Prefeitura deixa galerias entupidas no centro comercial

Na enchente ocorrida em nossa cidade no ano 2005, tive a oportunidade de acompanhar e dividir o drama vivido pelos comerciantes de grande porte como também os pequenos, o chamado comércio informal, já que na ocasião estava na presidência da ACIAV (Associação Comercial da Vitória) quando as águas invadiram o nosso comércio e promoveram cenas de cortar o coração.

No último carnaval, o sábado de Zé Pereira foi marcado pela chuva. A famosa agremiação O ETSÃO desfilou literalmente “debaixo da água”. Enquanto muita gente estava se divertindo na folia, alguns comerciantes como por exemplo os da rua 15 de Novembro, estavam “mergulhados” no prejuízo fazendo com que a famosa “dor de cabeça” da quarta-feira de cinzas chegasse logo no sábado.

Talvez alguns não saibam, mas na primeira metade do século passado, corria, no local onde hoje é a Avenida Mariana Amália, o famoso RIACHO DO RONCADOR. Portanto o nosso centro comercial é o caminho natural das águas em direção ao rio Itapacurá.

Sendo assim, seria, sobretudo neste momento onde o inverno se a vizinha, prioridade a limpeza e desobstrução das galerias nas ruas centrais da cidade, de responsabilidade da Prefeitura,  para que  se possa minimizar os impactos das famosas “trombas da águas” em  nossa população, principalmente dos já “encharcados” comerciantes do centro.

Porcos ainda continuam nas ruas

Na tarde de ontem (14) nossas lentes flagraram na Rua Silvino Lopes, próximo do Colégio Santo Inácio, no bairro do Cajá, uma porca com seus porquinhos na  costumeira “circulada alimentar”.

Segundo comentários é o senhor Beto Lira, sobrinho de Elias Lira, o responsável na Prefeitura pelos  serviços de fiscalização e recolhimento desses animais nas ruas, portanto mais uma vez cobramos ao mesmo uma atitude para com esses “inocentes mal feitores”.

Herika Araujo: um talento da Terra de Osman Lins

Na última sexta (11) aconteceu no Teatro Silogeu José Aragão, por ocasião das comemorações festivas do Instituto histórico, uma peça intitulada AMORES DE VITÓRIA escrita e dirigida pela artista vitoriense Herika Araujo, que contou com elenco de mais de vinte artistas vitorienses com destaques para Cleyton Cordeiro e Lane Burnet.

A peça escrita e dirigida por Herika, me fez lembrar uma entrevista,  exibida em um canal de televisão há algum tempo, onde o apresentador Amaury Jr, perguntou ao mega empresário Antônio Ermírio de Morais, se referindo a ele próprio já que também escreve peças teatrais, como uma pessoa poderia conciliar as cartesianas atividades empresarias e  financeiras com as criações no mundo das artes.

Falo isso, porque a amiga Herika atua na vida profissional como contadora, atividade essa que não se permite improvisos de última hora e não está, intimamente ligada, a criatividade, já que os números contábeis não estão sujeitos ao “gosto do freguês”.

Com a peça “AMORES DE VITÓRIA” Herika se apresenta para o mundo das artes, principalmente para o teatro, com um roteiro criativo, onde se fez necessário pôr em prática um trabalho de pesquisa minucioso e principalmente dedicação e amor as tradições da nossa cidade.

Gostaria que a peça teatral “AMORES DA VITÓRIA”, fosse urgentemente ratificada  como espécie de “cartão de visitas” da terra de Osman Lins.

Assim como outros artistas locais, mas com estatura, talento e sobretudo amor a causa,  que lhes colocam em pé de igualdade com profissionais renomados, certamente Herika Araujo nos deixará em breve, seguindo o seu caminho artístico, portanto para os vitorienses que apreciam as artes é bom assistir logo seus espetáculos, pois logo logo, é possível que só a veremos através das telinhas ou quem sabe nas grandes telas. Parabéns e boa sorte para esses grandes artistas locais.

Esse negócio num tá caro não, Deputado?

No início da tarde de hoje (14) o deputado Henrique Queiroz se utilizou dos microfones da Rádio Vitória FM, juntamente com seu filho e alguns correligionários para fazer algumas considerações, como sempre algumas promessas, mas nada de absolutamente de  concreto.

Em certo momento do “discurso” o deputado se referiu a gestão anterior, que foi comandada por seu primo, o folclórico José Aglailson, acusando o mesmo de se ter cometido “um crime”, isso porque o deputado falou do estreitamento e aterramento do canal na rua da Estrada Nova por ocasião das construções irregulares com os terrenos “doados” pelo ex Prefeito.

Ora! O amigo Ednaldo Torres, que apresentava o programa, perdeu uma ótima oportunidade de perguntar ao deputado porque, na época, ele não os denunciou? Sequer tocou no assunto? Pelo que me consta Henrique já era deputado, salve engano, membro Titular na Assembleia Legislativa da comissão de Meio Ambiente e porque o deputado não fez um pronunciamento na tribuna da ALEPE ou denunciou no Ministério Público de Pernambuco, porque  só agora veio falar no assunto?

Eu queria saber do deputado onde foi que ele foi buscar os valores de 40 a 50 milhões, como estimativa, para se fazer um canal na referida rua? 40 a 50 milhões para fazer um canal em Estrada Nova?

Já que a obra tem haver com a grande quantidade de água que vem dos bairros adjacentes e deságuam na referida via, certamente custariam esses valores caso fossem realizadas pelas “construtoras de Carlinhos Cachoeira” já que com ele a “água” corre solta.

Rádio Vitória FM não pode dar nem um “pio” sobre o assunto.

Durante estes poucos mais de 10  meses em que nosso blog está no ar, levando aos amigos internautas conterrâneos notícias, fatos, crônicas e opiniões, tendo como foco apenas  assuntos relacionados a nossa terra, servindo inclusive, como uma espécie de jornal diário da terra das Tabocas, aprovado e incentivado por uma grande quantidade de amigos, conhecidos e até anônimos, praticamente todos dias denunciamos o absurdo que é a “criação” de animais soltos pelas ruas da cidade.

Apenas para endossar aquilo que falamos, que em praticamente todos os bairros da cidade, uns mais, outros menos, existem animais circulando livremente pelas ruas, nossas lentes flagraram neste final de semana (12 e 13), em cinco bairros diferentes porcos se alimentando de lixos.

O Prefeito Elias Lira, que não está nem aí para o problema, segundo informações, já ordenou ao Diretor da Rádio Vitória FM, Luis Carlos que quer ser vereador, a proibição de qualquer menção ao assunto, até porque os ouvintes já estão cansados de fazer denúncias para a emissora e a mesma não colocam no ar. Luis Carlos e Elias certamente  imaginam que apenas omitindo informações aos ouvintes, vai resolver o problema, até porque, os mesmos estão confundindo o ditado popular: “o que os ouvidos não ouvem o coração não sente”.

Comemoração Tricolor: nem tudo foi festa

Nas comemorações tricolores nem tudo foi festa, um grupo de torcedores do time do Santa Cruz “encurralou” alguns poucos torcedores do Sport em plena Praça da Matriz. Já na esquina da rua Joaquim Nabuco com a Avenida Silva Jardim, na esquina do Fórum, torcedores do próprio Santa Cruz entraram em confronto pela disputa de uma bandeira que caiu no asfalto, que depois de algumas “porradas”, de ambos os lados, onde alguns chegaram a dizer para apaziguar a situação: “calma gente, somos todos tricolores”. Mas a parada só foi resolvida com a chegada da polícia. Veja o vídeo:

Ônibus dos estudantes: A Bomba Relógio Continua

Dando continuidade a matéria relacionada às dificuldades vividas pelos estudantes que se deslocam para o Recife usando como meio de transporte os ônibus da Prefeitura, que nos procuraram ontem (10) em nossa redação, postamos um vídeo onde os mesmos elencam várias dificuldades:

Estrutura – ônibus sucateados, sem manutenção, gerando a quebra da rotina dos serviços.

Superlotação – os estudantes reclamam de pessoas que não são estudantes e de até comerciantes que vão para a Ceasa, ou que vão fazer compras em Recife, utilizam-se dos coletivos.

Perseguição – Estudantes denunciam possíveis perseguições aos colegas que tem parentes trabalhando na prefeitura.

Comissão – Grupos de estudantes devem formar uma comissão permanente para tratar  direto com a Secretária Maria José Lira, pelo fato de entender que Luciano Lima não tem condições de coordenar o sistema, visto que motoristas fazem o que quer.

Veja o vídeo onde os estudantes reclamam do serviço de transporte da Prefeitura de Vitória.

A batalha invisível

Na manhã de hoje (11) nossas lentes flagraram nas ruas do bairro do Cajá um cavalo circulando livremente. Até o momento o Prefeito Elias Lira, juntamente com seu sobrinho Beto Lira que segundo comentários é a pessoa responsável pela fiscalização e recolhimento dos animais nas ruas da cidade, vem perdendo a “guerra” contra os bichos, que nessa particular batalha, representa o lado do mau, pois os mesmo estão com seus “exércitos” crescente, basta ver a quantidade de bichos nas ruas, enquanto  “exército” do lado “bem” que seria a prefeitura, hipoteticamente representando o povo, que tem, em seu favor, um forte poder de fogo parece estar encurralado, pois,  eis que surge um elemento surpresa, chamado “votos dos donos dos bichos” que parece ser a coisa mais importante a ser levado em conta, já que estamos no “terreno movediço” do ano eleitoral.

Foto ilustrativa

Valeu a dica

Na manhã de hoje (11) recebi telefonema do amigo empresário Aluizinho Ferrer onde o mesmo me pediu uma informação comercial, que de pronto lhe atendi, após trocarmos  algumas ideias sobre assuntos diversos, ele fez algumas considerações sobre os temas abordados aqui no Blog, já que acompanha, de maneira assídua, o nosso jornal eletrônico. Inclusive, me alertando para assuntos interessantes sobre nossa terra. Valeu a dica.

Ônibus dos Estudantes: UMA “BOMBA RELÓGIO”

Na manhã de hoje (10) recebemos em nossa redação um grupo de estudantes vitorienses  que utilizam os ônibus da Prefeitura para frequentar as suas respectivas faculdades no Recife. O motivo da “visita” foi provocado, segundo os estudantes, pela falta de atenção e respeito por parte do Senhor Luciano Lima que é o coordenador dos serviços.

Contou-nos os estudantes que todos os dias, entres os coletivos que se dirigem à capital, dois tem como destino o centro, saindo por volta das 5h30, um do Livramento e outro da Matriz.

Luciano Lima - Coordenador do Serviço de Transporte - Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

O problema é que na manhã de hoje (10), após o atraso, os estudantes entraram em contato com o senhor Luciano questionando a falta do ônibus, quando o mesmo explicou que estava faltando um parafuso e que poderiam aguardar que o carro ia chegar, em seguida, depois de algumas tentativas sem sucesso, já por volta das 6h30 mais uma vez o senhor Luciano confirmou a viagem do coletivo ao Recife, mesmo atrasado.

Já passava das 7h30 quando todos os alunos que se encontravam nos pontos estabelecidos receberam a triste notícia de que por ocasião de fatos não mencionados inicialmente a viagem foi cancelada.

A essa altura os estudantes não mais poderiam se articular no propósito de seguir viagem, visto que, muitos deles já não mais coseguiriam cumprir suas obrigações escolares. Sendo assim, seguiram para o prédio da Prefeitura para protestar e cobrar satisfação, quando os mesmos foram impedidos de entrar no referido prédio público.

Motivo pelo qual os estudantes nos procuraram para externar suas indignações e constrangimento pelo ocorrido e aproveitou para fazer outras denúncias como superlotação com pessoas alheias ao propósito, frota sucateada, funcionários despreparados e falta de organização que iremos fazer uma série de postagens tratando da revoltante questão.

Veja o vídeo:

Caso o senhor Luciano Lima queira se pronunciar, o Blog está a disposição.

Elias e Aglailson são “irmãos gêmeos”

Dando continuidade a gestão do Governo Que Faz, comandada pelo folclórico ex-prefeito José Aglailson, mudando apenas as pessoas de fora e os parentes, Elias Lira vem impondo à cidade tal qual fez Aglailson, a convivência das pessoas, mesmo à contragosto, com os animais de grande porte nas ruas da Vitória.

É oportuno lembrar aos “escritores da história da cidade” que em breve estarão, mais uma vez, se debruçando na importante missão para dar continuidade ao trabalho iniciado pelo saudoso Professor José Aragão, que devem dar destaque negativo a conduta nada republicana desses dois gestores, pelo fato de “incentivarem” as criações urbanas, o que aliás, nos faz dizer que Elias e Aglailson administrativamente falando são “irmãos gêmeos”.

A depender da cena flagrada pelas nossas lentes na tarde de ontem (09) no bairro do Cajá, mais precisamente na subida da Faculdade, onde um “bacurinho” (porquinho) com poucos dias de vida já está circulando nas ruas mostrando assim que a forma, nada convencional  à espécie, deverá manter-se através das novas gerações de porcos na cidade. É lamentável.

Animais nas ruas: risco de acidente

Nossas lentes flagraram na Avenida Primitivo de Miranda, ontem (09) um cavalo fazendo seu “pasto urbano” se alimentando dos lixos. Em praticamente todos os bairros da cidade, noite ou dia, é possível encontrar animais de grande porte, tais como cavalos, bois, vacas, burros e porcos circulando livremente pelas vias públicas. Além de todos problemas de ordem de saúde pública, os tais “bichos” contribuem em muito para o aumento de acidentes, principalmente envolvendo motoqueiros.

Estudantes denunciam absurdos

Recebemos na manhã de hoje (10) em nossa redação um grupo de estudantes, usuários dos ônibus da Prefeitura, onde os mesmos reclamam da falta de respeito do senhor Luciano Lima, funcionários que controla o sistema, que deixou na manhã de hoje (10) dois grupos de estudantes que viajariam para o centro sem transporte. Na ocasião os mesmos aproveitaram para  falar do sucateamento da frota e a bagunça na operação do sistema.

Logo mais, durante a tarde, postaremos uma sequência de informações e denúncias relativas ao problema. 

Atenção Beto Lira

Na tarde de ontem (09) nossas lentes flagraram na Rua Dr. José Rufino, principal rua do bairro do Cajá, uma porca se alimentando de lixo nas calçadas. Mais uma vez cobramos do senhor Beto Lira, sobrinho do Prefeito Elias Lira, que segundo comentários é o responsável pelos serviços de fiscalização e recolhimento dos animas nas rua da cidade, uma atitude no sentido de resolver o problema.