Mais um ano de “Missão Cultural”: prestação de contas, condecorações e comes e bebes!!!

Em recente encontro, ocorrido no sábado (14), em local reservado para o grupo, celebrou-se mais um ano de intensas atividades da “Corriola da Matriz”. O grupo, que tem uma mensalidade, realiza uma “missão cultural” todos os meses do ano.

Ao final, no mês de dezembro, os integrantes são condecorados com medalha realçando seu  grau de frequência nos passeios. Uma rápida e objetiva prestação de contas é realizada. Doravante, comes e bebes, boas conversas e tudo que um bom encontro de amigos pode oferecer.

E por falar em tristeza – por Sosígenes Bittencourt.

Eu sou meio ruim de tristeza. Pelo contrário, carrego uma certa alegria n’alma que, muitas vezes, confundem com falta de seriedade. Porque o importante não é a tristeza que você sente, mas o que você pode fazer com a tristeza que sente. Tristeza longa, duradoura é depressão. É caso clínico. Eu prefiro a tristeza que é caso cínico. Dizia, o dramaturgo Nelson Rodrigues, que “não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos.”

Por exemplo, a tristeza, para mim, é motivo de literatura. Eu recebi um grande conselho do poeta alemão Wolfgang Goethe: Faz da tua dor um poema, e ela será suavizada.

Sosígenes Bittencourt

O livro do professor Pedro Ferrer – Cristais Fissurados – continua provocando arrepios!!!

Escrever é algo que vai muito além do ato em si. Dificilmente encontraremos um reconhecido escritor, poeta ou contista produzido em série. Possuir um olhar diferente para as coisas aparentemente iguais  talvez seja o princípio da caminhada invariavelmente solitária. Assim sendo, realço, abaixo, o bem humorado comentário do eminente doutor Luis Bezerra de Carvalho sobre o opúsculo do não menos preparado e viajado, professor Pedro Ferrer.

Meu caro Pedro:

Devorei de um fôlego só seu livro: Cristais Fissurados. Há muito precisava ler algo sob a forma impressa. Ultimamente, somente leio as superficialidades das leituras digitais. Quebrei o jejum em grande estilo. Dei gostosas gargalhadas em muitos momentos do livro. Ele mais apropriadamente aborda temas que me inspiraram na palestra do Instituto em 02 de agosto. Muito do que li estava na minha intenção ao montar minha intervenção. Não o fiz para não ser prolixo e enfadonho. Corajosamente, você em alguns momentos dá nome aos bois.  No meu caso, evitei. Como sobre a burrice e a ignorância folclóricas do ex-Prefeito José Joaquim. Há passagens que me deixaram em dúvida: verdade ou ficção? Por exemplo, José Joaquim era bicheiro? Por sorte não contou sobre o meu primo nascido de uma traição da primeira dama! Até o Pilako foi introduzido ao final com contribuições filosóficas. Zito Mariano, cunhado do meu irmão Alcindo, e pai dele, entra com uma frase interessante: saudade não se mata, mas se alimenta. O livro poderia ter outro nome: viver é sofrimento; morrer, libertação. Mantra que persegue o livro sempre bem situado no contexto do romance. Ocorre-me Aluízio Bezerra Coutinho que dizia em sala de aula: enquanto há vida, não há esperança. Há narrativas profundas como algumas passagens sobre religião, porém, outras surgem com palavras de baixo calão, bem mais fortes do que as encontradas nas obras do Jorge Amado. No entanto, rola, priquita etc. estão bem-postas no livro. Não causam rubor, particularmente, nos tempos de hoje em que esculhambação, porra e arretado fazem parte do vocabulário dos jovens. A invocação do capô de fusca para imaginar o monte de vênus da mulher foi ótima. Enfim, fiz uma maravilhosa viagem à Vitória dos tempos que não voltam mais. Ocuparia muito espaço nesta mensagem listando as passagens marcantes e hilárias de nossa Vitória. Termino lhe agradecendo por ter me  proporcionado momentos de puro gozo, ops, Hahaha.

Luis Bezerra de Carvalho

Grupo “Vapor da Vitória” participou da 1ª Corrida Viver Runner – Glória do Goitá.

No meu terceiro reencontro com a corrida de rua– anos 1990, 2011 e 2019 – estou fazendo parte do grupo antonese, criado há três anos, que atende pelo sugestivo nome de “Vapor da Vitória”. Formado por um sem número de pessoas, o mesmo é composto por corredores de todos os níveis e vivências na área.

Na qualidade de integrante do grupo, fiz parte da turma que participou, na manhã do último domingo (15), da primeira corrida – Viver Runner – na vizinha cidade de Glória do Goitá. Outros grupos daqui também se fizeram presentes. Com percursos de 5Km e 10Km fiz a opção pelo mais alongado. Boa experiência!! Independente da colocação de chegada, todos aqueles que já calçaram o tênis e deixaram  o sofá para trás  já são considerados corredores de elite!!!

Momento Cultural: O imortal – por João do Livramento.

Hoje chora triste o meu livramento
Pois ruiu o Camelo ouvi o lamento
Onde antes foi tudo grande beleza
Hoje resta somente enorme tristeza

Foram tantos anos de agremiação
Foram tantos bailes naquele salão
De muita rodolro era o cheiro no ar
Mulheres bonitas conosco a bailar

Nas alegorias a beleza era imensa
O povo gritava dizendo a sentença
Se camelo passava leão não rugia
A praça do santo inteira aplaudia

Aquele estandarte Arnaldo a girar
O frevo tocando e o povo a pular
Da minha memória jamais sairá
Eu quero Camelo eu quero frevar

És Camelo valente pra se levantar
Mais este deserto vais atravessar
A folia de momo vai ser bem maior
E Vitória gritando o Camelo é o melhor!

João do Livramento.

Momento FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim

Ação Social realizada no último dia 13 de dezembro, na Praça da Matriz. Com o intuito de levar informação e conhecimento à população, os alunos FAMAM apresentaram temas de extrema importância, tais como: sustentabilidade, que é essencial para a preservação do meio ambiente, orientando como desenvolver ações sustentáveis, com questões atuais que podem ser utilizadas por gerações futuras. O Bullying, que é um comportamento prejudicial, agressivo, intencional e repetido com tanta frequência nos dias atuais, principalmente entre crianças e adolescentes.

Filho indesejado – por Sosígenes Bittencourt.

Em cima de filho indesejado, nada mais inútil do que chibata moral e desespero. Justamente porque filho não programado é geralmente fruto de emoção desenfreada, apetite incontido. O procedimento deve ser sempre a preservação da serenidade em busca da razão, embora tardia, para solucionar questões do passado. A vida ensina que no passado nem Deus põe a mão. O passado construído pelo homem é “vontade permissiva de Deus”.

Se filho indesejado é resultado de liberdade desenfreada, por que desespero para consertar loucura? Antigamente, quando um menino trelava excessivamente e fugia ao controle era chamado de “desesperado”. No dia em que “desespero” pagar compromisso, eu o aconselharei para sanar dívidas.

Logo, a primeira atitude racional deve ser identificar o pai da “arte”, uma vez que a mãe está à nossa frente com o fruto no ventre. Não adianta arrumar pai para menino e adiar uma questão que será um dramalhão no futuro. Essa questão de dizer que pai é quem cria é deslavada mentira. Pai é quem fecunda óvulo, quem cria é mantenedor. Agora, se o mantenedor é zeloso e ama o enteado, merece ser amado, é outro detalhe. Se o pai é um sem-vergonha de marca maior, e a mãe engravidou por distração carnal, não assumindo os seus atos, não merecem ser amados, o que nem sempre acontece. Merecer não é sinônimo de recebimento, gratidão. Às vezes, o sujeito cria o alheio e recebe pontapé no focinho. Em suma, a vida estará sempre acima de tudo. Todo expediente em favor da vida será bem-vindo, e todo expediente contrário à vida será pecado.

Ainda em relação à paternidade, em caso de dúvida, a ciência entrará com o DNA, ninguém merece não saber quem é o seu pai, mesmo que o reprodutor não seja um anjo. Mentira tem pernas curtas e as más-línguas irão fuxicar. Portanto, é momento de buscar a razão, que não foi convidada no instante do desespero. Razão é reflexão, e reflexão é mais lenta que emoção, precisa de serenidade. Desespero é emoção, que, por associação, deve ser evitado. E, para não resvalar para o discurso moralista, a chibata moral, que de nada serve nesse instante, o conselho é o seguinte: Sexo é a coisa mais gostosa do mundo, mas fazer menino não tem nada a ver com isso. Haja vista que masturbação não gera coisa alguma e a macacada pratica desde a grande descoberta. Filho é vida, é universo, é criação, tem de ser programado, fruto do amor, que é racional. Quando for fazer sexo para sentir prazer, faça a munganga, não faça menino, ninguém é mais ingênuo como antigamente, não estamos mais na era da cegonha. Use a liberdade, preservando a devida segurança. Afinal, segurança sem liberdade é escravidão, mas liberdade sem segurança é loucura.

Sosígenes Bittencourt

Carnaval SAUDADE 2020 – Promoção do primeiro lote segue até o dia 01 de fevereiro!!

Na sequencia das nossas postagens, realçando a campanha publicitária da nossa agremiação carnavalesca – SAUDADE – essa semana exibimos o terceiro  filme divulgando o preço do kit. A promoção do primeiro lote segue até primeiro de fevereiro.

A té lá – 1/02 – o folião poderá comprar seu kit nos seguintes pontos de venda: Óticas Diniz, Escritório do Blog do Pilako ou com os Vendedores Autorizados,  à vista por R$ 85,00 ou no cartão em até 5 vezes de R$19,00.

Assim sendo, faça sua programação carnavalesca e convide seus familiares e amigos para participar do desfile mais esperado do nosso reinado de momo. Como todos já estão carecas de saber NA SAUDADE,  A GENTE BRINCA MELHOR!! Veja o vídeo.

SERVIÇO: 

kit Saudade: 

Á vista R$ 85,00 ou em até 5X R$ 19,00 – no cartão

Pontos de venda: Óticas Diniz, Escritório do Blog do Pilako ou com Vendedores Autorizados. 

Promoção do primeiro lote: ATÉ O DIA 01/02 – 

Para mais informações, chama no zap – 9.9192.5094