Brother’s Pub: um lugar diferente!!!

Localizado no Pátio da Matriz, o Brother’s Pub é um lugar diferente. Ao seu estilo a casa noturna procura fugir do trivial, tanto no cardápio quanto na bebida e principalmente na música. Na noite da sexta (26), marquei presença. Entre outras coisas, o chamado “ROCK AND ROLL”, gênero musical que ganhou força a partir dos anos 50, indubitavelmente, no sentido amplo da palavra, agrega pessoas diferentes,  mas que acabam tornando-se iguais, apenas pelo gosto musical. Brother’s Pub: um lugar diferente!!!

Momento Cultural: O PODER DA PALAVRA – por MELCHISEDEC

A palavra no estado pleno de sinceridade e pureza atua com uma força vibratória capaz de mudar o comportamento do homem diante das Leis Cósmicas, removendo toda e qualquer dificuldade, operando uma verdadeira transformação no pensamento humano.

É de bom grado evitar-se pronunciar palavras desagradáveis e ofensivas, mesmo quando se é obrigado afirmar fatos verídicos, visto que, as afirmações devem ser sinceras, sem disfarce, sem sofisma, falando francamente a verdade, procurando não ofender as pessoas. Deve-se proceder de maneira positiva e franca, para que se processe a ajuda da Onipresente Força Cósmica Vibratória desfazendo qualquer dúvida.

Com a Onipresente Força Cósmica Vibratória sobre a terra, a semente da palavra bem pronunciada e repleta de afirmações corretas terá o poder de destruir toda mentira, toda calúnia e todo mal, porque a Verdade prevalecerá sempre como luz diáfana que ninguém poderá ofuscá-la.

É o poder superior da palavra que mudará o mundo.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 79).

Os deputados Pastor Eurico, Bispo Ossesio, João Campos e Túlio Gadelha, até 2022, são “devedores” à Vitória de Santo Antão de pouco mais 7 milhões de reais!!

Segundo noticiou a imprensa, nos últimos dias,  o Ministro da Casa Civil da Presidência da República  “acenou” com uma recompensa de 40 milhões para cada deputado federal “da base” que “se abraçar” com a reforma da Previdência. Ou seja:  seria  10 milhões de reais “disfarçados”  em emendas a mais, nos próximos quatro anos – isso é o que diz a grande imprensa….

Dessa forma, nos quatro anos de mandatos (2019/2022) os deputados governistas, que já seriam detentores de mais ou menos 60 milhões em emendas oficiais (15 milhões por ano),  chegariam ao final dessa legislatura com um potencial de 100 milhões para distribuir com as suas bases.

Pois bem, na esteira da matéria postada ontem (25),  aqui no blog, realçando os deputados estaduais e suas respectivas emendas parlamentares (orçamento do estado) tomarei a liberdade de traçar – usando o mesmo regramento usado ontem ( proporcionalidade) – o valor em dinheiro que os deputados federais eleitos com “boas votações” no nosso colégio eleitoral (Vitória) “teriam obrigação” de  investir aqui.

obs: o calculo,  abaixo realizado, levou em consideração o “incremento financeiro” noticiado pela imprensa. 

Para não ficar cansativo pegarei apenas os quatro deputados federais eleitos,  mais bem votados na nossa cidade. Pastor Eurico e o Bispo Ossesio são da base do presidente Bolsonaro  (base de calculo 100 milhões)  e os dois oposicionista seriam João Campos e Túlio Gadelha (base de calculo 60 milhões)

Assim sendo, o deputado Pastor Eurico – usando a “Lei” da proporcionalidade (voto X emendas) teria “obrigação” de destinar à Vitória de Santo Antão  – nos próximos quatro anos -,    em virtude de haver recebido só no nosso colégio eleitoral 2.675 sufrágios,  o que correspondeu a 2,13% do total da sua votação,  o valor de R$ 2.130.000,00 – dois milhões, cento e trinta mil reais.

Já o  deputado federal Bispo Ossesio, que também foi  abençoado  com os votos dos antonenses e recebeu das nossas urnas 1,70% do total da sua votação,  aplicando-se  o mesmo raciocínio, deveria o mesmo investir na nossa cidade, pelos  próximos quatro anos, através das suas emendas, o valor de R$ 1.700.000,00 – hum milhão e setecentos mil reais.

Com relação aos outros dois deputados citados na matéria – João Campos e Túlio Gadelha –  por estarem militando no campo oposicionista, teoricamente,  não seriam agraciados com suposto o “bônus” do governo. No entanto, são eles “donos” de 15 milhões por ano, ou seja: 60 milhões até 2022.

Portanto, caberia  ao deputado João Campos devolver à Vitória, em forma de investimentos, através das suas indicações, já que “arrancou” do nosso colégio eleitoral 2.89% (13.347) da sua expressiva votação (mais de 460 mil votos) R$ 1.734.000 até 2022.

O deputado Túlio Gadelha, que se coloca como um agente da chamada “nova política”, também é “devedor” ao nosso município. Recebeu dos vitorienses quase 3% (2.96) da sua votação. Cabendo-lhe, portanto, retribuir ao município em formar de investimento com o  dinheiro do seu “bocado certo”.  Ou seja: 2,96% X 60 milhões é igual a  R$ 1.776.000,00 até 2022.

Para concluir, imagino que a nossa cidade e o seu povo são CREDORES de pouco mais de 7 MILHÕES DE REAIS desses senhores,  que deverão transitar pelas  “mãos” e pelas canetas  desses quatro deputados federal, que aqui (Vitória) foram muito bem acolhidos e votados, diga-se de passagem.  Fiquemos atentos e sejamos todos agentes da mudança,  que começa com uma forte  cobrança!!!!

Bom dia Pilako – de Floripa, Pedro Ferrer….

Hábito antigo e agradável levou-me a visitar o MUSEU HISTÓRICO DE SANTA CATARINA. Localiza-se no centro. Emoldura junto à catedral a Praça 15 de Novembro. Foi criado em 1978, portanto 28 anos mais novo que o nosso (Museu do Instituto Histórico). O imóvel serviu no passado como sede do governo estadual. Foi construído em meados do século XVIII. Sofreu diversas reformas e adaptações, sendo hoje considerado um prédio de arquitetura eclética. Indubitavelmente é um prédio majestoso e nisto somos inferiores. Mas…….. Mas, tem sempre um mas; a galinha do vizinho nunca é melhor do que a
minha. Nosso acervo em quantidade, diversidade e conteúdo supera o museu dos MANÉS. Mané, diferentemente de outros lugares, aqui, é o termo utilizado para identificar o nativo da ilha Santa Catarina (ilha onde está localizada Floripa). Não é termo pejorativo. O belo imóvel recebe o nome de Palácio Cruz e Souza, poeta local que se destacou na literatura nacional. Observe algumas fotos que registrei.

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. 

PORTUGUÊS SEM VEXAME – Escreveu : Ronaldo Sotero.


Evite constrangimento com o uso indevido de certas palavras.
1) DESPERCEBIDO ou DESAPERCEBIDO ?
Despercebido – não notado. Ex. Ele passou despercebido na reunião.
Desapercebido – desprovido. Ex. Ele está desapercebido de recursos.
2) PERDA ou PERCA?
A palavra PERDA é substantivo. Ex. Ele lamenta a perda do documento.
PERCA – forma do verbo do presente do Subjuntivo PERDER . Que eu perca, que ele perca.
Ex. Espero que ele não perca o exame.
3) NOBEL – palavra oxítona. Uma dica. Pronúncia igual a papel.
4) PALAVRA-ÔNIBUS – palavra genérica que reúne vários significados em um só. A ideia de ônibus é trazer muitos de uma vez.
Exemplos de palavras-ônibus: bacana, legal, coisa, aspecto.
5) NÃO PISE A GRAMA e NÃO NA GRAMA.
O verbo pisar é transitivo direto, por conseguinte, repele a preposição. Portanto, escreva:” Não pise a grama”.
6) SOMOS EM SEIS – Não se coloca a preposição EM em expressões como ÉRAMOS QUATRO, SOMOS SEIS.
7) DIVISA, FRONTEIRA, LIMITE
Divisa – use só para estados.
Fronteira – somente para países.
Limite – empregue apenas entre municípios.
8 – A PRINCÍPIO /EM PRINCÍPIO
A PRINCÍPIO – inicialmente.
EM PRINCÍPIO – em tese, por princípio, teoricamente.
9) Deus lhe ajude ou Deus o ajude?
Quem ajuda, ajuda alguém e não a alguém. A regência do verbo é transitivo direto. A forma correta, portanto, é “Deus o ajude”.
10) ONDE e AONDE
ONDE – empregue quando não há ideia de movimento.
Ex. Onde você trabalha?
AONDE – usa-se com verbo que expressa movimento.
Ex. Aonde você vai com tanta pressa?
11) Já se tornou comum um locutor esportivo famoso dizer a frase:” A bola passou POR SOBRE GOL”.
O correto é dizer :” SOBRE O GOL”, evitando -se o empregos de duas preposições juntas.
12) Eu OPITO ou OPTO?
Muita gente emprega “eu opito “. Jamais o faça.
O verbo ” optar” não tem “i” depois do “p” em nenhuma das suas flexões.
O correto é ” eu opto “.

Ronaldo Sotero 

No tempo de eu menino – Mês de Maio – Sosígenes Bittencourt

O mês de Maio sempre foi um mês dedicado à mulher. Mês de Maria, de se celebrar o namoro e o noivado, místico período entre os prazeres da carne e o sacrifício do espírito, o desregramento e a temperança, a fornicação e a castidade. Mês de se respeitar a mãe e desobedecer-lhe. Recebido com ovação, o Papa veio condenar tudo que é vontade do corpo e seduz o cérebro. Lembra-me O Êxtase de Santa Teresa D’Ávila, trespassada pela seta de um anjo, magnificamente burilada por Bernini, no século XVI.

Quem danado aguentava, em Vitória de Santo Antão, embora calma, sem o agito nem a desobediência reinante de hoje, controlar-se, com a popularização da minissaia? De repente, quando não se podia ver um tornozelo, lá estavam os joelhos das meninas do Colégio Municipal e do Colégio das Freiras à mostra. Naquele tempo, o desejo vinha embalado pelas músicas de Roberto Carlos, Renato e seus Blue Caps e The Fevers, o que emoldurava o apetite com uma vaga sensação de amor. Ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo, porque a Medicina ainda não mapeara o cérebro e a endocrinologia cabia em algumas folhas de caderno. Mas, só Deus sabe o quanto a enxurrada de hormônios fustigava a pele da adolescência de tanta emoção. Os namoros eram na calçada, fiscalizados, com hora marcada. Cinema, só com acompanhante, geralmente um irmãozinho bobo, comedor de bombom, mas fuxiqueiro, cujo perigo residia em contrariá-lo. Os cinemas eram o calorento Cine Braga e o inesquecível Cine Iracema, espaçoso, onde se podia procurar um lugar mais reservado para beijar. Todo mundo ficava tomado, neste mês de maio, de uma expectativa de noivado, casamento e maternidade. Festejava-se a mãe, a namorada e se fazia plano para o futuro. Chegávamos a imaginar como seriam nossos filhos. Se pareceria com a mãe ou seria uma escultórica mistura dos olhos de um com o nariz do outro. Eita, mundo velho!

Sosígenes Bittencourt

Victor, Henrique e Joaquim: “bolso cheio”!!!

Em primeira votação, ontem (24), na ALEPE, foi provada uma  PEC – Proposta de Emenda à Constituição – que aumenta em dois milhões por ano o “orçamento” das chamadas emendas parlamentares,  que cada um dos 49 deputados tem direito. De R$ 1.500.000,00 (hum milhão e meio) suas excelências, doravante (até 2022)  terão R$ 3.500.000,00 (três milhões e meio) para destinar às bases,  da maneira que mais lhes convier.

Sem querer entrar no mérito da questão – se é justo ou não – gostaria apenas, nesse momento,  de levantar uma questão: Vitória “ostenta”, através dos seus deputados  – Aglailson Victor, Henrique Filho e Joaquim Lira –  três assentos na Casa de Joaquim Nabuco.

Dito isto, contudo, seria de bom alvitre provocar, no sentido da palavra, os nossos três representantes legais. Pois bem,  seria bastante razoável e até elogiável que os mesmos devolvessem às bases – com a destinação das emendas – os recursos de maneira proporcional às respectivas votação recebidas,  já que esse modelo (proporção) se  configura numa “medida” muito usada no “ramo da política eleitoral”. Explico:

O deputado Victor,  que só em Vitória de Santo Antão consagrou 22,68% da sua votação (total),  por questão de reciprocidade e respeito ao eleitorado antonense, deveria o parlamentar  destinar o mesmo percentual (22,68%) em valores do seu montante. Ou seja: 22,68% de três milhões e meio, representaria por ano o valor de R$ 793.800,00. Nos seus  quatro anos de mandato,  Vitória seria contemplada em R$ 3.175.200,00.

No caso do deputado Joaquim, o valor destinado à sua principal base (Vitória), seria mais elástico ainda, isso porque, os votos conseguidos aqui representaram  25,44% da soma geral da sua votação. Assim sendo, seria: 25,44% dos seus três milhões e meio que tem direito por ano. Ou seja: R$ 890.400,00 X 4 = R$ 3.561.600,00.

Já no caso do  deputado Henrique Filho, aplicado-se a mesma regra (proporcionalidade) seria dos três o que teria menos obrigação com Vitória, isso porque conseguiu “arrecadar” por aqui, um percentual menor 14,60% da sua votação total (que não é pouco). Assim sendo às suas indicações seriam contempladas com  R$ 511.000,00. Em quatro anos,  repassaria o valor  de R$ 2.044.000,00.

Não podemos imaginar que esses quase 9 milhões em emendas parlamentares, destinadas à Vitória,  não seriam  bem utilizadas. Espaços e necessidades  são  o quê não faltam. Poderiam, inclusive, incrementar os equipamentos culturais: Instituto Histórico, ACTV, AVLAC e etc.

Portanto, antonenses, chegou a hora de cobrança a fatura!!! Quem pede votos, no mínimo, tem que ter obrigação de retribuir alguma coisa com a sua mais importante base eleitoral….. Fiquemos Ligados!!!

Pedro Ferrer: “mesmo longe da terrinha”

Mesmo longe da terrinha,  remeto-lhe esta foto histórica das obras da Praça da Restauração. Na foto,  o prefeito Manoel de Holanda (chapéu e terno escuro ) inspeciona os trabalhos,  acompanhado de auxiliares. Ano de 1953. A praça seria inaugurada em janeiro de 1954,  ocasião em que se festejou o TRICENTENÁRIO da RESTAURAÇÃO PERNAMBUCANA. Vamos lembrar aos antonenses que o nome da praça é PRAÇA DA RESTAURAÇÃO e que o réptil JACARÉ,  infeliz e antigo inquilino do tanque,  já partiu para outra.

Pedro Ferrer – acervo família Holanda Cavalcanti (foto). 

Momento Cultural: Conta à História- por João do Livramento.

Por Eva veio a desgraça

E a expulsão do paraíso,

Adão nem bebia cachaça

Ô homem velho sem juízo!

E David que era um grande rei

Além de ungido pelo senhor,

Mas quando viu Bate-Seba nua,

Na hora o cabra endoidou

Achando pouco a traição,

Mandou Urias pra morte

Bem na frente do pelotão,

Entregue a própria sorte

“Ti amo Sansão” dizia Dalila,

E o segredo o besta contou

Pois foi quando ele dormia,

Que seus cabelos ela cortou

Os olhos chegaram a furar,

Foi bom pra ele aprender

A em mulher não confiar,

Que o resultado é padecer

Pois se eu quiser continuar

E nos dias de hoje chegar,

Tem tanta, mais tenta história

Que Papel e tinta sei vai faltar,

Pois quem ler e tiver mãe,

Trate logo de desse fogo tirar.

João do Livramento