Óleo nas Prais: se os políticos ficassem calados já estarão ajudando muito!!!

Com a ampla divulgação nas mais diferentes plataformas de comunicação seria quase impossível imaginar que ainda exista algum brasileiro, sobretudo os moradores da Região Nordeste, que não fora impactado pelas notícias da chegada do óleo no nosso litoral.

Em tempos de debates ambientais e ampla conscientização à preservação da natureza, esse trágico evento ganhou contornos muito além do imaginado, inicialmente. Quanto mais se aprofunda nas questões técnicas, mais problemas de toda ordem, em curto e longo prazo,  saltam aos olhos! Em função  da magnitude e proporção da tragédia,  pontuais e coletivos, ambientais e econômicos, sociais e políticos e etc, entendemos que dificilmente esse episódio não nos deixará danos irreparáveis.

Para ficar só no campo político de curto prazo, por assim dizer, já que para as outras questões necessita-se de preparo técnico/cientifico para meter o “bedelho”, observamos que os nossos políticos – dos vários campos ideológicos – ao abrirem a boca para opinar, ficam mal na fita!!

Primeiro foi o presidente Jair Bolsonaro,  ao “jogar” a ideia conspiratória de que “isso” poderia ter sido um ataque criminoso. Sem estilo para tal, o ministro do meio ambiente, Ricardo Salles,  foi mais além: aventou a possibilidade de um navio do Greenpeace haver sido o responsável. No rastro dessas  “bola-fora”,  eis que surge o deputado federa por Pernambuco, João Campos, propondo uma CPI para apurar a referida tragédia.

Ora! Todos nós sabemos que, na prática,  as chamadas “CPIs” só servem  mesmo para criar oportunidades na promoção (holofotes) de políticos que querem e estão precisando aparecer na mídia. Já não nos basta o efeito negativo para o turismo e os negócios da  nossa região  – Nordeste  – com esse problema? Dá  mais visibilidade e “esticar” a agenda negativa dessa questão  é, definitivamente, “um tiro no próprio  pé”.

Precisamos, nesse momento, é de uma grande força tarefa para atenuar os efeitos danosos desse triste e lamentável acontecimento. Questões técnicas se resolvem com pesquisas e cientistas. Imagino que para os políticos – se não for para cobrar reparação aos causadores da tragédia – se conseguirem ficar calados já estarão ajudando muito!!!

O Projeto Vitória (Em)Cena – do dia 29/11 ao dia 01/12.

Nasce em Vitória de Santo Antão o projeto “Vitória (Em)Cena”, com o intuito de fomentar a prática artística em nosso município. Além disso, o projeto objetiva a formação de platéia, contribuindo assim com o desenvolvimento cultural da terra das tabocas. O Vitória (Em)Cena não é um festival, mas sim um projeto de manutenção de apresentações de grupos artísticos da nossa Vitória e de outros municípios pernambucanos, possibilitando à população a oportunidade de prestigiar obras artísticas que estarão em cartaz em várias épocas do ano. O projeto Vitória (Em)Cena tem como idealizadores e realizadores, os artístas e produtores culturais Wedson Garcia, Lázzaro Santos, Leonardo Edardna e Rafael Quirino, além do Núcleo de Pesquisa Cênica de Pernambuco e Gereba Produções. A primeira edição do projeto Vitória (Em)Cena acontece de 29 de Novembro à 1 de Dezembro no teatro Silogeu.  Contatos pelo whatsapp através dos números: (81)995198717  – (81)986989134

Momento Cultural: Oração – Por Corina de Holanda.

(Adaptação)

Ó São João Bosco, “que da juventude
Sóis Pai e Mestre” e tanto trabalhastes,
Para levá-la à trilha da Virtude…
E que com tanto zelo batalhastes

Na luta pelo bem das almas, rude
Foi o labor a que vos entregastes,
Possuído dessa fé que não ilude,
E pela qual, montanhas derrubastes

Erguidos pelo mal… vinde ajudar-nos
A vencer as paixões, a respeitar-nos
Com o desassombro próprio de um cristão.

Ensinai-nos a amar a Eucaristia,
A merecer o auxílio de Maria
E a respeitar do papa a orientação.

1972

(Entre o céu e a Terra – Corina de Holanda – 1972 – pág. 27)

Verdades e Mentiras – por Sosígenes Bittencourt.

Às vezes, é melhor ouvir uma mentira que faça rir, do que uma verdade que faça chorar. Já nos basta A MORTE como incontestável verdade. Todos nós nascemos sem pedir e morremos sem querer.

Há pessoas que escolhem a verdade exatamente porque magoa. Escolhem-na a dizer uma mentira que servisse de bálsamo para uma dor. É mentira?

Sosígenes Bittencourt

“Vapor da Vitória”: em diferentes ritmos – no mesmo sentido e na mesma direção!!

Após um longo período de preparação,  voltei à prática das corridas. Nesse contexto, competir para subir no lugar mais alto do podium é algo totalmente sem sentido, pois o objetivo nessa etapa da vida – pelo menos para mim –   é manter-se ativo fisicamente, algo que se traduz como imprescindível,  no sentido da almejada qualidade de vida.

Assim sendo,  associei-me ao “Vapor da Vitória”. Composto por quase duas centenas de “corredores e corredoras”, condensados na versão digital –  whatsapp – e agrupados  diariamente em pequenos pelotões para, efetivamente, suar a camisa,  na tarde do “feriado de  finados”  fiz minha estreia na “corrida tradicional” do sábado à tarde.

Podemos dizer que do ponto de vista do preparo físico o grupo é uma espécie de “Salada de Frutas”, ou seja: composto por corredores dos mais diferentes níveis e estágios. No entanto, no que se fere ao acolhimento, união e cooperação, sobretudos com os que estão começando, pude sentir, nesse meu primeiro treino com a turma, que o referido grupo – Vapor da Vitória – revela-se algo muito próximo de um “corpo homogênio”, até porque, nesse tipo de atividade física, ninguém chegará mais longe queimando as etapas inicias…..

Corroborando com toda essa atmosfera positiva, por assim dizer, meu filho Gabriel acompanhou-me nessa jornada. Partimos do Pátio da Matriz até o Vitória Park Shopping e, lá chegando,  retornamos no mesmo pique –  distância total em  torno de 6,5km. Encerro essas linhas revelando minha satisfação em haver me integrado ao grupo e, na medida do possível,  poder desfrutar e compartilhar das coisas boas dessa participação. Parabéns a todos!!

Deputado Túlio Gadêlha indica emenda de R$ 1.200.000 para UFPE em Vitória.

O Centro Acadêmico de Vitória (CAV), da Universidade Federal de Pernambuco, será contemplado com uma Emenda Parlamentar de criação de Túlio Gadêlha, Deputado Federal, que irá custear um projeto de autossuficiência energética para o Centro Acadêmico.

O CAV é um centro da UFPE que fica no alto do reservatório e possui fundamental importância para Vitória, pois desenvolve atividades de extensão que atendem a comunidade local, além de pesquisas que promovem melhorias nas políticas públicas de saúde do nosso município.

Nenhuma cidade, estado ou país se desenvolve sem uma participação integrada com a universidade a partir do eixo pesquisa, ensino e extensão, pois é a partir do investimento neste tripé que as ações de saúde podem sair do papel e melhorar a qualidade de vida da população.

Todavia, como é sabido, as universidades públicas têm passado por um período fiscal e orçamentário muito difícil, deixando muitos centros vulneráveis. Em nossa cidade não é diferente, pois o CAV atualmente atende cerca de mil alunos que necessitam de algum tipo de assistência estudantil. Assim, a autossuficiência energética viabilizará a realocação  de recursos antes destinados às despesas com energia elétrica para o fomento de pesquisas na universidade, projetos de extensão que atendam aos vitorienses, a manutenção dos próprios  estudantes que necessitam de assistência universitária, dentre outros pontos de carência do centro, de modo que todos sejam contemplados: a universidade, os estudantes e nossa sociedade.

FALTA DE EDUCAÇÃO PODE LEVAR À MORTE.

A proposital degradação da família e a falta de instrução escolar de qualidade podem levar à morte.

No meu tempo, menino não usava arma de fogo, não fumava maconha nem namorava nu. Aos 10 anos, eu não podia manusear uma gilete para fazer ponta de lápis, porque poderia levar um talho no dedo; não podia chegar em casa com um limão sem dar explicação.

O que mais nos assusta: um policial atirar num menino de 10 anos, ou um menino de 10 anos roubar um automóvel e atirar num policial?

Bom salientar que bala de revólver, disparada de mão de menino, também mata. E a pergunta é a seguinte: Você daria sua vida para não matar um menino armado, que houvesse atirado em sua direção?

Ademais, como avaliar um tempo em que você tema, ao mesmo instante, um policial ou um menino de 10 anos circulando por entre a gente.

Investigativo abraço!

Sosígenes Bittencourt