




Apresentação do Pastoril – inauguração da iluminação e ornamentação natalina – Foto registrada em dezembro de 1973.



Visando a 2ª Edição da Corrida e Caminhada da Vitória, que irá acontecer na nossa cidade no próximo dia 23 de abril, recentemente, começamos o processo de divulgação das primeiras peças publicitárias, assim como abrimos o processo de inscrições para os atletas/participantes, através do site: www.corridadavitoria.com.br

Igualmente à primeira edição, o evento fará duas homenagens: na medalha, exaltação à passagem dos 180 anos da elevação à categoria de cidade do nosso lugar, ocorrida em 06 de maio de 1843. O “atleta homenageado”, nessa edição, será o corredor de rua veterano Jucival Amorim que, além dos muitos prêmios alcançados, também se destacou por ser um dos mais dedicados e persistente organizador de “corrida de rua” da nossa história.

Com um novo traçado, o percurso da corrida de será de 7km. Para caminhada 4km. Haverá premiação geral, local e por faixa etária. Assim sendo, doravante, através das redes sociais e aqui pelo blog estaremos dialogando com todos aqueles que são sensíveis à prática da atividade física regular, sobretudo aos que enxergam nessa modalidade – corrida de rua – um novo e agradável estilo de vida.


Na qualidade de brasileiros, em se tratando de copa do mundo, sempre achamos que nós é que deveríamos ser os campeões. Corroborando com esse sentimento, é bem verdade, duas informações nos ajudam nessa direção: o selecionado brasileira nunca ficou de fora de um mundial e também é o único que pode ostenta 5 estrelas no peito, ou seja: somos pentacampeões mundiais.
Assim como nas edições anteriores, em que ficamos pelo meio de caminho, a “certeza” é de que o nosso elenco era o melhor. Mas o fato é que tropeçamos mais uma vez. Assim sendo, o jeito foi virar a página e seguir olhando para frente.
Em jogo cheio de histórias fenomenais, domingo (18), Argentina e França fecharam a Copa da FIFA 2022 realizada no Catar. Parece incrível, mas acabamos inclinados a torcer pelos nossos principais rivais americanos, isto é: os argentinos. Nesse contexto, devemos destacar a figura do ídolo do futebol mundial Lionel Messi.
Quase uma unanimidade, o craque argentino é dessas figuras que agrega, tanto dentro quanto fora dos gramados. Discreto e humilde, longe de maiores polêmicas, sua história de vida profissional, além do que – aos 35 anos – produziu dentro dos gramados nesse mundial, lhe credenciou a ser o “cara da copa”. Assim sendo: viva Messi e parabéns ao argentinos, por produzir e ceder uma “peça única” ao mundo da bola!




![]()
Rua Rui Barbosa – antigamente, também conhecida por “Rua do Braga” – hoje, popularmente chamada por “Rua das Americanas” – ano não registrado.




Não precisa ser nenhum estudioso no assunto para constatar que os condutores de moto estão sempre “muito apresados”. Em São Paulo, Recife ou Vitória de Santo Antão, de maneira geral, a reclamação basicamente são as mesmas: ultrapassam pela direita, cruzam na frente dos carros, “botam por cima dos pedestres”, não respeitam sinalização etc.
Pois bem, além dos problemas gerados no trânsito, por conta desses comportamentos cada vez mais extravagantes, identificados em parcela expressiva dos condutores de moto, estudos revelam que após o aumento das entregas ( Delivery) por aplicativos, ocorrida nos últimos anos, na cidade de São Paulo (Hospital das Clínicas, ) os sinistros envolvendo motos, que antes representavam 20%, saltaram para 80%. Outra coisa: atualmente, 70% das pessoas que dão entrada ou ficam internadas em estado mais grave (ortopedia) são de profissionais que trabalham com entregas de aplicativos. Isso é muito preocupante!
Pois bem, sem acesso às informações divulgadas oficialmente, é possível imaginar que na nossa região os dados sejam similares ou até mesmo piores. Na nossa “aldeia”, Vitória de Santo Antão, até o presente momento, desde que começamos com os serviços de mototaxista e outras operações, envolvendo o tão popular e ágil transporte de duas rodas, constatamos que por parte da prefeitura nenhum trabalho sério e consistente, no sentido da organização da categoria e também para assegurar proteção aos usuários, foi realizado. Lembremos que a regulamentação desse serviço é de competência dos órgão governamentais locais.

Aliás, esse assunto (serviço de mototaxista) já foi objeto de inúmeras postagens em nosso blog, sempre cobrando seriedade na condução dessa matéria pelas gestões municipais de plantão. É bom que se diga que, desde a gestão do “Governo Que Faz”, iniciada a partir do ano 2001, onde a mesma até “cartão eletrônico” para o controle da categoria prometeu, até o presente momento – gestão do prefeito Paulo Roberto – absolutamente nada de inteligente, eficaz e concreto foi realizado para atender os mototaxistas, muito menos à população (usuária).

Nas entrelinhas, nos chamados corredores palacianos, é moeda corrente, dizem, que nenhum político tem interesse em assumir o problema, para não correr o risco de angariar algum tipo de desgaste. Nessa toada, por assim dizer, a população continua vulnerável aos mais variados riscos. Dizem, também, que praticamente a metade dos motoqueiros da cidade “rodam” sem possuir a obrigatória carteira de habilitação.

Além da completa e contínua bagunça nesse serviço (mototaxista), ainda encontramos vereadores que se utiliza do rasteiro proselitismo políticos para condenar qualquer ação policial estadual, no sentido das fiscalizações pontuais. Outra coisa infernal, que atormenta toda população, são essas motos que circulam na cidade com os escapamentos adulterados, promovendo assim um barulho irritante e ilegal, isso pela manhã, tarde, noite e até de madrugada, em todos os bairros da cidade.

Eis aí, portanto, alguns problemas que só serão enfrentados pelos nossos gestores públicos se a população começar a cobrar, sejam usuários, motoristas, pedestres, ciclistas ou até mesmo os mais conscientes que pertencem à categoria (mototaxista) e trabalham cumprindo as normas estabelecidas. Até o presente momento, todos gestores da cidade fracassaram nessa matéria. Na metade do seu primeiro mandato, cabe ao atual gestor, Paulo Roberto, mudar essa linha contínua de descaso……


Da esquerda para a direita (à frente): Aloísio Magalhães, Bandeira de Melo, Germano Coelho, Amadou-Mahtar M’Bow (diretor-geral da Unesco), Barreto Guimarães e Geraldo Holanda Cavalcanti (embaixador do Brasil na Unesco).
A foto registra a visita do diretor-geral da Unesco a Olinda, em 24 de abril de 1981, durante o processo para a obtenção do título de Patrimônio da Humanidade.
Ao completar um ano de mandato, o então prefeito de Olinda Germano Coelho levou ao pé da letra o verso de Carlos Pena Filho, que diz: “É dos sonhos dos homens que uma cidade se inventa”.
E passou a sonhar com Olinda patrimônio da humanidade.
Para tanto, reuniu especialistas a fim de elaborarem um dossiê completo sobre a cidade, que foi enviado à Unesco.
O percurso não foi fácil e, nesse caminho, inúmeras dificuldades surgiram.
Em 11.12.1980, porém, um passo importante foi dado: o projeto do deputado Fernando Coelho foi aprovado e Olinda tornou-se Monumento Nacional.
Daí em diante, o entusiasmo com a ideia foi ganhando fôlego.
Aloísio Magalhães, secretário do MEC, e o embaixador Geraldo Holanda prestaram apoios decisivos, ladeados por inúmeros outros militantes da causa, conhecidos e anônimos.
Amadou-Mahtar veio a #olinda e, após a visita, afirmara que o pleito seria estudado, porém seria necessário aguardar-se o ano seguinte, quando se reuniria o comitê mundial, composto por 21 países.
Em 14 de dezembro de 1982, finalmente, a Unesco concedia a Olinda o tão cobiçado título de Patrimônio da Humanidade, passando a cidade a ser a segunda do país a ostentar a honraria.
O sonho de Germano tornava-se realidade!
Olinda passava, naquele momento, a pertencer à humanidade!
Que nesses 40 anos a cidade reflita sobre a grandeza de sua secular história, no mesmo passo em que compreenda que todo o seu acervo necessita de atenção, prevenção, estímulo à educação patrimonial e, principalmente, de uma condução técnica.
Parabéns cidade patrimônio! 👏🏼
Agradeço ao amigo @eduardo_coelho_ e à sua mãe @marthacoelhocavalcanti, descendentes de Germano, pela cessão gentil de material para pesquisa.
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/CmJTlLdOje5/?igshid=MDJmNzVkMjY%3D

Pois bem, anote e “salve a data”: domingo, 23 de abril (2023) em nossa cidade. Um programa para toda família….
Vamosimbora!!!


Aerofotografia do Pátio da Matriz – ano não registrado


Em 13 de dezembro de 1912, há 110 anos, nascia, em Exu/PE, Luiz Gonzaga do Nascimento, considerado o maior artista nordestino da história e eleito, pelo voto popular, o pernambucano do século 20.
O Rei do Baião, como se notabilizou, colocou o Nordeste no mapa do Brasil e do mundo, sendo um precursor, um divisor de águas, que abriu as portas para outras gerações de talentos nordestinos, amplamente influenciados por ele e que o tinham como a principal referência artística.
Desde criança, interessou-se pela sanfona de oito baixos do pai, a quem ajudava tocando zabumba.
Saiu de casa em 1930 para servir ao Exército, como voluntário, mas já era conhecido como sanfoneiro.
Em 1939, deu baixa e foi morar no Rio de Janeiro, onde estavam as grandes rádios da época, levando consigo a sua primeira sanfona nova.
Após ser descoberto por um grupo de cearenses, na região do Mangue, decidiu investir musicalmente nas suas origens, passando a tocar xote, xaxado e baião, o que teve grande aceitação.
A partir daí, a sua carreira decolou, sendo, de 1946 a 1955, o artista que mais vendeu discos no Brasil.
Poucos sabem, mas uma proeza de Luiz Gonzaga foi a de ter sido o primeiro artista a realizar uma turnê pelo território nacional.
Antes dele, os cantores não saíam do eixo Rio-SP.
Gonzagão gostava mesmo era de viajar, de fazer shows e de tocar para plateias do Brasil inteiro!
Cantou a seca, a chuva, a fauna, a flora, a dor, o sofrimento, o amor, a alegria, o Nordeste, o Brasil.
Na última vez em que esteve em um palco, em 06.06.1989, no Teatro Guararapes (Recife), já com o auxílio de uma cadeira de rodas, disse, com a voz trêmula:
“Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito o seu povo, o sertão, que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor…”.
Você conseguiu, majestade.
33 anos de saudades.
Luiz, pra sempre rei!
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/CmGnm7puM8M/?igshid=MDJmNzVkMjY%3D



Na qualidade de atleta amador, ontem, domingo, 11 de dezembro de 2022, vivenciei um dia inesquecível. Participei da minha primeira maratona. Não à toa – sem nenhum demérito às demais modalidades esportivas – a maratona é considerada a prova mais nobre do atletismo. Criada na primeira edição dos jogos modernos, em 1892, a mesma foi inspirada num fato lendário, ocorrido há mais de 2500 anos.
Fala-se que um guerreiro (mensageiro/soldado – Fidípides) percorreu com urgência uma distância de 40km entre as cidades de Maratona e Atenas e, após concluir sua missão, faleceu. A regulamentação da distância de 42 km, 195 metros, percorrida atualmente numa maratona, só passou a vigorar como padrão a partir dos jogos olímpicos de Paris, em 1924.
Pois bem, carregada de simbolismo essa modalidade esportiva se configura numa espécie de “sonho de consumo” de todo corredor de rua amador. Qualquer pessoa que completar uma maratona, automaticamente, passará a integrar uma espécie de “elite planetária”, composta por cerca de 1% da população mundial que atualmente gira em torno de 8 bilhões de “barro humano”.

De maneira geral, ninguém acorda numa segunda-feira dizendo que vai fazer uma maratona no próximo domingo e a conclui…..Não! Para alcançar o primeiro objetivo (concluir a prova) a pessoa tem que se preparar, por mais que a mesma esteja com a saúde em dia.
Nesse contexto, revelo um pouco dos “meus passos” até à vitória alcançada ontem, ao concluir a 11ª edição da Maratona Internacional Maurício de Nassau. Já bem experimentado no asfalto, meus primeiros 21km aconteceu em agosto de 2020. Minha primeira prova oficial de meia maratona , deu-se no primeiro domingo do ano de 2021. Para minha tristeza, lesionei-me logo em seguida (dia 06 de janeiro).

Durante o tratamento – ressonância, quase cirurgia e muita fisioterapia – passei dois meses contando os dias para voltar a correr. Nesse período entendi que, para ir mais longe, seria necessário aconselhar-me por profissionais da área. E assim ocorreu: nutricionista, personal e fisioterapeuta. Em julho (2021), já estava eu fechando os meus primeiros 25km (Vitória/Moreno), em um desafio promovido pelo grupo de corrida ao qual sou integrante (Vapor da Vitória).
Inscrito desde dezembro de 2021 numa maratona, que aconteceu em julho de 2022, comecei a cumprir uma planilha de treinamento para realizar aquela que comecei a chamara de “maratona dos meus sonhos”. Me sentido seguro e preparado, faltando apenas 18 dias para o evento, em um treino, machuquei o pé esquerdo. Motivo pelo qual, fui obrigado a desistir da maratona e seguir em tratamento por quase 60 dias. Não perdi tempo: mesmo durante o tratamento inscrevi-me para a próxima maratona, que aconteceria em 11 dezembro de 2022 – Maratona Internacional Maurício de Nassau.

Recuperado e mais cauteloso, voltei às atividades com determinação e foco total. Apesar de um pequeno incômodo na pé direito, ontem, fechei esse planejamento realizando-o com sucesso, ou seja: concluir a minha primeira maratona – 42km, 195 metros. Saímos do Recife Antigo às 4h e fomos à cidade de Olinda. Voltamos à capital e seguimos até ao bairro de Boa Viagem, retornando ao ponto de partida.
Falta de tempo, problemas do dia dia, dificuldades outras, preguiça e complicações naturais, inclusive uma pandemia para desestabilizar a vida de qualquer pessoa, são nossas desculpas genéricas para não praticar a tão necessária atividade física regular. Isso é fato!
Portanto, para encerrar essas linhas, gostaria de repetir uma frase que escutei outro dia: “motivação é uma porta que se abre por dentro”. E eu acrescento: legal quando abrimos a porta e encontramos um tempo favorável, mas se não houver precisamos avançar para transforma-lo, ou seja: fazer do limão uma limonada. Não espere receber dos outros aquilo que você não se dispõe a entregar a você mesmo…..
Vídeo da Chegada:
https://youtube.com/shorts/sws0ELA9BFY?feature=share
Link da matéria dos primeiros passos concretos visado a minha primeira maratona:

Acorda, vaidade, o tempo está passando e já estás precisando do que rejeitas por vaidade. A dor do tempo não conhece vaidade, e vaidade não cura enfermidade. Vaidade é coisa vã e de pouca duração, e toda grandeza prospera na humildade.
Sosígenes Bittencourt


Escrevo essas linhas faltando poucas horas para o inicio da partida entre o selecionado brasileiro e o croata, valendo uma vaga na semifinal da Copa da FIFA 2022, realizada no Catar. Pelo histórico, o Brasil é favoritíssimo! Sem contar, claro, que vive na competição um momento de euforia e autoconfiança.
Na rua, “na boca do torcedor”, “o hexa já é nosso”! Nos muitos programas, nas mais diversas plataformas, os comentaristas e entendidos de futebol realçam à boa fase e o entrosamento do elenco canarinho reforçando a tese de que temos mais chance, inclusive, arriscando o placar além do mínimo necessário.
Lembremos que a seleção croata é a atual vice-campeã mundial. Mas pelo que apresentou até agora nessa copa, convenhamos, não chega “metendo medo”, mas futebol é uma caixa de surpresa, sobretudo em copa do mundo.
Pelo sim, pelo não, quero engrossar essa corrente positiva em favor do time brasileiro, até porque, como diz o professor, pensador e poeta antonense, Sosígenes Bittencourt, “eu não consigo torce contra o Brasil”.

Eu quero ver até onde vai a criatividade da Nação Pituzeira! E tem papel pra coadjuvante e par romântico também, viu? Pode marcar os amigos.

