
No contexto do aquecimento da torcida brasileira, o Jornal Nacional, desde a última segunda-feira (1º de junho), vem exibindo uma “série especial” realçando momentos épicos da nossa seleção, em variadas participações na Copa da FIFA. Ontem, quinta-feira (04), por exemplo, sublinhou o quesito “união”.
Tal qual o momento atual, na Copa de 1994, amargávamos um jejum de 24 anos sem o cobiçado título de “Campeão do Mundo”. O último havia sido conquistado no México, em 1970.
Com a exibição de várias imagens, destacando um determinado jogo no Recife, acabei motivado em escrever essas linhas…..
Pois bem, nas eliminatórias, em 1993, a seleção brasileira vivia o drama de não se classificar para a copa de 1994. Vaiada em algumas partidas, em função do péssimo desempenho em campo, chegou a vez de jogar no Recife, contra a Bolívia. Aliás, vale lembrar: o selecionado boliviano, antes, “em casa”, havia metido 2X0 no selecionado brasileiro.
Eis que do fundo poço, ainda no vestiário (segundo informações da época), surge a ideia do time, numa demonstração inequívoca de união, entrar com as “mãos dadas”. Resumo da ópera: o Brasil goleou a Bolívia. Aliás, dizem, os entendidos, que o inicio do título do tetra, alcançado nos EUA, começou no Recife, exatamente no jogo em tela.
Pois bem, na qualidade torcedor, juntamente com mais 70 mil pessoas, estive nesse jogo , ocorrido no campo do Santa Cruz, ou seja: “Mundão do Arruda”.
Por motivo alheio a minha vontade, acabei, na arquibancada, ficando posicionado atrás de uma das barras. Como prêmio, por ordem e graça do destino – aquilo que a gente chama de sorte – acabei sento agraciado com a luva do então goleiro titular da seleção: Claudio Taffarel. De maneira aleatória, em momento de euforia, ele jogou para a torcida, mesmo na direção em que eu estava.

Assim sendo, até hoje, 33 anos depois, continuo guardando a referida peça. Uma joia rara, lembrança do jogo que mudou a história do futebol mundial. “O Brasil ganhou o tetra no Recife”: estamparam os jornais pernambucanos daquela época…..“Vai que é tua Taffarel……………….”





Nascido em uma pequena cidade interiorana como Vitória de Santo Antão, Pernambuco, em 22.9.1899, João Cleofas de Oliveira jamais iria supor que chegaria a posição na vida pública que até hoje seus conterrâneos não chegaram.

Uma leitura do livro “Enciclopédia como Modelo”, de Otto Neurath, leva-nos a uma reflexão sobre o conhecimento humano, aos meios da informação e o papel histórico das enciclopédias na formação da cultura ocidental. Conduz, igualmente, à importância desfrutada pela “Stanford Encyclopedia of Philosophy”, que reúne estudiosos de filosofia e disciplinas afins de todo o mundo para manter uma obra de referência atualizada — uma das indicações mais credenciadas sobre o tema. Isso sem falar da crescente reputação da Britannica como baluarte de erudição, agora em edição digital.





Chegou mais um final de semana. Alegremo-nos a nós mesmos. Afinal, a única pessoa que conviverá com você por toda sua vida é você mesmo. Portanto, relembremos a máxima do Rei Salomão: O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos.


















