Mesmos sendo uma obrigação dos gestores públicos, que devem fixar placas informativas nos canteiros das obras governamentais, de maneira tal, que a população possa ver e ler contendo informações importantes sobre a referida obra, aqui em Vitória, tanto na gestão do Governo Que Faz quanto na gestão do Governo de Todos, essa obrigação não é levada muita a sério. Vejamos:
Quando o folclórico ex-prefeito José Aglailson realizou a reforma na Avenida Mariana Amália, preferiu usar a placa, que deveria conter informações sobre a obra, para fazer uma homenagem.
Já na era do Governo de Todos, comandada por Elias Lira, uma obra, tempos a trás, lá no Bairro de Dois Terreiros, o prefeito certamente esqueceu de comprar tinta para abrir o letreiro com as devidas informações.

Recentemente, por ocasião da Obra na Praça Leão Coroado, o Prefeito Elias Lira, preferiu manter a placa, contendo as devidas informações, de cabeça para baixo dentro do canteiro de obra que fixa-la da maneira correta para que todos pudessem ler as informações.

Atualmente, onde acontecem as obras nas praças – “jacaré e Anjo” – no bairro do Livramento o prefeito Elias Lira, certamente, se esqueceu de colocar no projeto financeiro da obra o recurso para comprar “uma dúzia de prego” para fixar a placa da maneira correta, fazendo com que a população tenha a oportunidade de saber o quanto está se gastando naquela reforma e qual foi a empresa ganhadora da licitação por exemplo, informações aliás, que não é nenhum favor é obrigação de qualquer gestor.

Pois bem, diante de tanta “criatividade” dos nossos gestores, aparentemente MAL INTENCIONADOS, onde em cada ocasião se traz um “jeito novo” de não se cumprir o que diz a Lei, gostaria de falar mais uma vez o que já disse inúmeras vezes: ELIAS LIRA E JOSÉ AGLAILSON SÃO FARINHAS DO MESMO SACO.
Como podemos observar, estes dois sujeitos, quando sentados na cadeira de prefeito, zombam das pessoas, “cospem na cara do povo”, desprezam a inteligência da população porque sabem que tem uma estrutura para calar a boca de quem se insurgir, de quem achar ruim e ameaçar seu projetos de poder e, sobretudo, eleitorais, que aliás, estão de vento em popa sendo materializados com seus “filhotes”, verdadeiros protótipos de POLÍTICOS DE CHOCADEIRA.