Vamos participar

A ATMO é uma Associação não governamental e sem fins lucrativo, que apoia pacientes portadores de doença ONCO-HEMATOLÓGICA com indicação de Transplante de MEDULA ÓSSEA.

Muito bem, conforme anunciamos recentemente em nosso blog a campanha pela coleta de sangue em nossa cidade, que começou ontem e permanecerá até o dia 27,  já está “a todo vapor” a espera de novos doadores.

Assim como prometi às senhoras Lilian Peritori e Ana Ramalho, representantes da ATMO que compareceram na nossa redação por ocasião da divulgação da referida campanha, que estaria “fazendo a minha parte”. Logo no primeiro dia de coleta, cumpri com a palavra empenhada.

Sendo assim, compareci na tarde de ontem (24) na UFPE/CAV, onde fui prontamente atendido pelos jovens voluntários Júnior e Juliana, portanto, faço um convite a todos os internautas para serem mais um elo nessa “corrente pra frente” de solidariedade.

Prefeitos sem coração

Ex-prefeito Antônio de Melo Verçosa

Construído no Alto do Reservatório em 1949, o Parque Recreativo Coronel Antônio de Melo Verçosa foi inaugurado em 3 de agosto de 1950, na administração do Coronel José Joaquim da Silva onde, na ocasião, ali foi erguido um busto em homenagem ao atuante político que militou por mais de 50 anos e foi, entre outras coisas, prefeito 3 vezes de nossa cidade.

Muito bem, o Zoológico da Vitória, que foi sucateado nas administrações dos últimos prefeitos, foi fechado pelas autoridades competentes. Como já falamos, exaustivamente, os dois grupos que se alternam no poder estão pouco se lixando para os patrimônios da cidade, bem diferente do tratamento dispensado pelos mesmos com os seus próprios patrimônios, que aliás, “vão muito bem obrigado”.

O caso do ZOOLÓGICO da Vitória já ganhou publicidade nacional, a Rede Globo, através do programa jornalístico NETV, vem acompanhando de perto o caso. Na reportagem de ontem (24), clique aqui para assistir a reportagem, a repórter disse que o zoológico, desde de sua fundação, nunca teve autorização do IBAMA para funcionar. Ela só esqueceu de dizer, que quando IBAMA “nasceu” em 1989, o nosso parque já funcionava há 39 anos, diga-se de passagem, com muita POMPA e PRESTÍGIO da população, principalmente das autoridades.

Grupo de Vitorienses durante evento promovido pelo prefeito Manoel de Holanda, no Parque Melo Verçosa. Destaques do primeiro plano, a partir da esquerda: Eduardo Bezerra e Gamaliel da Costa Gomes. No segundo plano: a partir da esquerda Cônego Américo Pita, Mário Castro, Valdemar Custódio de Lima, e, no alto, Lina Costa (recentemente falecida). FOTO do livro: O SOBRADO DE SEU MIRO e outras crônicas – Manoel de Holanda Cavalcanti – pág 108.

Apenas para ilustrar o que estou dizendo, Manoel de Holanda, vitoriense sério e detentor de uma cultura geral invejável, quando prefeito cuidou do nosso parque como se sua casa fosse, pois sempre que tinha oportunidade promovia eventos importantes em suas dependências, bem diferente dos nossos últimos gestores que, em momento algum procurou “somar” em nada, muito pelo contrário, demonstraram ao longo de seus mandatos nenhum amor e respeito com os nossos patrimônios, podendo incluir nesta lista tantos outros, tais como o Monte das Tabocas, Estação Ferroviária,  Mercado de Farinha e etc…

Saúde Pública de Vitória está DOENTE

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Na tarde de ontem (23) nossas lentes flagraram na Rua Dr José Rufino, também conhecida como Principal do Cajá, dois porcos se alimentando de lixo nas ruas. Em praticamente todos os bairros na cidade a “pisada” é a mesma.

A Prefeitura da cidade que, ainda encontra-se “congelada” para o descaso, vem “torcendo o rosto” para esse GRAVE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA onde em pleno século 21 as donas de casas são obrigadas a manter uma luta diária com os porcos que invadem as ruas para se alimentar. Prefeito e Secretária de Saúde, nem aí…

Falta compromisso…

Na principal rua de ligação entre os bairros do Cajá com o Matadouro, nossas lentes flagraram uma porca circulando livremente na tarde de ontem (23). Em praticamente todos os bairros na cidade a “pisada” é a mesma.

Sai prefeito, entra prefeito e a “esculhambação” continua a mesma. Nossa cidade, detentora do título de Capital da Zona da Mata, não pode, sob nenhum pretexto, continuar convivendo com cenas do século 19. Vitória está “vivendo” um novo salto econômico e não pode ser atrapalhada por gestões municipais descompromissadas.

Amarrando cachorro com linguiça.

A sociedade por natureza  é contraditória. Seria uma tarefa, impossível, “espremer” na superfície do globo terrestre mais de 7 bilhões de cabeças pensantes sem que não  houvesses alguma voz  dissonante.

Muito bem, em nossa cidade onde manter as “cabeças dividida de maneira irracional”  é uma tarefa diária e constante, até porque  são os próprios meios de comunicação, na maioria deles, que se encarregam do “serviço” de confundir o povo. MAS, se tem uma coisa que não existem opiniões contrarias é quanto a bagunça no trânsito da cidade, todos reconhecem que estamos caminhando para o colapso.

Sai prefeito, entra prefeito e as coisas só fazem piorar. Pois bem, para organizar toda essa “bagunça” a prefeitura, anos atrás, municipalizou o trânsito em nossa cidade, ou seja, assumiu para si a condução do processo, antes, sob a responsabilidade da Polícia Militar.

Na manhã de ontem (22), em pleno centro comercial da cidade, nossas lentes flagraram agentes da Guarda Municipal se deslocando em motocicletas, uma delas, sem a placa traseira, ou seja, como fica a autoridade desses agentes, que tem por obrigação, fiscalizar e botar ordem na “casa”, exigir alguma coisa dos condutores quando eles mesmo estão trafegando de maneira irregular pelas ruas da cidade?

A nossa cidade, sob o ponto de vista administrativo, continua uma PIADA. O  prefeito Elias Lira precisa “acordar do sono profundo” que se encontra, pois o tempo urge e a cidade precisa “engrenar” com as novas demandas não podemos deixar a cidade, administrativamente falando, “estacionada” nos tempos em que se “amarrava cachorro com linguiça”.

Vitória: um novo jeito de morar

Nos quase 400 anos de história de nossa cidade muita coisa mudou. A chegada do português Diogo de Braga nas bandas de cá, ocorreu ainda no “clima” do descobrimento e ocupação do Brasil. Conta-nos os livros de história que tudo começou ali, no Pátio da Matriz.

Muito bem, a cidade foi crescendo no entorno das igrejas e criando fama de lugar próspero e de gente importante face a cultura dos engenhos e do comércio forte. Com a permanência (3 dias) em nosso solo do Imperador Dom Pedro II em 1859, com a introdução da imprensa escrita em 1866 e com a inauguração da Estrada Ferro em 1886 Vitória virou definitivamente “A METRÓPOLE” da região.

Pois bem, com a explosão demográfica em nossa terras no início do século 20, a cidade teve que, obrigatoriamente, ser expandida para os sítios e margens do rio, os chamados jardins da cidade face a necessidade imperiosa de novas moradias, detalhes aliás, colhidos nos vários artigos publicados nos jornais da cidade, na primeira metade do século passado.

Eis que no início do século atual (21), em virtude do ciclo virtuoso do crescimento econômico em que atravessa o País, com reflexo direto na região Nordeste e principalmente em Pernambuco, Vitória vem experimentando uma nova explosão demográfica.

Na semana passada, tive oportunidade de conhecer um local em Vitória que, acredito, muitos não saibam nem que existe, um local que praticamente passamos toda semana mais não prestamos atenção para uma nova forma de moradia, um novo conceito de morar em nossa terra. Portanto, a partir de amanhã iremos fazer uma série de quatro matérias relatando nossas impressões do local.

Dez mil comentários…

Apenas à título de informação registramos na manhã de hoje (19), em nosso blog, o comentário de número 10.000 (dez mil). Nos últimos 15 meses, onde pude, mesmo que virtualmente dialogar com os vitorienses, tive a oportunidade de emitir minhas opiniões acerca de vários assuntos, todos atinentes ao nosso torrão.

Mesmo com as dificuldades naturais da vida moderna, onde o relógio parece andar mais apressado, pretendo manter esse canal de comunicação, onde a troca de conhecimentos com os internautas, através dos seus comentários, nos faz cada dia aprender mais. Obrigados a todos mais uma vez.

Buraco: Firme e Forte

O buraco localizado em frente a uma instituição religiosa na esquecida Vila do Socorro próximo ao Hospital Santa Maria, só faz aumentar. Mesmo após duas cobranças das pessoas, daquela localidade, através do nosso  blog, constatamos ontem (18) que o descaso continua por parte dos gestores municipais.

Ser Vereador de verdade custa caro…

Com o Estado Democrático de Direito restabelecido 1945, as Câmaras Legislativas municipais foram reabertas, uma vez que as mesmas, tinham sido fechadas durante o Estado Novo entre 1937 a 1945, e aos poucos, foram ganhando as formas de hoje.

Em relação ao parlamentar a Constituição determina o seguinte: “a inviolabilidade dos vereadores por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição municipal”. Não é de se espantar, que tem vereador que ganha a eleição,   assume o mandato, perde a eleição seguinte sem saber disso.

Pois bem, um mandato de vereador, representação popular conquistado através do voto é, sem sombra de dúvidas, um espaço nobre de poder.

Face a falta de alcance dos nossos representantes na Casa Diogo de Braga, com raríssimas exceções, ao longo das últimas décadas, a relação entre poder Executivo (Prefeito) e poder Legislativo (Vereador) nunca esteve tão promiscua, não sendo inclusive, uma exclusividade apenas da Terra de Mariana Amália.

Acho até, que o debate em torno do aumento salarial dos vereadores não poderia ter vindo em melhor hora, visto que estamos a “beira” de uma nova legislatura (2013 a 2016).

Pois bem, se realmente um vereador quer exercer seu mandato sem ter que ficar de “joelhos” para o prefeito, um salário adequado já é um bom começo. Mas, se os novos legisladores estão pensando em tratar o prefeito como PATRÃO, pedir-lhe empregos nas secretarias para esposa, cunhada, filho, cabos eleitorais e etc…, como também agregar  automóveis na “máquina pública” em nome de laranjas, e viver bajulando “o chefe” para conseguir  ordens de gasolina, mantendo assim uma relação promiscua e submissa interferindo no seu trabalho que, entre outros, é fiscalizar o Executivo, deveriam sim, é ter seu salários diminuídos.

Portanto, para muita gente que não sabe, ser vereador de verdade custa caro. Os novos  vereadores eleitos, poderão se socorrer da desculpa de que não foram eles que aumentaram os seus salários, mas serão os mesmos diretamente beneficiados, sendo assim, deveriam usar a imprensa para dizer ao povo que tipo de vereador pretendem ser, se usarão os cargos, outorgados pelo povo, para ser mais um PARASITA e OPORTUNISTA ou se realmente serão vereadores de verdade.

Construção vai de vento em popa…

Nos mês de Junho publicamos denúncias de vários internautas sobre uma construção irregular numa calçada, no Loteamento dos Trajanos, na Rua Albertino Batista da Silva. Alguns meses se passaram e nada mudou, ou melhor, mudou sim… estão construindo o primeiro andar, dá pra acreditar?

As fotos foram enviadas por um internauta que pediu para não ser identificado.

Leia também:
Internauta faz grave denúncia: E pode, é? (Publicado em 12 de junho de 2012)

Mãe desabafa: Micael Abner – A LUTA CONTINUA

Micael Abner

Não deixe o caso de Micael cair no esquecimento…. lutamos para que não aconteça com você, pois meu filho eles colocaram numa cova. Divulguem o caso para que possamos em breve colocar aqui a condenação do Ideal Saúde e Casa de Saúde Santa Efige na justiça dos homens, pois a de Deus sei que vai acontecer ou já esta acontecendo com cada um que nada fez para salvar o meu filho.

Obrigada a você e Deus te abençoe sempre.ele esta vendo a sua atitude.

Joseane Lourenço 

Reveja aqui um vídeo do movimento realizado no dia 09 de junho pelos pais do pequeno Micael Abner, que faleceu vítima da falta de atendimento médico.

De quem é a culpa?

Na manhã de ontem (16) nossas lentes flagraram na Rua Dr José Rufino, também conhecida como “Principal do Cajá”, uma porca, acompanhada de sua cria, se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira e imundice nas calçadas.

Animais circulando pelas vias públicas na cidade, apesar de ser um absurdo, já não é mais novidade para ninguém. Por mais que seja “normal”, para os transeuntes, onde são  obrigados a dividir  calçadas com  porcos, não podemos perder a capacidade de se indignar com tal absurdo.

A vida na sociedade, inevitavelmente, nos impõe direito e obrigações. O ESTADO, representado pelos poderes constituídos deverão ser acionados nos possíveis desvios de condutas, como por exemplo, se um ladrão ameaçar o seu patrimônio a polícia tem por  obrigação lhe proteger.

Pois bem, e quando os porcos invadem as ruas e espalham os lixos nas calçadas    deixando  um rastro de sujeira e imundície no seu bairro, de quem é a culpa?

Só não podemos colocar a culpa nos porcos, muito menos, bater boca com os “criadores urbanos”, até porque, quem mais sabe que estão errados são os donos desses animais, que criam seus porcos para engorda sem ter que investir na ração dos bichos.

Portanto, não fica muito difícil de entender que a “falha” no “equilíbrio social” está justamente na inoperância do ESTADO, que neste caso aqui é representado pela Prefeitura. Sendo assim, mais uma vez cobramos ao Prefeito Elias Lira, que cumpra a parte que lhe cabe, retirando das ruas os indesejados animais.

Olhar urbano: Calçadas ou passeios públicos, uma questão de acessibilidade.

Como estão às calçadas das ruas da Vitória de Santo Antão? Você transeunte, já observou como estão invadidas, por rampas, degraus, muros, carros, carroças, paredes e outros obstáculos?

Os donos dos imóveis têm direito de invadi-las, o que diz o Código de Obras do Município? A quem interessa tal situação: ao idoso, ao cadeirante, ao deficiente visual ou físico, a criança, ao adolescente, a mulher grávida, a você que pratica caminhadas?

A invasão das calçadas tornou-se uma verdadeira calamidade pública, uma praga que provoca acidentes, as pessoas são muitas vezes obrigadas a transitarem pelas ruas, competindo com as motocicletas e carros, se arriscando, expondo-se a atropelamentos.

A invasão das calçadas é costume do nosso povo ou é falta de fiscalização por parte do Poder Público Municipal. De quem é a responsabilidade pela pavimentação e manutenção dos passeios públicos, qual é sua largura?

Urbano em sentido figurado significa: civilizado, cortês, afável. Você cidadão, se quiser pode contribuir. Procure a Prefeitura, questione o poder público municipal, exija o alvará de construção, exija uma solução construtiva que interesse a toda sociedade, não apenas à família invasora. Não esbraveje, não xingue, use os meios eletrônicos, fotografe, denuncie.

Ismael Feitosa

Internauta flagra porcos na Manuel Borba

Acabamos de receber um internauta, que pediu para não ser identificado, a foto de porcos soltos à procura de lixo nas proximidades da rua Manoel Borba, com o seguinte comentário:

PILAKO, PELO JEITO NÃO É SÓ O LEÃO DO NOSSO ZOOLÓGICO QUE ESTÁ SEM HABITAT APROPRIADO. OS PORCOS ANDAM LIVREMENTE POR TODOS OS BAIRROS DA NOSSA CIDADE. ATENÇÃO PREFEITO, VAMOS TRABALHAR! UMA SEMANA APÓS AS ELEIÇÕES AINDA É POSSÍVEL ENCONTRAR, COM FACILIDADE, OS SANTINHOS DOS CANDIDATOS ESPALHADOS PELAS RUAS DE NOSSA CIDADE. LIMPEZA É FUNDAMENTAL!

Os problemas continuam…

Na tarde de ontem (15) nossas lentes flagraram uma porca se alimentando de lixo na calçada nas proximidades do Viaduto do Cajá. Em praticamente todos os bairros a “pisada” é a mesma, ou seja, são animais circulando livremente pelas vias públicas.

Todos nós vitorienses, de uns dias prá cá,  estamos acompanhando o “drama” vivido pelos animais do extinto Parque Melo Verçosa, mais conhecido como Zoológico do Alto do Reservatório, onde as autoridades competentes estão tentando abreviar o sofrimento daquela “comunidade animal” fazendo contato com outras entidades do segmento para viabilizar transferência dos animais.

Não podemos de maneira alguma, achar que tudo isso é normal. Nossos gestores precisam urgentemente “acordar” para esses, e tantos outros, graves problemas existentes na cidade.