconselharei para sanar dívidas.
Logo, a primeira atitude racional deve ser identificar o pai da “arte”, uma vez que a mãe está à nossa frente com o fruto no ventre. Não adianta arrumar pai para menino e adiar uma questão que será um dramalhão no futuro. Essa questão de dizer que pai é quem cria é deslavada mentira. Pai é quem fecunda óvulo, quem cria é mantenedor. Agora, se o mantenedor é zeloso e ama o enteado, merece ser amado, é outro detalhe. Se o pai é um sem-vergonha de marca maior, e a mãe engravidou por distração carnal, não assumindo os seus atos, não merecem ser amados, o que nem sempre acontece. Merecer não é sinônimo de recebimento, gratidão. Às vezes, o sujeito cria o alheio e recebe pontapé no focinho. Em suma, a vida estará sempre acima de tudo. Todo expediente em favor da vida será bem-vindo, e todo expediente contrário à vida será pecado.
Ainda em relação à paternidade, em caso de dúvida, a ciência entrará com o DNA, ninguém merece não saber quem é o seu pai, mesmo que o reprodutor não seja um anjo. Mentira tem pernas curtas e as más-línguas irão fuxicar. Portanto, é momento de buscar a razão, que não foi convidada no instante do desespero. Razão é reflexão, e reflexão é mais lenta que emoção, precisa de serenidade. Desespero é emoção, que, por associação, deve ser evitado. E, para não resvalar para o discurso moralista, a chibata moral, que de nada serve nesse instante, o conselho é o seguinte: Sexo é a coisa mais gostosa do mundo, mas fazer menino não tem nada a ver com isso. Haja vista que masturbação não gera coisa alguma e a macacada pratica desde a grande descoberta. Filho é vida, é universo, é criação, tem de ser programado, fruto do amor, que é racional. Quando for fazer sexo para sentir prazer, faça a munganga, não faça menino, ninguém é mais ingênuo como antigamente, não estamos mais na era da cegonha. Use a liberdade, preservando a devida segurança. Afinal, segurança sem liberdade é escravidão, mas liberdade sem segurança é loucura.
Sosígenes Bittencourt
“TE QUERO AMOR” samba de Guga, Junior e Paulo, no Cd vol. 02. É pra sambar, swingar e se apaixonar, da Banda Fascina.
Aldenisio Tavares
Desde a chamada “Nova República” uma eleição geral brasileira nunca havia ocorrido com tantas peculiaridades e surpresas. Nesse contexto, devemos incluir pelos menos dois fatos inusitados: um atentado a faca, em pleno ato de campanha, deferido na direção de um dos principais presidenciáveis, assim como de um postulante – que figurava até então no primeiro lugar das pesquisas eleitorais – comandando sua campanha de dentro da cadeia.
Seja lá qual for o resultado anunciado pelas urnas no próximo dia 28 de outubro, tenho a impressão que o Brasil sairá perdendo. Nós, brasileiros, ontem (07), dentre as possibilidades possíveis para conjugar uma disputa no segundo turno, escolhemos a pior, ou seja: de um lado um projeto de governo que fracassou e jogou o País no fundo do poço. Do outro, uma possibilidade evidente de andarmos para trás e tomarmos o conhecimento de que o poço não tem fundo.
Antagonicamente esse mesmo eleitorado, no que se refere ao processo sucessório no Congresso Nacional, deu sinais de sabedoria ao banir da vida pública figuras que nunca fizeram outra coisa na vida a não ser se servir do povo, ao invés de servir ao País. A turma do Sarney, do Cunha, do Jucá e até do Pedro Correa foram barrados no “Baile Democrático”. Isso foi bom!!
Já com relação ao nosso Estado acho que o povo merecia uma nova chance para avaliar os dois candidatos que se saíram melhor nas urnas, numa disputa em segundo turno. Mesmo após quatro anos administrando o Estado o governador Paulo Câmara, antes, um desconhecido, recebeu menos sufrágio agora que em 2014. Sinais de que sua gestão real mente ficou abaixo do esperado.
No quesito Vitória de Santo Antão e seu comportamento eleitoral, realçando apenas o recorte político local e seus desdobramentos, o resultado do último domingo nos sugere algumas avaliações. Uma eleição calma e tranquila, sem maiores alterações. Definitivamente, os sufrágios hipotecados aos três “príncipes” – filhos dos tradicionais políticos locais – foram abaixo da expectativa dos chamados “cientistas políticos populares”. Já outras candidaturas avançaram “fora da margem de erro”.
Assim sendo, no transcorrer da semana iremos comentar, sob o nosso ponto de vista, quem ganhou e quem perdeu musculatura eleitoral no xadrez político local, visando os próximos capítulos. No mais, deu a lógica: Vitória mantém seu espaço na ALEPE, com três assentos.
Não obstante às mudanças ocorridas – em 2018 – na forma de se fazer campanha eleitoral no nosso Brasil, algumas delas positivas, os políticos continuam apostando pesado nas velhas práticas. Se bem observada, analisadas e discutidas as urnas enviaram várias mensagens cifradas.
Não podemos conceber, contudo, que um sem números de papeis (santinhos) sejam espalhados pela cidade com o claro e flagrante objetivo de burlar a lei. Material de praticamente todas as coligações “entapetaram” as ruas e calçadas que davam acesso aos locais de votação. Será que isso ainda se faz necessário? E porque a Justiça Eleitoral não toma uma atitude enérgica?
Não seria difícil uma autuação rigorosa, até porque “os criminosos” deixam suas digitais nos locais do delito……..
Desde o processo do recadastramento biométrico, ocorrido na Comarca antonense, que deixei de hipotecar o meu sufrágio em uma das urnas localizada no Clube Abanadores “O Leão”. Agora, estou votando no prédio da Faintvisa, no bairro do Cajá.
Esse ano, mais uma vez, encontrei o amigo Creodon Maciel, conceituado advogado da cidade. Em rápido bate-papo, até porque o tempo é curto e o “dia eleitoral” é dinâmico, trocamos algumas figurinhas sobre o pleito de maneira geral. Creodon é desses caras “sangue bom” que a gente não ver todo dia, mas é sempre uma festa encontra-lo.
Logo após o fechamento das urnas, por volta das 17h, a população, de maneira ordeira e em pequenos grupos, acomodou-se para acompanhar a apuração. Boa parte dos integrantes da “Corriola da Matriz” se concentraram no “ponto” costumeiro. Aliás, o Pátio da Matriz ficou bastante movimentado até o resultado final da eleição. Um novo encontro já foi marcado: 28 de outubro.
Olhei para o céu
Observando a lua cheia
Com a esperança
De encontrar uma solução
Enquanto as águas
Rastejavam na areia
O mar trazia e levava
A explicação/
Enquanto as águas
Escorriam ao meu lado
Eu me encontrava
Sem saber o que fazer
Vendo a lua
Testemunha ocular
Lentamente se afastar
Deixando-me sem você
O Outubro Rosa é o mês da conscientização feminina sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O Vitória Park Shopping apoia esta iniciativa e lembra que quanto mais cedo for a descoberta, maiores são as chances de cura. Por isso, o autoexame nas mamas e visitas periódicas ao médico são essenciais para salvar vidas.
Os alunos do Curso Técnico em Segurança, da turma 08 do turno da noite, participaram de uma Visita Pedagógica Orientada (VPO) no Instituto Filantrópico Evangélico de Pernambuco, localizada em Vitória de Santo Antão /PE muito proveitosa com a orientação profissional do instrutor Eduardo Campos. O objetivo dessa visita foi a observação das diretrizes da NR24 nas Instalações Hidrossanitárias do local. Agregando conhecimento prático. Através dessa visitação, nossos alunos foram preparados para diversas situações que irão vivenciar no mercado de trabalho.
Passamos a vida, submetidos a duas experiências básicas: o desejo, que busca a satisfação, e o afeto que busca evitar a dor. Mas, como evitar a dor, se desejo é vida, e a vida impõe limite aos desejos?
A dor física é uma ruptura, algo que rompe, dói. Uma faca que nos corta a pele, um órgão doente que precisa ser extirpado. Esta dor, nós sabemos teoricamente como resolver. A dor psíquica é uma dor de amor, ou seja, algo que nos desorganiza psiquicamente. É um rompimento com algo que tínhamos ou desejamos e nos falta. É uma dor interior, que nos encarcera, e o mundo desaparece.
Sosígenes Bittencourt
Homenageamos o compositor vitoriense Toni Amorim, disponibilizando a música “CIÚME, TEMPERO DO AMOR” de sua autoria, interpretada pelo também vitoriense Ricardo Rico. A música é integrante do álbum Toni Amorim: 50 anos de composições.
Ricardo Rico – Ciúme, Tempero do Amor de Toni Amorim
Aldenisio Tavares
No próximo domingo, dia 07 de outubro, os quase cento e cinquenta milhões de eleitores brasileiros deverão ficar frente a frente com a urna. Meses atrás a expectativa era de uma enxurrada de votos brancos, nulos e abstenções. Após o período de campanha oficial – os últimos 45 dias – essa sensação parece haver arrefecido, mas a tendência é de alta, em relação ao histórico de pleitos anteriores.
No plano nacional, desde a chamada “Nova República”, essa eleição pareceu-nos a mais esquisita e destrambelhada. Esquisita por conta do seu enredo. O candidato que partiu líder em todas as pesquisas, o Lula da Silva, comandava sua campanha de dentro de cela, em Curitiba. Com a disputa em curso assumiu o seu posto, o seu “poste”, ou melhor…… O seu vice, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que rapidamente alcançou o segundo lugar na corrida presidencial, ficando a atrás do Capitão Jair Bolsonaro.
Nessa equação, o candidato que ocupava a segunda colocação assumiu a dianteira e, faltando um mês para o pleito, sofre um atentado a faca em um ato público de rua e, mesmo assim – ou por conta d isso – conseguiu chegar às vésperas do dia “D”, 07 de outubro, em primeiro lugar nas pesquisas de todos os institutos, mesmo estando ausente da campanha e com apenas 8 segundo na propaganda gratuita do rádio e TV.
Esse roteiro real, vivenciado pelo mundo inteiro como se fosse uma espécie de Big Brother Eleitoral, não foi previsto por ninguém, nem mesmo pelo mais experiente BABAIORIXÁ BAIANO, e muito menos por algum cientista político.
Já o contexto da disputa eleitoral estadual pernambucana, mesma desenrolou-se de maneira mais previsível. Até porque as duas possibilidades, antes previstas que o pleito poderia ser decidido no primeiro turno ou mesmo na segunda etapa está em aberto. Só mesmo com a abertura das urnas, após as 17h do próximo domingo é que chegaremos ao veredito final.
Sob o ponto de vista do eleitor gostaria muito que tanto para presidente quanto para governador o segundo turno fosse uma realidade. Precisamos aprofundar o debate, discutir questões mais administrativas, conhecer melhor os candidatos e também “encher a bola” dos candidatos.
Ora!! O camarada se elegendo no primeiro turno ele passa a ter menos compromisso com o eleitor. Em Pernambuco, por exemplo, reelegendo-se o senhor Paulo Câmara no primeiro turno ele vai achar que a sua gestão foi uma maravilha!! O eleitor precisa dar-se mais valor!! Menos emoção e mais razão!!!
Comer bem faz parte dos prazeres da vida. O Restaurante “Carnes & Galeto”, indiscutivelmente, na Vitória de Santo Antão, é um dos endereços consagrados pela boa culinária e espaço acolhedor. Encontrar amigos e compartilhar momentos agradáveis também faz parte dos prazeres da vida. Registro, então, esse grande encontro, ocorrido na hora do almoço de ontem (04) na Casa do eterno Juca Brol.
Não te pergunte, Senhora,
como se faz caridade:
– venha ver a dor alheia,
nos recantos da cidade/
Repare bem o mendigo,
que se arrasta pelo chão,
é nosso irmão condenado,
nas grades da provação./
Veja crianças famintas,
e os olhos que não tem luz:
– seja irmã de Caridade,
na doutrina de Jesus./
(migalhas de poesias – Célio Meira – pág. 34).