Hoje (24), para falarmos de política em geral e suas perspectivas para 2022, recebemos o deputado estadual Henrique Queiroz Filho.
Fechando o projeto – “Deputados da Terra” -, em que recebemos os três deputados que tem sua principal base eleitoral justamente em Vitória, o Henrique iniciou sua fala mostrando um pouco da estrutura do seu gabinete, na ALEPE. Na sua visão, o gestão do governador Paulo Câmara enfrentou muitas adversidades, mas vive um novo momento. Sobre as regras eleitorais do pleito que se aproxima, imagina que serão mesmas da eleição passada. Classificou o momento da gestão do atual prefeito como “tímido”. Já com relação ao desempenho do vereador Carlos Henrique, seu irmão, avaliou como produtivo e disse que a depender da legislação, o mesmo será candidato a deputado federal.
Desde os primeiros passos até a sua concretização, foram 80 anos. Esse foi o tempo que durou o “vai e vem” para que os antonenses, finalmente, em 24 de agosto de 1908, presenciasse água jorrar dos canos, na área central da nossa cidade. O sonho começou ainda no Brasil Império.
Naquele tempo – até o inicio do XX – as casas residências e comerciais da nossa Vitória eram abastecidas com água “de latas” ou em “galões”. Esse serviço, penoso e oneroso, se utilizava da força da tração animal e também de mão de obra escrava que “viajavam” até as fontes e riachos para colher o líquido. Quem não podia pagar por esse serviço se virava com as águas impuras, muitas vezes dividindo-as com os animais.
Para entendermos o quanto esse acontecimento – inauguração do primeiro chafariz – foi importante faz-se necessário estudar o contexto da época. Vitória já contava com o trem, hotéis, restaurantes, com uma agitada vida social e comercial e toda essas “operações”, convenhamos, dependia de água “boa”, para cozinhar, beber e tomar banho. Vale lembrar, também, que no locar apontado ainda não existiam as duas praças, apenas o Monumento do Anjo, erigido 3 anos antes – em 27 de janeiro de 1905.
Assim sendo, depois de muitas “idas e vindas”, a cidade celebrou a chegada da “primeira água encanada” com muita festa. No domingo (24-08-1908) o almoço comemorativo ocorreu no emblemático Hotel Fortunato com a presença das impolutas figuras da cidade e da região. Os discursos, evidentemente, foram muitos na perspectivas da verdadeira conjugação do chamado desenvolvimento econômico.
QUANDO BURLE MARX FEZ O PROJETO DA PRAÇA DE CASA DE FORTE, NO RECIFE, COLOCOU NA PARTE CULMINANTE DO JARDIM MUNDIALMENTE FAMOSO UMA ESTÁTUA DE CORPO INTEIRO DE UMA ÍNDIA DISCRETAMENTE NUA. HOUVE UM SONORO PROTESTO DAS VENERÁVEIS SOCIEDADES PIAS E DAS PIEDOSAS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA , E A PRAÇA FOI INAUGURADA SEM O SEU ORNAMENTO TEMÁTICO. ATÉ HOJE O ESPAÇO ACHA-SE VAZIO, QUANDO FRANCISCO BRENNAND REALIZOU O PROJETO DE BURLE MARX PARA O JARDIM DA SUA OFICINA DE ARTE NA VÁRZEA, OUVINDO O GENIAL PAISAGISTA, FEZ USO, 40 ANOS DEPOIS, NOS DOMÍNIOS DO SEU REINO DE SOL A SOL ILUMINADO, DE UM CORPO DE MULHER NA SUA NUDEZ MAIS OBSTINADA. ( COMO UM LUME, NOUTRO FORMATO, AO CHEGAR A ESTAÇÃO DOS VENTOS)
LIVE bate-papo – “Deputados da Terra”, terça-feira (24), às 17h.
Definido por sorteio, o deputado estadual Henrique Queiroz Filho (PR) ocupará a “tribuna” da live do Blog do Pilako para fechar o projeto – “Deputados da Terra”. Na pauta, além das ações do mandato, abordaremos um pouco do cenário político nacional, estadual e local assim como o “xadrez eleitoral” para 2022.
Live bate-papo – “Deputados da Terra” – Henrique Queiroz Filho.
Articulada pelo Monsenhor Maurício Diniz, Pároco da Matriz de Santo Antão, na noite do sábado (21), aconteceu na Casa Paroquial uma reunião, no sentido dos primeiros passos à viabilização de um Instituto Histórico e Geográfico para a cidade de Moreno. O prefeito Edmilson Cupertino, acompanhado de assessores, e o Padre Neto, autoridades constituídas do referido município, ficaram animados com ideia.
Representando o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, Pedro Ferrer e Cristiano Pilako, presidente e vice, respectivamente, na ocasião, realçaram o contexto histórico das duas cidades – Vitória e Moreno. “ A nossa instituição foi fundada em 1950 e é uma referência para o estado de Pernambuco”, pontuou o professor Pedro ao mesmo tempo em que se colocou a disposição para contribuir na efetivação desse importante projeto cultural, que aproxima os munícipes com a história local.
Satisfeito com a possibilidade de ter o Instituto Histórico da Vitória como “padrinho” da instituição congênere em Moreno, o prefeito Edmilson foi taxativo: “ vamos formar uma comissão para visitar as dependências do Instituto de Vitória, na intenção de cada vez mais valorizar a história e a cultura de Moreno”. Veja o vídeo.
Em ato contínuo, após o professor Pedro Ferrer apresentar às autoridades o catálogo da “Casa do Imperador”, contendo parte do seu rico acervo, o Monsenhor Maurício Diniz, satisfeito pelos frutos produzido, face sua iniciativa, ofereceu um lanche aos presentes, ficando na certeza, evidentemente, de que a semente irá florescerá.
Uma edição especial de agradecimento pelas centenas de mensagens recebidas em minha página facebook, desejando-me Feliz Aniversário.
Na programação de hoje, apresentaremos pela banca examinadora o resultado do 1º candidato do IV Concurso Literário Categoria Melhor Poema Angolano da Província de Benguela/Catumbela.
Na música, estaremos com o cantor e compositor o violonista alagoano Cicinho Lolão.
Participação do Professor Fernando Bispoeta, com suas dicas gramaticais da nossa língua portuguesa.
Participação especial da Assessora do Projeto Chá da Vida Brasil, escritora Luh Veiga do DF.
Com mais ou com menos complexidade a confecção de um livro é sempre um desafio. Além do conteúdo, claro, existe uma sequência inevitável a ser cumprida. Diagramação, correção, impressão, capa, prefácio, apresentação, lançamento, venda e etc e tal. Sem esquecer, também, que os arquivos são “remexidos” inúmeras vezes. Quando você pensa que já concluiu, uma pequena alteração o faz, praticamente, voltar para o inicio do processo logístico. Escritor amador sofre….
Pois bem, nessa terceira edição do nosso projeto literário – Apelidos Vitorienses – contratei o serviço de correção ortográfica ao amigo professor, pensador e poeta antonense, Sosígenes Bittencourt. Na qualidade de profundo conhecedor da nossa difícil língua portuguesa, falada e escrita, o mesmo, após vários encontros virtuais para tratar da questão em tela, acabou me enviando um áudio em que, entre outras coisas, elogia o conteúdo, pela originalidade, ao mesmo tempo que emite um juízo de valor à obra.
Com profunda humildade, aliás, algo pertencente apenas aos que sabe muito, também me agradeceu por eu haver lhe provocado, no sentido da ousadia em tentar lhe corrigir. Ou seja: no lugar que ele viu um ponto e vi uma virgula. Ao final, ele disse que eu estava certo. Aliás, quem me conhece, sabe muito bem que não sou portador de vaidades tolas.
Vale apena escutar o áudio do professor Sosígenes Bittencourt.
Lembrando:
O TERCEIRO VOLUME DO LIVRO APELIDOS VITORIENSES SERÁ LANÇADO EM SETEMBRO EM LIVE DE AUTÓGRAFOS, A PRIMEIRA DO GÊNERO NA HISTÓRIA DA NOSSA CIDADE.
Você já pode reservar o seu exemplar pelo whatsapp (081) 9.9192.5094. Mais 25 conterrâneos foram “apelibiografados”, isto é: revelaremos à origem dos seus respectivos apelidos.
Volume III
Babão – Bad Léo – Baiano – Batata – Bico Doce – Billy Show – Biuzinho do Chuchu – Boca – Capitão Biu – Chico Dentista – Cristovão – Dino – Professor Dodó – Gigi – Keke – Mané Exprementa – Marluce do Cajá – Pinha – Preto – Ratinho – Ternurinha – Vira Bicho – Zé da Mula – Zé do Posto – Zito dos Fogos.
A vida também precisa de festa e alegria. Sempre programada para acontecer no mês de agosto, não fosse o momento pandêmico, amanhã, sábado, 21, estaríamos vivenciando mais uma Festa da Saudade, animados, claro, pela Orquestra Super Oara.
O nosso último encontro ocorreu em 2019. Em 2020, em plena pandemia, fizemos planos para 2021. Outro “balde de água fria”. Aliás, havíamos agendado para acontecer justamente na noite do sábado de manha (21). Ninguém sabe de nada e o futuro é um mistério. Como dia a música: “…..Eh…do jeito que a vida quer…..”
Mas sonhar, planejar e acreditar é algo que devemos fazer sempre! Assim sendo, esperoque em 2022 estejamos prontos e animados, livre de qualquer praga ou pandemia, para celebramos a vida, juntos com os familiares e amigos em mais uma edição da tão esperada FESTA DA SAUDADE.
Segue, abaixo, o vídeo oficial do nosso último encontro, nos salões do Clube Abanadores “ O Leão”. Vale a pena recordar…
Padre Pita nasceu no dia 18 de fevereiro de 1885, em Coruripe, cidade alagoana. Aos 18 anos ingressou no Seminário de Olinda. Em 1911 foi ordenado presbítero em cerimônia presidida por dom Luís Raimundo da Silva Brito. Sua primeira missa foi celebrada na Matriz de Santo Antão que tinha como vigário seu primo, o padre Américo Vasco.
Nordestino cabra da peste da cidade de Marechal Deodoro do Estado de Alagoas. Formado em violão clássico pelo Centro de Belas Artes de Maceió – AL. Já se apresentou ao lado da renomada violonista Rosinha de Valença, figura importante da nossa Música Popular Brasileira.
É com muita alegria que recebemos pela segunda vez o nosso convidado, cantor, compositor e violonista Cicinho Lolão em nosso Cantinho do Bar Brasil. Tenho sempre dito… um bom filho retorna a casa dos seus pais e um bom músico, retorna ao Cantinho do Bar Brasil.
Criando pela Lei nº 12.130/2009, o dia nacional consagrado ao historiador é uma referência direta à data de nascimento do pernambucano Joaquim Nabuco. A celebração de hoje, 19 de agosto, é para ser mesmo comemorada. A pessoa que se dedica ao ofício aludido – mais que em qualquer outra disciplina – configura-se num eterno estudante, ou seja: não existe fato histórico “pronto e acabado”.
Assim como a civilização, ao longo do tempo, a maneira e os “caminhos” para estudar e alardear os fatos históricos também sofreram e continuam sofrendo mutações. Assim sendo, novas olhares, novos entendimentos, novas ferramentas devem nortear o grande objetivo dessa rica e fascinante disciplina: fazê-la alcançar e ser acessível, na prática, ao grande público.
Interpretar os grandes acontecimentos históricos é a regra. Mas a grande sacada é colocar o ouvinte dentro do fato. Esse é o desafio. Interação e conexão. Todos os dias são históricos!
Assim sendo, do “centro meu mundo”, na qualidade de profissional da área, procuro, dentro daquilo que alcanço, dialogar, nessa temática, ao máximo com os conterrâneos, na possibilidade de transformar toda sociedade. Todo cidadão que conta a sua história, a história da sua família, da sua rua ou do bairro é um historiador em potencial.
Viva aos historiadores. Em espacial, viva aos que escreveram a historia local, sublinhando o nome do Mestre José Aragão.
Por ocasião do lançamento do segundo volume do nosso “Livro Apelidos Vitorienses” fiz questão de registrar o momento da entrega do convite ao amigo Babai Engraxate, um dos nossos “apelibiografados”, naquela ocasião. Aliás, por ser um vitoriense mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome sua participação nesse projeto literário tornou-se algo imperativo.
Pois bem, nesse contexto, destacamos o amigo Babai Engraxate, anos depois do seu falecimento, noutra coluna do nosso jornal eletrônico: Arquivo e Memória.
Por mais de seis décadas o amigo Babai exerceu a profissão de engraxate. Tendo como “ponto comercial” a Avenida Mariana Amália, o mesmo tornou-se uma espécie de “cartão postal” do lugar. Quebrador de bronca nas mais inusitadas situações, o Amaro Henrique da Silva – nome de batismo – sempre foi bastante requisitado por ser ousado e corajoso.
Amigo de todos e bem humorado, Babai também foi um espetacular dançarino. Certamente, com alegria, os mais antigos devem recordar das apresentações nos palanques armados na Praça Duque de Caxias, em plena “semana pré-carnavalesca”, formando par com as famosas “vedetes” que vinham do Recife. Quem dançava e requebrava era ele!!!
Assim sendo, hoje, dedicamos a nossa coluna – Arquivo e Memória – ao nosso inesquecível e original Babai Engraxate. Ele também “é peça” importante do nosso rico acervo sobre a cidade, coletada nessa última década de atividade ininterrupta em que consiste, entre outras coisas, numa espécie de “diário da cidade”.
Vídeo gravado para o Livro Apelidos Vitorienses II – há 5 anos.
Após um longo período “enclausurado” na capital federal, Brasília, em função dos agudos efeitos da pandemia, o antonense Adelson Cardoso começou circular pelo Brasil. De passagem por Pernambuco, fez questão de pisar no seu torrão, Vitória de Santo Antão.
Bom de papo, festeiro e com a “mão aberta” antecipou ao professor Pedro, presidente do nosso Instituto Histórico, o dia e a hora no sentido de convidar a diretoria da “ Casa do Imperador” para compartilhar com ele uma boa prosa, regada ao melhor do que existe no conceituado Restaurante Carnes & Galletos. O nosso último encontro se deu de maneira remota, através de uma LIVE dentro do projeto “Maio Antonense”. Adelson é desse antonenses que não esquece sua terrinha.
Os livros são jardins de delícias. Cada livro ou matéria é uma flor de cores diferentes exalando seu próprio perfume. Bem aventurados aqueles que amam os livros, “livros à mão cheia”.
Em momentos de acabrunhamento e tristeza em que o mundo parece ficar de cabeça para baixo enfrentando uma avalanche dos valores éticos e morais, uma corrida desenfreada atrás do ter; uma valorização do indivíduo pela posse. Mergulhado no epicentro deste ciclone, procuro agarrar-me ao que nos resta de positivo. Ergo a fronte e eis que surge uma esperança. Um ponto minúsculo, numa luz difusa mas constante; um dedo mágico indica-me um jovem estudante antonense.
De olhar macio, lépido caminha entre os canteiros do jardim em minha direção. Alguém que ama as letras, que colhe belas flores do saber. Não é excepcional, mas é gratificante. Sávio Aquino de Mello, nascido em 2003. Quem é Sávio? que exemplo passa-nos este jovem?
Sávio, filho de Severino Aquino de Mello e de Nádia Maria Silva Mello enfrentou por iniciativa própria uma maratona de vestibulares. Submeteu-se a 12 concursos, sendo aprovado em todos. Como diz ele: um leque de aprovações, um leque de opções. Sávio, aluno exemplar, hoje cursa Direito na UNICAP. Conversei com Sávio. Sereno transmite-nos paz e esperança de um mundo mais justo.
O estudo é uma chave para a realização e a felicidade. Ao despedir-nos, deixou-me esta mensagem de fé e otimismo: “nunca desista de seus sonhos, por conta de pessoas ou situações. Foque seu principal objetivo e siga em frente. Tenha Deus acima de tudo. Tenha fé, pois é Ele quem nos dar força. O caminho é longo, árido e cheio de obstáculos. A vitória é o galardão dos que combatem. Recolha as pedras do caminho e faça delas a base para construção da sua estrada”;
hoje (17), para falarmos de política em geral e suas perspectivas para 2022, o deputado estadual Aglailson Victor.
Dentro da pauta, o jovem deputado que carrega no nome uma tradição familiar, nessa sua primeira legislatura, entre apresentados e aprovados, emplacou PL. Vinculado ao grupo do PSB, há décadas, Victor aposta na candidatura do ex prefeito Geraldo Julio para liderar o processo de 2022. Para a vaga do senado, não visualiza à volta do grupo senador Fernando Bezerra Coelho. Sobre a atual gestão municipal, disse haver avançado, mesmo com os cofres cheios de dinheiro. Para o próximo pleito, perguntado na possibilidade do ex prefeito Aglailson Junior disputar um mandato de deputado federal, deixou no “ar’ a possibilidade em 50%.
A FAMAM – Faculdade Macêdo de Amorim tem a satisfação de comunicar a AUTORIZAÇÃO de mais um curso: PEDAGOGIA, que obteve NOTA MÁXIMA DO MEC. Isso mesmo! Na FAMAM, PEDAGOGIA é CONCEITO 05 DO MEC! Somos a única Faculdade, em Vitória e região, a oferecer o curso de PEDAGOGIA COM CONCEITO 05 DO MEC! Portaria nº 855, de 12 de agosto de 2021, publicada no Diário Oficial da União em 13.08.2021. AQUI, A FAMAM LIDERA!!!!!! Escolha FAMAM – VOCÊ CONHECE, VOCÊ CONFIA!
Esse dia tem como objetivo conscientizar a população da importância de preservar a sua história. O patrimônio histórico representa a identidade de um povo e a da sua cultura. Logo, precisamos saber respeitar nosso patrimônio, para que gerações futuras entendam o que vivemos hoje.
O amanhã será estudado pelo que deixamos para as próximas gerações. Nosso patrimônio cultural físico e imaterial gerarão estudos. Podemos melhorar as populações futuras diante do que respeitamos hoje. Ame a sua cultura e busque levar para a próxima geração um aprendizado cultural em prol do crescimento emocional de um povo livre que respeita o próximo.
Respeite o presente para que possamos viver um futuro melhor. Respeite seu patrimônio histórico e saiba dar o seu valor. Vida que segue com o respeito do patrimônio histórico.