PANFLETOS APÓCRIFOS NA CIDADE

Severino Ferrer – Foto: Pedro Ferrer

Na Vitória do século 19 o surgimento do jornal    impresso O VITORIENSE, em 05 de novembro de 1866 transformou de maneira significativa, a relação da sociedade local. Com inauguração da estrada de ferros do trecho Recife/Vitória os nativos interessados pelo “mundo lá fora” puderam se abastecer com informações diárias dos jornais da capital.

Foi nossa cidade o lugar que mais editou-se  jornais do Nordeste, fazendo desta terra um verdadeiro “berço” de intelectuais. Os maus políticos de nossa cidade, que trouxeram e ainda trazem no seu DNA a composição genética da falta de caráter e da  canalhice, sempre se utilizam de PANFLETOS APÓCRIFOS para fazer baixarias em campanhas políticas.

Um bom exemplo disso ocorreu em nossa cidade em 1959 quando empresário Severino Ferrer (fundador da Pitú e pai do ex-prefeito Zé Augusto), foi escolhido pelo governador  Cid Sampaio e pelas lideranças locais como candidato único à prefeito de Vitória, pelo fato de se apresentar naquela época como a pessoa que reunia as melhores condições de fazer Vitória dar um salto de qualidade em todos os sentidos, foi surpreendido pelos tais PANFLETOS APÓCRIFOS espalhados anonimamente pelas ruas, fazendo com que ele viesse a desistir de sua candidatura dizendo a seguinte afirmação: “mal se iniciou e já comeram as baixarias, imaginem mais para frente. Estou fora”.

Em campanhas mais recentes, essas mesmas práticas não foram esquecidas. Pois bem, eis que “surge” em nossa cidade um novo canal de comunicação para se fazer campanha, isso porque é a primeira eleição municipal de fato travada na internet e através das redes social em Vitória, e reaparece, com toda força, os chamados PANFLETOS APÓCRIFOS.

Os perfis falsos, os chamados FAKES na internet viraram coisas “normais” em nossa cidade nessa campanha. É preciso que a Justiça Eleitoral, como também a polícia entre em ação para criminalizar essas pessoas, como também seus “mandantes”, até porque, quem pensa que internet é um mundo sem dono que privilegia os bandidos está muito enganado.

A liberdade de expressão deve ser sempre assegurada sob todos os pontos vista, mas não devemos fazer dela, uma porta para CRIMINALIDADE e a BANDIDAGEM. Ofender as pessoas, nunca será uma atitude recomendável, sobretudo no anonimato, agindo assim, os senhores políticos, “USEIRO e ABUSEIROS” de tais práticas ao invés de assumirem seus cargos de prefeito e vereador, deveriam sim, assumirem suas “selas nos presídios”.

Vitória é destaque MUNDIAL: GOOGLE não alisa ninguém…

A chamada grande mídia da Capital, nos últimos dias, vem noticiando matérias relacionadas ao fechamento do PARQUE RECREATIVO ANTÔNIO MELO VERÇOSA, conhecido também como Zoológico do Alto do Reservatório no que diz repeito a falta de estrutura e a destinação dos animais lá “enjaulados”.

Nossa cidade notabilizou-se nacionalmente, entre outras coisas, pelo seu tradicional e característico carnaval, cuja maioria das  agremiações, tem como símbolo nomes de bichos,  algumas delas seculares como é o caso do Clube Abanadores O LEÃO fundado em 1902.

Na tarde de ontem (03) nossas lentes flagraram nas proximidades do Viaduto do Cajá duas porcas se alimentando de lixo. Para nós vitorienses, cenas aparentemente “NORMAIS”.

Pois bem, insistentemente venho, na medida do possível, combatendo e cobrando do prefeito Elias Lira uma atitude para esse grave problema de saúde pública em nossa cidade.

Muito bem, um amigo internauta que mora em Recife, disse-me que ao fazer uma pesquisa no buscador mais completo do mundo, o GOOGLE com o tema “BICHOS NAS RUAS”, quer seja em PESQUISA OU IMAGEM, nossa cidade aparece na primeira página do site de pesquisa.

A nossa cidade que no passado agregava valor com o tema BICHOS através do renomado carnaval, agora vem amargando uma situação VEXATÓRIA com o tema.

Na próxima edição do livro que contará a história recente da cidade, conjunto da obra  iniciada lá atrás pelo mestre Aragão, o próximo autor deverá tratar o tema “BICHOS” com destaque, de forma negativa, para que no futuro as próximas gerações entenda e conheça melhor os nossos gestores e as suas respectivas administrações municipais ocorridas no  início do século vindouro.

Barbosa, tem que escolher melhor essas firmas!

Na manhã de hoje (03) nossas lentes registraram na Avenida Mariana Amália um buraco na referida avenida, devidamente sinalizado por uma cavalete da Prefeitura. Pois bem, a título de curiosidade esse mesmo buraco já foi consertado várias vezes pela atual gestão.

Os serviços realizados, na maioria das vezes, pela Secretária Obras da gestão do Governo de Todos vem apresentando falhas e imperfeições. Além do recapeamento asfáltico engana besta e obras de pinturas em bancos quebrados de praça, podemos citar a própria Praça da Matriz, que mesmo passando mais de um ano fechada para reforma com menos de dois meses de inaugurada  já estava sendo reparada.

O Secretário de Planejamento, Barbosa, sujeito que Elias trouxe lá da cidade de Belo Jardim para ser uma espécie de GERENTÃO no governo, precisa escolher melhor essas empresas para não se desperdiçar o dinheiro da nossa República das Tabocas.


Faltou dinheiro ou gestão?

Na tarde de ontem (02) nossas lentes flagraram, próximo ao Viaduto dos Borges, um carro da frota da Prefeitura estacionado em cima da calçada. Nessas eleições municipais candidatos à prefeito de cidades de médio e grande porte, em todo Brasil,  estão colocando como “Trending Topics” em seus pronunciamentos o tema MOBILIDADE urbana.

Já em nossa cidade o tema não vem tendo o mesmo tratamento. Nos últimos 12 anos de governo, uma espécie de “Gestão Compartilhada” entre Elias e Aglailson, nossa qualidade de vida, entre tantas outras, na questão do disciplinamento do trânsito, na qualidade das calçadas e por aí vai…

O agravante disso tudo, para aumentar ainda mais o nosso descontentamento, é que os abusos em nossa cidade partem justamente daqueles que deveriam dar o exemplo, sendo assim, para acabar de completar, o automóvel ainda está se encontra com documentação atrasada. Tudo isso é lamentável. O prefeito, candidato a reeleição, diz em sua propaganda que o TRABALHO CONTINUA COM SERIEDADE. Imagine se não fosse?

Ah.. já ia esquecendo: O referido veiculo está circulando ilegalmente, já que encontra-se com documentação atrasada, sem contar as 02 multas em aberto.

http://www.detran.pe.gov.br/index.php?option=com_search_placa&placa=pfo2256

Queiroz está passando por dificuldades em Passira.

Henrique Queiroz – Foto: ALEPE

No blog do conceituado jornalista Inaldo Sampaio, cujo título – RINHA – relata a dificuldade encontrada pelo deputado Henrique Queiroz na disputa pela Prefeitura de Passira.

A rinha – Decano da Assembleia Legislativa, Henrique Queiroz (PR) nunca disputou eleição majoritária em sua cidade, Vitória. Mas em 2011 transferiu o domicílio para Passira a fim de concorrer à prefeitura. Largou bem, mas teria sido ultrapassado por Severino Silvestre

Falta humildade

Na manhã de hoje (03), por volta das 9h, nossas lentes registraram um caminhão descarregando mercadorias na movimentada Rua Senador João Cleófas de Oliveira. É oportuno lembrar aos internautas que essa é a única rua central disponível para o trânsito de veículos no sentido Matriz/Livramento.

Foi aprovada na Câmara de Vereadores uma Lei, de autoria do Dr. Pedro Queiroz, que regulamentou essa matéria, onde os “movimentos” de mercadorias em caminhões teria horário definido e regras à cumprir.

O prefeito Elias Lira, que, aparentemente, não está nem um pouco preocupado com as dificuldades dos munícipes adora não reconhecer, e muito menos dar os devidos créditos as pessoas.

Para a lei “pegar” precisaria da atuação firme da Guarda Municipal, sendo assim, os créditos da melhoria primeiro iria para quem criou a Guarda e depois para quem criou a Lei, portanto, Elias prefere deixar a bagunça imperar que “enxergar” avanços nas atitudes dos outros.

Mais de um ano e nada resolvido…

Tem um ditado popular antigo que dizia: “ALEGRIA DE POBRE DURA POUCO”. Pois bem, na manhã de hoje (03) nossas lentes registraram no cruzamento das Ruas Elzanira Bezerra com José Rufino que as águas voltaram a ficar empossadas.

Depois dos serviços, aparentemente, mal feitos realizado pela Prefeitura, com relação ao recapeamento asfáltico, há mais de ano no referido cruzamento, onde matinha represada  água e lama os sete dias da semana, a Secretária de Obras promoveu uma “solução” do problema, justamente no dia da passagem da caminhada do Prefeito Elias Lira no local.

Pois bem, menos de 10 dias depois tudo está do mesmo jeito. Portanto, terminarei essa matéria também lembrando um velho ditado popular, muito usado quando um serviço  não ficava bem feito e o seu contratante ia logo dizendo: “FOI FEITO COM CUSPI?”

 

Pedro Ferrer: Guardião da Cultura Vitoriense.

No final da reunião, após a apresentação do balancete de setembro, Carlos Freire, o tesoureiro do IHGVSA (Instituto Histórico e Geográfico da Vitória) fez um retrospecto e  um resumo das despesas gerais da última etapa da reforma do museu. Consta na prestação de contas um déficit de R$ 27.118,01 (vinte e sete mil, cento e dezoito reais e um centavo). Para surpresa nossa esta conta foi paga pelo presidente da entidade, professor Pedro Ferrer. Por esta sua atitude abnegada e desprendida, associada à sua dedicação, a assembleia dos sócios resolveu outorgar-lhe o título de “Sócio Benemérito”.

Tomando a palavra o professor Ferrer minimizou a importância do seu gesto:

“Estou diretor de Cultura do município. No primeiro ano trabalhei com denodo e fiz jus ao salário mensal de R$ 820,00. A partir do segundo ano a atividade cultural desandou e sentindo-me desmotivado, retrai-me. Todas as decisões ficavam ao cargo de dois ou três elementos. Preterido e olvidado,  senti-me fora do contexto da Secretaria de Cultura. Durante 3 anos fui omisso e não frequentei a Secretaria de Cultura. Nada havia para fazer. Fui aconselhado a renunciar ao cargo. Não o fiz. Resolvi continuar e trabalhar, em benefício da cultura vitoriense por outras vias. Como não fazia jus ao “alto salário” resolvi dar-lhe um destino outro, que não meu bolso.

Auxiliei a edição de CDs, DVDs, impressões de livros, montagens de peças teatrais  e principalmente, apliquei no nosso Instituto Histórico. Não vejo nenhum mérito no meu gesto, pois achava injusto receber sem trabalhar. Tinha que dá um destino aquele dinheiro e foi o que fiz durante esses três últimos anos ajudando o IHGVSA. Recebo com alegria a honraria e espero continuar funcionário municipal, “sem trabalhar” e assim continuar colaborando com o desenvolvimento da cultura na República das Tabocas. “

Os Ditadores da Vitória.

A mudança nos costumes e hábitos da sociedade no processo de evolução sempre foi, e sempre será, um desafio a ser vencido. Na política, por exemplo, o espaço para a truculência e o autoritarismo vem perdendo força, mesmo que alguns ainda insistam na prática.

Com relação as história que, teve como cenário nossa cidade, “trago de cabeça” pelo menos umas três dúzias de fatos envolvendo os nossos políticos que adoram fazer a população pensar que são “bonzinhos”.

A eleição travada pelos senhores Fernando Collor de Mello  contra Luis Inácio da Silva, na primeira convocação eleitoral presidencial na chamada NOVA REPÚBLICA, teve desdobramento nas terras de Braga. Vamos aos fatos:

Em nossa cidade um professor municipal magrinho e muito falante, começou a fazer campanha, de maneira ideológica para LULA, motivo pelo qual, recebeu um “recado” do prefeito da época, médico e autoritário, dizendo: “que o candidato dele ganhando ou perdendo depois da eleição ele ia ser transferido”.

Passado o pleito, Collor vencedor, o Prefeito médico cumpriu o prometido. Retirou o professor da sala de aula e colocou-o para tomar conta de banheiros em outro colégio da rede municipal. Uma vereadora na época, sensibilizada com a situação do professor “pegou-lhe pelo braço” e foi ao encontro do prefeito em sua maternidade e questionou aquela colocação do preparado professor quando de pronto o prefeito lhe respondeu:

“Vou atender seu pedido vereadora, o vigilante do Parque de Exposição está se aposentando e vou  promove-lo de vigilante de banheiro para vigilante do Parque”.

Já no ano de 2006 um fato típico dos coronéis do século 19, protagonizado pelo então prefeito José Aglailson em direção a minha pessoa, reflete bem o seu “modus operandi” de governar. Por ocasião de um evento realizado por mim nas vias públicas, recebi em minha casa um oficio do Prefeito “proibindo” a realização do mesmo na semana do seu acontecimento.

Logo em seguida recebi a visita, também em minha casa, do senhor Fernando Santiago, também conhecido como Fernando Totinha, na ocasião, salve engano, então Secretário da Segurança, aconselhando-me a mudar de local ou procurar o senhor José Aglailson.

Trinta e seis horas antes do evento acontecer, o senhor José Aglailson acionou a polícia para me fazer mudar de ideia. Só que ele não sabia que eu tinha ingressado na justiça com um MANDADO DE SEGURANÇA contra sua pessoa, para impedir que ele cometesse aquela arbitrariedade e perseguição, de maneira que realizei o evento e o seu ato de “força” foi “barrado” pelo  ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

Já com relação ao prefeito Elias Lira tenho também fatos, de truculência, para revelar à população. Nessa atual gestão, por exemplo, ele usou funcionários da Guarda Municipal, descendo do carro com pistola na mão e colocando, na minha frente, na cintura para me intimidar, SE NÃO OS DENUNCIEI À JUSTIÇA NA OCASIÃO, FOI JUSTAMENTE POR ENTENDER QUE ESTAVAM SENDO USADOS PELO CHEFE. Mas essa história eu contarei, com riqueza de detalhes, em uma outra  oportunidade.

Semanas atrás, em matéria intitulada “População Começa a se Expressar, noticiamos fatos atinentes ao processos eleitoral local. Pois bem, logo após a matéria ir ao ar, foi armada na prefeitura uma “força tarefa” de perseguição e travamento a um empresário, empregador do cidadão, dono do carro citado na matéria, que colocou uma placa dizendo: “PROJETO PARA AS RUAS ESBURACADAS DOS BAIRROS DE VITÓRIA”.

Moral da história: semanas depois, domingo (30) encontramos o mesmo carro, no bairro do cajá,  só que agora projetado para as carreatas e caminhadas do candidato Elias Lira que, semanas atrás, era tão criticado.

Sendo assim, foram narrados aqui alguns fatos e acontecimentos ocorridos em nossa cidade que as emissoras de rádio e TV não noticiam na cidade. Esses políticos que adoram ser taxados de “bonzinhos”, de “religiosos”, de pessoas que adoram os pobres, precisam ser também contestados com verdades, para que no futuro, depois de suas mortes, não apareça ninguém para abrir processo no VATICANO pedido suas BEATIFICAÇÕES.

Portanto não custa nada lembrar mais uma vez, que Elias e Aglailson são farinha do mesmo saco.

E tome bichos nas ruas…

Na manhã de hoje (02) nossas lentes flagraram na Rua Dr José Rufino, localizada no movimentado bairro do Cajá, uma porca circulando livremente a procura de lixo para se alimentar.

Em praticamente todos os bairros da cidade a “pisada” é a mesma. A gestão do Governo de Todos já foi questionada pelo Ministério Público, motivo pelo qual, os animais são “criados nas ruas da cidade” e até agora não deu solução para o problema.

Mesmo para os eleitores mais “bobinhos” fica difícil de acreditar em um prefeito que comandou por quatro anos os destinos da cidade e não teve a simples capacidade de retirar animais das ruas. O pior disso tudo, é que na propaganda para reeleição do prefeito que é candidato diz: O TRABALHO CONTINUA COM SERIEDADE…. Imagina se não fosse !

O internauta tem razão!

Senhores,

Venho nas últimas semanas tecendo comentários acerca do processo eleitoral em nossa Cidade, visto que, essa polarização entre essas duas forças antagônicas e retrógradas em nada somam para o progresso de Vitória. Como diz o bloguista, realmente são “farinha do mesmo saco”, e diga-se com veemência: farinha de péssima qualidade. Vitória se encontra mais uma vez entre a cruz (muito pesada) e a espada (afiadíssima). Foi muito feliz o J.S. Machado ao chamar de Sucupira de Santo Antão a nossa Vitória, é disso pra pior…

As cabeças pensantes e intelectualizadas de nossa Cidade, e que são descomprometidas com toda essa sujeira e “modos operandi” desses dois grupos políticos que se revezam há muito tempo, tem que tomar uma atitude e já pensarem em um plano B para a próxima eleição. Vitória tem que encontrar um “novo caminho e uma nova opção”, senão, coitados de nós… Pobre Cidade de Santo Antão.

Antônio Maciel Vieira de Barros

Em rítmo de bagunça

Estamos bem próximo do encerramento do período da propagandas eleitorais autorizadas pela justiça. Os eleitores, de maneira geral foram, nos últimos meses, “bombardeados” por toda espécie de propaganda.

Pois bem, essa é a primeira campanha para prefeito em nossa cidade onde os candidatos se utilizam de cavaletes para fazer propaganda eleitoral, peças aliás, devidamente autorizada pela LEI.

O uso dessas peças nas vias públicas seguem algumas normas e regras. No início da campanha denunciamos aqui pelo blog muitos abusos cometidos pelos candidatos. Chegamos na reta final da campanha e pelo jeito, a prepotência no trato com as pessoas e a falta de respeito às regras e leis eleitorais não mudou, isso porque, na manhã de hoje (02) nossas lentes flagraram, mais uma vez, os pedestres tendo que caminhar nas ruas porque os “todos poderosos” e “intocáveis” políticos mais uma vez AVACAIAM o processo.

Mais um fato lamentável entra para história em nossa cidade

Consta na história política da nossa cidade muitos eventos negativos. Desde a  HECATOMBE do Rosário, ocorrido em 27 de junho de 1880 onde correligionários dos partidos rivais, LIBERAL e CONSERVADOR travaram uma luta sangrenta pelo poder  ceifando muitas vidas, entre elas a do Barão da Escada.

Durante muitos anos fatos negativos, envolvendo disputas políticas, em nossa cidade foi o que não faltou.

Na eleição de 2008, por exemplo, além do famoso infernal, diabólico e satânico vento de 40 km, que adentrou a nossa  cidade e atingiu apenas as instalações da TV Vitória, tirando-a do AR justamente no período eleitoral, teve também, como manchete negativa, a sessão de pancadaria em plena via pública envolvendo os primos e também deputados Henrique Queiroz e Aglailson Júnior.

O Guia Eleitoral de Elias Lira vem explorando amplamente, nas últimas apresentações, as reportagens do vandalismo ocorrido em nossa cidade com a decretação do resultados na ultima eleição municipal, onde partidários de José Aglailson promoveram o maior quebra pau.

Muito bem, caso não fossem as graças de Deus e a valorosa proteção  do Glorioso Santo Antão poderíamos,  hoje, está noticiando uma tragédia em nossa cidade por conta de um apagão ocorrido na Praça da Matriz no último sábado por ocasião da passagem da caminhada política dos partidário de José Aglailson.

A Justiça Eleitoral como também a polícia precisam apurar o que realmente aconteceu com a iluminação da Praça no ultimo sábado (29). Se foi uma ação criminosa, precisa-se apurar de quem foi a ordem para a sabotagem.

A gestão do Governo de Todos, já está atrasada, na emissão de uma nota oficial à população explicando o ocorrido, até porque, a gerência da praça é municipal e a responsabilidade de manter as lâmpadas acesas ou apagadas é da Prefeitura.

Ou será que essas lâmpadas foram apagadas para justamente se provocar um novo tumulto para ser mais uma vez amplamente divulgados tentando-se,  mais uma vez,  dividir a população em dois lados: de um lado os políticos “bonzinhos” e do outro lado os “mauzinhos”, na eterna guerra do bem contra o mal?

Sendo assim não custa nada lembrar Elias e Aglailson são farinhas do mesmo saco.

Gestão do Governo de Todos deveria pedir desculpas para comunidade carnavalesca.

Desde que me entendo por gente, tenho no Pátio da Matriz, a extensão da minha casa. Sempre que tenho oportunidade estou a perambular pela praça, como fiz, mais uma vez,  ontem (30).

Muito bem, em meu passeio dominical não observei, no largo da praça, nenhuma depredação, pichação, jardim danificados, falta de banco ou até mesmo o coreto sem telhas.

Digo isso, porque foram os condutores da gestão do Governo de Todos, mais precisamente os Secretários Municipais Paulo Roberto e Décio Filho que, no período que antecedeu o Carnaval 2012, se “socorreram” de alguns argumentos evasivos e sem nenhum embasamento técnico para não permitir a passagem das agremiações carnavalescas tradicionais que utilizavam trios elétricos, pelo secular percurso, sob a alegação que os “foliões” iriam destruir a “nova” Praça.

Muito bem, retomo esse assunto, aparentemente inoportuno, para ratificar os meus  contra-argumentos, naquela ocasião,  aos senhores “donos do poder”, de que eles estavam equivocados, usando inclusive a seguinte linguagem figurada: “deveríamos procurar o melhor caminho para que não se retirasse do carnaval nenhuma “lantejoula” que pudesse diminuir seu brilho”.

Pois bem, o tempo, “Senhor da Razão”, veio mostra que os condutores do carnaval equivocaram-se nas suas decisões, isso porque, nas últimas semanas o que mais vem acontecendo na “nova” Praça da Matriz são eventos e passagens de Carreatas e caminhadas, com milhares de pessoas, com paredões de som, inclusive com procedimentos nunca vistos em blocos carnavalescos.

Reprodução Guia do Candidato Elias Lira (PSD) – 01 de Outubro de 2012.

Sandálias da Humildade – Programa do Pânico na TV

Sendo assim, mesmo com todo acirramento político, mesmo com a praça toda apagada e sem nenhum policiamento especial, não tivemos notícia de que algo de mal tivesse acontecido à “nova” praça. Portanto o Secretário Paulo Roberto deveria neste momento “calçar” as sandálias da humildade e pedir desculpas para a comunidade carnavalesca e prometer escutar mais as pessoas que tem mais “traquejo” nos festejos momescos.

Apoios decisivos

Nossas lentes flagraram na noite da sexta (28) próximo a Sorveteria de Ailton, na Matriz, o amigo médico Edvaldo Bione acompanhado, do também amigo comerciante, Carlinhos da Verdura que me disse todo entusiasmado:

“Como tu bem sabe Pilako, já fui candidato a vereador, mas desta vez estou apoiando Dr. Bione quero dar uma força pra ele” – disse.

Bione que já ocupou acento na Casa de Diogo de Braga, salve engano, por duas legislaturas, já goza de um bom “capital político” na cidade. Para essa eleição, além do apoio do amigo Carlinhos e de tantas outras lideranças, Bione conta também com o cobiçado “voto” do empresário Alexandre Ferrer, que convenhamos, deixa o Dr. na condição de “brigar” pelo lugar mais alto  no “podium” da disputada “olimpíada da vereança” na República da Cachaça.

Internautas estão ligados..

Recebemos de um internauta, que pediu para não ser identificado, um e-mail com foto dizendo:

“Olhai pilako, o blog colocando a prefeitura pra trabalhar. Essa foto foi tirada na sexta no início da noite. Tais fiscalizando mais do que a câmara todinha…parabéns. Valeu.”

Prestações de contas dos candidatos

Estamos disponibilizando em nosso JORNAL ELETRÔNICO as prestações de contas até a presente data, dos candidatos à Prefeito da nossa cidade para serem analisadas pelos internautas/eleitores vitorienses.

A Justiça Eleitoral disponibiliza essas informações na internet para que possamos, de uma maneira ou de outra, participar mais do processo DEMOCRÁTICO DO NOSSO BRASIL, até porque, a verdadeira cidadania começa na nossa cidade.

Elias Lira

José Aglailson

Jailton Albuquerque

Informações: TSE
http://inter01.tse.jus.br/spceweb.consulta.receitasdespesas2012/

Comentário de internauta vira matéria..

Comentário do internauta Antônio Cristovam com relação a matéria postada sob o título: O Tempo Voa Documento: “Elias Lira deixa rombo de 200 milhões nos cofres da prefeitura” – diz Dr. Ivo Queiroz em entrevista realizada em 1989.

Vale a pena ler:

Em 1982, então integrantes da ARENA (partido da Ditadura Militar), Ivo Queiroz, prefeito do município pela segunda vez, tirou Elias Alves de Lira do armazém e o fez seu substituto. Houve uma prorrogação do mandato e Elias ficou seis anos na prefeitura.

Durante os quatro primeiros anos, Elias alegava que nada tinha feito ainda porque o prefeito anterior havia deixado um rombo nos cofres da prefeitura. Dessa alegação resultou a inimizade de Elias com Ivo Queiroz.

Ivo Queiroz voltou pela terceira vez à prefeitura e deu essa entrevista ao Jornal da Vitória, denunciando um rombo deixado por Elias Lira de 200 milhões. Agora, foram três anos recuperando o dinheiro gasto nas duas campanhas perdidas, sem apresentar serviço, alegando ter encontrado um rombo de 39 milhões.

Não será que essa história de rombo foi ensinada por Ivo Queiroz? Ambos são arrombadores e arrombados!

Antônio Cristovam