
Em ambiente público ou privado sempre desconfie daquilo que é verbalizado por políticos. O raciocínio é básico: a mentira é uma forte ferramenta de trabalho desses senhores e senhoras, já sentados nas suas respectivas cadeiras ou em campanha por elas….
Na campanha de 2022, a população brasileira ficou intoxicada pelo nível de polarização na disputa presidencial. Com efeito, uma completa ausência dos verdadeiros temas que impedem uma melhora na qualidade de vida das pessoas, sobretudo à expressiva maioria da população – que é pobre.
Exemplos não faltam: saiu Temer, entrou Bolsonaro, saiu Bolsonaro e entrou Lula, mas o juros no cartão de crédito e no cheque especial ainda é o mais alto do planeta! Essa é uma questão central que os políticos preferem dialogar e combinar com os banqueiros. Já com os eleitores endividados, o assunto preferido é se o Brasil vai ou não mudar a cor da bandeira?
Pois bem, em seu último discurso de posse o atual presidente, Lula da Silva, disse que usaria seu mandato para pacificar o País. Apenas disse! Na prática, continua jogando gasolina na tão incendiária polarização. Recentemente chamou o Bolsonaro “covardão”.
Com popularidade derretendo por falta de efetivas políticas públicas e com gestão “aguada” e sem novidade o presidente Lula procura melhorar seus índices nas pesquisas investindo na velha e polarização.
Para finalizar: não me arrepende um só instante de haver votado em branco, no 2º turno das eleições presidenciais (2022). Lula e Bolsonaro são duas figuras políticas que os eleitores, para o bem do Brasil, devem aposentar o mais rápido possível……












Nas proximidades das comemorações dos 200 anos de fundação do Diário de Pernambuco (2025), relembro o ciclo de palestras quinzenais promovidas pelo DP, há exatos trinta anos (1994-1997) da sua criação. A iniciativa teve o seu começo no auditório do Jornal, no prédio secular da Praça da Independência. (Fui autor do pedido de tombamento desse prédio, como patrimônio histórico de Pernambuco, no Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Histórico de Pernambuco, na condição de conselheiro titular). Com a ampliação de novas inscrições vindas da capital e do Interior, foram ocupados espaços do Gabinete Português de Leitura, Clube Português do Recife, Conservatório Pernambucano de Música, Museu de Arte Contemporânea/Mac/Olinda. O conjunto de palestras temáticas foi um trabalho construído com clareza, motivado para ser instrumento de informação aos não iniciados nas diversas vertentes da Literatura não só brasileira, na poesia de todas as épocas, no conhecimento e saber filosófico, na música (do barroco ao contemporâneo), no teatro, no canto operístico, no cinema, além de um resumo inteligente e didático dos estilos de arquitetura que marcaram cada época. O projeto do DP, sob a minha coordenação, esteve ligado ao incentivo à leitura, às emoções que provocam e seu significado, às diversas camadas de informação que fazem parte de uma obra de arte, uma música, uma fotografia, uma pintura, um livro, e dar sentido e importância a tudo isso.




















