Barbosa, tem mais uma GAMBIARRA em nossa cidade!

Noticiamos anteontem (03) que o buraco na Avenida Mariana Amália, que vem “desafiando” a capacidade dos técnicos da Secretária de Obras da gestão do Governo de Todos e empresas contratadas, isso porque, já foram realizados vários serviços para “acabar com ele” e até agora nada.

Na mesma matéria, cobramos também mais atenção do Secretário de Planejamento, senhor Barbosa, sujeito que Elias Lira trouxe lá da cidade de Belo Jardim para ser uma espécie de “GERENTÃO” no sua administração, com relação à essas empresas contratadas pela municipalidade, até porque, serviços mau feitos na cidade é o que não falta, muitos deles mostrados aqui pelo blog.

Muito bem, após nossa matéria, a prefeitura cuidou logo em resolver a “parada”.  Mas ao que parece, mesmo não sendo conhecedor da matéria, tudo indica que  o serviço novamente não vai prestar.

Nossas lentes acompanharam a operação “tapa buraco” dos técnicos da Prefeitura no local  e o tipo de matéria ali aplicado certamente se configurará como mais uma GAMBIARRA do Governo de Todos.

Vitória: “pasto + pocilga”

Na tarde de ontem (04) nossas lentes registraram, mais uma vez, uma porca se alimentando de lixo nas proximidades do Viaduto do Cajá. Em praticamente todos os bairros da cidade a “pisada” é a mesma, ou seja, bichos nas ruas.

A gestão do Governo de Todos chega ao seu quarto ano de atuação e não conseguiu, entre outras coisas, resolver a questão do grande “pasto + pocilga” que se transformaram as ruas de nossa cidade. É simplesmente, lamentável!!!

PARABÉNS?

Recebi  na noite de ontem (04), via e-mail, parabéns e incentivo um tanto curioso:

De: Matheus Ferraz – matheusfrs@hotmail.com – IP: 187.78.202.245 
Assunto: Parabéns
04/10/12 – 20h06 

Bom, esse Email é destinado para o Pilako…

Olá Pilako, primeiramente eu gostaria de deixar bem claro que isso NÃO é uma ameaça, até porque eu sou totalmente contra esse tipo de politicagem em nossa cidade, você tem feito um ÓTIMO trabalho no seu blog, em mostrar talentos da nossa cidade e claro, a verdade, como anda nossa cidade, esquecida… Corajoso, mas talvez tolo, pois você corre o risco de perder sua vida, pode até ser exagero meu, mas você quem fala a verdade demais acaba perdendo a sua vida…

Essa é minha opinião, grato pelo tempo, e mais uma vez parabéns pelo seu blog…

Matheus Ferraz, 16 anos.

Quem é culpado? – ou melhor: quem são os culpados?

No dia de ontem (03) chegamos ao final dos programas eleitorais gratuitos televisivos dedicados aos prefeitos. Acompanhamos a exibição de praticamente todos. Estranhamente a programação “normal” da TV Vitória, levantou, também no dia de ontem, o tema Mercado de Farinha.

Muito bem, antes de Vitória ser elevada à categoria de cidade, em 06 de maio de 1843, o comercio local já era uma referência. Contam os livros da nossa história, que naquele tempo a maior dificuldade dos comerciantes e agricultores era com relação a falta de lugares cobertos, principalmente no período chuvoso, para comercializar seus produtos.

Sendo assim, a Câmara Municipal em 1865 inaugurou o Açougue Municipal, construção essa que teve seu centenário festejado em nossa cidade 1965.

FOTO: HISTÓRIA DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – 3º VOLUME – (1843-1982) – II

Em 1912, por imperiosa necessidade o Prefeito Eurico Valois, resolveu tomar empréstimo ao Governo do Estado, em nome da municipalidade, para demolição de alguns  prédios e posteriormente a construção do Mercado de Cereais, hoje conhecido como antigo Mercado de Farinha, que de maneira provisória, foi inaugurado em 16 de agosto de 1913.

José Aragão

O Prefeito Miguel Lagos deu continuidade a importante obra fazendo-lhe a bela fachada, que ainda ostenta, só vindo a ser totalmente concluído em 1943 na administração do Prefeito José Aragão, recebendo uma nova cobertura e formosura no acabamento.

MERCADO DE FARINHA – FOTO: LIVRO HISTÓRIA DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO.

Meu pai, Zito Mariano, ocupou durante muito tempo, espaço (lado direito de quem entra pelo portão principal) comercializando farinha, oficio herdado do meu avô Zezé Mariano, oportunidade aliás, que me fez, quando criança, aprender a “costurar boca de saco de farinha”.

Zito e Célio – 1960

Na década de 1960 na administração de Prefeito Zé Augusto o Governo Federal construiu um outro mercado, na Praça da Bandeira, com vários boxes. Outros mercados também foram construídos, até porque nesse tempo não existiam os chamados supermercados e as feiras e mercados foram os únicos “pontos de encontros” para os que queriam vender com os que necessitava comprar.

Mercado da CIBRAZEM – Calçamento da Praça da Bandeira – 1961 – Hoje toda essa área é invadida ilegalmente por prédios do comercio informal. Foto: José Augusto Ferrer Sim, Sim – Pedro Ferrer.

Pois bem, o tempo passou e sem nenhuma justificativa plausível em 1978 o histórico  prédio do Mercado de Farinha foi alugado por “quantia irrisória” a uma empresa do ramo de supermercado, chamada “BALAIO” pelo Prefeito Dr. Ivo Queiroz, sendo esse acontecimento o “ponto de partida” para a degradação e favelização do nosso centro comercial como diz uma matéria replicada no livro recém lançado que conta a história da cidade.

Dr. Ivo bateu o martelo: “Praça dará lugar a Shopping Popular. Os bancos de madeiras serão substituídos por compartimentos de ALVENARIA”.

O comercio de farinha foi transferido para um novo espaço localizado na Rua Primitivo de Miranda, que passou a ser chamado de “Novo Mercado de Farinha”. Apenas à título de curiosidade esse prédio veio a ser demolido na gestão do Governo Que Faz, sob o comando do Prefeito José Aglailson, para dar lugar ao hipotético, Restaurante de R$ 1,00, coisa aliás, que não passou de mais “delírio administrativo”.

No final da década de 1980, mais precisamente em 1987, o histórico prédio do mercado voltou para as “mãos” da municipalidade, naquela ocasião sob o comando do Prefeito Elias Lira, que não atendeu aos apelos da sociedade lhe pedindo que surgisse no Histórico Prédio do Mercado, um ambiente sócio-cultural. De maneira unilateral Elias Lira acabou dando outro destino, destino esse, que levou a sua completa degradação.

MERCADO DE FARINHA – FOTO: HISTÓRIA DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO, 1983 A 2010 – Pedro Ferrer

Outros políticos locais, como Henrique Queiroz e José Aglailson, ambos deputados com nove e seis mandatos consecutivos, respectivamente, em nada usaram seus cargos para interferir no processo de “desidratação” do nosso centro comercial, José Aglailson aliás, foi prefeito por oito anos (2001 a 2008) e não moveu uma “palha” para mudar a situação, muito pelo contrário, deu mais “carga” na bagunça.

O tempo passou e hoje os profissionais da política de nossa cidade, herdeiros e descendentes do modelo de gestão que contempla, a risca, a famosa cartilha do atraso, implantada em nossa cidade pelo Coronel José Joaquim da Silva e aperfeiçoada pelo médico Ivo Queiroz, não disseram a população o porque de ter deixado a situação chegar ao ponto que chegou, muito menos pronunciaram o que vão fazer, caso eleitos mais uma vez, com a conhecida FAVELIZAÇÃO DO CENTRO COMERCIAL DA NOSSA CIDADE.

O debate político em Vitória chegou, acredito eu, ao nível mais baixo de sua história, onde os candidatos, nada de consistente dizem,   conduzem as massas pelas ruas servindo apenas de “molduras” e “totalmente embriagadas” pelo desejo momentâneo de dançar, esperançosos por espaço no “campo” do poder, mas que após o “apito final” das urnas não terão o prazer de nem entrar nos estádios, porque a derrota chamada ilusão vão acordar-los para dizer que tudo foi apenas um sonho.

Sendo assim, o que foi construído com muita dificuldade e amor a causa pública, respeitando todos os princípios éticos, pelos prefeitos do passado, foram destruídos e desmontados pelos políticos contemporâneos. Essa é mais uma triste história que somos obrigados a narrar.

PANFLETOS APÓCRIFOS NA CIDADE

Severino Ferrer – Foto: Pedro Ferrer

Na Vitória do século 19 o surgimento do jornal    impresso O VITORIENSE, em 05 de novembro de 1866 transformou de maneira significativa, a relação da sociedade local. Com inauguração da estrada de ferros do trecho Recife/Vitória os nativos interessados pelo “mundo lá fora” puderam se abastecer com informações diárias dos jornais da capital.

Foi nossa cidade o lugar que mais editou-se  jornais do Nordeste, fazendo desta terra um verdadeiro “berço” de intelectuais. Os maus políticos de nossa cidade, que trouxeram e ainda trazem no seu DNA a composição genética da falta de caráter e da  canalhice, sempre se utilizam de PANFLETOS APÓCRIFOS para fazer baixarias em campanhas políticas.

Um bom exemplo disso ocorreu em nossa cidade em 1959 quando empresário Severino Ferrer (fundador da Pitú e pai do ex-prefeito Zé Augusto), foi escolhido pelo governador  Cid Sampaio e pelas lideranças locais como candidato único à prefeito de Vitória, pelo fato de se apresentar naquela época como a pessoa que reunia as melhores condições de fazer Vitória dar um salto de qualidade em todos os sentidos, foi surpreendido pelos tais PANFLETOS APÓCRIFOS espalhados anonimamente pelas ruas, fazendo com que ele viesse a desistir de sua candidatura dizendo a seguinte afirmação: “mal se iniciou e já comeram as baixarias, imaginem mais para frente. Estou fora”.

Em campanhas mais recentes, essas mesmas práticas não foram esquecidas. Pois bem, eis que “surge” em nossa cidade um novo canal de comunicação para se fazer campanha, isso porque é a primeira eleição municipal de fato travada na internet e através das redes social em Vitória, e reaparece, com toda força, os chamados PANFLETOS APÓCRIFOS.

Os perfis falsos, os chamados FAKES na internet viraram coisas “normais” em nossa cidade nessa campanha. É preciso que a Justiça Eleitoral, como também a polícia entre em ação para criminalizar essas pessoas, como também seus “mandantes”, até porque, quem pensa que internet é um mundo sem dono que privilegia os bandidos está muito enganado.

A liberdade de expressão deve ser sempre assegurada sob todos os pontos vista, mas não devemos fazer dela, uma porta para CRIMINALIDADE e a BANDIDAGEM. Ofender as pessoas, nunca será uma atitude recomendável, sobretudo no anonimato, agindo assim, os senhores políticos, “USEIRO e ABUSEIROS” de tais práticas ao invés de assumirem seus cargos de prefeito e vereador, deveriam sim, assumirem suas “selas nos presídios”.

Dia das Crianças está chegando! Doe Brinquedos ou Guloseimas! Participe!

Convidamos os amigos internautas para colaborarem com esta ideia, doando brinquedos e/ou guloseimas para o Dia das Crianças. O evento, que tem como organizadores Ana Cleide e Elmo Neto, irão distribuir presentes, comidas e realizar brincadeiras e atividades educativas, para mais de 250 crianças.

As doações poderão ser realizadas até o dia 17 de Outubro. Informações sobre como doar, entre em contato pelo (81) 3523.8046 – 9661.1592 – anacleide@pitu.com.br (Ana Cleide)

“Seja multiplicador desta ideia, divulgue aos seus amigos. Lembrem-se é nos unindo que fazemos a diferença, e quando ajudamos o próximo estamos agradecendo a Deus, o que nos foi dado em abundância.”

Vitória é destaque MUNDIAL: GOOGLE não alisa ninguém…

A chamada grande mídia da Capital, nos últimos dias, vem noticiando matérias relacionadas ao fechamento do PARQUE RECREATIVO ANTÔNIO MELO VERÇOSA, conhecido também como Zoológico do Alto do Reservatório no que diz repeito a falta de estrutura e a destinação dos animais lá “enjaulados”.

Nossa cidade notabilizou-se nacionalmente, entre outras coisas, pelo seu tradicional e característico carnaval, cuja maioria das  agremiações, tem como símbolo nomes de bichos,  algumas delas seculares como é o caso do Clube Abanadores O LEÃO fundado em 1902.

Na tarde de ontem (03) nossas lentes flagraram nas proximidades do Viaduto do Cajá duas porcas se alimentando de lixo. Para nós vitorienses, cenas aparentemente “NORMAIS”.

Pois bem, insistentemente venho, na medida do possível, combatendo e cobrando do prefeito Elias Lira uma atitude para esse grave problema de saúde pública em nossa cidade.

Muito bem, um amigo internauta que mora em Recife, disse-me que ao fazer uma pesquisa no buscador mais completo do mundo, o GOOGLE com o tema “BICHOS NAS RUAS”, quer seja em PESQUISA OU IMAGEM, nossa cidade aparece na primeira página do site de pesquisa.

A nossa cidade que no passado agregava valor com o tema BICHOS através do renomado carnaval, agora vem amargando uma situação VEXATÓRIA com o tema.

Na próxima edição do livro que contará a história recente da cidade, conjunto da obra  iniciada lá atrás pelo mestre Aragão, o próximo autor deverá tratar o tema “BICHOS” com destaque, de forma negativa, para que no futuro as próximas gerações entenda e conheça melhor os nossos gestores e as suas respectivas administrações municipais ocorridas no  início do século vindouro.

Barbosa, tem que escolher melhor essas firmas!

Na manhã de hoje (03) nossas lentes registraram na Avenida Mariana Amália um buraco na referida avenida, devidamente sinalizado por uma cavalete da Prefeitura. Pois bem, a título de curiosidade esse mesmo buraco já foi consertado várias vezes pela atual gestão.

Os serviços realizados, na maioria das vezes, pela Secretária Obras da gestão do Governo de Todos vem apresentando falhas e imperfeições. Além do recapeamento asfáltico engana besta e obras de pinturas em bancos quebrados de praça, podemos citar a própria Praça da Matriz, que mesmo passando mais de um ano fechada para reforma com menos de dois meses de inaugurada  já estava sendo reparada.

O Secretário de Planejamento, Barbosa, sujeito que Elias trouxe lá da cidade de Belo Jardim para ser uma espécie de GERENTÃO no governo, precisa escolher melhor essas empresas para não se desperdiçar o dinheiro da nossa República das Tabocas.


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Faltou dinheiro ou gestão?

Na tarde de ontem (02) nossas lentes flagraram, próximo ao Viaduto dos Borges, um carro da frota da Prefeitura estacionado em cima da calçada. Nessas eleições municipais candidatos à prefeito de cidades de médio e grande porte, em todo Brasil,  estão colocando como “Trending Topics” em seus pronunciamentos o tema MOBILIDADE urbana.

Já em nossa cidade o tema não vem tendo o mesmo tratamento. Nos últimos 12 anos de governo, uma espécie de “Gestão Compartilhada” entre Elias e Aglailson, nossa qualidade de vida, entre tantas outras, na questão do disciplinamento do trânsito, na qualidade das calçadas e por aí vai…

O agravante disso tudo, para aumentar ainda mais o nosso descontentamento, é que os abusos em nossa cidade partem justamente daqueles que deveriam dar o exemplo, sendo assim, para acabar de completar, o automóvel ainda está se encontra com documentação atrasada. Tudo isso é lamentável. O prefeito, candidato a reeleição, diz em sua propaganda que o TRABALHO CONTINUA COM SERIEDADE. Imagine se não fosse?

Ah.. já ia esquecendo: O referido veiculo está circulando ilegalmente, já que encontra-se com documentação atrasada, sem contar as 02 multas em aberto.

http://www.detran.pe.gov.br/index.php?option=com_search_placa&placa=pfo2256

Queiroz está passando por dificuldades em Passira.

Henrique Queiroz – Foto: ALEPE

No blog do conceituado jornalista Inaldo Sampaio, cujo título – RINHA – relata a dificuldade encontrada pelo deputado Henrique Queiroz na disputa pela Prefeitura de Passira.

A rinha – Decano da Assembleia Legislativa, Henrique Queiroz (PR) nunca disputou eleição majoritária em sua cidade, Vitória. Mas em 2011 transferiu o domicílio para Passira a fim de concorrer à prefeitura. Largou bem, mas teria sido ultrapassado por Severino Silvestre

Falta humildade

Na manhã de hoje (03), por volta das 9h, nossas lentes registraram um caminhão descarregando mercadorias na movimentada Rua Senador João Cleófas de Oliveira. É oportuno lembrar aos internautas que essa é a única rua central disponível para o trânsito de veículos no sentido Matriz/Livramento.

Foi aprovada na Câmara de Vereadores uma Lei, de autoria do Dr. Pedro Queiroz, que regulamentou essa matéria, onde os “movimentos” de mercadorias em caminhões teria horário definido e regras à cumprir.

O prefeito Elias Lira, que, aparentemente, não está nem um pouco preocupado com as dificuldades dos munícipes adora não reconhecer, e muito menos dar os devidos créditos as pessoas.

Para a lei “pegar” precisaria da atuação firme da Guarda Municipal, sendo assim, os créditos da melhoria primeiro iria para quem criou a Guarda e depois para quem criou a Lei, portanto, Elias prefere deixar a bagunça imperar que “enxergar” avanços nas atitudes dos outros.

Mais de um ano e nada resolvido…

Tem um ditado popular antigo que dizia: “ALEGRIA DE POBRE DURA POUCO”. Pois bem, na manhã de hoje (03) nossas lentes registraram no cruzamento das Ruas Elzanira Bezerra com José Rufino que as águas voltaram a ficar empossadas.

Depois dos serviços, aparentemente, mal feitos realizado pela Prefeitura, com relação ao recapeamento asfáltico, há mais de ano no referido cruzamento, onde matinha represada  água e lama os sete dias da semana, a Secretária de Obras promoveu uma “solução” do problema, justamente no dia da passagem da caminhada do Prefeito Elias Lira no local.

Pois bem, menos de 10 dias depois tudo está do mesmo jeito. Portanto, terminarei essa matéria também lembrando um velho ditado popular, muito usado quando um serviço  não ficava bem feito e o seu contratante ia logo dizendo: “FOI FEITO COM CUSPI?”

 

Pedro Ferrer: Guardião da Cultura Vitoriense.

No final da reunião, após a apresentação do balancete de setembro, Carlos Freire, o tesoureiro do IHGVSA (Instituto Histórico e Geográfico da Vitória) fez um retrospecto e  um resumo das despesas gerais da última etapa da reforma do museu. Consta na prestação de contas um déficit de R$ 27.118,01 (vinte e sete mil, cento e dezoito reais e um centavo). Para surpresa nossa esta conta foi paga pelo presidente da entidade, professor Pedro Ferrer. Por esta sua atitude abnegada e desprendida, associada à sua dedicação, a assembleia dos sócios resolveu outorgar-lhe o título de “Sócio Benemérito”.

Tomando a palavra o professor Ferrer minimizou a importância do seu gesto:

“Estou diretor de Cultura do município. No primeiro ano trabalhei com denodo e fiz jus ao salário mensal de R$ 820,00. A partir do segundo ano a atividade cultural desandou e sentindo-me desmotivado, retrai-me. Todas as decisões ficavam ao cargo de dois ou três elementos. Preterido e olvidado,  senti-me fora do contexto da Secretaria de Cultura. Durante 3 anos fui omisso e não frequentei a Secretaria de Cultura. Nada havia para fazer. Fui aconselhado a renunciar ao cargo. Não o fiz. Resolvi continuar e trabalhar, em benefício da cultura vitoriense por outras vias. Como não fazia jus ao “alto salário” resolvi dar-lhe um destino outro, que não meu bolso.

Auxiliei a edição de CDs, DVDs, impressões de livros, montagens de peças teatrais  e principalmente, apliquei no nosso Instituto Histórico. Não vejo nenhum mérito no meu gesto, pois achava injusto receber sem trabalhar. Tinha que dá um destino aquele dinheiro e foi o que fiz durante esses três últimos anos ajudando o IHGVSA. Recebo com alegria a honraria e espero continuar funcionário municipal, “sem trabalhar” e assim continuar colaborando com o desenvolvimento da cultura na República das Tabocas. “

Os Ditadores da Vitória.

A mudança nos costumes e hábitos da sociedade no processo de evolução sempre foi, e sempre será, um desafio a ser vencido. Na política, por exemplo, o espaço para a truculência e o autoritarismo vem perdendo força, mesmo que alguns ainda insistam na prática.

Com relação as história que, teve como cenário nossa cidade, “trago de cabeça” pelo menos umas três dúzias de fatos envolvendo os nossos políticos que adoram fazer a população pensar que são “bonzinhos”.

A eleição travada pelos senhores Fernando Collor de Mello  contra Luis Inácio da Silva, na primeira convocação eleitoral presidencial na chamada NOVA REPÚBLICA, teve desdobramento nas terras de Braga. Vamos aos fatos:

Em nossa cidade um professor municipal magrinho e muito falante, começou a fazer campanha, de maneira ideológica para LULA, motivo pelo qual, recebeu um “recado” do prefeito da época, médico e autoritário, dizendo: “que o candidato dele ganhando ou perdendo depois da eleição ele ia ser transferido”.

Passado o pleito, Collor vencedor, o Prefeito médico cumpriu o prometido. Retirou o professor da sala de aula e colocou-o para tomar conta de banheiros em outro colégio da rede municipal. Uma vereadora na época, sensibilizada com a situação do professor “pegou-lhe pelo braço” e foi ao encontro do prefeito em sua maternidade e questionou aquela colocação do preparado professor quando de pronto o prefeito lhe respondeu:

“Vou atender seu pedido vereadora, o vigilante do Parque de Exposição está se aposentando e vou  promove-lo de vigilante de banheiro para vigilante do Parque”.

Já no ano de 2006 um fato típico dos coronéis do século 19, protagonizado pelo então prefeito José Aglailson em direção a minha pessoa, reflete bem o seu “modus operandi” de governar. Por ocasião de um evento realizado por mim nas vias públicas, recebi em minha casa um oficio do Prefeito “proibindo” a realização do mesmo na semana do seu acontecimento.

Logo em seguida recebi a visita, também em minha casa, do senhor Fernando Santiago, também conhecido como Fernando Totinha, na ocasião, salve engano, então Secretário da Segurança, aconselhando-me a mudar de local ou procurar o senhor José Aglailson.

Trinta e seis horas antes do evento acontecer, o senhor José Aglailson acionou a polícia para me fazer mudar de ideia. Só que ele não sabia que eu tinha ingressado na justiça com um MANDADO DE SEGURANÇA contra sua pessoa, para impedir que ele cometesse aquela arbitrariedade e perseguição, de maneira que realizei o evento e o seu ato de “força” foi “barrado” pelo  ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

Já com relação ao prefeito Elias Lira tenho também fatos, de truculência, para revelar à população. Nessa atual gestão, por exemplo, ele usou funcionários da Guarda Municipal, descendo do carro com pistola na mão e colocando, na minha frente, na cintura para me intimidar, SE NÃO OS DENUNCIEI À JUSTIÇA NA OCASIÃO, FOI JUSTAMENTE POR ENTENDER QUE ESTAVAM SENDO USADOS PELO CHEFE. Mas essa história eu contarei, com riqueza de detalhes, em uma outra  oportunidade.

Semanas atrás, em matéria intitulada “População Começa a se Expressar“, noticiamos fatos atinentes ao processos eleitoral local. Pois bem, logo após a matéria ir ao ar, foi armada na prefeitura uma “força tarefa” de perseguição e travamento a um empresário, empregador do cidadão, dono do carro citado na matéria, que colocou uma placa dizendo: “PROJETO PARA AS RUAS ESBURACADAS DOS BAIRROS DE VITÓRIA”.

Moral da história: semanas depois, domingo (30) encontramos o mesmo carro, no bairro do cajá,  só que agora projetado para as carreatas e caminhadas do candidato Elias Lira que, semanas atrás, era tão criticado.

Sendo assim, foram narrados aqui alguns fatos e acontecimentos ocorridos em nossa cidade que as emissoras de rádio e TV não noticiam na cidade. Esses políticos que adoram ser taxados de “bonzinhos”, de “religiosos”, de pessoas que adoram os pobres, precisam ser também contestados com verdades, para que no futuro, depois de suas mortes, não apareça ninguém para abrir processo no VATICANO pedido suas BEATIFICAÇÕES.

Portanto não custa nada lembrar mais uma vez, que Elias e Aglailson são farinha do mesmo saco.